Recordando as Perdas Salariais

Neste quadro elaborado pela FENPROF, a propósito do bloqueamento na carreira dos docentes que ingressaram na carreira desde 2013 e dos docentes bloqueados nos 4º e 6º escalões por ausência de publicação de uma portaria, que lhes permitisse progredir com a classificação de Bom, recorda-se as perdas salariais de todos os docentes com a transição da carreira de Maria de Lurdes Rodrigues e com esses bloqueamentos.

À custa dos docentes muito dinheiro foi desviado para outros fins.

Acrescentando a estas perdas o aumento do tempo de trabalho dos docentes, facilmente se compreende onde anda a motivação de cada professor no seu dia-a-dia de trabalho.

E a única justificação que ouvi até hoje para o congelamento das carreiras foi a presença da Troika em Portugal, assim não se entende como ainda não são dados passos para que esse desbloqueamento ocorra já em 2017.

 

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5 comentários

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    • INDIgestão on 24 de Novembro de 2016 at 22:25
    • Responder

    É tudo uma questão de gestão. Há por aí muitas Câmaras e muitos empreiteiros beneficiados com estes bloqueios salariais, pois, entretanto, não pararam de construir rotundas por todo o lado (muitas delas só serviram para “decorar” as estradas onde ainda se podia ultrapassar…).

    • Agnelo Figueiredo on 25 de Novembro de 2016 at 1:23
    • Responder

    Como é que se lê o quadro?
    O que significa aquela perda mensal de 1573 euros na linha dos tipos do índice 340?

      • Fisgolas Mondim on 25 de Novembro de 2016 at 14:56
      • Responder

      Provavelmente “tipos” (docentes com toda a certeza) que mereciam melhor tratamento.
      Agora a sério… não acredito que haja ninguém nessa situação… a não ser colegas do privado que estão à espera …
      Ai Agnelo, Agnelo!

        • Agnelo Figueiredo on 25 de Novembro de 2016 at 16:41
        • Responder

        Ai Fisgolas, Fisgolas…
        Olha que um desses “tipos” sou eu, pá.

    • mario silva on 28 de Novembro de 2016 at 0:06
    • Responder

    bem pior que as vagas foi o reposicionamento na carreira que coloca profs no 4º escalão quando deviam estar no 7º de acordo com o nº de anos de serviço

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