NEM MAIS UM DIA SEM AULAS!
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Portugal está a assistir à mais caótica abertura de ano letivo de que há memória. Exigimos respostas.
- O ministro da educação e Ciência, Nuno Crato, continua a recusar a única solução rápida para a falta de professores: o preenchimento imediato das vagas em aberto segundo a ordenação nacional de professores. Todos os professores já colocados devem manter-se ao serviço. Todos os que, erradamente, não foram colocados devem reforçar as escolas.
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Colocados os professores no mais curto prazo, fica pendente o lugar do ministro. Com a experiência dos anos anteriores e o desaire total deste ano, não pode ficar nas mãos de Nuno Crato a preparação do próximo ano letivo. O ministro deve ser demitido e substituído.
Assim, apelamos à comunidade educativa nacional que se mobilize, unida, em defesa da escola e do interesse mais importante: o dos alunos prejudicados no seu percurso escolar.
Quinta-feira, 16 de outubro, das 19h30 às 20h30, professores e pessoal operacional, pais e alunos vão reunir-se em defesa destas duas simples reivindicações.
Juntos, ao portão de cada escola onde o ano letivo ainda não decorre normalmente, enviaremos uma forte mensagem ao ministro, através da comunicação social e das redes sociais.
Nuno Crato não sabe e não quer. Tomemos o problema nas nossas mãos.
Nem mais um dia sem aulas, nem mais um dia sem professores!
Arlindo Ferreira (blogue de Ar Lindo)
Belandina Vaz, professora
César Israel Paulo, presidente da Associação Nacional de Professores Contratados (ANVPC)
Henrique Borges, dirigente sindical (SPN)
Paulo Guinote (blogue A Educação do Meu Umbigo)
Rui Martins, presidente da FRAPViseu e membro do conselho consultivo da Confederação Nacional de Pais e Encarregados de educação (CNIPE)
Santana Castilho, professor
Federação Regional das Associações de Pais de Viseu (FRAPViseu)
Precários Inflexíveis – Associação de Combate à Precariedade
(lista em construção)





7 comentários
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Já não era sem tempo. A colocação dos professores deve ser feita única e exclusivamente pela ordenação da graduação, tendo por base a graduação profissional.
Onde está a confap? Ainda não se manifestaram!!!
Aproveitar para exigir a colocação do número mínimo (PELO MENOS) de Assistentes Operacionais (contínuos/auxiliares), dado que em média, existe um défice de 8/9 funcionários por Agrupamento!
ESCOLA PÚBLICA DE
QUALIDADE / CONTRATAÇÃO DE DOCENTES
CONTRIBUTO
1. O Ministério da Educação e Ciência define o cronograma para a requisição de
professores;
2. Na fase de início de ano lectivo a Bolsa de Reserva de Recrutamento (RR) deve ser
utilizada por todas as escolas/agrupamentos independentemente do estatuto de Contrato
de Autonomia ou TEIP;
3. A Bolsa de Contratação de Escola (BCE) podem ser um mecanismo útil para as
Escolas satisfazerem as necessidades residuais de pessoal docente a partir do
2.º período;
4. O subcritério – avaliação de desempenho não representa equidade e justiça, quando
não há aferição de procedimentos a nível nacional, na aplicação das quotas e
nas menções qualitativas/ valores quantitativos;
5. Os agrupamentos devem ser as entidades promotoras das AEC, gerindo os seus
recursos e o processo de contratações de docentes e/ou técnicos;
6. As Escolas públicas garantem em 2014/2015 o acompanhamento dos alunos do 1.º
ciclo, das 08h30 às 17h30, sem encargos financeiros para as famílias.
A autonomia de uma escola pública que se quer de qualidade não passa por abdicar do
compromisso a nível nacional destes pontos, havendo caminho e autonomia para o
desenvolvimento de um projectos educativo com a definição de áreas de
intervenção nas diferentes escolas/agrupamentos.
NOTA: O concurso pela Bolsa de Recrutamento a nível nacional, tendo como critérios a
graduação profissional e o tempo de serviço, teve sucesso e não criou
injustiças.
NEM MAIS UM DIA COM AULAS!
ENSINO DOMÉSTICO JÁ!
A CONFAP só se atira aos professores! Ao ministério, que lhe paga para existir, não põe contrariar! É que lá se ia a boa vida…
Queria dizer >”não pode…” O:)