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A gestão democrática não reúne consenso…

Enquanto os professores, segundo a Fenprof, estão a favor de uma revisão do diploma sobre a gestão das escolas, os diretores e os pais opõem-se a mudanças.

Não creio que vá mudar. Esta guerra está perdida à partida. Há quem não esteja, sequer, disposto a dar resposta.

No máximo poderão mexer na constituição do CG ou nas suas competências, nada mais. Os Diretores continuarão a ter as competências que têm hoje e a ser eleitos mais ou menos da mesma forma…

 

Pais e diretores “chumbam” mudanças na gestão das escolas

A proposta da Federação Nacional dos Professores (Fenprof) para a “gestão democrática das escolas” teve ampla aprovação num inquérito promovido por esta junto de 25 mil docentes, com mais de 90% a defenderem o regresso ao modelo colegial – os antigos conselhos diretivos – e a participação, sem restrições, de todos os professores e funcionários na eleição deste órgão. Mas a recetividade não é a mesma entre representantes de diretores e de pais ouvidos pelo DN, cujas respostas variam entre considerar as pretensões da organização sindical extemporâneas e perigosas.

Neste último grupo está José Eduardo Lemos, presidente do Conselho das Escolas, um órgão consultivo do Ministério da Educação. “O atual modelo de gestão das escolas é o melhor que existiu depois do 25 de Abril. Não houve melhor modelo nem modelo mais democrático do que o atual”, defende, questionando os motivos da organização sindical para identificar esta questão como uma das suas prioridades para 2017. “Se é uma bandeira da Fenprof acabar com este modelo, cada organização empunha as bandeiras que entende pelos motivos que entende”.

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