Começo a Ouvir um Basta!

E se nada de relevante mudar para 2017/2018, o mais provável é que a contestação comece a crescer de intensidade.

E ambas as Federações exigem respostas concretas do Ministério da Educação até final de Maio. E caso não as tenham já antecipam outros momentos de luta para o mês de Junho.

Parece que o estado de graça deste Ministério da Educação começa a chegar ao fim.

 

 

Professores denunciam ausência de resposta do ME

 

A FNE não aceita que o Ministério da Educação continue sem responder às propostas concretas que tem apresentado para ultrapassar problemas que persistem no sistema educativo, que têm tradução num nível elevadíssimo de desgaste e insatisfação instalado entre os professores, como se tem manifestado nas centenas de reuniões que os Sindicatos da FNE têm realizado por todo o país.

 

17 de maio – Dia Nacional de Luta dos Professores

 

 

Neste Dia Nacional de Luta de Professores, a FENPROF pretende sublinhar o seu descontentamento face à ausência de respostas do Ministério da Educação às questões relacionadas com carreiras, aposentação, horários de trabalho, combate à precariedade e gestão das escolas. Questões que foram já colocadas ao próprio Ministro da Educação no dia 5 de abril e repetidas ao Primeiro-Ministro após o cordão humano de 18 de abril e cujas respostas têm vindo a ser sucessivamente adiadas.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2017/05/comeco-a-ouvir-uma-basta/

31 comentários

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    • Fernanda on 16 de Maio de 2017 at 20:58
    • Responder

    e já se faz tarde….

    • Julio on 16 de Maio de 2017 at 21:20
    • Responder

    Este Governo chamado de GERINGONÇA em nada contribuiu para a melhoria das condições profissionais dos Professores.

    A diferença em relação ao Ministro Nuno Crato é NULA e, portanto, venha o Diabo e escolha.

    Um BLUF chamado TIAGO BRANDÃO RODRIGUES

    http://www.jornalacores9.net/wp-content/uploads/2016/01/image-18-635×340.jpg

    1. As migalhas dadas aos «Professores» pelo Ministro ao longo destes 2 anos de Governo:

      – Substituiu a BCE;

      – O ME vai vincular 3.000 professores em setembro, de um universo de 30.000 “precários”, e, por esse motivo, decidiu excluir os professores do programa geral de combate à precariedade e integração nos quadros da Administração Pública. Apesar desta exclusão, o Ministro da Educação afirma não poder assegurar que, na presente Legislatura, possam abrir-se novos processos de vinculação extraordinária.

      Ou seja…. “a montanha pariu um rato”

      “Com papas e bolos se enganam os tolos”

      É esta a história de uma carreira cada vez mais desprestigiada.

        • augusta on 16 de Maio de 2017 at 22:39
        • Responder

        A montanha pariu um rato com o atual Ministério da Educação, foi? E o que pariu o Ministério do Crato, responsável pela maior javardice de todos os tempos no que diz respeito à contratação de professores?
        Vou enumerar o que o Crato fez aos professores contratados, prejudicando muitos irreversivelmente:
        – Aumento do nº de escolas teip e com Contrato de Autonomia que nunca ninguém percebeu para que serviram (Onde está o sucesso dessas escolas?) para que pudessem contratar professores arbitrariamente;
        – Contratação de professores através de critérios dúbios;
        – Contratação de Técnicos Especializados para lecionar disciplinas pertencentes a grupos disciplinares;
        – Vinculação de professores do privado com apenas 365 dias de serviço em escolas públicas, empurrando para o desemprego ou mantendo na precariedade professores que trabalham para o Estado 12, 15, 20 e mais anos;
        – etc, etc, etc…
        Antes de criticarem, façam uma retrospeção daquilo que o Crato fez, sobretudo aos contratados de longa duração.

          • Ana on 17 de Maio de 2017 at 13:12

          Além dos concursos manhosos terem terminado nada mais foi feito por este Ministro.

          Ou seja este Ministro apenas fez algo naquilo que não tinha qualquer impacto financeiro.

