Como já disse está a ser criada uma base de dados das colocações dos professores em parceria do blog com o José Travado.
Se tenho as colocações em reserva de recrutamento dos últimos anos, mesmo daquele ano letivo em que só o candidato sabia as colocações dos colegas, falta uma informação muito importante para essa base de dados, que é a colocação dos docentes em contratação de escola.
Só os docentes que se candidataram às contratações de escola é que têm acesso aos docentes que foram colocados nesses horários.
Assim, pedia a vossa colaboração para completar essa base de dados com as colocações em contratação de escola nos anos letivos 2011/2012, 2012-2013 e 2013-2014.
As colocações dos horários a que se candidataram encontram-se na aplicação SIGHRE conforme imagens seguintes:
O que vos pedia é que copiassem a informação constante nessas páginas para um documento em excel ou word, da mesma forma que vos pedi para a BCE.
Para ser mais fácil o vosso trabalho podem mudar o limite de visualizações para 500 (desapareceu recentemente o ilimitado 🙁 ) e depois de selecionados todos os horários fazem CRT+C e depois CRT+V numa folha excel ou word. De preferência coloquem um ano letivo em cada folha do excel, visto que as colunas não coincidem entre os vários anos.
Podem depois enviar-me por mail que trabalharei esses dados e elimino as colocações que se encontram em duplicado. No ficheiro que me enviarem coloquem como assunto CE 20XX-20XX GRUPOS XXX e XXX.
Quanto mais informação recolher mais fiável será a base de dados.
Em 2014 aposentaram-se 1127 educadores e professores, sendo este um dos anos com menor número de aposentações na classe docente. Em 2013 foram quatro vezes mais o número de aposentados e em 2012 foram mais do dobro.
A tendência que se verifica é que os docentes estão a prolongar a sua ida para aposentação em função dos cortes e do aumento da idade de referência para o pagamento da reforma. Muitos docentes que se encontram no “último escalão” (atual 9º) pensavam em 1 de Janeiro de 2015 passar para o regime geral, pelo que nessa altura bastaria terem os 4 anos de serviço de permanência nesse escalão de forma a subirem ao índice 370. Com mais um anúncio do congelamento de progressões para 2015, tão cedo isso não irá acontecer.
E presumo que dificilmente venha a acontecer nos anos seguintes.
Ficam aqui os dados que tenho destes 3 anos. Este ano pela primeira vez foi possível que os docentes concorressem aos grupos de recrutamento para que têm habilitação profissional e no quadro deste ano quando refere 220 candidaturas por colocar na RR6 elas referem-se a 218 docentes, porque dois docentes estão em dois grupos de recrutamento ainda sem colocação.
Sobre os anos anteriores 2012/2013 e 2013/2014 o MEC apresentou dados errados, o que não é de admirar.
Se porventura alguém do MEC quiser explicar os dados dos dois anos anteriores, agradeço, porque não batem certos com os meus em nenhum momento das várias reservas de recrutamento. E nesses anos não havia candidaturas duplicadas.
As análises ao Orçamento do Estado para 2015 foram precipitadas, alega o ministro da Educação, uma vez que em 2014 foram feitas várias despesas irrepetíveis. Comparando “orçamento inicial com orçamento inicial”, o financiamento “aumenta ligeiramente” no próximo ano.
O orçamento da Educação para 2015 “merece uma leitura menos precipitada” e “não deve ser comparado com a estimativa de execução de 2014”, pediu o ministro da Educação, Nuno Crato, no início da audição parlamentar sobre o Orçamento do Estado para 2015. É com base nessa comparação que se conclui que o financiamento do Ensino Básico e Secundário cai 704 milhões de euros no próximo ano, face a 2014.
O ministro explicou, depois, essa redução de centenas de milhões de euros. “Para além dos impactos das variações salariais, a execução de 2014 inclui um conjunto de medidas pontuais ‘one off’, não repetíveis em 2015”, nomeadamente os encargos com “rescisões por mútuo acordo”, “compensações por reposicionamento remuneratório ocorrido na carreira docente com efeitos retroactivos”, o programa de “remoção das placas de fibrocimento”, ou amianto, de algumas escolas, e “créditos especiais” que “representam um acréscimo de despesa de 234 milhões de euros”.
Por outro lado, a execução de 2014 inclui ainda “verbas activadas que [em 2015] não aparecem no Orçamento do Estado, onde o orçamento é ajustado (líquido de cativos)”. Além disso, deixa de estar previsto o gasto dos ministérios com ADSE, que no caso do Ministério da Educação representa uma poupança de “50 milhões de euros”, e os encargos relativos à Parque Escolar caem 94 milhões de euros, devido à revisão do plano de negócios e poupanças em obras.
