… obsessão por exames.
Futuros professores obrigados a exame de Português e Matemática
Os candidatos ao curso do Ensino Superior em Educação Básica vão ser obrigados a fazer exames de Português e de Matemática como provas de ingresso nesta licenciatura. A garantia foi dada hoje pelo ministro da Educação, Nuno Crato.




13 comentários
Passar directamente para o formulário dos comentários,
concordo,já foi assim; mas o mal não está aí ,está em servirem-se do nosso dinheiro para encherem os bolsos ,privilegiando sempre quem querem e depois no meio do caminho alterarem as regras,pois os bafejados já estão de canudo na mão.alguns só servem para número….
hoje a insegurança é tanta ,que não confiamos em ninguem…talvez exagero
É só legislar : PROVA, PROVA ….
A escola necessita de regras uniformes, estruturais e, não, esta legislação caótica. É legislar, por legislar … olha o que aconteceu com o programa de matemática… é tudo para encher bem o olho. Na prática é um vazio
Provas à entrada, provas durante e provas à saída com possível ingresso… não têm receio que o pessoal se torne intelectualmente obeso com tanta “prova”?
concordo bem mais com estas provas do que com a prova de avaliação de competências. Tem muito mais lógica primeira prestar provas para aceder ao curso do que o contrário.
Sou totalmente a favor e sempre o defendi! Não faz sentido que um professor que vai iniciar os alunos na matemática, por exemplo, no 1º ciclo, tenha deixado de ter matemática no 9º ano, talvez até sempre com negativa, porque foi para a área das letras no 10º ano. Conheço assim casos. Tenho familiares que sempre foram uma nódoa a matemática, tiraram cursos para 2º ciclo, numa variante de línguas ou educação física o que lhes permite dar 1º ciclo. Não acho bem. Acho muito bem que seja uma específica. Quanto ao português, não faz tanto sentido, pois a disciplina faz parte da formação geral em qualquer área do secundário. Eu sei que é uma posição polémica e há professores muito competentes mas…
Oh, por favor, e continuamos a ouvir esse Crato a proferi burrices atrás de burrices, é só zurrar. A licenciatura em Educação básica não confere titulo de docente. O aluno é obrigado a fazer o 2º ciclo de estudos e escolher a área de recrutamento que quer leccionar. No acesso ao mestrado (de bolonha) já é obrigatório fazer o exame de Português há muito. Eu fiz o exame em 2010, na Utad-Vila Real para ingresso no Mestrado de Professores do 1º e 2º Ciclos do ensino básico que me confere habilitações próprias ao 110, 200 e 230. Esse anormal que não me goze!!!! A lei já é de 2007, quando surgiram os “bolonhas” : Artigo 10º do mestrado atrás mencionado : http://www.dges.mctes.pt/NR/rdonlyres/84F15CC8-5CE1-4D50-93CF-C56752370C8F/1139/DL432007.pdf
*Habilitações Profissionais ao 110, 200 e 230…
CONCORDO TOTALMENTE
Finalmente o Crato tenta impôr uma medida justa e lógica.
Acho criminoso que alunos que sempre tiveram negativa a matemática até ao 9º ano, sem matemática desde o 10º ano e tirando uma variante qualquer (que sempre odiaram matemática) sejam profs de 1º ciclo.
Sendo o 1º ciclo o mais importante, é importante que os professores que o lecionam sejam competentes e sabedores.
Até que enfim uma medida acertada. Mas ele que não misture o objetivo desta prova com a de avaliação de conhecimentos para contratados. Que não meta tudo no mesmo saco. Não somos parvos.
Pelo que entendo esta medida é para aplicar a quem vai entrar nos cursos via ensino, certo??
Acho a ideia do exame positiva se for feito na devida altura, no final do 12º ano, mas como disse um colega acima, isso já se faz. Não é nada de novo…
O ministro vai atacar tudo que mexe na educação excepto a “raiz” – os cursos universitários. São eles que formam um professor, agora saem mestrados numa ou mais áreas da educação.
Se não há qualidade a culpa das universidades que baixam o grau de exigência. Só temos os professores que as universidades formaram, e os cursos que o mec autorizou…
Obaaa!!! Tanta gente a concordar com o R(c)ato!!!!!
Isto não tem pés nem cabeça!!!Por que raio é que alguém que quer ser professor de Português e de Inglês, mesmo no básico, tem que fazer uma prova de Matemática também???Isto é uma autêntica esquizofrenia examinadora com o intuito, primeiro e derradeiro, de impedir e dificultar, ao máximo, a entrada de professores no sistema…
Não excluo dar-lhe razão.
Talvez o bom senso mandasse que quem não tivesse tido aprovação no exame nacional de 12º de matemática não pudesse juntar o ensino de 1º ciclo ao diploma de professor numa área do 2º ciclo.
Assim, quem quisesse ter habilitações para leccionar o 1º ciclo e não tivesse feito exame de matemática de 12º, que o fizesse antes de poder leccionar o 1º ciclo. Seria uma forma de certificar que o dito cujo não era uma total nulidade a matemática.
O que acho que é óbvio é que não está certo que um aluno (tive muitos assim) que vai para Humanidades no secundário por “alergia” a matemática (doença de pele devidamente certificada com classificações sucessivas de 1 ou 2 à disciplina no 2º e 3º ciclo), possa depois leccionar matemática ao 1º ciclo. Basta que quem não gosta da coisa dificilmente dificilmente consegue entusiasmar os alunos pela disciplina, quanto mais ensiná-la.
Quanto à matemática que se ensina nas ESE aos alunos… tenho dúvidas que tenha sequer o nivel para os capacitar a ter 10 no exame nacional de 12º, mas, se eu estiver enganado, óptimo, o aluno que não teve matemática desde o 9º, usa a matemática aprendida na ESE para se auto-propor a exame de 12º e faz um “vistão”.
Sou professora do 1º ciclo e a matemática era uma das cadeiras do curso… não percebo como falam em pessoas que não a têm desde o 9º ano 🙁