A Notícia em Papel do Diário Económico

DE-Professores_sem_turma_ficam_com_actividades_extracurriculares_Página_1

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34 comentários

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  1. Mas nao haverá ninguem que lhe dê um tiro???!!!!

  2. Toda a gente sabe que a contratação pelos municípios nem sempre é justa e permeável a interesses pessoais. Se calhar esta até é uma boa medida…

  3. Mais lenha para a fogueira: TUDO o que é Professores NÃO PROFISSIONALIZADOS – RUA do ensino, que vão exercer nas profisões para que se formaram… Farmaceuticos a dar Ciências, engº a leccionar matemática, física e química… RUA do ensino…

    1. *Profissões

      1. O problema é que muitos já lá estão há muitos anos, na verdade estão quase a aposentar-se. Mas tem razão, economistas, advogados, informáticos, engenheiros, arquitectos, enfim, todos aqueles que eram/são tão maus tão maus que não se aguentaram em nenhuma empresa tentaram o ensino e foram ficando, alguns ainda são contratados. Agora reclamam e querem um lugar no quadro (acham que têm direitos e tal)… Ah, e muitos são profissionalizados, fizeram aquelas profissionalizações manhosas pela Universidade Aberta, ou chumbaram deliberadamente no 2.º ano da profissionalização em serviço (medinho das aulas assistidas)! Pois a minha foi estágio integrado, aulas assistidas obrigatórias a rodos… Até gostava de os ver, alguns nem sabem escrever nem falar em condições.

          • M on 7 de Maio de 2013 at 18:37

          Pois…eu so profissionalizado..um ano de estágio e aulas assistidas

          • trill on 7 de Maio de 2013 at 23:53

          “Maria
          7 de Maio de 2013 em 18:30”

          comentários destes demonstram que há profs rascas. Por algum mérito que tenha falar nos advogados, provavelmente quase todos saídos das univs privadas…

          mas nem aí acerta pq todos sabemos que na advocacia na tugolândia ou se tem “conhecimentos” ou não se vai lá… é como na carreira diplomática. Mas sim, há muito lixo de direito que entrou na carreira de professor. Mas o seu discurso só me faz lembrar o basismo, a radical mediocridade e e a nulidade do ensino que se pratica nas ESE’s.

          • Ana on 8 de Maio de 2013 at 0:30

          Coleguinha….Oiça uma coisa: tem alguma noção do que é preciso para tirar uma licenciatura em engenharia no IST? (Instituto Superior Técnico – para quem não sabe…). É preciso mais do que saber falar e escrever. É preciso saber pensar. Algumas pessoas têm a formação base nessa área e estão no ensino porque assim o entenderam. Não porque não tiveram outra opção mas porque perceberam que era aquilo que queriam fazer. Foi uma péssima opção porque se ganha muito mal, mas, foi uma opção. Tão válida como a sua. E se eu me coíbo de tecer considerações sobre os colegas que frequentaram as ESES, os cursos de línguas ou outra qualquer formação, e o faço por solidariedade e respeito, era bom que fizesse o mesmo

          • Maria on 8 de Maio de 2013 at 10:05

          Trill, não me licenciei numa ESE, fi-lo numa universidade pública de renome e com muita qualidade, e com uma média boa, embora reconheça que isso per si não faz um bom profissional, a prática é tudo nesta profissão. Portanto, não percebi bem essa das ESEs.
          E para a Ana: a ironia da “coleguinha” não lhe fica bem, não temos intimidade para isso. . Se não é o seu caso, não deve dar-se “às dores”. Tive n exemplos destes enquanto aluna, e já como professora conheci bem mais, e dizer isto não é faltar ao respeito a ninguém, é chamar os bois pelos nomes.

