Mensagem Enviada ao Presidente do CNE

Ex.mo Prof. Doutor David Justino,

 

Venho, por este meio, mostrar a minha insatisfação  no âmbito da colocação de professores. Para alguns o problema na colocação de professores deriva do facto do sistema ser centralizado, ou seja, se houvesse uma descentralização esse problema não existiria.
 
Contudo, estou convicto que o problema é exatamente o contrário, ou seja, os problemas começaram a aparecer quando se deu alguma autonomia às escolas. Com a colocação nas plataformas de critérios de seleção como por exemplo: Dinamizou e participou em Projetos e Atividades, no âmbito dos Projetos Educativos dos AE/ENA (TEIP e/ou escolas com contrato de autonomia), nos últimos 5 anos letivos coloca-se em causa a justiça na colocação e a autonomia  poderá resultar na colocação de amigos, enteados e conhecidos.
 
Como representante do Conselho Nacional de Educação, Vossa Excelência tem mais responsabilidades, devendo pugnar por uma colocação de professores mais justa e honesta, que respeite a graduação profissional (nota de final de curso + tempo de serviço).
 
Considera justo que um qualquer professor faça e tenha feito ao longo de muitos anos um enorme sacrifício, lecionando nas ilhas e continente deslocado de casa a muitos km, auferindo salários baixos para ganhar tempo de serviço, para depois ser ultrapassado por colegas menos graduados através de critérios muito pouco justos utilizados na “descentralização”?
 
Considera justo que um docente por ter apenas 25h de formação acreditada ultrapasse outro, que possui mais 5 ou 6 anos de serviço do que ele? Ou seja, uma simples formação de 25h qualifica mais um professor do que anos de experiência a lecionar em várias escolas e a trabalhar com os mais diferenciados alunos e níveis de ensino, assim como, nas mais diversas atividades cumprindo o projeto educativo da escola/agrupamento?
 
Mesmo critérios como a avaliação de desempenho e o desempenho de determinados cargos que à partida parecem critérios justos, não o são quando tais critérios não dependem unicamente do dinamismo e da qualidade do docente. A avaliação de desempenho é atribuída por cotas que muito dificilmente são atribuídas aos professores contratados por muita qualidade que os mesmos tenham demonstrado. A responsabilidade pela atribuição de determinados cargos é da total responsabilidade dos diretores das escolas e não do docente.
 
Sendo presidente do referido Conselho, peço que lute pela justiça e igualdade entre todos os cidadãos, através de uma colocação mais justa, o que sempre aconteceu quando esta era feita tendo por base apenas a graduação profissional do docente. O problema não é a centralização, o problema é precisamente o contrário: A TENTATIVA DE DESCENTRALIZAÇÃO.
 
Na expectativa de que o assunto exposto seja merecedor de análise por parte de V. Ex.ª, despeço-me com os mais respeitosos cumprimentos,
 
 
O Docente,
 
Jorge Rosa

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Exposição e reflexão sobre o Grupo 530/Falsos técnicos especializ​ados

Exposição e reflexão sobre o Grupo 530/Falsos técnicos especializados

 
 
 
O Dec. Lei 27/2006 procedeu à criação de novos grupos de recrutamento para efeitos de colocação de professores, através do reagrupamento e reorganização dos anteriores grupos de docência.
 
O grupo de recrutamento 530 (Educação Tecnológica), resultou da fusão de vários grupos até aí independentes, de acordo com o referido artigo 7 º alínea q) do Dec. Lei que passo a citar “habilitações profissionais para o grupo de recrutamento Educação Tecnológica (código de recrutamento 530) são as que conferem qualificação profissional para os grupos de docência 2.º (Mecanotecnia), 3.º (Construção Civil), 12.º-A (Mecanotecnia), 12.º-B (Eletrotecnia), 12.º-C (Secretariado), 12.º-D (Artes dos Tecidos), 12.º-E (Construção Civil e Madeiras), 12.º-F (Artes Gráficas), 12.º-F (Equipamento) e 12.º-F (Têxtil) do 3.º Ciclo do Ensino Básico e do Ensino Secundário, previstos no Decreto-Lei n.º 519-E2/79, de 29 de Dezembro, com a realização do estágio pedagógico nesses grupos de docência;
 
Segundo o Decreto-Lei n.º 83-A/2014 de 23 de maio no artigo 38º ponto 3 diz que: “Consideram-se ainda necessidades temporárias as necessidades de serviço a prestar por formadores ou técnicos especializados, nas áreas de natureza profissional, tecnológica, vocacional ou artística dos ensinos básico e secundário que não se enquadrem nos grupos de recrutamento a que se refere o Decreto-Lei n.º 27/2006, de 10 de fevereiro.” O que aconteceu a partir do ano escolar de 2006/2007 e com a fusão dos grupos as escolas contratam os docentes destes grupos para lecionar disciplinas de natureza técnica como técnicos especializados.
 
Como a mecanotecnia e os restantes grupos, mencionados atrás, se enquadram numa categoria disciplinar específica do grupo 530 não faz sentido estes docentes serem recrutados como técnicos especializados, com os prejuízos que daí advêm, regras pouco claras e critérios nada objetivos de seleção, mas sim recrutados pelos grupos de recrutamento e segundo as regras previstos no Decreto-Lei n.º 27/2006, de 10 de fevereiro Republicada no Decreto-Lei n.º 83-A/2014 de 23 de maio, secção V, da Contratação de escola no artigo 39 ponto 6:
 

  1. a) A graduação profissional nos termos do n.º 1 do artigo 11.º, com a ponderação de 50 %;
  2.  

  3. b) A avaliação curricular, seguindo o modelo de currículo definido pela escola, tendo como referência o modelo europeu.

 
 
Manuel Duarte Frutuoso Ribeiro,
 
professor licenciado em mecânica e profissionalizado no grupo 530

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Porque Acho Que Saiu Ontem a RR4?

Não é normal que uma Reserva de Recrutamento seja publicada pelas 22 horas, nem me lembro de isso ter acontecido alguma vez.

Mas vejo uma razão para isso ter acontecido.

