Portugal tem mais de 53.000 docentes precários

Um bom estudo da FENPROF que faz uma análise por sector dos professores precários em Portugal.

Em breve na Assembleia da República será discutida a precariedade laboral e estes números são importantes para se conhecer a realidade no Ensino em Portugal.

 

 

Portugal tem mais de 53.000 docentes precários, muitos deles em flagrante situação ilegal

 

 

fenprof estudo

 

Contratação pelo ME e escolas públicas para 2015/2016

DOCENTES EM PRECARIEDADE: 16.273

Contratação para o exercício de funções
em escolas públicas das Regiões Autónomas

DOCENTES EM PRECARIEDADE: 1.180

Contratação para o exercício de funções
no Ensino Português no Estrangeiro (EPE)

DOCENTES EM PRECARIEDADE: 250

Ensino Superior Público

DOCENTES EM PRECARIEDADE: 7.160

Ensino Superior Privado

DOCENTES EM PRECARIEDADE: 3.450

Ensino Particular e Cooperativo (Colégios e IPSS)

DOCENTES EM PRECARIEDADE: 4.870

Contratação para programas de formação do IEFP
(concurso aberto em 2016)

DOCENTES EM PRECARIEDADE: 869

 Escolas Profissionais

DOCENTES EM PRECARIEDADE: 4.406

Escolas particulares e cooperativas
de Ensino Artístico Especializado (EAE)

DOCENTES EM PRECARIEDADE: 2.700

Atividades de Enriquecimento Curricular (AEC)
Contratação por câmaras, IPSS e empresas privadas

DOCENTES EM PRECARIEDADE: 12.000

SÍNTESE FINAL

DOCENTES EM PRECARIEDADE: MAIS DE 53.158! 

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8 comentários

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    • Contribuinte on 28 de Março de 2016 at 16:07
    • Responder

    E a fenprof também divulgou quantos sindicalistas estão a receber do contribuinte mas não dão aulas por se dedicarem aos sindicatos?

      • Trocatintas on 28 de Março de 2016 at 17:04
      • Responder

      Experimente viver no “silenciamento” e usufrua do seu preço!

      • Sorceress on 28 de Março de 2016 at 18:56
      • Responder

      Para além de serem necessários nos sindicatos, e porque não estão a dar aulas, libertam vagas para os contratados.

      Portanto, todos ganham.

        • Contribuinte on 28 de Março de 2016 at 19:21
        • Responder

        Todos ganham menos o contribuinte. É fácil gerir com o dinheiro dos outros. Deveriam ser pagos com as quotas dos sócios.

          • Trocatintas on 28 de Março de 2016 at 22:21

          Pois eu, sinto muito mais incómodo quando contribuo por mim e ainda em vez “contribuintes” que que assim se autodenominam mas pouco ou nada pagam…

    • Legislador on 28 de Março de 2016 at 17:08
    • Responder

    Pensei que “precario” era estar com 15 anos de tempo de serviço e ganhar como no primeiro ano que entrei.
    Não progredir como os restantes… pelo tempo de serviço!

      • tou100tado on 28 de Março de 2016 at 21:29
      • Responder

      Lamentavelmente, precários há muitos. Sem me esquecer dos “desgraçados” contratados a quem é retirado o direito de organizar a sua vida pessoal, colegas que muito estimo e respeito, o que se pode dizer daqueles que lecionam há vinte e três anos, (com sorte) no quadro há 20 anos, sempre que sujeitos a avaliação nada houve a apontar, numa carreira que teve início no 3º escalão, e neste momento estão no 4º escalão. Que mal terão feito estes (e muitos outros) profissionais de educação para se encontrarem nesta situação, olhando para o lado e não vendo alternativa nem de carreira nem salarial. Mas aqui os Sindicatos também não querem tocar. Não esquecer que urge clarificação do que se pretende com estes profissionais, ou então vamos todos continuar a venerar a B@$ta da M Lurdes Rodrigues.

    • Jose F M Bernardo on 30 de Março de 2016 at 22:08
    • Responder

    …são ilegais, mas não são refugiados ricos!

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