          • Ana on 8 de Maio de 2013 at 23:58

          Maria, não se ofenda com o coleguinha… é simplesmente carinhoso. A sério. Eu até só lhe respondi a si porque pelo menos sabe que essas pessoas são profissionalizadas. Como é óbvio eu também conheço professores que da via ensino que são uma nulidade e seria fácil e injusto dizer algumas coisas baseadas nos exemplos que conheço. Mas porquê falar disso? Não são a maioria! A maior parte dos professores que conheço e conheci são corretos, profissionais, empenhados , honestos e muito mais. E a formação inicial, como reconhece, não é o mais importante poruqe se a nomeadamente ter ou não ter aulas assistidas. Por acaso só as tive agora da avaliação docente mas pareceu-me algo muito fácil… Aulas assistidas são todas. Tenho lá sempre alunos! Em vez de 29 pessoas passei a ter 30! Nem dei por isso! 🙂

          • Maria on 9 de Maio de 2013 at 13:46

          Olá Ana, melhor assim. 😉 É um facto que existe de tudo nesta profissão, bons e maus, e o facto de ser ou não via ensino não determina o profissionalismo, aqui tenho que lhe dar razão. Mas também tem que me dar razão numa coisa: conheço, e certamente também conhece, inúmeros casos casos de colegas que chumbaram propositadamente no 1.º ano da profissionalização para não terem aulas assistidas, ora isso não me parece de quem está preparado para falar de igual para igual. Ser avaliado pelos alunos não tem nada a ver com o ser avaliado sistematicamente (e não de quando em vez) por metodólogos e orientadores. Certo certo é que hoje estão no quadro e auferem salários que a esmagadora maioria das pessoas que cursos via ensino nunca auferirá.E se a Ana não deu por isso é porque está à altura…

    • Manuel Carvalho. Trofa. on 7 de Maio de 2013 at 18:54
    • Responder

    Ainda acreditam neste ministro. Lembrem-se que o que hoje ele diz, amanhã o Gasparito desdiz !

    • Ilionis on 7 de Maio de 2013 at 19:43
    • Responder

    Maria,

    Como podes generalizar dessa forma? Há bons e maus! E não é por não terem feito um curso via ensino que são piores! Conheço bons professores que vieram das engenharias e que pediram aulas assistidas.
    Devias mostrar um bocadinho mais de bom senso e respeito pelos outros!
    Não estou a defender a minha causa, porque tirei um curso via ensino.

    1. Eu não generalizei, referi-me só aos que não eram suficientemente competentes para trabalhar nas suas áreas de formação no privado e resolveram tentar a sua sorte no ensino porque havia lugar, o ordenado não era mau, as condições de trabalho também não e sempre era um emprego com mais regalias do que a maioria no privado. Pessoas que são realmente boas nestas áreas optaram pelo privado e são muito bem pagas, nunca deixariam isso para vir para o ensino. Falo do que conheço, não pretendia ofender ninguém.

      1. A colega deve conhecer pouca coisa. Talvez por ser novinha. Isto sem pretender ofender ninguém.

          • Maria on 8 de Maio de 2013 at 12:51

          Conheci o bastante enquanto aluna e agora (há 16 anos) como professora. E tenho amigos e exemplos na família de gente que é muito bem paga no privado em algumas destas profissões. Agora, uma coisa é certa: alguns trabalham dia e noite.

  4. Isto é como o facebook…. comentários IMPECÀVEIS e de bradar aos céus…….

  5. Mais uma montanha que pariu um rato.
    Isto já anda a ser feito em muito agrupamento.

    Continuem a atirar areia.
    Em breve nem D. Dinis vos vale.

  6. isto é do mais elementar! Mas claro, convém fazer um pouco de folclore, para mostrar que bom que é, sobretudo em ano de eleições autárquicas, que não quer mandar os profs para o desemprego.

    Como foi elementar passar o IEFP para a tutela do MEC e colocar os profs de horário zero a dar formação (provavelmente terão de receber alguma formação primeiro) sem mudarem de estatuto.

  7. mas pronto, reconheça-se que sim, está bem.

  8. “Toda a gente sabe que a contratação pelos municípios nem sempre é justa e permeável a interesses pessoais. Se calhar esta até é uma boa medida…”

    É uma medida de elementar “bondade”. Ou seja: é basico que deveria ser assim.