          Melhorar as condições de trabalho dos professores = ZERO

          Regime Especial de Aposentação Docente = ZERO

          Distinção entre componente lectiva e não lectiva = ZERO

          (…)

          • Ana on 17 de Maio de 2017 at 16:03

          Descongelamento da Carreira Docente = ZERO

          Promoções = ZERO

          Condições de Trabalho = ZERO

          (…)

          • augusta on 17 de Maio de 2017 at 16:07

          Nada mais do que acabar com as BCE???? a cegueira do dizer mal não tem limites.
          Olhe, com o seu amigo Crato, o desrespeito pelos contratados foi tão grande que:
          – o diretor podia “despedir” o professor contratado logo que as aulas terminassem e sem que o professor substituído regressasse ao serviço;
          – não pagava a caducidade aos professores (porque não havia dinheiro (só para salvar os bancos);
          – a abertura de um nº muito reduzido de vagas para efetivar os contratados de longa duração e, uma parte das mesmas, foram para vincular professores oriundos dos colégios…
          Agora faça a comparação e veja se apenas acabou com as BCE e se fosse já não era coisa pouca. Pelo menos este ministro está a fazer um esforço, se não para acabar com a precariedade docente, pelo menos para a menorizar.
          Para os efetivos poderão ser “coisas pequenas” ou nem são “coisas”, porque não lhes diz diretamente respeito, mas para nós contratados, habituados a levar tanta “porradinha” já é alguma coisa.

          • Anonimo on 17 de Maio de 2017 at 16:24

          MAI e Finanças assinam promoções de 684 elementos da GNR

          https://www.noticiasaominuto.com/pais/795837/mai-e-financas-assinam-promocoes-de-684-elementos-da-gnr

          ONDE ANDA O MINISTRO DA INDUCAÇÃO…ONDE ANDA O TIAGUINHO????????

          • Anonimo on 17 de Maio de 2017 at 16:27

          “Pelo menos este ministro está a fazer um esforço, se não para acabar com a precariedade docente, pelo menos para a menorizar.”

          A QUESTÃO DE ACABAR COM A PRECARIEDADE ABRANGE TODA A FUNÇÃO PÚBLICA sendo que os professores até estão a ser preteridos….NÃO DIGA ASNEIRAS

          • augusta on 17 de Maio de 2017 at 19:41

          Estava tudo melhor durante anos de governo Passos? o que fez ele para acabar com os precários? mandou-os, depois de despedidos TRABALHAR sem direitos só para poderem receber um direito seu – o subsidio de desemprego. Trabalhavam, MAS ERAM DESEMPREGADOS.

      • Julio on 16 de Maio de 2017 at 21:30
      • Responder

      AGARREM-ME QUE EU VOU-ME A ELE…..

      AGARREM-ME

      AGARREM-ME

      NÃO SE ESQUEÇAM DE ME AGARRAR….

      http://www.portaldeangola.com/wp-content/uploads/2013/04/759023.jpg

      • Julio on 16 de Maio de 2017 at 21:30
      • Responder

      AGARREM-ME QUE EU TAMBÉM ME VOU A ELE…..

      AGARREM-ME

      AGARREM-ME

      NÃO SE ESQUEÇAM TAMBÉM DE ME AGARRAR….

      https://www.fne.pt/uploads/noticias/big_1490614801_4681_1.png

    • Fernanda Tadinha on 16 de Maio de 2017 at 21:24
    • Responder

    Eu já me safei….

    Fernanda Tadeu (mulher de António Costa), que se formou na Escola Superior de Educadoras de Infância Maria Ulrich e, mais tarde, licenciou-se em educação especial.

    Fernanda Tadeu era educadora de infância numa escola do concelho de Sintra. Em 2014, acabou por aderir ao programa de rescisões por mútuo acordo do pessoal docente. O Governo de Pedro Passos Coelho deferiu o pedido e Fernanda Tadeu já se safou.

    http://www.movenoticias.com/2015/08/conheca-a-mulher-que-podera-vir-a-ser-primeira-dama-apos-legislativas/

    https://a.disquscdn.com/uploads/mediaembed/images/4130/3116/original.jpg

      • Rui Silva on 16 de Maio de 2017 at 21:40
      • Responder

      Esta artista já sabia o que vinha aí e pirou-se antes que fosse tarde.

      Nem todos os pedidos de Rescisão Amigável foram deferidos …mas este foi…

      https://a.disquscdn.com/uploads/mediaembed/images/4130/3116/original.jpg

        • Anonimo on 17 de Maio de 2017 at 13:21
        • Responder

        Ó CATARINA !…..A MINHA MULHER JÁ SE SAFOU….JÁ NÃO ANDA A LIMPAR O CU AOS MENINOS….

