… não torna as pessoas/organizações mais fracas, antes pelo contrário.
No Diário Económico de hoje, a propósito deste post
E neste comentário, a propósito do post sob título “4 meses e 10 dias para selecionar um candidato”
Jun 03 2014
… não torna as pessoas/organizações mais fracas, antes pelo contrário.
No Diário Económico de hoje, a propósito deste post
E neste comentário, a propósito do post sob título “4 meses e 10 dias para selecionar um candidato”
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2014/06/a-admissao-dos-erros/
16 comentários
Passar directamente para o formulário dos comentários,
Bom dia Arlindo .Se eu entrar em qzp em Geografia neste concurso de vinculação extraordinária, posso pedir mobilidade para a Educação Especial, visto que tenho habilitação profissional também para este grupo? Obrigado
[Vote]
Não é possível a mudança de grupo. A colocação terá que ser nesse mesmo grupo de recrutamento.
Só no próximo concurso alargado, que será para o ano, é que poderás concorrer à mudança de grupo.
Eu fiquei no extraordinário do ano passado e estou à espera de fazer o mesmo. Boa sorte!pro
Já vai tarde para corrigir os erros. Na vinculação extraordinária do ano anterior a maior parte tinha muito tempo de serviço acumulado em privados e neste concurso que se avizinha, vai suceder o mesmo. Vincularão os docentes que estiveram anos a fio no privado e que só recentemente ocuparam um lugar no publico, VERGONHA!
Claro que sim Bé! Afinal quem é que são os amigos deles? São eles (os do privado). Não são os tansos do público
Justiça feita qb! Pois para concursos públicos e graduação deveria ser considerado apenas o tempo de serviço em escolas públicas.
Cansei-me de defender exactamente isto já no ano passado.
Aqui está, finalmente uma boa notícia, correcta do ponto de vista dos direitos laborais e sobretudo correcta do ponto de vista moral.
Acho muito bem
Os docentes do particular corrigem os mesmos exames que os do público….tiraram os cursos / profissionalização nas mesmas escolas públicas que os outros colegas!!! Vergonha é terem de receber metade do salário quando ingressam no público ( existem duas tabelas remunerativas para o mesmo trabalho docente…)
0300166amatbridge
Há muitas vergonhas na tabela salarial dos professores que sempre trabalharam no ensino público. Não percebo porque vindo do privado deveria ter um tratamento diferente. Sobre os exames e sobre a formação tem razão. Já que no que respeita ao tempo de serviço na mesma empresa, não. Num colégio privado, também o funcionário mais antigo tem mais direitos (por exemplo, tem um subsidio de desemprego mais alargado). É natural que quando muda de empresa não possa ter os mesmos direitos de quem já muito tem feito por ela.
Simples de resolver, 0300166matbridge: deixe-se estar no privado a ganhar o dobro. Ninguém lhe pediu expressamente para vir prestar serviço no público, pois não?
Deve é pedir-se a revisão da lei já.Então os professores contratados do público que estão há anos em casa(pois certos grupos ex.100 e 110) com 10 e 15 anos de serviço) estão em casa há nos sem pão para comer, são ultrapassados por tipos que tem 365 dias no público?È os contratados e também os do quadro mexerem-se e meterem um requerimento ao Provedor de Justiça e outros uma providência cautelar.Os espertalhões que vincularam o ano passado em 2017 estão a passar a quadros de agrupamento e de escola onde muito bem lhes aprouver à frente dos atuais QZP.Digo isto porque sou QA/QE e estou ao pé de casa.Só que acho injusto que os tipos vindo do particular gozem dos mesmos direitos que quem esteve no público.Durante muitos anos estiveram em situações laborais jurídicas diferentes.Muitos deles nem tem muitos anos de avaliação anuais no público.isto é um exemplo.os colegas que tem trabalhado maioritariamente no público sejam contratados ou Qzp ou QA unam-se
Parece que os colegas do privado não são, imagine-se, colegas! Nunca trabalhei no privado, mas tive a oportunidade de estagiar no final de curso num externato..e…desafio os colegas a trocarem a escola pública pelo privado, para verem o que é bom! Se acham que no ensino público existem diretores prepotentes, colegas convencidos, EncEdu abusadores, então experimentem o privado.
Tenho vários amigos que já abandonaram os colégios por causa dos péssimos salários e da pressão que sofrem…e mts deles não estão ao lado de casa!
E se tivessem essa oportunidade de trabalhar no colégio Morangos com açucar da vossa residência, tb vos desafio a não a aceitar. E já agora, qual a sensação de perceberem que não são vistos como colegas!
Já agora vamos então tb deixar de identificar a habilitação dos colegas que tiraram os cursos no privado..por que não?!
Concordo em absoluto consigo! Embora esteja no ensino público já há muitos anos, já estive também no privado. Convido os colegas que criticam a falarem do que efetivamente sabem!
A questão dos cursos tirados no ensino superior privado já não interessa a muitos dos que aqui criticam quem está / esteve no ensino privado! Também concordariam em serem descriminados por terem tirado uma licenciatura / mestrado numa universidade privada? Se calhar não… mas essas licenciaturas da treta é que deviam ser investigadas…
Muita pena tem os professores do quadro e do público dos contratados e dos do privado.OJá vi classes profissionais pouco inteligentes mas a melhor é a dos professores portugueses.deve ser por o fadinho ser património da Humanidade(devem ter embebedado os representantes internacionais).São muito iguaizinhos e muitos cheiinhos de pena, são tão burrinhos que não enxergam que dentro de 2 ou 3 anos os tipos mais novos do 1º e 2º e quem sabe os mais velhos estão na mobilidade especial e ao fim de 3 anos sem ordenado.ainda não viram isso?os sindicatos tem lá cada coirão para tramar os colegas mais incautos.Os tipos do quadro são lixados desde o tempo do Sócrates.Até nas avaliações foram gozados pelos contratados:pregavam excelente aos contratados e como avaliadores receberam bom.O povéu português é um povéu de merda
Mais uma vez… Dividir para reinar!
Já agora, os professores que agora são deputados, ministros, autarcas e restantes tachos também não deviam voltar para o ensino…
“Segundo o artigo 10º do diploma, podem concorrer em 2ª prioridade os professores do básico e secundário “qualificados profissionalmente para o grupo de recrutamento a que se candidatam, que tenham prestado funções docentes em pelo menos 365 dias nos últimos seis anos escolares”. O decreto-lei não especifica, portanto, em que tipo de escolas o tempo de serviço é contado e, assim, abre porta a que os docentes do privado concorram em igualdade. Além disso, é-lhes exigido menos um ano de serviço em relação aos professores das escolas privadas com contrato de associação a quem é pedido um “horário anual não inferior a 365 dias em dois dos seis anos lectivos anteriores à abertura do concurso. ”
Atenção que a lei vai ser corrigida só em relação aos privados SEM contrato de associação.
Os outros professores dos particulares com contrato de associação concorrem na mesma prioridade que os do público, por isso não se entusiasmem muito!