As portas que abril abriu, de José Carlos Ary dos Santos – AE Nelas

 

 

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5 comentários

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  1. 4 milhões de portugueses vivem na miséria, passam FOME. Os restantes, na maior parte, ganham para comer, vivem mal e porcamente. Saúde, Educação, Segurança Pública, Habitação, tudo como dantes no país mais pobre da Europa, com elites políticas que se intitulam “democráticas” e refocilam em corrupção. Metade das crianças que nascem em Portugal não são portuguesas. Metade dos jovens, emigram. Entregámos as Colónias ao comunismo e à guerra civil. Milhões de mortos e de desalojados. Somos o país mais corrupto da Europa e pedintes universalmente desprezados. Estamos a ser colonizados e reduzidos a escravos. O preço dos alimentos e outros bens de primeira necessidade é proibitivo. Somos confinados e injectados compulsivamente. Mandam-nos comer grilos e avisam que vamos ficar fechados em cidades de 5 minutos. Más Abárile, pá! Os cárávuche, pá!…

      • Metam o pré-abril nos idiotas chapados on 24 de Abril de 2024 at 10:46
      • Responder

      Conversa chegana. Todos os sítios do mundo têm problemas e a grande maioria tem problemas muito superiores aos nossos. Está tudo bem? Não. É fácil ficar tudo bem? Basicamente impossível. Gostaria muito de saber, para além das palavras de ordem que emanam dessa coisa que te deste ao trabalho de escrever, em que números absolutamente concretos te baseias exatamente. Pois é, em nenhuns. Somos o país mais corrupto da Europa? Essa é de rir. Só mesmo na conversa de enganar tolos do Ventura. Talvez te desses muito bem no tempo da ditadura. Ou, daí, talvez não. Talvez estivesses completamente oprimido, a percorrer o chão das nossas cidades de 5 minutos descalço, como tanta gente andava, enquanto os beneficiados do regime bebiam champanhe, comiam caviar, te olhavam com nojo e, sim, viviam no país dos favores (corrupção). Ganha juízo.

      1. Conversa típica de xuxa ou comuna. “Todos os sítios do mundo têm problemas e a grande maioria tem problemas muito superiores aos nossos” – Então porque é que fizeram o golpe de estado comuna do 25 de Abril? Para entregarem as Colónias ao comunismo e à guerra civil, com milhões de mortos. Para tentarem fazer de Portugal um bastião comuna na Europa, que só não foi graças ao 25 de Novembro.
        NADA melhorou desde o 25 de Abril. Pelo contrário. Somos o país mais pobre e mais corrupto da Europa. E tu só defendes a abrilada porque tens tacho no sistema socialista. Visita o APODRECETUGA do meu linque e vê lá o que é a corruptocracia abrileira.
        Estávamos bem melhor antes do 25/4. 4 milhões de miseráveis, 6 milhões de pobres e uma minoria de tachistas abrileiros como tu, que hoje come o caviar e olha com nojo para a maioria do Povo, sobretudo para o que vota CHEGA e vos vai mandar para a casa da vossa mãe. Salazar viveu e morreu pobre. Soares, Sócrates, a vossa corja, nada em milhões.
        Querem socialismo? Vão para a Venezuela, para Cuba, para a Coreia do Norte ou para o Vietname. A Europa é governada à direita. Ninguém emigra para países socialistas. Metade dos nossos jovens estão emigrados e vocês fazem vídeos abjectos como este aqui em cima, a cantar louvores à abrilada comuna.

          • Mete-te no buraco de onde saíste on 24 de Abril de 2024 at 11:43

          Eu acho, sinceramente, eu, que não sou “comuna”, nem “xuxa”, nem vivo à custa de ninguém (sendo professor, seria difícil, né?), que um dos maiores problemas da democracia é ser tão democrática que aceita a presença e a verborreia de peões de ditadorzecos como tu, destituídos de massa cinzenta, que a pretendem destruir. Onde estavas no 25 de abril? Se calhar, nem tinhas nascido. Eu também acho graça a Dons Sebastiões… Só que o D. Sebastião levou-nos à perda da independência. Quanto a ti, volta para o buraco de onde saíste e afoga-te na bile da tua raiva, que toda a gente fica melhor. De qualquer modo, ainda vamos ver o Chega e os seus amigos cair aos tropeções – não estamos nos anos 30.

    • FING on 24 de Abril de 2024 at 13:23
    • Responder

    Para quando defender redução de horário para os contratados com mais de 50 anos e terminar com a desigualdade desmotivadora.

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