Como se sabe, na segunda-feira as escolas TEIP e com Autonomia começam a chamar os docentes das listas da BCE e para que não aconteça o problema das duplas colocações, presumo que a saída da RR4 foi antecipada para ontem para que até sexta-feira a aceitação seja feita e evite-se a escolha por parte do docente de uma ou de outra colocação.

A passagem das colocações em BCE para as escolas também terá certamente esse objetivo.

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Mensagem Enviada ao Presidente da República

Exmo. Sr. Presidente da República,

Venho, por este meio, mostrar a minha insatisfação relativamente às palavras proferidas por sua Excelência no âmbito da colocação de professores. Para vossa excelência os problemas na colocação de professores derivam do facto do sistema ser centralizado, ou seja, se houvesse uma descentralização “como no modelo inglês” esses problemas não existiriam.

Contudo, quero esclarecê-lo que o problema é exactamente o contrário, ou seja, os problemas começaram a aparecer quando se deu alguma autonomia às escolas. Como é hábito nacional, esta autonomia resultou na colocação de amigos, enteados e conhecidos, com a colocação nas plataformas de critérios de selecção como: “ter dado aulas nesta escola”, “ter 1095 dias de serviço”, “conhecer o meio envolvente à escola”, e muitos outros que feriam a legalidade.

Assim, como já exerceu a profissão e tem uma esposa que já foi professora, vossa excelência tem mais responsabilidades e devia pugnar por uma colocação de professores justa e honesta, que respeite a graduação profissional (nota de final de curso + tempo de serviço).

Acha normal que um qualquer professor faça um esforço megalómano, vá dar aulas para as ilhas, esteja deslocado de casa mais de 400 km com um salário de 900 Euros para ganhar tempo de serviço como é o meu caso, para depois ser ultrapassado por colegas menos graduados, que aproveitam a “descentralização” que referiu para todo o tipo de trapaças, esquemas e fraudes, com a cumplicidade de directores e tutela?

Sendo presidente de todos os portugueses, devia lutar pela igualdade de todos perante a lei. O problema não é a centralização, o problema é precisamente o contrário: A TENTATIVA DE DESCENTRALIZAÇÃO.

Disponível para mais esclarecimentos.

Subscrevo-me com a mais elevada consideração.

O professor,

Pedro Pereira

 

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Evolução da Mobilidade Interna

Dos Colocados

CMIRR4
Dos Não Colocados

 

NCMIRR4

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Hoje

NemCoimbraNemLisboaNemArrudaNemViseuNemEriceiraNemSetubal

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Evolução das Colocações de Contratados por CI/REN/RR

EVOLUCAO

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1357 Candidaturas Retiradas na RR4

De acordo com a seguinte distribuição.

1319 candidaturas retiradas das Reservas de Recrutamento deveram-se a colocações em Bolsa de Contratação de Escola. Não foram necessariamente 1319 docentes os colocados em BCE, mas sim as candidaturas que foram retiradas, isto porque um docente pode estar nas listas da RR em mais do que um grupo de recrutamento.

 

RETIRADOS

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418 Contratados Colocados na RR4

De acordo com a seguinte distribuição:

No dia 15 de Outubro de 2014 saíram 144 horários ANUAIS. Ou seja, a definição de horário anual do DL 83-A/2014 não se aplica à duração do horário.

Mas que muita gente andou enganada, isso andou.

CN RR4

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Reserva de Recrutamento 4

Aceitação de Colocação pelo Candidato – 4ª Reserva de Recrutamento 2014/2015

Aplicação disponível até às 23:59 horas do dia 17 de outubro de 2014 (Hora de Portugal Continental)

Publicitação das listas de Colocação, Não Colocação e Retirados – 4ª Reserva de Recrutamento

 

 

4ª Reserva de Recrutamento – Docentes de Carreira – ano escolar de 2014/2015

 

 

4ª Reserva de Recrutamento – Candidatos à Contratação – ano escolar de 2014/2015

 

 

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Coisas Tiradas ao Acaso do OE 2015

 

11 – Relativamente ao pessoal docente e de investigação, incluindo os técnicos das atividades de enriquecimento curricular, que se rege por regras de contratação a termo previstas em diplomas próprios, são definidos objetivos específicos de redução pelos membros do Governo responsáveis pelas áreas das finanças, da Administração Pública, da educação e da ciência.

 

 

Artigo 55.º
Compensação por caducidade dos contratos a termo resolutivo celebrados com docentes pelo Ministério da Educação e Ciência

1 – Aos docentes contratados pelo Ministério da Educação e Ciência a termo resolutivo não é devida a compensação por caducidade a que se referem o n.º 3 do artigo 293.º e o n.º 4 do artigo 294.º da Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas, aprovada em anexo à Lei n.º 35/2014, de 20 de junho, se ocorrer a celebração de novo contrato sucessivo até 31 de dezembro do ano letivo seguinte.

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Orçamento de Estado para 2015

Orçamento do Estado para 2015

 

 

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Grandes Opções do Plano para 2015

 

 

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Quero Saber se Sai do Bolso do Crato ou do Mário Pereira

Ou se serão os contribuintes a pagar.

Já se sabe quem é o juiz que vai decidir as indemnizações dos professores

 

 

Em causa estão os erros do Ministério da Educação nas colocações dos docentes, que podem vir a ser ressarcidos por rendas e deslocações, por exemplo.

 

 

O juiz conselheiro jubilado José Vitor Soreto de Barros foi nomeado pelo Conselho Superior de Magistratura para presidir à comissão arbitral que vai decidir as compensações a atribuir aos professores prejudicados pelos erros do Governo.

Por prejuízos, o ministro Nuno Crato entende não necessariamente a perda do emprego – houve mais de uma centena de docentes que viram a sua colocação anulada e não substituída por outra -, mas “todos os encargos comprovadamente acrescidos pelos erros da administração escolar”, tal como explicou quinta-feira na Assembleia da República.

Por exemplo, um professor que mudou de cidade e teve de alugar uma casa, sendo posteriormente informado que afinal não era ali que ia continuar a dar aulas, pode vir a pedir uma compensação pelas rendas pagas e deslocações.

