gostaria de referir que após denúncia, no dia 20 de setembro de 2013, via email para a Inspeção Geral de Educação do Norte desta situação ocorrida na Escola EB 2,3 do Viso-Porto (Contratação de Escola – horário Espanhol):
A Inspeção respondeu-me a 2 de outubro com o seguinte mail:
“Exmo Senhor,
Relativamente à queixa/denúncia apresentada por V.Exa., aos nossos serviços, sobre os critérios de seleção do procedimento concursal de contratação de escola, somos a informá-lo de que a reencaminhámos para o diretor do agrupamento de escolas a que se referencia, órgão que procedeu à abertura do referido concurso e competente para apreciar e decidir da mesma, solicitando-lhe que nos dê conhecimento do desenvolvimento dado ao assunto. Informa-se ainda que, enquanto candidato, poderá solicitar, por escrito, ao júri do concurso o acesso às atas que fundamentam a proposta de seleção e aos documentos, bem como a emissão de certidões ou reproduções autenticadas cfr. artigo 22.º n.º2 da Portaria n.º 145-A/2011, de 6 de Abril, que deu nova redação à Portaria n.º 83-A/2009, de 22 de Janeiro, aplicável ao procedimento concursal da contratação de escola por força da remissão do n.º 14 do artigo 39.º do Decreto-lei nº 132/2012, bem como dispõe dos meios de impugnação administrativa (reclamação para o autor do ato, ou seja, para o diretor, ou recurso hierárquico) da aprovação da lista final ordenada do concurso por parte do diretor do agrupamento de escolas.
Com os melhores cumprimentos,
O Chefe da Equipa Multidisciplinar da ATIN José Pinho Silva Inspetor”
Ou seja, a Inspeção Geral da Educação não se sente com competências para decidir sobre estas denúncias e acha que os diretores que cometem estas irregularidades é que vão decidir contra eles próprios.
Dada a gravidade desta situação gostaria que esta situação fosse divulgada.
Com os meus melhores cumprimentos,
JTS




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Se fosse só isto… Se vocês soubessem das inúmeras denuncias que fiz o ano passado e das quais toda a gente sacudiu a agua do capote, desde a IGE, ao secretário de estado, ao provedor da justiça, ao próprio ministro! Todos empurram apuramento das responsabilidades de uns para os outros e no fim… chega-se ao fim do ano letivo e nada se resolveu! Enfim… é o que temos! E então no grupo de espanhol é tudo ao monte e fé em Deus!!! Qualquer um com uma formaçãozita dá espanhol com a conivência dos diretores de escola (não todos é claro). Outras vezes colegas profissionalizados noutros grupos fazem uma formação(não profissionalizante) em espanhol e concorrem ao grupo como profissionalizados e passam à frente de toda a gente com uma graduação impressionante! É uma festa!!O ano passado detetei casos de bradar aos céus e nada foi deito para se resolver… este ano nem me dou ao trabalho de verificar nada…pois nada seria resolvido.
as “atas que fundamentam a proposta de seleção e aos documentos”… que, se não existiam, vão aparecer como que por milagre… e a proveito de quem selecionou e não de quem foi preterido…
Infelizmente este tipo de situações nas ofertas de escolas acontecem em todos os grupos. ainda hoje questionei um agrupamento por causa de mais uma situação “má fé” por parte desse agrupamento na escolha do candidato e a resposta que obtive foi que me entretivesse a fazer uma reclamação!!!
Não basta alegar que houve “má fé”, é preciso fundamentar, concretamente, qual ou quais os preceitos legais que o Júri violou!
Quem tem razão RECLAMA em sede própria e não anda na net, a coberto do anonimato, a criticar tudo e todos. Isso não é próprio de Formadores/Professores que é suposto terem graus académicos e Civismo.
Não precisa de ensinar o pai nosso ao vigário. E as medidas que eu tomei ou deixei de tomar não são da sua conta. Aqui apenas deixei um desabafo da forma como fui tratada injustamente. Em relação à minha formação não lhe admito que profira o que quer que seja.
Quem és tu? Anónimo???
lolololol algum “afetado”!!! ahahahahah assentou-lhe a carapuça é o que é!!
Está tudo parvo?! Se eles não se sentem com poder então nós não temos voz!
Por experiência própria e por dois anos consecutivos a IGEC nada faz!
Escondem-se atrás de D.L. e passam a bola para onde podem!
Infelizmente, fartei me da situação de lutar “para nada” entre sindicatos, M.E. e IGEC e parti para Tribunal Administrativo.
Infelizmente não é um caminho fácil mas com o país que temos não pode ser de outra forma!
Passei só para partilhar e desejar boa sorte a todos os colegas que lutam por uma profissão mais justa e mais digna!
A IGE faz sempre isto… e melhor manda os nomes do denunciantes aos diretores de escola para estes saberem quem esta a reclamar dos procedimentos destes, para assim o diretor poder “insultar” e “achincalhar” os reclamantes pelo nome e simultaneamente colocar os mesmo numa lista negra…
Queira Deus que os diretores que andam às voltas com excesso de oferta de candidatos e de amigos… um dia passem ao desespero por falta de candidatos…
Passando os olhos por muitos dos comentários até mete dó como é que tantos professores (?) desconhecem o funcionamento de um Estado de DIREITO! Claro que a IGEC respondeu de forma correta: informou o interessado dos mecanismos procedimentais de que dispõe para fazer cumprir a lei, caso ela tenha sido violada:
Deve reclamar, junto de quem praticou o ato, e fundamentar (por isso tem aceso às atas) um por um os preceitos legais que acha que foram violados (é para isso que existem advogados nos sindicatos).