        Portanto, deixa lá os professores espernearem…..

        http://www.ualmedia.pt/resources/images_2013/new4media/atualidade_2014/catarina-martins-e-ant%C3%B3nio-costa_20150915.jpg

    • Anonimo on 16 de Maio de 2017 at 21:27
    • Responder

    No que diz respeito ao “Regime Especial de Aposentação” dos Docentes este MINISTRO FEZ ZERO.

    Neste sentido é bom recordar que este Governo fez aprovar um Regime Especial de Aposentação para os Militares, GNR, PSP, Policia Marítima, Policia Judiciária….os quais aos 60 ANOS DE IDADE podem Aposentar-se sem qualquer tipo de penalização. No caso dos Militares e da GNR, aos 55 ANOS DE IDADE passam à RESERVA (isto é, vão para casa) e aguardam pelos 60 ANOS DE IDADE, momento a partir do qual passam à REFORMA/APOSENTAÇÃO.

    Acresce referir que os Militares e a GNR ainda tem UMA BONIFICAÇÃO DE TEMPO DE SERVIÇO, ou seja, inicialmente essa Bonificação correspondia a um acréscimo de 25% (por cada 4 anos o militar é como se tivesse feito 5 anos) e agora essa BONIFICAÇÃO DE TEMPO DE SERVIÇO passou para 15%

    Um Militar ou um guarda da GNR com a bonificação (actual) de 15% no Tempo de Serviço se lá permanecerem 35 ANOS significa 40,25 ANOS (35 anos + 15% de bonificação = 40,25 ANOS DE SERVIÇO

    Significa isto que estes GRUPOS PROFISSIONAIS são duplamente favorecidos.

    No Sector Privado também existem Regimes Especiais de Reforma de que são exemplo as “bordadeiras da madeira”, os “controladores de tráfego aéreo”….

    http://www.spn.pt/Media/Default/_Profiles/4876592e/e26936e7/40anos.JPG?v=636111063806084844

    • Anonimo on 16 de Maio de 2017 at 21:32
    • Responder

    O Despacho de Organização do Ano Lectivo (DOAL) é um documento fundamental para melhorar as condições de exercício da actividade docente.

    Os SINDICATOS deviam concentrar os seus esforços neste documento, pois é nele que fica definido o que é «componente lectiva» do que é «componente não lectiva».

    Dentro da «Componente Não Lectiva» importa definir as horas de «Trabalho de Escola» e as horas de «Trabalho Individual». As horas de redução ao abrigo do Artigo 79º devem integrar a componente do «Trabalho Individual».

    OS PROFESSORES NÃO SÃO BURROS DE CARGA (embora pareçam).

    • Ana Coelho on 16 de Maio de 2017 at 21:48
    • Responder

    Professores denunciam ausência de resposta do ME

    FNE – 16 de MAIO de 2017

    A FNE não aceita que o Ministério da Educação continue sem responder às propostas concretas que tem apresentado para ultrapassar problemas que persistem no sistema educativo, que têm tradução num nível elevadíssimo de desgaste e insatisfação instalado entre os professores, como se tem manifestado nas centenas de reuniões que os Sindicatos da FNE têm realizado por todo o país.
    A falta de resposta ou as decisões insuficientes que se têm registado são forte motivo de contestação entre todos os docentes, sendo imprescindível que o ME responda rapidamente com compromissos claros em relação a matérias essenciais de valorização dos docentes e do reconhecimento das condições adequadas que lhes devem ser proporcionadas para a sua atividade profissional.

    No seguimento das reuniões que têm vindo a decorrer, e que ainda vão prosseguir até ao dia 22 de maio, impõe-se dar expressão às questões que mais têm sido sublinhadas, como fonte de preocupação e insatisfação crescentes.

    As condições de trabalho e o horário de trabalho formam um quadro desregulado, em que tudo se pede aos professores, sem imites, sem respeito pelo tempo que é imprescindível para prepararem o trabalho que têm de desenvolver com os seus alunos, pelo que se torna incontornável proceder à clarificação do conteúdo das componentes letiva e não letiva do horário de trabalho, ambas com limites bem determinados e com contabilização do seu cumprimento, para se evitarem abusos numa utilização sem limites do tempo da componente não letiva. A oportunidade para esta clarificação é a negociação dos despachos de calendário escolar e de organização do ano letivo, nos quais, para além daquela clarificação se impõe que se garanta a contabilização dos intervalos no 1º ciclo na componente letiva, a harmonização do calendário escolar dos educadores de infância com o dos restantes ciclos de ensino, a inserção das atividades AEC nos horários dos alunos, o crédito horário a atribuir às escolas, o desempenho das atividades de direção de turma, sem esquecer a questão do número de alunos e níveis por professor.