Este caso acontece no agrupamento de escolas do cerco e o candidato fantasma já aceitou a colocação.
Será esta uma das colocações que estão abrangidas pela protecção de dados do candidato, ou é mais um erro informático?
Porque este mail que me chegou dá conta desse problema.
Fiquei colocada num horário de um mês na RR2 que cessou na passada quinta-feira Desde então que o diretor do respetivo agrupamento tenta cessar esse contrato na plataforma de modo a poder regressar à Reserva de Recrutamento. Não consegue. Diz que a plataforma não “deixa” realizar o procedimento, mas que está a tentar comtinuamente.
Estou muito preocupada! Sou prejudicada sem ter culpa… Não regressando à RR, não posso ser colocada novamente, como bem sabe.
O que se passa?? Para quando a resolução do problema, se é que o há??
Na petição pública lançada esta terça-feira, a APM defende a avaliação e consequente ajuste do programa em vigor.
A Associação de Professores de Matemática (APM) lançou esta terça-feira uma petição pública que visa suspender a implementação do programa de Matemática A do ensino secundário, homologado em Janeiro de 2014 e previsto para o próximo ano lectivo. Defende que, em vez de avançar para um novo programa que “contraria profundamente” o actual, o Ministério da Educação (MEC) deve proceder à avaliação do que está em vigor e proceder às alterações e aos ajustes que forem adequados.
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2014/11/candidaturas-eetiradas-das-reservas-de-recrutamento-ate-a-rr6-por-tipo-de-candidato-grupo-de-recrutamento-e-motivo/
Fui trocando correspondência com a escola, tendo me respondido o sr. XXX XXX, e que confirmou a receção dos documentos. Como a conversa iniciou com o assunto “Horário Grupo 620”, dei seguimento ao envio com o mesmo assunto.
Quando as listas foram publicadas no site da escola, reparei que tinha sido excluído e mais 59 candidatos…
Por se tratar de uma surpresa, liguei para a Escola e o sr. XXX XXX, informou-me que não cumpri o aviso de abertura, por não ter colocado no assunto ” G620_H07_06H_TEMP “. No assunto, conforme iniciamos a conversa, constava Horário Grupo 620 e por estarmos na mesma artéria da conversa, assim continuou.
A escola apenas tem um horário para este grupo, não seria por aí motivo de confusão. A informação foi rececionado com sucesso.
De facto, o funcionamento desta escola é o melhor de todas, e por isso consegue despachar concurso da forma mais fácil, tendo para o efeito o mínimo de concorrentes. Sabendo que os cerca de 60 candidatos foram excluídos por razões de natureza semelhante.
A todo o momento se faz candidaturas, envia-se currículos, digitaliza-se comprovativos… e por fim, vive-se a ansiedade para ser colocado e ter a vida com alguma organização. Não esquecendo que tudo é muito precário, temporário e minguado.
É muito fácil para os senhores que estão colocados despachar concurso com mínimo de trabalhos. São tão criteriosos e exigentes, e não tiveram o senso de devolver resposta, alertando para a situação…
Gostaria que o assunto fosse mais visível, e por isso envio para o seu cuidado no seu blogue.
Mais alguém tem recebido resposta do JNP por estes dias?
Boa noite,
Hoje recebi resposta do JNP sobre o fato de não ter sido incluído na realização da pacc do dia 22 julho, segundo o júri da prova, pelo que percebo, mesmo tendo a declaração de presença passada pelo diretor da escola (eu enviei essa declaração ao júri), levando falta pelo vigilante da sala onde a prova se realizou essa declaração deixa de ter valor. Mas eu fui impedido de chegar as salas pela policia que no dia 18 de dezembro ainda não eram 10:30 já estavam a barricar as portas de acesso as salas.
Que posso fazer agora? consegues me sugerir algo, sabes de situações as quais a resposta foi a mesma de JNP que a mim.
Email do JNP:
Cumpre-nos informar que o diretor da Escola Secundária Alves Martins, no dia 18 de dezembro de 2013, enviou o registo da pauta de chamada, em cujo campo referente ao seu nome está assinalada uma falta (F), ao abrigo do número 1, do ponto 3 – Procedimentos a adotar no decurso da realização de cada componente da prova, Capítulo III, PARTE I, do Manual de Aplicação da Prova de Avaliação de Conhecimentos e Capacidades, de 10 de dezembro de 2013. Esta falta foi considerada efetiva pelo Júri Nacional da Prova e ratificada em ata do dia 27 de dezembro de 2013.
