O formulário iniciado hoje já contém registo de 35 Agrupamentos de Escolas/Escolas Não Agrupadas e o saldo de vagas destas escolas já vai em 475 vagas negativas de acordo com a seguinte distribuição por grupo de recrutamento.
Os únicos grupos com saldo de vagas positivas até ao momento são os grupos 120- Inglês 1º Ciclo, 290 – Educação Moral e Religiosa Católica, 540 – Eletrotécnia e 910 – Educação Especial.
Os grupos 110 – 1º Ciclo e 240 – Educação Visual e Tecnológica são aqueles que mais vagas negativas têm até ao momento.
Se alguém tinha esperança de uma real abertura de vagas para as necessidades das escolas por aqui já pode perceber que não é isso que vai acontecer.
O resumo de Vagas positivas e negativas dos concursos internos de 2009, 2013 e 2015 pode ser visto aqui.


10 comentários
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As vagas declaradas são reais.
Para serem diferentes, teria de ser alterado o critério.
Por exemplo, uma dotação superior em 20% às necessidades reais, para que as escolas – e não os QZP – dispusessem de professores para apoio e substituições.
Defendo isto há muito tempo.
Boa noite, Arlindo.
Não sei se a minha pergunta há uns dias atrás passou despercebida ou se terá a mesma dúvida que eu e não me sabe responder.
Volto, por isso, a colocá-la:
É sobre o DN dos concursos, no Cap.III (Necessidades Temporárias), Secção II (Mobilidade Interna). No artigo 29.º, n.º 4, estabelece-se que “Se o lugar de vinculação do docente abrangido pelo número anterior se situar nas áreas dos concelhos de Lisboa e do Porto ou na área dos concelhos enunciados no número seguinte, a colocação faz-se para lugares neles situados, independentemente do acordo do interessado.”
Isto significa que os docentes destes concelhos, sem componente letiva mínima de 6 horas…
a) devem apresentar-se à MI, podem escolher escolas alternativas, mas não havendo vagas nas suas opções são colocados em escolas das áreas enunciadas no artigo,
OU
b) não chegam sequer a manifestar preferências e aguardam a “lotaria”?
Relativamente à colocação, imaginemos que se trata de um professor do concelho da Maia. Será colocado noutra escola desse concelho ou poderá ser colocado noutro dos concelhos da lista?
Muito obrigada pela sua atenção.
os docentes com horário zero, nos distritos de lisboa e do porto, têm que concorrer a todo o distrito. Manifestam preferências, como os demais. A diferença é que um QA de bragança só é obrigado a concorrer ao próprio concelho, em lisboa e no porto tem que concorrer a todo o distrito.
Muito obrigada pelo seu cuidado, mas não é como está a dizer. Os distritos de Lisboa e do Porto abrangem muito mais concelhos do que os que estão enumerados no DN.
A questão é que a redação não deixa claro se o professor de um concelho será colocado nesse concelho ou também nos limítrofes. “a colocação faz-se para lugares neles situados” – cada professor em lugar situado no seu concelho ou em qualquer um desses concelhos?
Já agora, já alguém esteve nesta situação? Como foi?
Se não priorizares as escolas serás colocado numa delas por ordem crescente de código de escola.
Está, então, resolvida a primeira parte da dúvida – os horários zero de Lisboa e Porto não têm que se inscrever simplesmente na MI à espera de uma colocação aleatória, podem manifestar preferências. Muito bem.
Mas falta o resto. Imaginemos uma situação concreta. Um professor fica com horário zero numa escola da Maia. Concorre a algumas escolas da Maia e até a algumas de Vila do Conde e de Matosinhos, por exemplo. Em nenhuma das escolas do seu interesse há horário disponível. Independentemente da sua vontade, o professor será colocado noutra escola do concelho da Maia ou poderá ir também para Gondomar ou Vila nova de Gaia, entre outros?
Muito obrigada pela sua dedicação.
Se existir vaga noutros AE dos concelhos limítrofes é colocada lá mesmo não tendo manifestado preferências para esses AE. Por isso tem todo o interesse em ordenar todos os AE dos concelhos limítrofes mesmo não sendo do seu interesse, pois caso assim não faça, e como o Arlindo referiu, o critério a usar será por ordem crescente do código de AE/ENA.
Mas não há ninguém que venha explicar isto para a comunicação social? Os coitadinhos dos contratados é que têm de ser defendidos?! E os desterrados dos quadros? Vão entrar novos 3200 e mais os da norma travão e só há vagas negativas? Que gestão é esta?! Ridículo simplesmente e não há ninguém sério neste país… E todos nós somos uns totós. Por menos fizeram-se manifestações e foi-se à televisão…Nós QE/QA, tal como eu já disse, ao sermos discriminados positivamente no diploma de concurso serviu apenas para nos atirar areia para os olhos… Afinal o único concurso que efetivamente existe é a Mobilidade Interna e aí, não sendo horário zero, somos sempre os últimos e obviamente já não nos conseguimos aproximar da nossa residência…
Peça demissão e concorra como contratado.
Isto para chegar à conclusão: QUE SE LIXEM OS QAs DESTERRADOS! Serão novamente ultrapassados por QZPs com muito menor graduação e por recém-vinculados. Irão ver vagas negativas no Concurso Interno a transformarem-se em vagas na Mobilidade Interna e outros muito menos graduados a ficarem nos locais onde há anos desejam estar.
E nem vale a pena dizerem para mudar para QZP, que nem sequer haverão vagas para tal! Foram enganados por antiga legislação e agora caíram num buraco de onde dificilmente algum dia irão sair.