    Por outro lado, a exigência de um regime especial de aposentação é uma questão de respeito pela intensidade do trabalho que a atividade docente impõe e que não pode deixar de ser considerada como uma reivindicação legítima e incontornável.

    É também imprescindível que um efetivo descongelamento das progressões em carreira seja garantido pelo Ministério da Educação, com efeitos a partir de 1 de janeiro de 2018, e com a consideração de todo o tempo de serviço prestado e congelado nos últimos anos.

    Finalmente, a eliminação da precariedade é outra questão que se mantém em aberto, porque não tem tido as soluções adequadas na legislação até agora publicada e que continua a deixar de fora milhares de docentes que têm servido o sistema educativo e que continuam sem ver reconhecido o seu direito à vinculação. É imprescindível, para a FNE, que o Ministério da Educação se comprometa com a realização de novos concursos extraordinários de admissão nos quadros, em 2018 e em 2019, de forma a garantir, desta vez, o respeito por um direito sucessivamente adiado.

    Todas estas questões se inserem no conjunto de matérias que foram suscitadas pela FNE e que constam do ofício remetido ao ME no passado dia 5 de maio, e que continua sem qualquer resposta.

    E embora estas matérias sejam de grande significado, as reuniões que temos vindo a desenvolver com a participação de centenas de docentes, permitem identificar outras questões, como: as condições em que se vai proceder à flexibilidade curricular que será operada em regime experimental em mais de uma centena de escolas; o conteúdo e as condições em que vai ser realizada a transferência de competências para os Municípios, na área da educação.

    Mas os docentes não têm deixado de assinalar ainda que é indispensável que não se repita no próximo ano letivo a gritante insuficiência de não docentes, seja ao nível dos Psicólogos, seja ao nível dos assistentes operacionais, denunciando a ausência de medidas concretas que permitam que o problema esteja resolvido desde o início do ano letivo.

    A manter-se esta situação, e como tem sido sucessivamente afirmado nas reuniões que temos realizado com a participação de centenas de professores, por todo o país, a FNE assumirá a definição de formas de luta que constituam a resposta dos docentes portugueses à incapacidade do ME para valorizar os profissionais que tutela.

    Porto, 16 de maio de 2017

    https://www.fne.pt/pt/noticias/go/atualidade/professores-denunciam-aus-ncia-de-resposta-do-me

    • Jornal Economico on 16 de Maio de 2017 at 21:54
    • Responder

    FENPROF entrega 10 mil postais no Ministério da Educação e ameaça com greve

    O protesto será decidido no final do mês e, se avançar, irá realizar-se a partir de 19 de junho, época de avaliações e exames.

    A FENPROF promove amanhã um Dia Nacional de Luta de professores, com a entrega de mais de 10 mil postais de docentes de todo o país no Ministério da Educação, em Lisboa, exigindo um regime excecional de aposentação, e com a ameaça de uma greve nacional em junho, que coincidirá com o período de avaliações e de exames.

    “Neste momento temos mais de 10 mil postais preenchidos por professores, com a idade, os anos de serviço e a idade com que se poderiam aposentar sem penalização. Nalguns casos seriam precisos 50 anos de serviço para que isso acontecesse. É abusivo”, disse ao Jornal Económico o dirigente da federação sindical, Mário Nogueira.

    O dia será marcado também com “o início do debate sobre as lutas a desenvolver em junho” e, caso o Ministério da Educação não dê resposta às exigências da FENPROF até final do mês, em cima da mesa está a possibilidade de uma manifestação nacional e de uma greve “a partir de dia 19 de junho”, avança a FENPROF em comunicado.

    Mário Nogueira explica que “a tendência é para que seja uma greve” que, a realizar-se, coincidirá assim com o período de avaliação e de exames.

    “Demos um prazo para o Ministério da Educação responder e, se não houver respostas até final de maio, a FENPROF vai reunir nessa altura e decidir o que fazer”, acrescenta o dirigente sindical.

