Professores em 8º lugar, nas profissões mais stressantes de 2016!

 

Mais um motivo para que os professores vejam as suas pretensões de um regime especial de aposentação  “ouvidas” pelos responsáveis políticos.

 

Professor

A Educação e o seu papel na sociedade são temas sempre na ordem do dia; e sempre que são discutidos, também o é o papel do educador! Devido às políticas educativas em prática em Portugal e noutros países do mundo, os professores têm chamado a si responsabilidades que extrapolam o ensino; por outro lado, muitos sentem-se desautorizados e desprovidos das ferramentas clássicas de controlo comportamental dos alunos.
A isto acresce a necessidade de falar para grandes grupos de pessoas diariamente, inclusive para aquelas menos motivadas para aprender! O professor tem que ser, todos os dias, líder. Não admira que passe por altos níveis de stress!

in Ekonomista

 

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4 comentários

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    • Anonimo on 16 de Novembro de 2016 at 0:50
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    É da mais elementar justiça a existência de um Regime Especial de Aposentação para os Docentes.

    Neste momento o envelhecimento do corpo docente é uma realidade com elevados custos para o sistema se pensarmos que é no grupo da faixa etária mais avançada que se verificam o maior número de baixas médicas (de curta e longa duração) e o maior desgaste, cansaço e desmotivação.

    Não é aceitável que se mantenham docentes com 60 e mais anos a aturar criancinhas mal educadas

    Por outro lado, não é muito motivante para os jovens e adolescentes terem como professores velhinhos na sala de aulas.

    Por fim, é importante perceber que enquanto o Sistema se mantiver cristalizado, os Jovens Docentes não tem futuro a não ser (na melhor das hipoteses) andarem a contratos a tapar furos.

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    • António on 16 de Novembro de 2016 at 1:00
    • Responder

    Em Portugal considera-se para efeitos de Reforma/Aposentação 40 ANOS DE CARREIRA CONTRIBUTIVA como estando completo o tempo de descontos. Não se entende que tenha sido colocada a variável idade com um fator de penalização (6% por cada ano) por antecipação de reforma tão penalizador para quem quer dar a vaga aos mais jovens.

    Aliás esta realidade é uma quebra do contrato estabelecido para com todos aqueles que já estavam a trabalhar à data destas alterações.

    Tudo isto não faz qualquer sentido.

      • Nuno Pinto on 17 de Novembro de 2016 at 13:27
      • Responder

      Nem mais, há anos que defendo este princípio, atribuir uma idade limite ao invés de um tempo de desconto não faz qualquer sentido, cria profundas injustiças junto daqueles que trabalharam mais e consequentemente descontaram mais sem porém ver a sua reforma aumentada. O meu pai fez descontos desde os 14 anos, tem mais de 50 anos de carreira contributiva, a única coisa que ganhou foi um maior desgaste e menos tempo de um merecido descanso.

    • MARIA ALBERTINA FIDALGO on 17 de Novembro de 2016 at 3:01
    • Responder

    Os governantes deste país deixaram que a educação caisse no fundo do poço criando os cursos CEF, estes alunos não querem aprender coisa nenhuma, o comportamento deles nas aulas é de gente louca , criminosos, drogados e hiper mal educados. Não há professores que aguentem um horário completo com este tipo de turmas , é de enlouquecer. Acho que a reforma dos professores devido ao stress, começam a desplotarem doenças com tanto stress . Estes profissionais deviam reformar-se no máximo com 36 anos de serviço .
    Com tantas turmas e disciplinas diferentes passamos por processos mentais que desgastam o cérebro com lapsos de memória e outras….

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