E claro tem de se identificar, no processo, e não de forma anónima andar na net a lançar “lama” para cima de todo o sistema.
Anónimo diz:
“E claro tem de se identificar, no processo, e não de forma anónima andar na net a lançar “lama” para cima de todo o sistema…” DE FORMA ANÓNIMA…. É para rir. Ou chorar.
Se soubesse como se cumprem procedimentos e prazos e se pedem pronúncias e se invoca o CPA, mas há documentos que desaparecem, há mentiras a superior hierárquico que se ignoram, há Estatuto Disciplinar que de nada serve, amigo anónimo, estaria muito quieto e calado… Porque não sabe o que é passar anos a lutar contra os “compadres” e respetivos favores encobertos!!
Anónimo é nome de quê??? Mais um que gosta de se armar em moralista e conhecedor de procedimentos, munido de uma ética falsa…
Desculpem-me colegas o desabafo mas depois de tantas situações vergonhosas com que nos deparamos isto parece um circo, com todo o respeito pelas pessoas que lá trabalham. Eles são os donos e senhores do circo e fazem de nós palhaços.
O procedimento está correto:
1º Reclama junto do diretor (reclamação).
2º Apresenta recurso. O recurso pode ser apresentado ao conselho geral e/ou ao ministério (ou secretário de estado com poderes delegados).
É evidente que ir até ao fim requer que se tenha os ditos no sítio, mas é possível….
“E claro tem de se identificar, no processo, e não de forma anónima andar na net a lançar “lama” para cima de todo o sistema.” Acho um piadão está afirmação vir de um utilizador ANÓNIMO!
Caro anónimo (nem coragem tem para colocar o nome nas suas intervenções), antes de vir praqui criticar os outros (que até se identificam nos posts), olhe para si e para o sistema que defende. Provavelmente é um dos diretores de escola que faz estas artimanhas, ou um docente que no tempo das vacas gordas atingiu o topo da carreira em 10 anos, e agora conta os dias até à reforma à sombra de um ordenado pornográfico para a maioria dos portugueses. Assim é fácil criticar! É por pessoas (leia-se: ovelhas) como vc que este país não avança. Se me quiser responder, agradeço que se identifique com primeiro e último nome.
Nos comentários da net os comentadores não colocam a sua identificação, mas sim um nikename, por isso são todos anónimos.
Nunca nenhum colega chegou ao topo em 10 anos, nem sequer em 20!
.Os mais velhos na carreira, além de terem sido vítimas dos cortes nos salários ainda baixaram de escalão. E agora, com a mobilidade, já voltaram a ser obrigados a concorrer para onde haja vaga.
Os que, agora, têm mais tempo de serviço, no ínicio da carreira também foram “Professores Provisórios” (era esta a designação legal), tinham, no ingresso, índices de vencimento inferiores aos atuais e andaram anos “com a casa às costas”.
Não ganhavam nas férias e não tinham direito a indmenização por cessação do contrato (temporário), nem a subsídio de desemprego.
Eram licenciados a sério e não de aviário, em escolas/empresas com sucursais no IP5 ou em institutos da Via Rápida para a Costa da Caparica com turmas superlotadas, pois entravam e terminavam (com altas médias) todos os que pagassem as mensalidades.
Continua anónimo? Não merece resposta… Até já!
É sempre o mesmo – a impunidade.
Nada se resolve, não há poderes para… Enfim, o progresso que se esperava não aconteceu. É como visitar uma escola, numa Ação de Acompanhamento ou Avaliação avisando com n dias de antecedência, dando oportunidade de preparação de documentos em falta, que, como alguém diz acima, aparecem por milagre… Ou desaparecem…. País de faz de conta, não tem rigor nem profissionalismo!!!
Eu tinha trabalho, mas as tais atas tinham de ser feitas e de aparecer. Nem que fosse só para isso, talvez para o ano não tivessem vontade de repetir.
Desculpem, mas podem elucidar-me sobre o que aconteceu com o horário de espanhol no agrupamento de Viso? Os subcritérios eram ilegais? Não respeitaram as tranches? Colocaram um colega de baixa graduação sem respeito pelos mais graduados?
É que eu concorri para uma vaga num outro grupo de recrutamento e nada de ilegal ou manhoso aconteceu!
O problema deste contrato é o subcritério “Disponibilidade” com o peso de 12% na entrevista. Quem concorre tem que cumprir o horário para o qual concorre, não se entende a existência deste critério. Para isso podem no Aviso de Abertura do referido Concurso – http://www.eb23-viso-prt.rcts.pt/Listas/2013/aviso%20abertura%20350.pdf –
Olá, é pra dizer que o diretor da escola secundária do Cartaxo, António Pinto, o dinheiro que é pra comprar material desportivo novo, para a construção de balnearios novos,desvia-o para uma conta da Suiça que possui.
o próximo passo é ao Ministério, depois o Provedor Europeu (e este vai dizer para recorrer ao advogado, e esta, heim?!…)
[…] Boa tarde, gostaria de referir que após denúncia, no dia 20 de setembro de 2013, via email para a Inspeção Geral de Educação do Norte desta situação ocorrida na Escola EB 2,3 do Viso-Porto (Contratação de Escola – horário Espanhol): A Inspeção…b […]