    O Dia Nacional de Luta ocorre no mesmo dia em que a Assembleia da República discute a petição “Respeitar os docentes, melhorar as suas condições de trabalho e valorizar o seu estatuto de carreira”, promovida pela FENPROF e que reuniu mais de 20 mil assinaturas.

    Em causa no protesto estão questões relacionadas com carreiras, aposentação, horários de trabalho, combate à precariedade e gestão das escolas.

    Amanhã, a concentração de professores e a entrega dos postais no Ministério da Educação estão previstas para as 11h30 e, à tarde, a FENPROF irá marcar presença nas galerias da Assembleia da República para acompanhar o debate sobre a petição.

    Ao longo dos últimos dias, a federação sindical conta que tem estado a recolher dezenas de moções aprovadas pelos professores nas escolas exigindo a resolução dos problemas que serão entregues aos grupos parlamentares.

    Ao mesmo tempo, os docentes contratados têm estado a pedir ao ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, a abertura de novos processos de vinculação extraordinária, uma vez que não se encontram abrangidos pelo PREVPAP – Programa de Regularização Extraordinária dos Vínculos Precários do Estado.

    http://www.jornaleconomico.sapo.pt/noticias/fenprof-entrega-10-mil-postais-no-ministerio-da-educacao-e-ameaca-com-greve-159264

    • Pensem nisto... on 16 de Maio de 2017 at 22:07
    • Responder

    O regresso da democracia às escolas já morreu. Era essencial à qualidade do trabalho e à sanidade mental dos docentes. Esta traidora geringonça caucionou o plebiscito de comissários políticos puros e duros. A democracia está para as escolas como o 25 d abril esteve para Portugal. Não há mudança que vingue num regime salazarento.

      • Do Contra on 17 de Maio de 2017 at 13:06
      • Responder

      Tchiiii, que azia!

  1. Só os quinze dias a mais de junho no calendário escolar para o 1ºciclo justifica por si só a luta anunciada. Será uma forma de no próximo ano letivo, não se generalizar aos outros ciclos? Esta injustiça para o primeiro ciclo neste ano é irreversível.

    A redução de alunos por turma não se confirmou e as turmas de diversos níveis vão continuar? Esperemos que a anunciada reposição da hora do intervalo como letiva não seja só uma promessa. Sair às 15.30 como antigamente era o mínimo.
    https://wordpress.com/post/duilios.wordpress.com/2808
    Não acredito, mas seria uma boa surpresa algumas cedências do governo!

      • Do Contra on 17 de Maio de 2017 at 13:11
      • Responder

      Ó pá, esta malta do 1º CEB… Calem-se um bocadinho, pode ser?!
      Vão chorar p’ra Meca ou para um sítio bem longe… Quem é que vos atura?!

    • Do Contra on 17 de Maio de 2017 at 13:05
    • Responder

    Blá, blá, blá…

      • Do Contra on 17 de Maio de 2017 at 13:06
      • Responder

      Whiskas saquetas!

      • Anonimo on 17 de Maio de 2017 at 13:08
      • Responder

      “Com papas e bolos se enganam os tolos”

      E sobre isto não existem dúvidas “as setoras são umas tontinhas” e portanto “em abrantes tudo como dantes” (digo, com Tiago tudo como com Crato….siga a dança que o trauliteiro é de confiança…

      • Anonimo on 17 de Maio de 2017 at 15:40
      • Responder

      17 de maio – Dia Nacional de Luta dos Professores

      A FENPROF vai promover um Dia Nacional de Luta de Professores no próximo dia 17 de maio, data em que a Assembleia da República vai discutir em Plenário a Petição “Respeitar os docentes, melhorar as suas condições de trabalho e valorizar o seu estatuto de carreira”, promovida pela FENPROF e que reuniu mais de 20.000 assinaturas.

      Neste Dia Nacional de Luta de Professores, a FENPROF pretende sublinhar o seu descontentamento face à ausência de respostas do Ministério da Educação às questões relacionadas com carreiras, aposentação, horários de trabalho, combate à precariedade e gestão das escolas. Questões que foram já colocadas ao próprio Ministro da Educação no dia 5 de abril e repetidas ao Primeiro-Ministro após o cordão humano de 18 de abril e cujas respostas têm vindo a ser sucessivamente adiadas.