O recurso a esta solução assemelha-se ao que se passou no caso dos cegos de Santa Maria. Na altura, coube ao desembargador Eurico Reis presidir à comissão arbitral que determinou as indemnizações. O processo foi resolvido em oito meses.

O mesmo juiz também decidiu o caso de uma mulher operada a uma variz na perna que acabou por ter de ser amputada e o direito a uma compensação do hospital.

 

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Vamos Imaginar

…que eu era um candidato mal graduado mas correspondia a todos os critérios pedidos pela minha escola do ano passado.

O que eu podia fazer para eliminar a concorrência dos candidatos mais graduados?

 

1º Criar um número de candidato fictício no portal da DGAE.

2º Concorrer com esse candidato fictício a esse horário com uma classificação profissional de 20 valores e 40 anos de serviço o que daria uma graduação de 60. Ainda lhe podia acrescentar mais 1 valor da avaliação de desempenho e ficava com 61.

 

Como nada é verificado, os docentes que preenchem tudo direito veriam a sua graduação profissional ter um peso bastante inferior devido a este candidato fictício.

Assim, eu como candidato pouco graduado pouco iria sentir a diferença para os candidatos mais graduados e a resposta aos subcritérios fariam com que eu obtivesse colocação.

 

Sim, é esta a fórmula do Crato.

 

 

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Relato na Primeira Pessoa

Do fabuloso mundo das BCE.
Fui colocado pela BCE2 na XXXXXX, no grupo XXX num horário de XXh anual.
A Escola aprovou XX subcritérios que eu com maior ou menor dificuldade consigo comprovar, no entanto, apresentei-me, apresentei a documentação que me pediram, a que normalmente se pede na apresentação a uma escola nova, cartão do cidadão, certificado de habilitações, comprovativo de NIB, Cartão antigo da ADSE e registo criminal.
E comprovativo das respostas aos sub critérios? Naaada! Nem direção, nem secretaria tocaram no assunto embora eu tenha puxado assunto na direção ao perguntar que comprovativos e documentos me iriam pedir o que me responderam, os habituais, cartão do cidadão, certificado de habilitações, etc.
A escola ignorou por completo a comprovação de 50% da graduação final dos docentes ao concurso da BCE que por acaso, com estes sub critérios, no meu caso, fui beneficiado, pois subi na lista com estes sub critérios (noutras desci imenso)!
Se esta procedeu assim, como estarão a proceder as outras escolas TEIP ou com autonomia?
Ou será que se esqueceram e ainda me vão pedir…

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102 Agrupamentos/Escolas na BCE 13 de Outubro

São 102 os Agrupamentos/Escolas que estão em concurso na BCE de 13 de Outubro.

 

A distribuição das escolas com candidaturas abertas por grupos de recrutamento encontra-se no pdf que está sobre a imagem de baixo.

 

Nesse quadro coloquei o número de subcritérios pedidos por cada escola para cada grupo de recrutamento.

 

escolas
 
ADENDA: Neste documento coloquei por cima do agrupamento o código dessa escola/agrupamento para facilitar a candidatura.

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BCE – 13 de Outubro

Já abriu novamente a candidatura à BCE, desta vez denominada BCE – 13 de Outubro.

Esta candidatura é para as escolas e os grupos de recrutamento em falta da candidatura que abriu em 3 de Setembro de 2014.

Até ao momento não existe qualquer documento simplificado com os códigos das escolas que abriram candidatura para determinados grupos de recrutamento. O único documento onde se pode verificar os grupos de recrutamento por escola é na lista de subcritérios que tem 213 páginas.

Pouco aprendeu a DGAE com a nova Diretora-Geral.

 

 

Manual do Utilizador – Bolsa de Contratação de Escola – 13 de outubro de 2014 – Candidatura

Nota Informativa – Bolsa de Contratação de Escola – 13 de outubro de 2014

Lista de Subcritérios – Bolsa de Contratação de Escola – 13 de outubro de 2014

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Tanta Especulação Com o Fim da Reserva de Recrutamento

O anúncio do fim da reserva de recrutamento está anunciado em várias notícias de jornais do dia de hoje.

É no Jornal de Notícias:

jn reservas

E no Diário Económico.

dn reservas

 

Confesso que não ouvi o MEC ontem na Comissão de Educação, mas duvido que tenha sido dada esta informação na comissão.

A Reserva de Recrutamento terá de funcionar (conforme manda a lei) até ao final do 1º período.

Apenas os horários inferiores a 7 horas, ou que se esgotem os candidatos na BCE ou na Reserva de Recrutamento e por último os horários resultantes de duas não aceitações, nas colocações da reserva de recrutamento é que podem passar para a contratação de escola.

Se o MEC terminasse a Reserva de Recrutamento estaria a dar um enorme pontapé na legislação e iria criar mais um imbróglio de difícil resolução.

Contudo, em Setembro o MEC já veio dizer que as colocações em Reserva de Recrutamento seriam ao minuto o que no fundo acaba com a preferência dos docentes pelas escolas, tal como acontece com a BCE e permite que um docentes seja colocado na sua última preferência quando no minuto seguinte tinha lugar na sua primeira preferência.

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Isto é Apenas a BCE ao Minuto

Ministério passa para as escolas a responsabilidade de colocar os professores

 

E julgo que a notícia deste link troca os pés pelas mãos dizendo que a reserva de recrutamento passa também para as escolas. Tal não deve, nem pode acontecer, mesmo que a DGAE entenda colocar os docentes na Reserva de Recrutamento ao minuto.

Hoje, quarta-feira parece estar previstas reuniões do MEC com os diretores das escolas e mais informações devem surgir em breve.

A colocação ao minuto pela BCE será a única forma de rapidamente serem colocados os docentes em falta. Discordo dessa opção,  quer para a BCE (mesmo que na fase de candidatura não tivesse havido ordenação de preferências), mas muito mais para a Reserva de Recrutamento.

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Estas Jornalistas

… deviam fazer melhor o trabalho de casa.