Mais se acrescenta que a declaração de presença, constante no Anexo III, do Manual de Aplicação da Prova de Avaliação de Conhecimentos e Capacidades, depende da verificação da presença do candidato, nos termos do disposto do supra citado número 1, do ponto 3, Capítulo III, Parte I, do mesmo Manual, ou seja, do registo de presença do candidato pelo vigilante na pauta de chamada da sala de realização da prova, facto que in casu não se verificou.
Com os melhores cumprimentos,
A Presidente do Júri Nacional da Prova
Susana Câmara e Sousa
Mais uma resposta:
“Mais se informa que, de acordo com a legislação que regulamenta a prova, não existe a figura de «justificação de falta», ainda que fundamentada em razões de saúde ou outras, à semelhança do disposto para provas de conhecimentos, contempladas nos métodos de seleção obrigatórios no recrutamento para o posto de trabalho na Administração Pública e constantes na Portaria n.º 83-A/2009, de 22 de janeiro (cf. artigo 9.º).”
São estas as medidas que as escolas estão neste momento a trabalhar.
Sendo esta uma responsabilidade exclusiva do MEC, só vejo que a solução seja atribuir mais recursos humanos às escolas para compensar na mesma proporção esses atrasos.
Não me parece justa a atribuição de mais tempos letivos aos alunos que se viram prejudicados e muito menos aos professores já colocados que disso não têm culpa.
Jornal i (05-11-2014)
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Como já devem ter reparado ficou numa barra horizontal aqui do blog um iframe que vos remete para o site do José Travado.
Se colocarem o vosso número de candidato e o grupo de recrutamento serão redirecionados para as listagens do http://bce.cidadeweb.net/ que contêm todas as listas das Bolsas de Contratação de Escola.
A pareceria do blog com o José Travado vai também no sentido de em breve ser possível constituir uma base de dados das colocações de todos os docentes dos últimos anos (com exceção daquelas que nunca se tem conhecimento oficial, como sejam as contratações de escola e grande parte das BCE).
Este é um projeto que já ando a pensar há bastante tempo, mas que por falta de competências técnicas nunca o consegui desenvolver. E assim, nada melhor do que em parceria procurar fazer esse trabalho e o José Travado é a pessoa certa para o produzir.
Pode demorar tempo a concretizar-se, mas o projeto ainda agora começou.
A direção-geral da Administração Escolar quer reunir com os sindicatos para preparar colocações do próximo ano “com tempo”.
A Direção-Geral da Administração Escolar (DGAE) disse na sexta-feira que os encontros para preparar os concursos de professores para o próximo ano vão começar “muito proximamente”. Desta forma, a tutela, que não respondeu ao DN sobre estas reuniões, espera evitar os atrasos e os erros nas colocações dos docentes que se verificaram este ano.
Na sexta-feira, a Federação Nacional de Educação (FNE) reuniu com a nova diretora-geral da DGAE – o anterior demitiu-se por causa dos erros na Bolsa de Contratação de Escola – e pediu as reuniões de preparação do próximo ano letivo começasse em breve. Um pedido que o secretário-geral da FNE, João Dias da Silva, referiu, após a reunião, ter sido “acolhido positivamente pela diretora-geral”. Agora o sindicalista espera que o “proximamente”, seja ainda este mês. “Os concursos têm de ser lançados o mais tardar até ao final de janeiro, por isso, a discussão da forma como eles vão ser feitos tem de começar agora, para que as coisas sejam feitas com tempo”.
Três dias antes (na terça-feira 28 de outubro) a plataforma de sindicatos, numa reunião semelhante com a diretora da DGAE, Maria Luísa Oliveira, também pediu que se avançasse com a preparação do próximo ano. Mas este grupo, do qual faz parte a Fenprof, não recebeu qualquer resposta. “Dissemos na reunião que pretendíamos uma abertura do processo negocial para os concursos de 2015 e não tivemos nenhum feedback”, explica Luís Lobo, dirigente da Federação Nacional dos Professores (Fenprof).
Constitui uma Comissão de Acompanhamento que visa acompanhar o procedimento de apuramento dos factos constitutivos do direito à compensação financeira dos docentes cuja colocação foi anulada no âmbito da bolsa de contratação de escola no ano letivo de 2014-2015
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E disso também já dei conta aqui no blog, achando que nestes casos o docente deveria regressar à Reserva de Recrutamento.
Bom dia colega!
Preciso de ajuda para solucionar o meu caso, que considero injusto e ilegal.