      A FENPROF continua a exigir esclarecimentos ao ME, bem como o agendamento de reuniões negociais para abordar estas questões. No dia 17 de maio, Dia Nacional de Luta de Professores, a FENPROF vai promover as seguintes iniciativas:

      11:30 horas – Concentração de Professores, junto ao ME, para entrega de milhares de postais preenchidos pelos professores nas escolas, exigindo a aprovação de um regime excecional de aposentação.

      14:30 horas – presença nas galerias da Assembleia da República para acompanhar o debate sobre a Petição “Respeitar os docentes, melhorar as suas condições de trabalho e valorizar o seu estatuto de carreira”, entregue pela FENPROF, com mais de 20.000 assinaturas, e que aborda aspetos como as carreiras, a aposentação e os horários de trabalho.
      Ao longo dos últimos dias, a FENPROF tem estado a recolher dezenas de Moções aprovadas pelos professores nas escolas, exigindo a resolução dos problemas e que serão entregues aos grupos parlamentares. Paralelamente, os docentes contratados têm estado a requerer ao Ministro da Educação a abertura de novos processos de vinculação extraordinária, uma vez que não se encontram abrangidos pelo PREVPAP.

      O dia 17 de maio marca também o início do debate sobre as lutas a desenvolver em junho, caso o ME não responda às questões suscitadas, estando em cima da mesa a possibilidade de realização de Manifestação Nacional e/ou de greve(s) a partir de 19 de junho.

      De recordar que a FENPROF solicitou ao Ministro a marcação de uma reunião que deverá ocorrer até 26 de maio para que o Governo assuma compromissos relativamente ao descongelamento das carreiras, aposentação, horários de trabalho, vinculação, gestão das escolas e municipalização. Essa reunião está por marcar, sendo decisiva para o futuro imediato da luta dos professores, pois só um compromisso sério e sólido da parte do Governo evitará o crescendo da contestação dos professores. Foi esse compromisso que a FENPROF propôs ao Governo.

      O Secretariado Nacional

    • Anonimo on 17 de Maio de 2017 at 15:56
    • Responder

    MAI e Finanças assinam promoções de 684 elementos da GNR

    17 de MAIO de 2017

    O despacho de promoções para 684 elementos da Guarda Nacional Republicana (GNR) foi hoje assinado pela ministra da Administração Interna e pelo Ministério das Finanças, revelou fonte do Ministério da Administração Interna.

    A maior fatia (139) vai para a promoção de cabo a cabo-chefe, estando também contempladas 17 promoções do posto de tenente-coronel a coronel.

    Haverá ainda nove promoções de major a tenente-coronel, 17 de capitão a major, 34 de tenente a capitão, 12 de alferes a tenente, 26 de sargento-chefe a sargento-mor, 82 de sargento-ajudante a sargento-chefe, 94 de primeiro-sargento a sargento-ajudante, 54 de segundo sargento para primeiro sargento, 65 de cabo-chefe para cabo-mor e 135 de guarda principal para cabo por antiguidade.

    A questão das promoções era uma das principais reivindicações da classe, tendo recentemente a Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR) anunciado para 24 de maio a realização de uma manifestação em Lisboa para protestar contra o novo estatuto da GNR e exigir promoções que estão por concretizar.

    A APG justificou que os militares da GNR exigem imediatamente promoções, uma vez que “estão demasiadas por concretizar” e “apenas uma percentagem vai ocorrer devido ao adiamento justificado por medidas de contenção orçamental”, além de querem também o desbloqueamento dos índices remuneratórios.

    https://www.noticiasaominuto.com/pais/795837/mai-e-financas-assinam-promocoes-de-684-elementos-da-gnr

    E OS SETORES E SETORAS ficam com as migalhas que sobrarem…..

    • António on 17 de Maio de 2017 at 17:53
    • Responder

    Desvalorizaram os Professores

    Humilharam os professores (Maria de Lurdes Rodrigues + Nuno Crato)

    Desprestigiaram a profissão dos professores.

    E tu Tiaguinho que fizeste ao longo destes 2 anos de Governo?????????

    NADA + NADA +NADA + NADA +NADA + NADA

    ZERO + ZERO +ZERO +ZERO +ZERO +ZERO

    http://www.entroncamentoonline.pt/portal/sites/default/files/MinEduca%C3%A7%C3%A3o_0016268%20(500×332).jpg

  1. […] via Começo a Ouvir uma Basta! — Blog DeAr Lindo […]

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