Injustiças + Injustiças + Injustiças = Concursos de Professores (impostos pelo M.E!)

Já estamos habituados… mas o hábito não faz o monge…

 

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9 comentários

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    • rc@ on 10 de Fevereiro de 2017 at 12:11
    • Responder

    E os sindicatos o que andam a fazer? A ser assim, isto é uma vergonha.
    Ex: Um docente de QZP-02 com 32 anos de serviço, que é o meu caso, vai ser ultrapassado por docentes de QA com menos de metade do meu tempo de serviço. Se era para isto, valia mais estarem quietos e manter o anterior diploma de concursos.
    Antes os docentes de QA e QZP eram posicionados por graduação profissional, como docentes de carreira. Agora uns são mais professores de carreira do que outros.
    Este PS só faz… Antes era a divisão entre professores titulares e não titulares, agora é a divisão entre professores de QA e QZP.
    Em vez de melhorarem o diploma…
    E o que dizer dos sindicatos??? Calam-se ou pensam fazer alguma coisa?

      • Recurso on 10 de Fevereiro de 2017 at 12:47
      • Responder

      E essa divisão já não era feita na Mobilidade Interna, onde os QZP (na sua grande maioria com menor graduação do que QAs, pois a maior parte dos QZPs foi “obrigado” a passar para QAs em Concursos Internos anteriores) concorriam (e ainda concorrem) à frente dos QAs???
      Sobre isso de certeza que já não se queixa pois faz-lhe jeito!
      Se quer defender algo justo, que tal defender a graduduação profissional EM TODOS os concurso (Interno, Mobilidade, Externo, etc.)?

        • rc@ on 10 de Fevereiro de 2017 at 18:04
        • Responder

        “Se quer defender algo justo, que tal defender a graduação profissional EM TODOS os concurso (Interno, Mobilidade, Externo, etc.)?”

        Afinal não é disto que estamos a falar? GRADUAÇÃO PROFISSIONAL em todos os concursos. Nem mais, nem menos.
        Só lamento que quem nos representa não tivesse conseguido esta situação. SIMPLESMENTE LAMENTÁVEL!!!

      • DocentesEfetivosDiscriminados on 10 de Fevereiro de 2017 at 23:17
      • Responder

      O Movimento Docentes Efetivos Discriminados, informa que de acordo com os juristas consultados, no Concurso Interno há claramente uma ilegalidade no diploma aprovado pelo Governo que revê o Decreto-Lei 132/2012, pois os docentes efetivos QA/QE e QZP não concorrem em pé de igualdade às vagas que vão abrir, atendendo a que todos os docentes QA/QE independentemente de terem maior ou menor graduação que os docentes QZP, concorrem na 1ª prioridade, enquanto os docentes agora vinculados a QZP concorrem na 2ª prioridade.
      Esta discriminação negativa dos docentes, agora vinculados em QZP, atenta entre outros, contra o Princípio de Igualdade de Tratamento, inscrito na Constituição da República. Recorde-se que não há efetivos de 1ª e de 2ª, pois o vínculo laboral é exactamente igual. Estar colocado num quadro ou noutro pode ser alterado nos Concursos Internos.
      Em relação à Mobilidade Interna, o respeito pela Graduação deveria ser o princípio a ser respeitado.
      O Movimento Docentes Efetivos Discriminados, já contactou diversas entidades, Provedor de Justiça, Presidente da República, Assembleia da República, tendo os processos abertos e com respostas aos mesmos. Vamos continuara a nossa luta pela justiça e cumprimento da CRP.
      O que fizeram ou farão os Sindicatos, dependerá de cada instituição e dos seus associados.

    • algarve on 10 de Fevereiro de 2017 at 14:23
    • Responder

    Estes gajos da fne deviam era estar calados. É preciso ter lata.

    • Professora Contratada on 10 de Fevereiro de 2017 at 16:25
    • Responder

    Ah! Ah! Ah! Ah!

    Hipócritas! Cínicos!

    A maior injustiça, aquela de que eles foram os porta-vozes em sede negocial, disso nem falam. Ah, é verdade: tomaram como suas as dores dos amarelos, patrões e operários, do PSD e do CDS. Arlindo, Gualdino, deviam ter vergonha de aqui por isto.

    • Costa on 10 de Fevereiro de 2017 at 18:46
    • Responder

    Deviam ter vergonha os representantes da FNE pelo que me disseram foram os autores da ideia de colocar na 2º prioridade os professores dos colégios com contrato empurrando desta forma muitos professores que sempre lecionaram no público para o desemprego ou então para horários longe que os dos privados não quiseram. É preciso ter lata por mim perderam um sócio. Que hipocrisia este comunicado. Tomam por otários os professores do público.

    • h.pereira on 10 de Fevereiro de 2017 at 21:00
    • Responder

    Injustiças + injustiças + injustiças
    Que bonito, tanta injustiça… mas a fne considera perfeitamente justo que os professores que já se encontram nos quadros dos colégios privados venham ocupar vagas ou horários dos professores que já deveriam ter vinculado à anos no público, brilhante.

    • Filipe Lemos Fernandes on 11 de Fevereiro de 2017 at 13:15
    • Responder

    A FNE não diz nada acerca da 2ª prioridade relativamente aos professores que lecionam nas escolas com contrato de associação? Afinal estão de acordo! Não o assumem?

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