  9. As AEC’s são, em muitos casos, o unico vínculo que professores com habilitação profissional encontram para desempenhar o cargo para o qual se formaram. São professores e têm habilitação para a docência nos grupos em que estão destacados. Encontram no isolado, desorganizado e segregado modelo das AEC’s a única forma de lhes garantir algum tempo de serviço que lhes permita um dia sonhar em leccionar a tempo inteiro com as mesmas regalias e direitos que um professor do quadro ou contratado.
    Muitos desses PROFESSORES leccionam ACE’s há vários anos em situações contratuais muito complicadas que se prolongam durante anos e que muitas vezes têm que complementar com part-times em lojas, shoppings, fábricas… o que seja que ajude a ganhar mais algum ao fim do mês.
    Retirar-lhes isso é retirar-lhes toda a esperança.
    Retirar a quem já tem tão pouco para dar a quem já tem algum não me parece solução.

    1. Obrigada Nuno pelo seu comentário! Precisamos de bom senso!

      1. Nuno, apesar de concordar inteiramente consigo estou muito mais pessimista. Não me parece que possa haver esperança. Os professores contratados, com pouco tempo de serviço, têm hipóteses quase nulas de algum dia serem do quadro. A taxa de natalidade é o que é, o estado não vai colocar ninguém ou quase ninguém nos próximos anos porque não quer “professores de carreira” (como agora se chamam), a idade de reforma vai aumentar e os mais velhos já não estão em idade de pedir rescisão e mudar de vida. Acho que é preciso é que os professores que ainda são muito jovens se apercebam que que este é um barco furado e que se puderem saltar ainda o podem fazer. Quando tiverem mais idade terão menos possibilidades.

  10. e que tal uma verdadeira limpeza de profs que não têm habilitação profissional…sim porque aposto que mutos dos coments existentes neste e noutros tópicos relacionados com o mesmo assunto, são de colegas que têm apenas habilitação própria…curso via ensino é mentira…e pior, muitos dos qzps estão nesta condição!!!!

      • Ana Martins on 8 de Maio de 2013 at 14:52
      • Responder

      Caro(a) M,,
      Deve haver aí alguma confusão, pois no último concurso para os quadros (está a fazer 4 anos) os colegas com hab. própria já não puderam concorrer. Quem entrou para o QZP teve obrigatoriamente que se profissionalizar… e atenção que curso via ensino não é a única forma de se obter habilitação profissional. Concluindo, parece-me que hoje em dia não existirá ninguém nos sistema educativo sem habilitação profissional.

      1. Sim Ana, a esta altura do campeonato não deverá haver ninguém. Resta aferir se muitos dos que estão são dignos de cá ficar. Via ensino ou não, o que está em causa é o zelo e o profissionalismo,

  11. Já perdi o respeito por toda a gente que aqui escreve, inclusive por quem resolveu criar este blogue com o intuito de “ajudar” os professores. Fiquem a saber que eu sou professora e formadora, que luto todos os dias para poder pagar à (In)Segurança Social um rol de impostos e ainda levo todos os anos com a incerteza do que me vai acontecer. O meu mês de Agosto não é passado nas Caraíbas, porque não sei, nem nunca saberei o que é ganhar sempre mais a cada ano que passa (progressão na carreira é só para vocês, mesmo!). A única coisa que sei é que trabalho cada vez mais e ganho cada vez menos, nem tão pouco tenho a noção do que é um contrato de trabalho por tempo indeterminado ou do que é receber mais do que um salário mínimo por mês! O meu mês de Agosto é passado a candidatar-me aos concursos das AEC, o meu ano letivo é passado a enviar currículos, a tentar sempre cada vez mais e chego ao final do ano letivo e nem direito a subsídio de desemprego tenho. Tenho 26 anos e sonho em ser mãe desde sempre. Como querem que gente como eu, que nunca sabe em que escola vai ficar e que ainda por cima é paga abaixo do indicado, tenha sequer a intenção de engravidar tão cedo? E depois queixem-se que não têm trabalho. Se não houver crianças, também não tendes o que fazer. A urbanidade e a discrição já não entram no meu vocabulário. Falar com gente como vocês que aqui escrevem é perder tempo e dinheiro. Vou só ali dar mais umas horinhas de AEC e de formação a ver se junto algum para poder pagar a minha renda no final do mês e encher o depósito do meu carro de 1989 com os 500 euros que ganho (depois de pagar os meus impostos todos). Mandem-se 3000 pessoas para a rua, daquelas que aceitam trabalhar 10 horas por semana e ganham 300 euros por mês! Mandem-nas todas, e ponham no lugar deles os que ganham 1000 e 2000, porque estes, coitadinhos, não têm como sustentar os vícios, as casas compradas, os jipes de última gama! Coitadinhos de vós, pobres de espírito que não sabeis o que é ser-se jovem neste país! Agora que a balança cai para o vosso lado já não achais que as AEC são uma merda, pois não?