 

O mundo novo dos bloggers profissionais

 

 

Segundo fonte deste portal português, a Pipoca é o n.º 1 do top ten, com perto de dois milhões de visitas por mês. Destaca-se de tal forma, que o segundo no ranking tem cerca de metade das visitas, e é um guia de descontos, não um blogue pessoal. É o Caçapromoções, que orienta o consumidor na variedade de hipóteses de poupar uns cobres nas grandes superfícies.

 
 

blog
 

Ainda bem que não estou no sapo nem no clix, porque aquele jet set não faz muito o meu estilo e ainda tinha de abrir uma loja de roupa na comporta ou contratar uma agência de licenciamento dos produtos para vender vernizes e batons.

Curiosidade, quase todos são ou foram jornalistas.

Por isso é normal que se vendam a si próprios.

Mas como até confio mais nos números do wordpress…

 

blog setembro

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Situações Que se Descobrem Depois do Concurso Feito

E já numa fase adiantada das colocações.
A falta de informação que sempre existiu com o concurso para 2014/2015 também foi um dos grandes problemas que afetaram os professores. Não foram apenas os erros das fórmulas, ou os subcritérios que tornaram este arranque do ano letivo um dos piores de que há memória.
Durante a fase de concurso nem a própria DGAE sabia responder às perguntas dos docentes e agora vão surgindo respostas “não oficiais” que poderiam mudar as opções dos docentes na fase de candidatura.
Ficam dois exemplos que me chegaram por mail
Depois de ter lido a legislação, para garantir que poderia concorrer à contratação de escola, aceitei o horário que obtive em BCE e posteriormente fiz a denúncia do mesmo. Telefonei para o CAT do Ministério para me certificar de que estava tudo certo e fui informada que o meu nome apenas seria retirado da RR, mas que me manteria nas listas da BCE das restantes escolas a que concorri. Insisti que não era isso que tinha lido na legislação, mas garantiram-me que, tendo aceite e denunciado o meu 1º contrato, me manteria nas restantes listas da BCE e apenas seria retirada da RR.

Sinceramente não foi esta a ideia com que fiquei da leitura da legislação. Pensei que apenas me restava a hipótese de concorrer às ofertas de escola que, para o grupo, devem começar a surgir lá para janeiro Será que consideram as listas de BCE como oferta de escola? Isto faz sentido? Fui eu interpretei mal? Ainda me disseram que posso concorrer às novas bolsas, aquelas cujas escolas se esqueceram dos grupos de recrutamento ou de abrir concurso… Será isto verdade ou será que me deram a informação errada?

Aqui depreende-se que qualquer colocação em BCE independentemente da duração do contrato ou do número de horas (tal como em Contratação de Escola) o docente é retirado definitivamente da Reserva de Recrutamento.
A denúncia de uma BCE dentro do período experimental impede apenas o docente de ser colocado na mesma escola da BCE mas não permite o regresso do docente à Reserva de Recrutamento.
O segundo mail é uma dúvida comum que tem levado a que os docentes se sintam prejudicados por não estar a ser possível obter uma melhor colocação em BCE
Mas quem fica colocado na Contratação Inicial e/ou Reserva de Recrutamento só poderá ficar colocado num horário em que seja possível o completamento do horário até ao limite das 6 horas de acumulação. Ou seja; quem ficou colocado na Reserva de Recrutamento com um horário de 18 horas apenas se mantém em concurso para as BCE para horários até 10 horas (4 horas para ter um horário completo + 6 horas que é o máximo permitido para acumulação) e quem apenas disse estar interessado em ficar colocado para intervalo de horários superiores a 15 ou 18 horas nunca mais será colocado pela BCE.
Gostaria que expusesse esta minha situação no seu blog por esta situação ser muito grave e objeto de um recurso contencioso, e na qual se encontram muitos contratados:
Uma vez que em várias listas de BCE estou em 1º e 2º lugares, estranhei na passada sexta-feira, dia 10, não ter sido notificada pela DGAE. Ontem de manhã, dia 13, decidi telefonar para cada uma dessas escolas para saber o que se tinha passado.
Fiquei absolutamente transtornada quando dois diretores me informaram que a docente que havia sido selecionada pela DGAE, para essas mesmas duas escolas, estava na 17ª posição da lista do grupo 200! E eu em 1º e 3º lugares!
 
Como isto é possível? Se estou dentro do meu período experimental, podia perfeitamente denunciar o contrato na escola onde me encontro colocada e aceitar a colocação da BCE!!
Mas a saga não acaba aqui…
Decido ir à DGAE, nessa mesma manhã, onde serenamente me informaram que a BCE só serve para efeitos de acumulação e completamento de horário para os docentes que ficaram em Contratação Inicial e em Reserva de Recrutamento! Ou seja, se um docente só concorreu a horários superiores a 15 horas na BCE, que foi o meu caso e de muita gente (na expetativa de conseguir horários razoáveis) e estando na reserva de recrutamento colocado com 12 ou mais horas, será automaticamente excluído pelo sistema, na medida em que não pode ter mais do que 26 horas. Continua na BCE mas nunca será chamado enquanto estiver colocado em RR.
Perguntei à senhora que me atendeu o seguinte: “Onde está escrito e qual a lei que definiu essa regra do jogo, desconhecida de muitos? Obviamente que os contratados tiveram interesse em concorrer a horários maiores, porque no momento em concorreram em setembro pela 1ª vez à BCE, pensaram (E BEM!) que poderiam ficar em BCE melhor colocados do que em RR!”
A senhora respondeu-me:”Professora, é a informação que me deram a nível superior”.
Arlindo, isto é gravíssimo e dantesco, pois quando concorremos à BCE ninguém sabia que essa seria uma das regras do jogo; isto é, qualquer contratado se soubesse disso teria concorrido também a horários pequenos para poder completá-los se ficasse eventualmente numa reserva de recrutamento!
Isto é de loucos, pois as regras do jogo da malfadada BCE não foram claras nem precisas desde o início, o que permitiu que a tutela alterasse e continue a alterar as regras quando considera conveniente! Onde é que está escrito e estabelecido que um docente colocado na CI e na RR não pode optar por um horário da BCE mais favorável, dentro do seu período experimental? O que aconteceu foi claramente um impedimento sem qualquer base legal e uma estratégia suja, por parte da tutela, de os docentes já colocados, independentemente do seu horário (completo ou incompleto, anual ou temporário), não poderem escolher livremente, dentro do prazo legal, o horário que melhor lhes convinha.
Portanto, decidi contatar o meu sindicato e agendar uma reunião com a advogada do contencioso, que logo de imediato me afirmou que todos os contratados na minha situação deveriam recorrer e interpor um recurso contencioso. Há que pôr um fim com dignidade, coragem e justiça a todo este processo!
Isto só será possível se a maioria dos contratados lesados levarem até às últimas consequências este processo horripilante e que causa repulsa, encetado pelo Ministério da Educação.
É fundamental não desistirmos e lutarmos pelos nossos direitos e pelo nosso futuro profissional!
Por isso, e por fim, faço-te um apelo: publica no teu blog, visto por mulheres de docentes, essa minha história, que não é fictícia… É bem real, infelizmente…
Um obrigada,
Vanessa Gomes

