Sem Educação?

UMA AGENDA PARA A PRÓXIMA DÉCADA

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5 comentários

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  1. http://www.dgae.mec.pt/web/guest/info_juridica?p_p_id=110_INSTANCE_k9Dh&p_p_lifecycle=0&p_p_state=maximized&p_p_mode=view&p_p_col_id=column-1-2-1&p_p_col_count=1&_110_INSTANCE_k9Dh_struts_action=%2Fdocument_library_display%2Fview&_110_INSTANCE_k9Dh_folderId=1301378

    São nulas as listas de colocação do 910 e 930 do concurso extraordinário do ano passado, segundo o Tribunal.

    Os professores colocados perdem lugar?

    1. Claro! então fizeram ilegalidades diversas

    • KOMUNISTA on 24 de Julho de 2014 at 0:25
    • Responder

    http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PACC

      • GTdr on 24 de Julho de 2014 at 11:24
      • Responder

      Para as greves continuarem?

    • Pensador on 24 de Julho de 2014 at 4:52
    • Responder

    Apesar de não ser o propósito do tema deste post aqui deixo o meu testemunho sobre o que li há pouco na TVI24 http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/prova-professores-repeticao-escolas-tvi24/1565462-4071.html e acabo de confirmar que a “broncaria”- passo a expressão- está por todo o lado e realmente tudo isto me desola e já entendo o “silêncio” às minhas perguntas…Vejam o que foi dito sobre alguém com tais (ir)responsabilidades. Na TVI24,”Para o presidente da ANVPC, mais grave do que os professores que não fizeram a prova devido aos protestos desta terça-feirs, é a situação daqueles que a queriam fazer, apresentando o comprovativo de que, em dezembro, não realizaram o exame «por motivos alheios à sua vontade», como exigia o Ministério, para manterem a inscrição para hoje, e mesmo assim não constavam das listas, não tendo, por isso, realizado a prova.”. Houve prova em dezembro, apesar das contestações a maioria fez! Mas houve quem não fizesse e apesar de ter comprovativo não foi convocado. Será amoral e gravoso querer constar numa lista como todos os outros professores? É um direito que nos assiste mesmo não concordando com a prova nestes moldes e circunstâncias ir realizá-la ou por “obrigação” ou por “convicção” mas como o resto dos outros professores. Não terem sido convocados sem razão aparente, não terem opção de escolha de fazer ou não a mesma e ficar “à margem” do resto sem saber se iria haver manifestações ou não, será justo? Com tal desunião dos docentes já demonstrada em dezembro, o mais provável é que a prova se iria realizar por mais apelo (até no chat deste blog) que se tenha feito para “boicotar” a mesma (ou ainda há quem acredite no Pai Natal?). Este presidente cheio de pretensiosismos faz uma critica depreciativa, marcante, com subtil conotação amoral, sobre o acto destes poucos professores excluídos, ou seja para ele o mais gravoso do que aqueles que não conseguiram realizar por terem sido impedidos pelos colegas, foi os outros que tinham sido já “dispensados” (não convocados) e mesmo assim queriam entrar no “sistema”, ou seja fazer a prova e assim ter uma hipótese de assegurar a possibilidade de se manter em concurso como todos os outros! Isto é inacreditável! Troca de valores! Talvez na opinião deste presidente estes poucos professores deveriam-se ter optado pelo “autosuícidio”, “apáticos”, “cortar os pulsos” em nome de uma “causa nobre e maior” que nem a maioria dos professores defende, e ficarem definitivamente fora dos concursos, será? É um direito civil que nos assiste e não é meia dúzia de professores excluídos por não terem sido convocados que iam “travar” esta prova. Mas por quem nos toma este presidente? Que arrogância se junta a esta afirmação de “mais grave” como pode estar a fazer juízos de valor quando desconhece a realidade vivida e as suas razões destes professores? Aqui deixo este meu testemunho que me ofende particularmente. “Ignorância e arrogância são duas irmãs inseparáveis, com um só corpo e alma.” Bruno, Giordano

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