E que tal um certificado de segurança para as escolas…

Anda tudo muito calado. Os pais andam preocupados, mas não reivindicam, deixam falar quem não os representa. Os sindicatos fogem de um lado para o outro a tentar mostrar serviços, mas sem, realmente, fazer alguma coisa. O ME descalços a bota e os outros que façam.

Que tal lançar para o terreno equipas para verificar a implementação de regras. Não era boa ideia?

Menos cadeiras, assentos plastificados, cantinas em take away: como as escolas se estão a preparar para reabrir

Do sabão à disposição das mesas, vistorias passam escolas a pente fino para garantir segurança no regresso às aulas em setembro. Falta de espaço é uma das maiores dificuldades

A visita começa no átrio da escola, mas para trás já ficou um problema — só há um portão de acesso que pode ser utilizado pelos alunos, o que impede a criação de circuitos diferentes de entrada e saída. E logo ali à frente há outro constrangimento. “Só temos estas escadas para o acesso às salas 1 a 4”, vai descrevendo a diretora do Agrupamento de Escolas Luís de Camões, em Lisboa. “Vamos pôr umas marcas no chão e tentar que subam pela direita e desçam pela esquerda”, continua Rosa Ralo.

À sua frente dois técnicos de saúde ambiental do Agrupamento de Centros de Saúde de Lisboa Central, elementos da Câmara e outro dos serviços municipais da Proteção Civil tiram notas, acrescentam perguntas, identificam pontos críticos e pensam soluções.

 

 

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4 comentários

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    • Alecrom on 8 de Agosto de 2020 at 10:49
    • Responder

    Nós é que sabemos:

    https://expresso.pt/sociedade/2020-08-08-Covid-19-Portugal-em-contramao-no-teste-de-contactos

  1. Pois…tem de ser assim senão os turistas não vinham .
    Interessa é a economia.

    • Susana Cerqueira on 12 de Agosto de 2020 at 19:57
    • Responder

    Um certificado de segurança e outro para o nível de ruído!!!
    Onde está a inspeção da Segurança no/do Trabalho??? Só falam nas botas dos ajudantes de obras e nos capacetes (o que considero deveras relevante!!) e na segurança das empresas.
    Não temos direito a uma inspeção sobre as nossas condições de trabalho?? Temos de aceitar tudo o que os sindicatos nos querem impingir…Nunca ouvi falar em Segurança no/do Trabalho para os profissionais docentes… Existe???E quadros sem reflexos para que se veja bem e uma arquitetura das escolas que permita boa visulização para o quadro quando se projeta??? Quem são os arquitetos??? E o nível de ruído a que estamos sujeitos??? E doenças “invisíveis” provocadas pelo trabalho docente?? E a falta de educação dos Encarregdos de Educação???
    Somos os únicos trabalhadores cujos sindicatos defendem interesses próprios… Quantos sindicatos? E já diminuíram…
    Sem saúde na profissão docente não há professor que resista e temo pelos novos docentes!
    A saúde física e mental dos docentes é essencial. Só estando bem consigo próprio podemos dar aos outros!!!
    Desculpem-me, … mas blogues daqui, sindicatos dali, Associações de Pais, Confederações……
    Há alguém a pensar a fundo na EDUCAÇÃO e nos elementos HUMANOS que dela fazem parte e nos cruzamentos políticos (e.g. económicos, sociais, filosóficos, de interesses internacionais) que se sucedem??
    Alguém pensa que um aluno com 10 anos leva uma mochila, no 5º ano, que pesa mais do que ele??? Com livros que parecem compêndios universitários?? Com livros cujas fichas não são trabalhadas nem os textos explorados, porque é impossível trabalhar tudo?? O que fazem as Editoras?? Que lobby é este??
    Mudam-se os governos, mudam-se as vontades, há uma catástrofe e somos dirigidos conforme as situações, o que até posso entender, em tempo de pandemia, mas as catástrofes provocadas pelas mudanças climáticas/climatéricas estão aí… e vamos ver!!!
    É sempre o “vamos ver!”… O “desenrascanço” é sempre a alternativa…Estamos na mudança de século e as ruturas sempre existiram até o sistema se voltar a equilibrar, mas que se pense numa estratégia a longo prazo, mesmo com medidas e alterações adequadas ao caso concreto.
    Onde estão os nossos Líderes, Visionários e Investigadores para a Educação?? Gostava de ver as Universidades do ramo educacional e as Escolas de Educação a interagir diretamente com as escolas do básico, secundário e profissional, concretizando projetos concretos com avaliação, envolvendo os docentes… Inovação em ação com docentes envolvidos e Universidades envolvidas. Uma pandemia é que vem alterar as situações?? “-Certo!! (O “conjunto dos poderosos mundiais”) afirma: “-Eles não querem, mas esta pandemia vai ser a oportunidade para mudar!”
    E…
    Maravilha…docentes enviados para o “desenrascanço”! E somos heróis… Não me sinto heroína, mas formiga esfrangalhada até desaparecer. Se eu morrer, o Ministério da Educação agradece, pois dou lugar a outro com sangue novo. Nem direito temos à celebração dos 25 anos de trabalho ou dos 50… (com todo o respeito e desculpem a comparação, a Ordem dos Farmacêuticos homenageia quem se reforma e noutras profissões acontece o mesmo: não veem o trabalhador como algo reificado, mas como um SER, o que não acontece com os docentes).
    Quem pensa na SAÚDE DOS DOCENTES?? É urgente que pense… Não que se “AJA” nesta vertente , pois todos sabemos que a Escola tem vindo a cumprir a função de “microcasa” e de “microssociedade” onde os alunos, pelo menos até ao momento antes da pandemia, aprendem a SER. Possivelmente, a pandemia também mudará esta situação e o docente talvez deixe de ser o Faz-Tudo (e.g. administrativo, baby-sitter, Pai, Mãe, empregado de limpeza, professor da(s) disciplina(s), do ensino especial, enfermeiro, tutor, professor de cidadania (instituída por falta de educação dos progenitores e da sociedade e de valores), orientador dos meninos e dos pais (o que é verdadeiramente grave!!), conselheiro, vigilante dos recreios…(Creio que a polivalência é a excelência, mas creio que acontece o mesmo com os polivalentes das escolas…)
    Uma empresa que se preza dá aos seus trabalhadores condições para que se sintam bem (e.g. fruta fresca, café da manhã, creche junto à empresa para que a mãe esteja tranquila (e produza mais, claro!!!), pausas para descanso (para que produza mais, claro!!!), possibilidade de ginásio (para que produza mais, claro!!))… e o trabalhador gosta porque se sente desejado, mimado, ainda que manipulado…Mas somos humanos e gostamos de segurança e que nos valorizem genuinamente e não apenas de vez em quando.
    Afinal, quem pensa na SAÚDE DOS DOCENTES ??

    “-NINGUÉM!”

    Continuemos!
    Precisamos de uma Inspeção da Segurança e da Higiene do/no Trabalho!

    • Susana Cerqueira on 12 de Agosto de 2020 at 20:05
    • Responder

    Desculpem, há um erro… ou muitos, dependendo da perspetiva…
    “É urgente que se pense… Não! Que se “AJA” […]”.

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