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Agora no Fim de “Vida”?

Crato apela a debate com partidos sobre autonomia das escolas e colocação de docentes

 

O ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, apelou nesta terça-feira, numa audição na Comissão de Educação, Ciência e Cultura, a um debate com todos os partidos sobre o tema da autonomia das escolas. Admitindo que ao longo dos anos tem havido alguns problemas na colocação de docentes, o ministro defende que deve haver uma reflexão e que seria “interessante” um debate com os vários partidos sobre o tema da autonomia das escolas, de forma a “evitar problemas indesejáveis”.

E tal como eu previ há algum tempo estes erros serviram apenas um propósito.

Fazer com que a opinião pública fique com a ideia que a colocação dos professores não deve ser feita centralmente e para isso veio também o Presidente da República apelar a “reflexão séria” sobre modelo de colocação dos professores, fazendo a comparação de um modelo centralizado com o modelo descentralizado de Inglaterra.

Mas porra, ninguém percebeu ainda que o problema que existe é por se tentar essa descentralização?

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Não Acham Que Está Tudo Resolvido?

E que o ano letivo corre às mil maravilhas?

Porque se estivermos à espera da resolução dos problemas ainda temos ministro até ao próximo ano letivo.
 
 

Crato só sai depois de resolver ‘embrulhada’ dos professores

 

 

De acordo com o Diário de Notícias, embora Nuno Crato já tenha posto o seu lugar à disposição, este só quer sair quando resolver a ‘embrulhada’ em que se colocou com os erros associados à colocação de professores.

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Eis a Fórmula

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Nota Informativa Sobre a Contratação de Escola

Pode ser que assim comecem a arrancar as ofertas de escola para os grupos de recrutamento.

Nota informativa sobre as Contratações de Escola para 2014/2015 aqui.

 

 

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Colocações de Contratados por QZP

Este quadro seria verdadeiro se não tivessem existido as trocas entre as colocações das reservas e da BCE. No entanto no que é possível apurar pelas colocações da Contratação Inicial, das Renovações de Contrato e das duas Reservas de Recrutamento foram efetuadas as colocações conforme o quadro em baixo.

Previsivelmente, a maior incidência de colocações situa-se no QZP 7.

Mas a proporção que toma a colocação de docentes do grupo 910 – Educação Especial 1 neste QZP é no mínimo estranha, tendo em conta que muitos pedidos de horários para este grupos não têm sido atendidos na zona norte do país (desconheço se o mesmo se passa noutras zonas). Parece que no QZP 7 e 6 se tem facilitado a atribuição de horas às escolas para a Educação Especial ao contrário do que acontece nos restantes QZP.

O mesmo acontece com as colocações no QZP 1 do grupo 540 – Eletrotecnia e 290 – Educação Moral e Religiosa Católica que proporcionalmente superam largamente o número de colocações nos outros QZP (quem conhece a região norte percebe perfeitamente a razão para que o grupo 290 tenha bastantes necessidades de docentes e são mesmo raras as escolas do 1º ciclo que não oferecem esta disciplina).

Este quadro quase não tem qualquer valor para se saber o número de colocações de professores contratados (pelas razões que todos conhecemos), mas mesmo assim resolvi apresenta-lo para demonstrar estes casos específicos.

 

Quadro QZP todos

 

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Colocações Duplas na RR3?

Documento enviado pelo Nuno Rolo com a identificação de possíveis colocações duplas para o mesmo horário na Reserva de Recrutamento 3.

Sinceramente não valorizo muito este possível erro da DGAE ou das escolas que pediram estes horários. Acho mais preocupante quando as escolas pedem horários e a DGAE não coloca nenhum professor.

E julgo que isto está a acontecer bastante com os pedidos de professores para a Educação Especial, nomeadamente no norte do país, onde os pedidos de professores não estão a ser respondidos pela DGAE.

Basta ver a lista de colocações no 910 para facilmente se verificar que a maioria das colocações são na zona de Lisboa.

Isto sim é preocupante.

RR3 - colocacoes_duplas_ 2014.out.13_Página_1 RR3 - colocacoes_duplas_ 2014.out.13_Página_2
RR3 - colocacoes_duplas_ 2014.out.13_Página_3

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Várias Avaliações de Hoje

No Diário Económico e no Correio da Manhã, respetivamente.

É pena que Nuno Crato tenha deixado andar o barco à deriva nas mãos do Secretário de Estado, Casanova de Almeida e do Diretor-Geral da DGAE, Mário Pereira.

Tudo isto podia ter sido evitado se tivesse pegado neste problema antes dele ter-se tornado incorrigível.

Porque apesar de tudo isto, sempre tive alguma simpatia por este ministro. E é pena que termine desta forma o seu mandato.

E quando sair não vai deixar nenhuma saudade.

 

crato DE crato

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Nem Mais Um Dia Sem Aulas

NEM MAIS UM DIA SEM AULAS!

 

nem mais num dia sem aulas

Pais, professores, alunos e pessoal operacional por uma resposta imediata à emergência nas escolas.

Subscreve, participa e partilha o movimento no facebook.

