Tesourinho Contratual

Agora em Valongo do Vouga.

Logo um agrupamento situado numa rua com o nome de um inspector da educação. 😉

 

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9 comentários

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    • Rui Mendes on 1 de Outubro de 2013 at 16:47
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    Antes de mais o muito obrigado pelo serviço, pois consegue fazer “o que ainda não foi feito” como diz o poeta…. informar com clareza, até já vi o seu trabalho tido em conta em jornais tais como o Publico, os meus parabéns. A ambiguidade das coisas que se fazem no Ministério em questão, leva a que o seu serviço seja bastante importante. No meu caso sou professor de EVT com 3392 dias de serviço e vejo que ninguém é colocado nos dias de hoje. A pergunta que não me sai da cabeça é, como será a nossa vida num futuro próximo? Mais vale desaparecer o grupo 240…. para não criar espectativas erradas de possível colocação. Mais uma vez muito obrigado por tudo.

    • Sara on 1 de Outubro de 2013 at 16:53
    • Responder

    mas são mt sérios, n querem falsas declarações!

    • Dulce Ferreira on 1 de Outubro de 2013 at 17:02
    • Responder

    ja escrevi à escola e enviei em anexo a circular de 16 de setembro…. vamos aguardar…. se não hover alterações é denunciar

    • Alex on 1 de Outubro de 2013 at 17:11
    • Responder

    Em 86% da graduação, considerada, 65% de TEIP em que 55% são para o próprio agrupamento.
    Ter bom na avaliação dá 0%…
    Já agora, na formação profissional, assinar com um X é o quê? Dizer se já fizemos formação acreditada?

    Enfim… Isto mesmo com avisos continua tudo igual… Está tudo, portanto, a correr dentro da normalidade…

    1. Beneficia quem lá esteve desde que essa pessoa esteja entre os 5 primeiros; nunca irá beneficiar quem lá steve e se encontre a meio da tabela … mas não deixa de ser um subcritério que não respeita a circular que saiu.
      Por outro lado estes subcritérios só passam para a plataforma porque “alguém” o permite ….
      Por exemplo, a EB 2,3 de Matosinhos viu os primeiros horários anulados pois tinha colocado como subcritério, novamente, a graduação profissional.

  1. Nos horários 8 e 9, do gr 910, lançados pelo Agrupamento de Escolas de Valongo do Vouga – Agueda, na Avaliação Curricular consta o subcritério como a seguir se transcreve: ” c)Experiência profissional com a seguinte diferenciação:
    -35%, se tiver exercido funções num Território Educativo de Intervenção Prioritário durante o mínimo de três anos (1095 dias) ou neste Agrupamento de escolas durante um mínimo de 2 anos (730 dias) nos últimos três anos lectivos, ou;
    -20%, se exerceu funções neste Agrupamento no ano letivo 2011/2012 ou tiver no mínimo dois anos de serviço prestado num Território Educativo de Intervenção Prioritário no decurso dos três últimos anos lectivos, ou;
    -10%, se possuir tempo de serviço prestado numa Escola TEIP inferior a dois anos, ou;
    – 5%, se possuir tempo de serviço prestado num qualquer estabelecimento de ensino.”

    Beneficia claramente quem já lá esteve…

  2. Oh! Desculpem! Nem vi que era o mesmo agrupamento… Cansaço… sorry!

    • Maria on 2 de Outubro de 2013 at 1:40
    • Responder

    Os critérios são ilegais. Dado que os directores não cumprem a legislação só resta denunciar à Inspecção. O Ministério deve criar um instrumento de penalização a estas direcções de agrupamento. É necessário moralizar este tipo de concurso e os directores não podem continuar a NÂO CUMPRIR A LEI: Quanto custa directa e indirectamente ao país este tipo de prática ? porquê este tipos de abuso ? este tipo de abuso deve ser corrigido imediatamente.

    • Rui Monteiro on 2 de Outubro de 2013 at 9:53
    • Responder

    Todos os critérios são ilegais, são feitos sem ter a lei em conta, tornam todas as seleções de oferta de escola parciais de forma a contratarem quem lhes apetece. Exemplo 1: portefólios, num determinado agrupamento um docente tem avaliação com pontuação de 15%, noutro mesmo ao lado tem 30%, qual deles o mais justo? Exemplo 2: entrevista, num determinado agrupamento um dos elementos nomeados pela direção para fazer a entrevista passa parte do tempo a entrar e sair da sala, fazendo uma pergunta cada vez que entra e sai novamente, os outros dois (eram 3) continuam a questionar o “desgraçado” do contratado, no fim (decisão final) verifica-se que um candidato esteve na entrevista 10 minutos (ganhou o concurso) outro com curriculum superior esteve meia hora (passou para segundo lugar). Verifica-se também que o elemento que entra e sai constantemente da sala tem formação académica inferior às pessoas que está a avaliar, o que segundo a lei não é permitido. Poderia enumerar centenas de casos reais e com conhecimento de causa. Conclusão: não deveriam ser os diretores responsabilizados e demitidos se necessário? isto não é mais que politica pura.

  1. […] Agora em Valongo do Vouga. Logo um agrupamento situado numa rua com o nome de um inspector da educação.  […]

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