Orientações para a Recuperação e Consolidação das Aprendizagens
Orientações para a Recuperação e Consolidação das Aprendizagens

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18 comentários
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Conversa da treta.
Conversa da treta já não era mau….é a Escola da rua Sésamo….
Tantas coisas para complicar a vida dos professores e alunos! E todas essas interações com máscara, a morrer de calor e distância mínima! Muito pouco se aproveita!
É só eduquês!!!
Um documento patético com orientacões patéticas.
No tempo do Prof. Douror Oliveira Salazar existiam orientacões (tipo: meninos, a Pátria Portuguesa vai do Minho até Timor…).
Vá lá que não vá! Agora, orientacões como as que estão neste documento nem ao maior ditador do mundo lembrariam.
É comer e calar, para não levarem tautau do secretário Costa…
Há sempre alguém que resiste, há sempre alguém que diz não…
Ó Pirilau, nem que seja na noite mais escura….
Bem vistas as coisas,
é um menu bem português.
Um género de cozido à portuguesa educativo.
Ou caldeirada pedagógica.
Se o SE e os cabrestos da DGE enfiassem estas orientações no sim-senhor… Pena é que cohens, paulos-mat e uns ditadorzitos com voz grossa em escolas desprovidas de efetivos que lhes façam frente vão fazer destas tristes páginas um missal a partir de setembro.
Nesta vida é assim: junta-te aos mais fortes do momento se queres salvar a vidinha.
Tanto fascista do dia 23 que se tornou democrata e até comunista (nem que fosse por uns meses…) no dia 24.
Salve-se quem puder! O resto é conversa.
Muito bom… Obrigado SE COSTA!. Onde havia trevas surgiu a luz!!! Um documento, confesso que não li tudo que meu cérebro latejava de alegria, que traça uma nova era no bacoquismo eduquês contemporâneo… Conseguir uma perfeita nulidade destas para as escolas, num tempo onde anda tudo a fugir do vírus, é obra! Ficará nos anais da inutilidade pedagógica máxima, brilhando resplandecente!
Abençoados os nossos políticos da educação que nos orientam e gerem tão bem. Sem tais sugestões nunca poderíamos prestar um serviço adequado à sociedade promovendo as aprendizagens nos nossos discentes.
Como eu anseio hora após hora estas instruções emanadas pelos académicos intelectualóides de gabinete para me orientarem tão sabiamente no meu percurso docente.
Abençoada autonomia, já estou bem treinada para usufruir dela ao máximo, até desenvolvi um estrabismo para me permitir supervisionar com mais qualidade grupos distintos de alunos a mesmo tempo.
E com muito esforço e perseverança da minha parte, também consigo ser uma ambidextra plenamente funcional, assim poderei apresentar estruturas conceptuais distintas simultaneamente.
Falta-me rentabilizar os membros inferiores, ainda estão sub-optimizados, mas espero num futuro próximo conseguir uma dinâmica com eles que me permita ser uma profissional mais polivalente.
Não gostaram da parte que diz que a EMAEI deve “garantir a alimentação e o acesso a bens essenciais”? p. 48
As EMAEI transformadas numa panaceia para todos os males… Ou então numa espécie de “divindade” que tudo pode e que tudo resolve…
Isto não passa de um ardil para os profissionais que integram as EMAEI…
É um documento extenso porque tem muitas páginas onde se faz o resumo daquilo que vivemos há mais de 20 anos, ou seja, o que propõe que se faça para receber os alunos eram atividades que se faziam no primeiro ano em que houve Estudo Acompanhado e que não prestava para nada; nessas aulas acabou-se por fazer revisões para os testes. Naquele ano, o único em que houve par pedagógico no 3º ciclo, a minha colega era professora de matemática e, já estão a ver, aprendi imenso sobre potências (e até potências negativas, de que eu nunca tinha ouvido falar e que me espantaram muito porque nunca precisei de potências ao longo da minha vida e se, como aluna, nunca percebi para que servia aquilo, como adulta continuo a não saber a sua utilidade) (sou professora de História, vê-se logo. Só preciso da folha de cálculo ou de somar e calcular percentagens de negativas). Como mãe, cidadã, esposa, dona de casa (não me lembro de momento o que sou mais) nunca precisei de potências. Depois dá uns exemplos de horários presenciais, mistos e à distância e em todos os regimes devemos usar as novas tecnologias (que surgiram em 1981, salvo erro) (sem rato nem Internet). Escreveram sobre os DAC, a tutoria, mentoria, bibliotecas que não sabem gerir, EMAEI e mentoria, que também não sabem o que é, mas escrevem umas coisas sobre ela. Estamos quase a acabar. Concluem que o que interessa são as AE e o Perfil do Aluno. Eu gostei de ler, mas eu também leio os ingredientes da pasta de dentes e também acho interessante a leitura. Ah! E continuam a ser as escolas a fazer as escolhas que podem ser feitas, ou seja, tudo exceto as AE e o Perfil. Vamos a isso, maralhal!
Um documento que se imprimiram é útil para se vier um novo surto e faltar o papel higiénico se socorrerem numa aflição!
Obrigado
😍😍😍