“Tempo é coisa que não temos.” FNE pede 30% do tempo congelado dos professores para já
Federação Nacional de Educação aumenta pressão sobre ministro Fernando Alexandre. E critica junção da pasta de Educação com Ensino Superior.

O secretário-geral da FNE, Pedro Barreiros, acredita que Luís Montenegro não vai abandonar a Educação como prioridade, mas insiste que, a cada dia que passa, a devolução do tempo de serviço aos professores torna-se mais urgente. Em entrevista ao programa Hora da Verdade do PÚBLICO/Renascença, manifesta surpresa com a escolha de Fernando Alexandre e pede que o Governo repense as provas de aferição e os exames nacionais do 9.º ano em suporte digital.




6 comentários
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O que seria bom explicar é como é que se recupera o tempo se continuarem a haver entraves nos 5.º e 7.º escalões.
Como se passa para o 5.º ou 7.º por ter tempo a recuperar, se depois há vagas que não deixam passar?
Os colegas podem ficar eternamente sem conseguirem recuperar tempo de serviço se não conseguirem passar ao 5.º ou ao 7.º escalões.
Como é que isto se resolve? Ou andaram, mais uma vez, a enganar-nos?
Já algum “iluminado” pensou nisto?!
se estás nos quadros antes de 2005 não tens vaga de acesso ao 5 e 7 escaloes
Como assim?
Vão dar tudo e mais alguma coisa e a seguir, cortam o 14 mês!
Primeiro que tudo há que eliminar as quotas e vagas e depois é que se pode recuperar tempo de serviço. Caso contrário irá acontecer o mesmo que aconteceu com os 2 anos, 9 mesmes e 18 dias. Depois a resposta da DGAE é a opção foi sua!!!!!!!!!!!! Andamos a recuperar tempo para o perder logo de seguida. Mais vale ir com calma!
A FNE quer o seguinte: Pede agora os 30% dos 6A6M23D, para depois aceitar 25% da recuperaçãoem cada ano.
A FNE, como deveriam fazer os outros sindicatos de professores, devia lutar pela recuperação desse tempo em dois anos.
Lembro o excedente orçamental de 2023: 3193 milhões de euros.
Link: https://www.rtp.pt/noticias/economia/excedente-orcamental-de-3193-milhoes-de-euros-em-2023_v1559907