Chama-se a Isto Ter a Cabeça a Prémio

E o prémio por cabeça é de 12500 euros por ano.

 
 

Ministério da Educação propõe prémio para câmaras que trabalhem com menos docentes

 
 

Tal como o PÚBLICO noticiou na sexta-feira, a proposta de descentralização de competências na área da educação ao nível do básico e do secundário confere aos municípios um papel interventivo na definição da oferta curricular das escolas, dentro das balizas estabelecidas a nível central, assumindo as autarquias totais responsabilidades pelo pessoal não docente e, nalguns casos, também pelos professores. Uma das novidades presentes na proposta é o chamado “factor de eficiência” que premeia as câmaras que trabalhem com um número de docentes inferior ao tido como necessário para o respectivo universo escolar.

Assim, num município em que o número de docentes necessários seja, por exemplo, de 400, mas em que o número real de docentes seja 399, a autarquia passaria a receber um “prémio” de 12.500 euros por ano lectivo. Isto assumindo que esse docente custaria por ano ao ministério 25 mil euros, o custo estimado para um professor em início de carreira.

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10 comentários

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    • Paulo on 5 de Julho de 2014 at 20:59
    • Responder

    Vamos voltar à escravatura!

  1. E mais que mais irão inventar estes imbecis?!!

    • Maria on 5 de Julho de 2014 at 23:24
    • Responder

    12 500 euros já davam para comprar uma bomba de água nova para instalar naquela fonte da rotunda!

    • Profhist on 6 de Julho de 2014 at 0:23
    • Responder

    Uma vergonha!

    • THIS MORTAL COIL on 6 de Julho de 2014 at 12:03
    • Responder

    VERGONHA.

  2. PRIMATAS!!!!!

    • Alberto Miranda on 6 de Julho de 2014 at 16:22
    • Responder

    Ter que beijar a mão ou não?

    http://www.youtube.com/watch?v=wGLFWx_-jlk

    • Professora on 6 de Julho de 2014 at 19:28
    • Responder

    Esta situação tem que ser investigada e a justiça reposta!!! Os intervenientes que não agiram em conformidade com a lei terão de ser responsabilizados!!! O passo sequinte será pedir esclarecimentos à DREL e denunciar esta situação à Inspecção-Geral da Educação e Ciência.

    • Lurdes on 7 de Julho de 2014 at 0:15
    • Responder

    Transferir competências desta envergadura para as Câmaras Municipais é inaceitável quando todos sabemos que são gestoras de capitais alheios e sem qualquer credibilidade, ou melhor, são um grande buraco negro no Orçamento de Estado e vão deixar os professores sem remuneração

  3. Incrível! Inacreditável!! Estapafúrdio…
    Que tal proibir a natalidade? Assim a poupança era total!!!
    Que gente é esta que nos “governa”? Que concepção de sociedade defendem?
    Cambada de atrasados mentais.

  1. […] E já em Julho se falou nisto. […]

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