FMI sugere delegação de competências de ensino nos privados
O Fundo Monetário Internacional (FMI) não poupa críticas ao sistema de educação português e lança o mote ao Governo: é preciso “fazer mais com menos”. Para isso, o Estado deve reduzir o seu papel de prestador de serviços de educação e delegar mais nos privados.
E como se devem estar a preparar nos gabinetes do MEC a transferência para uma gestão privada das escolas onde o custo médio por aluno é superior aos resultados esperados e onde algumas entidades tentam a todo o custo alterar nos seus estatutos o âmbito das suas competências, alargando-as para gerirem o ensino básico e secundário, estamos então perante uma manobra de eliminação das funções do estado na educação passando-a para a gestão privada.
E nada disto é segredo porque quem pelo MEC foi admitido recentemente diz isso publicamente.




3 comentários
Mais outra noticia brilhante… 🙁
http://www.publico.pt/economia/noticia/fmi-propoe-corte-de-20-dos-funcionarios-publicos-e-de-7-nos-salarios-do-estado-1580017
Estes fdp andam a atirar barro à parede a ver se cola. Este relatório foi feito com a ajuda de todos os ministros do governo de Portugal e alguns secretários de estado, nomeadamente o Moedas (ex-Goldman Sachs). Agora vêm dizer que é feito por entidades estrangeiras e “independentes”. Até quando vamos admitir ser humilhados por esta corja?
http://www.tvi24.iol.pt/503/economia—economia/fmi-governo-relatorio-tvi24/1408192-6377.html
Este relatório foi apenas redigido pelo FMI…o seu conteúdo é, como facilmente se confirma, da responsabilidade do gentis membros do governo que colaboraram com a instituição…é mais fácil (pelo menos assim o pensam) convencer os portugueses que este é o caminho se for “do estrangeiro” que se diz… Não era este mesmo FMI que, aquando do primeiro memorando, considerava que os contratos de associação deviam ser revistos e reduzidos?! Pelo menos ficamos a saber que a falta de seriedade não é apanágio único dos nossos políticos…parece ser uma característica essencial para quem “manda” por esse mundo fora.