Portugal está a assistir à mais caótica abertura de ano letivo de que há memória. Exigimos respostas.

 

  1. O ministro da educação e Ciência, Nuno Crato, continua a recusar a única solução rápida para a falta de professores: o preenchimento imediato das vagas em aberto segundo a ordenação nacional de professores. Todos os professores já colocados devem manter-se ao serviço. Todos os que, erradamente, não foram colocados devem reforçar as escolas.

  2. Colocados os professores no mais curto prazo, fica pendente o lugar do ministro. Com a experiência dos anos anteriores e o desaire total deste ano, não pode ficar nas mãos de Nuno Crato a preparação do próximo ano letivo. O ministro deve ser demitido e substituído.

 

Assim, apelamos à comunidade educativa nacional que se mobilize, unida, em defesa da escola e do interesse mais importante: o dos alunos prejudicados no seu percurso escolar.

Quinta-feira, 16 de outubro, das 19h30 às 20h30, professores e pessoal operacional, pais e alunos vão reunir-se em defesa destas duas simples reivindicações.

Juntos, ao portão de cada escola onde o ano letivo ainda não decorre normalmente, enviaremos uma forte mensagem ao ministro, através da comunicação social e das redes sociais.

Nuno Crato não sabe e não quer. Tomemos o problema nas nossas mãos.

Nem mais um dia sem aulas, nem mais um dia sem professores!

 

Arlindo Ferreira (blogue de Ar Lindo)

Belandina Vaz, professora

César Israel Paulo, presidente da Associação Nacional de Professores Contratados (ANVPC)

Henrique Borges, dirigente sindical (SPN)

Paulo Guinote (blogue A Educação do Meu Umbigo)

Rui Martins, presidente da FRAPViseu e membro do conselho consultivo da Confederação Nacional de Pais e Encarregados de educação (CNIPE)

Santana Castilho, professor

Federação Regional das Associações de Pais de Viseu (F​RAPViseu)

Precários Inflexíveis – Associação de Combate à Precariedade

 

(lista em construção)

 

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Não Tenho Dúvidas das Afirmações Que Fiz

… mas depreendo que o MEC não vai manter o mesmo ritmo nem a mesma forma de colocação dos docentes.

Curiosamente a minha opinião para a possível resolução deste problema foi coincidente com a do Manuel Pereira da ANDE.

 

CM Natal

Correio da Manhã (13-10-2014)

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Para Além da Referência que Fiz

… ao facto dos docentes colocados na Contratação Inicial e terem sido retirados da BCE1, também deveria ter acrescentado que estes professores deveriam manter-se em concurso para a RR2. Fica aqui a nota e o pedido de divulgação do seguinte texto enviado pela Cristina Rosa.

 

 

Os professores colocados no dia 09/09 na contratação inicial foram também retirados da Reserva de Recrutamento 2, contrariando o ponto 15.2 da circular. Gostava que tal também fosse divulgado. Porque também esses professores foram ultrapassados por colegas menos graduados

 

 

15.2. PERMANÊNCIA NO CONCURSO – Nos termos do n.º 3 do artigo 36.º do Decreto-Lei n.º 132/2012, de 27 de junho, na redação em vigor, apenas a colocação em contratação de escola implica a retirada da reserva de recrutamento. Nas demais possibilidades o docente pode sempre continuar a concurso (RR/BCE/CE) para completamento de horário e/ou acumulação. Assim, os candidatos podem regressar à RR e BCE, para efeitos de nova colocação.

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Erros Que Podem ser Irreparáveis

E que os declarei ao Correio da Manhã.
E a cada solução que se procure para resolver um problema anterior outros irão surgir e mesmo que o ministro esteja a trabalhar nisto 16 horas por dia muitos erros poderão ser irreparáveis.

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Correio da manhã (13-10-2014)

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Nuno Crato Ainda Pior que Miguel Relvas

E isso diz tudo.

 

Crato tem a pior nota de sempre

 

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Não é Só o MEC o Culpado

… por algumas escolas ainda não terem professores colocados.

Muito tarde a DGAE percebeu que existem escolas que não entraram na Bolsa de Contratação de Escola e por essa razão não foi possível ainda colocar professores nessas escolas e só agora parece querer resolver esse problema.

Os casos mais demonstrativos são as escolas de Benfica e da Vialonga.

Em 2013/2014 o Agrupamento de Escolas de Benfica tinha pedido durante o mês de Setembro 45 horários em Contratação de Escola e este ano ainda não tem nenhum professor contratado para qualquer dos grupos de recrutamento, nem mesmo por renovação de contrato.

No quadro de baixo estão os 6 agrupamentos que mais horários tinham pedido em 2013/2014 no início do ano letivo e que este ano não constam da Bolsa de Contratação de Escola por não terem submetido os subcritérios para a candidatura dos docentes à BCE.

Se se exige responsabilidades ao MEC por estes atrasos, não posso deixar de dizer que também estas escolas deveriam ser responsabilizadas pela falta de professores colocados nas suas escolas. Embora reconheça a atenuante destas escolas, pelo pedido da DGAE ter sido feito quase do dia para a noite em final de agosto e com um prazo muito curto de resposta.

Mas fica aqui o registo para se perceba que o MEC também não é culpado de tudo.

 

 

escolas teip BCE

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Do Atraso

…em perceber o que quase todos já sabem há bastante tempo.

E vindo só agora do Professor Bambo de Marques Mendes é de estranhar.

 

 

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Escolas Que Devem Abrir Novamente a BCE

Como já se sabe, nos próximos dias 15, 16 e 17 haverá nova candidatura à Bolsa de Contratação de Escola para as escolas que não abriram concurso para alguns grupos de recrutamento. Presumo que as escolas que não chegaram a abrir nenhuma candidatura também se encontrem nesta nova fase de candidatura.

Já no dia 2 de Setembro tinha alertado para mais esta trapalhada que se resolve passados 40 dias.

