Tendo já sido anunciado pelo ME que para o ano a Mobilidade Interna só terá colocações de docentes com horário completo importa fazer uma análise aos docentes colocados este ano na Mobilidade Interna com horário diferente daquele que foi pedido pela escolas.
Não acontece apenas ficar colocado um docente com horário incompleto numa escola, mas também o inverso.
Existem escolas que pediram horários superiores à componente letiva a que o docente está obrigado e isso também tem implicações para as escolas que ficam com insuficiência de horário para as necessidades pedidas.
Ficam aqui os quadros deste ano para análise.
Dos 2.009 docentes colocados, 1.367 foram colocados para componente letiva igual à sua.
Pela entrega de horários aos docentes em Mobilidade Interna inferiores à sua componente letiva foram usadas 2.328 horas a mais do que as pedidas pelas escolas (equivalente a 105 horários). E por terem sido entregues aos docentes horários inferiores aos pedidos pelas escolas foram “poupadas” 993 horas (equivalente a 45 horários).






1 comentário
Parabéns pelo trabalho!, já tinha eu feito uma análise no GR de biologia e tinha chegado a conclusões “complicadas” para explicar que realmente seria uma poupança … em vez de uma despesa.
E depois como se explica a um Professor que tenha redução de horário, que na escola A tenha a sua carga lectiva (20 por exemplo) mas irá ser colocado nas 22 na escola B, para depois lhe ser retiradas 2 horas.
(ANEDOTA!!!!!) Deveria ter ido para a escola A 20 por 20 …
Tal como já foi aqui neste blog referido horários iguais ou superiores a 14 horas devem ir a concurso.
14 horas que é o máximo de redução.
Pena é ficar-se sem aulas de apoio, clubes, desporto escolar ….