Reportagem pela FNE da sessão da passada sexta-feira, no Porto, sobre “os futuros da Educação”, onde fui apresentar as propostas da AD. Mais uma vez, agradeço o convite ao Secretário-Geral da FNE, Pedro Barreiros, e a todos os participantes pelas perguntas e pelo diálogo.
«Alexandre Homem Cristo apresentou as principais medidas da AD para a educação, sublinhando que Portugal tem realmente um grave problema com o envelhecimento da classe docente, “seis vezes acima da média europeia”. Na sua intervenção, relevou medidas essenciais que passam por um acesso universal e gratuito a creches e jardins de infância, aumentando a oferta do Estado, com recurso também aos setores social, particular e cooperativo.
Sobre a recuperação do tempo de serviço congelado, Alexandre Homem Cristo frisou que a AD se compromete a uma devolução total do tempo de serviço trabalhado (seis anos e seis meses), mas de forma gradual ao longo da legislatura, à razão de 20% ao ano. Os termos desta recuperação serão negociados nos primeiros 60 dias da nova legislatura.
Outra medida prevista é incentivar a fixação de professores em zonas de baixa densidade ou onde há falta de professores e criar em sede de IRS a possibilidade de dedução das despesas de alojamento dos professores que se encontrem deslocados a mais de 70 quilómetros da sua residência.
Uma das prioridades da AD é a de alterar as provas de aferição do 2º, 5º e 8º anos para o 4º e 6º anos, a Português, Matemática e a uma terceira disciplina, de forma rotativa a cada três anos. De igual modo, criar um novo plano de recuperação de aprendizagem (A+A, “Aprender Mais Agora”), destinado ao “apoio de alunos, capacitação de docentes para implementar um sistema de tutorias e reforço de créditos horários”. Nos planos da AD está ainda a promoção do regresso de professores qualificados à carreira, com o devido reposicionamento.»
A reportagem completa da FNE está neste link:
https://fne.pt/pt/noticias/go/acontece-futuros-da-educacao-apresentados-por-partidos-politicos




9 comentários
Passar directamente para o formulário dos comentários,
Começou a operação “OMO cristo, homem”.
Afinal o saldo já não é excessivo, já não vai haver dinheiro para repor o tempo aos stores, nem para aumentos salariais nas polícias e forças armadas, nem para a “dignidade dos profissionais da saúde”, e ficamos por aqui, pelos que fizeram mais barulho. Não se pode dar tudo a todos, antes pelo contrário, porque agora há uma guerra na Ucrânia, a Alemanha está a gripar, e ainda temos a incerteza eleições americanas. Há que racionalizar, encurtar o Estado, trabalhar em parceria com os sectores privado e social. Até porque o Governo vais ser “forçado a ajustar programa económico às novas regras de Bruxelas”, que só vieram a público no dia a seguir às eleições, escondidas dos portugueses desde o dia 20 de Dezembro do ano passado, pelo menos.
A repetição. Toda uma campanha eleitoral assente na mentira para capitalizar o descontentamento. 9 – nove – 9 anos foi o tempo que o pagode levou a esquecer a governação da direita. Como diria o malogrado, “há muita fraca memória na política”.
As ferramentas de apoio ao cristo, homem, começam a surgir!
O blogue “para a educação inclusiva” do novo governo a laborar em força…
A vossa idolatria ao xuxalismo chega a meter nojo… Deem tempo ao Homem que chegou à Secretaria de Estado há poucas horas. Tiveram tanta paciência com os governos socialistas corruptos que, durante anos consecutivos, disseram sempre ‘não é não’ aos professores. Se gostam assim tanto de manifestações comprem uma tanga de cabedal e juntem-se aos tarados do movimento LGBTQMRPP+.
A vossa idolatria à idiotice chega a meter nojo…
Serão professores ou construtores de ferramentas de apoio?
Seria bom que o novo governo recuperasse efetivamente todo o temp de serviço aos professores, com aliás foi prometido várias vezes e por vários responsáveis da AD que agora são ministros, secretários de estado, entre outros.
Mas há algo muito importante que pode por em xausa a recuperação do tempod e serviço.
Quem ainda não está no 5.º escalão ou no 7.º escalão, terá de aguardar para que existam vagas para aceder a estes escalões.
Ora, só recuperará o tempo de serviço depois de estar nos escalões. Se não estiver, não recupera efetivamente nada.
Como não há vagas para quase ninguém (só quem tem Excelente isenta de vagas), isso quer dizer que quando se chega ao 5.º ou ao 7.º escalões, fica-se eternamente há espera de vaga para passar e só depois para recuperar.
Em último caso pode nunca chegar-se a recuperar esse tempo de serviço, ou só o recuperar muitos anos depois.
O que fará o governo em relação a isto?
Vai acabar de vez com a porcaria da necessidade de haver vagas para aceder a escalões remuneratórios (o que não existe me mais nenhuma outra profissão na administração pública)?
Ou vai persistir nesta necessidade de vagas, criada pela sinistra Maria de Lurdes e o chefe da Máfia, Sócrates, e continuar o engano aos professores?
Pirilau, Chupa no pau….
As tuas práticas não nos dizem respeito…
Há sites de namoro gay, não binário, trinário e quaternário mais vocacionados para o engate do que propriamente a página do Arlindo, que é para gente séria.
Miquelina, Maria, tenho fobia a palhaços(as)