 

Os 16 agrupamentos que não chegaram a abrir concurso da BCE são os seguintes:

170148 – Agrupamento de Escolas do Barreiro
170367 – Agrupamento de Escolas de Coruche
145567 – Agrupamento de Escolas Pinheiro e Rosa
151038 – Agrupamento de Escolas D. Afonso Henriques, Guimarães (escola que não tem autonomia, apesar dessa informação ter constado na lista de vagas na manifestação de preferências à contratação)
160805 – Agrupamento de Escolas José Silvestre Ribeiro, Idanha-a-Nova
171773 – Agrupamento de Escolas de Benfica, Lisboa
145142 – Agrupamento de Escolas de Almancil, Loulé
171116 – Agrupamento de Escolas de Camarate – D. Nuno Álvares Pereira, Loures
160209 – Agrupamento de Escolas de Mira
403234 – Escola Secundária da Baixa da Banheira, Vale da Amoreira, Moita
160568 – Agrupamento de Escolas de Oliveira do Bairro
135653 – Agrupamento de Escolas n.º 1 de Ponte de Sôr
152213 – Agrupamento de Escolas Leonardo Coimbra-Filho, Porto
172388 – Agrupamento de Escolas Boa Água, Sesimbra
170800 – Agrupamento de Escolas de Vialonga, Vila Franca de Xira
150885 – Agrupamento de Escolas de Moure e Ribeira de Neiva, Vila Verde

Alguns agrupamentos não abriram concurso para alguns grupos de recrutamento e basta verificar este documento de dia 2 de Setembro para se perceber quais foram.

Lista dos agrupamentos que não abriram ofertas para todos os grupos. Nesta lista estão indicados os grupos onde foram abertas as ofertas. Ou seja, as escolas terão de abrir novamente ofertas para os restantes grupos. Tendo em conta que alguns horários possam ter sido pedidos até ao dia 15 de Setembro ainda poderemos ter colocações em Outubro de 2014 com efeitos ao dia 1 de Setembro de 2014.

Nestas sucessivas trapalhadas da DGAE quem tem sido mais prejudicado são os docentes colocados na Contratação Inicial que nunca tiveram possibilidade de optar por uma escola TEIP ou com Autonomia quando poderiam ter ficado colocados numa dessas escolas em horários completos tendo ficado em horários incompletos.

151725 – Agrupamento de Escolas de Real, Braga – 290, 350
152018 – Agrupamento de Escolas de São Pedro da Cova, Gondomar – 100, 220, 230, 300, 500
402011 – Escola Secundária João Gonçalves Zarco, Matosinhos – 300, 350, 400, 430, 500, 510, 520, 540, 550
151208 – Agrupamento de Escolas de Freixo de Espada à Cinta – 220, 230, 240, 250, 290, 320, 350, 400, 420, 500, 510, 520, 550, 600, 910
404299 – Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Vagos – 300, 330, 560
170227 – Agrupamento de Escolas do Monte da Caparica, Almada – 100, 110, 210, 220, 230, 320, 400, 500, 510, 620, 910
172327 – Agrupamento de Escolas Carlos Gargaté, Charneca da Caparica, Almada – 110, 200, 220, 230, 290, 320, 510, 520, 550, 910
171402 – Agrupamento de Escolas do Bairro Padre Cruz, Lisboa – 100, 110, 230, 260, 290, 330, 400, 420, 500, 520, 550, 620
171360 – Agrupamento de Escolas Marquesa de Alorna, Lisboa – 220, 230, 250, 260, 300, 320, 400, 420, 500, 510, 520
171736 – Agrupamento de Escolas do Alto do Lumiar, Lisboa – 100, 110, 220, 230, 260, 400, 500, 510, 520, 550, 620
172315 – Agrupamento de Escolas D. Filipa de Lencastre, Lisboa – 110, 250, 300, 330, 400, 420, 500, 510, 520, 620, 910
172108 – Agrupamento de Escolas da Apelação, Loures – 100, 110, 200, 210, 220, 230, 260, 290, 500, 520, 620, 910
404019 – Escola Profissional Agrícola D. Dinis – Paiã, Odivelas – 510
171888 – Agrupamento de Escolas Professor Agostinho da Silva, Sintra – 100, 200, 220, 240, 250, 290, 320, 330, 350, 400, 520, 550, 910
400221 – Escola Secundária Gago Coutinho, Alverca do Ribatejo, Vila Franca de Xira – 300, 400, 410, 430, 620, 910
135185 – Agrupamento de Escolas de Alter do Chão – 300, 500
135495 – Agrupamento de Escolas de Gavião – 230, 290, 300, 320, 330, 400, 420, 500, 510, 520, 550
135290 – Agrupamento de Escolas de Monforte – 100, 110, 620, 910
135021 – Agrupamento de Escolas n.º 1 de Beja – 250, 350, 550
145130 – Agrupamento de Escolas Rio Arade, Lagoa – 100, 330, 350, 400, 420, 500, 510, 520, 550, 600, 620, 910
145440 – Agrupamento de Escolas Padre João Coelho Cabanita, Loulé – 200, 210, 220, 230, 240, 250, 260, 300, 320, 330, 350, 400, 420, 500, 510, 520, 530, 550, 600, 620, 910, 920, 930 (Esta escola apesar de não ter ofertas abertas para os grupos 100 e 110 teve uma lista ordenada para estes dois grupos de recrutamento o que é no mínimo estranho)
145221 – Agrupamento de Escolas João da Rosa, Olhão – 110

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Novas da BCE

Em especial para aquelas escolas que não pediram os subcritérios para todos os grupos de recrutamento.

Até ao dia 14 estas escolas “esquecidas” vão ter novamente de o fazer e haverá novamente 3 dias para os docentes se candidatarem a estes horários.

Por este andar no S. Martinho a BCE deve estar concluída.

E ainda faltam 16 agrupamentos que se “esqueceram” de submeter os critérios para qualquer grupo de recrutamento.

E pelos vistos a presente BCE não substitui a anterior e vai correr em complemento e paralelamente ao longo do ano letivo com a anterior BCE.

Já não bastava duas BCE, uma RR, concursos de CE e agora vamos ter outra BCE.

Está gente não bate bem da cabeça.