    1. MB, quem me dera ter 26 anos…:) Não aceite trabalhar 10 h por 500 euros! Olhe que eu tenho 43anos e estou por um fio para mandar este patrão dar uma curva porque trabalho em média 8 h por dia por 1200 euros. Só tenho algumas dúvidas porque tenho uma idade “chata”. Mas ainda consigo ter empreendedorismo e iniciativa para mudar radicalmente de vida. Se tivesse a sua idade nem pensava duas vezes. Pense no que sabe fazer, pense que é jovem, que tem formação, que é inteligente, que merece mais do que isso e procure um novo rumo. Use essa perseverança e essa ambição de uma forma mais produtiva… Nenhum professor deveria sujeitar-se a ganhar miseravelmente e a viver abaixo do limiar da pobreza. E nada vai melhorar nos próximos 10 ou 20 anos. Sabe porquê? Porque há tanta oferta de professores que há sempre alguém que se sujeita a tudo e ainda faz disso uma bandeira. Uma profissão não é uma esmola. Não é para quem precisa, não é para quem chora mais, não é sequer para quem merece mais. É para quem consegue mais. E temos de procurar o caminho que mais nos convém.

      1. Muito bem coleguinha :-), subscrevo na íntegra. MB, o melhor que tem a fazer é mudar de vida. Olhe que eu estou como a Ana nisto, por um fio…

  12. Há pelo menos um m… (e vigarista!) licenciado em direito, que não conseguiu sequer acabar o estágio como advogado, que se profissionalizou na Universidade do Minho.

    1. Oh Jakas, se fosse só um… São milhares de todos os quadrantes.

    • Adalmiro Fernandes Caléu Puntum on 9 de Maio de 2013 at 14:50
    • Responder

    Ora cá está uma coisa que já há muito tempo devia ter sido feita:

    – ACABAR COM AS CUNHAS NO RECRUTAMENTO PARA AS AECS………..!!! BASTAAAAA!!!!

    E não me venham criticar esta decisão com base em argumentos feitos à medida de cada um. ISTO É UMA VERGOOOONHAAAAAA!!!!!!! É O CÚMULO DAS CUNHAS FEDORENTAS!!!!! bASTA!!!!!!!!!!!!!!!

    CAMBADA DE CHULOS, SANGUESSUGAS PECAMINOSAS!!!!!!!!!!!!

    • desiludido !! on 9 de Maio de 2013 at 23:38
    • Responder

    Concordo com a proposta! Acabem as cunhas! As cores políticas! Os amiguinhos…. Vamos ás escola profissionais e acabe-se também com as cunhas, estes professores deviam ser recrutados pelo concurso nacional de professores.

    Realmente qq curso serviu(em tempos) para ser professor!

    Temos colegas completamente resabiados na profissão!

    Alguns fizeram/assistiram a algumas aulas de ciências da educação e devido a terem 6 anos de serviço não tiveram aulas assistidas!!! Agora fogem e zangam-se com a ADD.

    Quem fez um ano de estágio, com mais de 40/50 aulas assitidas a ADD não assusta ninguém!

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