 

——– Mensagem Original ——–
Assunto: Bolsa de Contratação de Escola
Data: Fri, 10 Oct 2014 21:XX:XX +0100
De: <[email protected]>

Exmo(a). Sr(a). Diretor(a),

Sabendo poder contar com a sua colaboração, pedimos a sua atenção para a informação e solicitação que se segue.

Como é sabido, a bolsa de contratação de escola (BCE) foi introduzida no Decreto-Lei n.º 132/2012, de 27 de junho, através da redação dada pelo Decreto-Lei n.º 83-A/2014, de 23 de maio. Encontra-se prevista no artigo 40.º deste diploma legal, referindo o n.º 1 que se destina aos agrupamentos de escolas ou escolas não agrupadas com contrato de autonomia. Paralelamente, e de acordo com a disposição transitória do artigo 4.º do Decreto-Lei n.º 83-A/2014, de 23 de maio, a sua aplicação estende-se ainda aos territórios educativos de intervenção prioritária (TEIP), às escolas profissionais e às escolas do ensino artístico, até ao ano escolar 2016/2017.

No caso de não ter criado a oferta da BCE para a totalidade dos Grupos de Recrutamento em falta, independentemente dos procedimentos que tenha realizado anteriormente ou não na plataforma electrónica do SIGRHE, no seu Agrupamento de escolas/escola não agrupada, importa desde já fazê-lo com a maior brevidade possível.

Deverá, para o efeito, aceder à aplicação informática que se encontra disponível a partir de dia 13 de outubro, até às 12h do dia 14 de outubro, na plataforma SIGRHE, criando, durante esse período, as ofertas para todos os grupos de recrutamento em falta, lecionados no agrupamento de escolas/escola não agrupada que dirige.

Após esse período, decorrerá o prazo legal de três dias úteis para que os candidatos manifestem as suas preferências e preencham os diversos campos face aos subcritérios disponíveis para cada grupo de recrutamento.

Estando estas fases do procedimento concluídas, deverá selecionar os candidatos a partir das listas ordenadas que lhe serão disponibilizadas, devendo estes registar a respetiva aceitação e apresentar-se nas escolas no prazo legal. Serão dados em breve esclarecimentos específicos sobre este processo de seleção.

Informa-se ainda que a presente BCE não substitui a anterior, de que resultou já a publicação das listas de ordenação dos passados dias 26 de Setembro e 3 de outubro, correndo ambas complementar e paralelamente ao longo do ano letivo.

Por último, remete-se em anexo um ficheiro demonstrativo do procedimento.

Com os melhores cumprimentos, agradecendo antecipadamente a sua melhor colaboração,

10 de outubro de 2014

A Diretora-Geral da Administração Escolar
Maria Luísa Oliveira

 

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Mas Alguma Alma Caridosa Queria o Lugar Dele?

… a não ser o Casanova.

Mas como a coligação PSD/CDS anda bastante conflituosa essa poderá ter sido a recusa de Pedro Passos Coelho para a sua demissão.

 

crato

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A Revolta dos Esquecidos – 4º e 6º Escalão

Com as recentes notícias sobre mais um congelamento de carreira em 2015 há um grupo de docentes que desde 2010 já devia ter progredido de escalão e ainda se mantém no mesmo escalão dessa altura.

Estou a referir-me aos docentes do 4º e do 6º Escalão que em 2010 completaram o tempo de serviço para progressão ao escalão seguinte e todos os demais requisitos, mas por a sua avaliação ter sido apenas de Bom ficaram impedidos dessa mudança de escalão porque até hoje ainda não foi publicada a portaria das vagas para a mudança ao 5º e ao 7º escalão.

Esta ainda é uma situação deixada mal resolvida por Isabel Alçada, que Nuno Crato também ainda não conseguiu resolver.

E à semelhança da decisão dos tribunais relativamente aos docentes do índice 245 que foram ultrapassados e que viram reconhecido o direito à progressão desde 2010, julgo que há matéria mais do que suficiente para que os docentes do 4º e do 6º escalão que não progrediram em 2010, por inépcia do MEC em não publicar a portaria das vagas de acesso ao 5º e 7º escalão, possam ter desfecho igual nos tribunais.

Um pequeno grupo de docentes pediu-me para abordar este assunto e perguntar quantos estarão nesta situação e que pretendam seguir com o processo para tribunal.

Não serão muitos, mas a pelo menos 50% deles eles deve ser reconhecida a justiça do direito à progressão ao 5º escalão e 33% ao 7º escalão, desde 2010 (foi definido que 50% dos docentes do 4º escalão com menção de bom poderiam subir ao 5º escalão e 33% dos bons subiriam do 6º ao 7º escalão).

 

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Quem é o Próximo a Demitir-se?

Será que vale a pena continuar a deitar as culpas nos diretores-gerais, nos técnicos informáticos ou chegou a altura dos decisores políticos deixarem definitivamente o lugar?

Porque estes problemas não são apenas técnicos, mas sim de decisões políticas erradas que foram tomadas e que levaram a que estes problemas acontecessem.
 
 

A história do professor que ficou colocado em 75 escolas depois de ter desistido do concurso

 

 

 

Fernando (nome fictício) afirma que o seu caso seria cómico se as consequências não fossem tão graves. Dos 3216 horários que o Ministério da Educação atribuiu esta sexta-feira, 75 ficaram para ele, que não vai aceitar qualquer um. Isso significa que, por causa de um erro, mais de 1000 crianças, no mínimo, ficarão pelo menos mais uns dias sem aulas.

 

Esta sexta-feira, Fernando, professor, ficou colocado simultaneamente em 75 escolas de Portugal Continental. À sua disposição, segundo outras tantas mensagens electrónicas que recebeu da Direcção-Geral da Administração Escolar (DGAE), tinha 53 horários para dar aulas ao 1.º ciclo e 22 como docente de Educação Especial. Uma dupla surpresa: pela fartura de lugares e por não ter direito a qualquer um – desistiu do concurso, a Bolsa de Contratação de Escola (BCE), no dia 16 de Setembro, e insistiu duas vezes com os serviços do Ministério da Educação e Ciência (MEC) para que anulassem todas as suas candidaturas.

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