Sou professora contratada e no dia 24 de outubro obtive uma colocação em BCE. Desloquei-me à escola e o seguinte subcritério – “Dinamizou e participou em Projetos e Atividades inovadoras, no âmbito do Projeto Educativo de AE/ENA (TEIP e/ou escolas com contrato de autonomia), nos últimos 5 anos letivos que permitiram a promoção do sucesso educativo?” – não foi validado pois eu respondi “sim”, uma vez que considerei que se referia a qualquer AE/ENA, mas a Escola achou que o subcritério apenas se referia a AE TEIP e/ou escolas com contrato de autonomia. A minha interpretação deve-se ao facto de em outros subcritérios quando se trata apenas de AE TEIP e/ou com contrato de autonomia, não aparece entre parenteses, mas de modo muito claro, como no seguinte caso, sem margem para dupla interpretação: “Ter experiência profissional na coordenação de projetos no âmbito da Solidariedade e Cidadania, nos últimos 4 anos, em Agrupamento TEIP/Contrato de Autonomia?”.
Deste modo, não me restou alternativa. Tive de fazer a aceitação na plataforma e a Escola colocou a seguinte indicação: “Dados não comprovados”. O que se seguiu foi uma situação de extrema injustiça pois fiquei sem colocação e ainda fui retirada da RR, constando da lista de retirados pelo motivo “Aceitação em BCE”.
Contactei a DGRHE, via telefone, e a informação que obtive foi de que nessas situações os candidatos não voltam à RR, apenas permanecem na BCE (se não tivesse aceite, na plataforma, ficaria impossibilitada de obter qualquer colocação no presente ano letivo).
O que é caricato, pois sei de casos de colegas que, exatamente nas mesmas circunstâncias que eu, voltaram à RR. Mais ainda, no site da DGRHE há uma circular, Nº B14024576Q, datada de 12/09/2014, que faz as seguinte referências:
“12.5. Isenção de penalização – Os candidatos não serão penalizados por não aceitarem a colocação em bolsa de contratação nos seguintes casos;
a) colocação simultânea em duas ou mais escolas, desde que aceite uma;
b) não validação dos dados da candidatura;
c) impossibilidade de desistência, quando num momento seguinte a uma aceitação surge uma nova seleção.
A ausência de penalização ocorre até ao final do prazo de aceitação.”
e
“15.2. PERMANÊNCIA NO CONCURSO – Nos termos do n.º 3 do artigo 36.º do Decreto-Lei n.º 132/2012, de 27 de junho, na redação em vigor, apenas a colocação em contratação de escola implica a retirada da reserva de recrutamento. Nas demais possibilidades o docente pode sempre continuar a concurso (RR/BCE/CE) para completamento de horário e/ou acumulação. Assim, os candidatos podem regressar à RR e BCE, para efeitos de nova colocação.”
Também, no site da FENPROF encontra-se a informação de que a FENPROF esteve presente em 5 de setembro de 2014, pelas 14:00 horas, numa reunião, agendada a seu pedido, com o Diretor-Geral da DGAE, a fim de aí procurar apresentar propostas com vista à resolução ou atenuação dos problemas mais prementes identificados. Pelo que é dada a seguinte informação:
“Regresso dos docentes à reserva de recrutamento no final de contratos temporários que tenham eventualmente celebrado no âmbito de colocação obtida em sede de contratação de escola ou Bolsa de Contratação de Escola. A DGAE aceitou o retorno do docente no caso de a colocação temporária decorrer da Bolsa de Contratação de Escola, mas não no caso de a contratação temporária resultar da contratação de escola.”
Perante tudo isto, porque é que não volto à RR? Será que esta injustiça vai continuar? O que devo fazer?
Menores são castigados quando falam português nas creches e ATL. Ministra da Família aplaudiu, no Facebook, decisão de um diretor de turma de proibir o uso da língua portuguesa
… porque se é a primeira vez que estou no 1º ciclo também me ajuda que não seja com turma atribuída e por isso o apoio acaba por ser recíproco.
E esta experiência faz com que perceba de facto como é difícil trabalhar neste nível de ensino.
E só quem não passe por aqui é que nunca vai perceber o nível de desgaste que os professores do 1º ciclo têm ao longo do ano letivo.
Porque para além de um horário superior em 400 minutos letivos semanais aos restantes níveis de ensino não há artigo 79º que permita aliviar o esforço do tempo de trabalho a partir dos 50 anos. E não deve ser fácil que alguém chegue de perfeita sanidade mental aos 60 anos para passar a usufruir de 5 horas semanais dessa redução, mesmo que existam dois anos em que se possa pedir a dispensa total da componente letiva para fazer outras coisas que muitas vezes exigem mais esforço do que a própria componente letiva.
Podia não ter arriscado este nível de ensino e tinha logo na primeira reserva obtido colocação no meu grupo de recrutamento, mas como gosto de desafios novos…
Erros na bolsa de contratação e mudanças obrigatórias por falta de turmas já totalizam mais de cinco mil mexidas, que só prejudicam os alunos, dizem pais e diretores.
Desde que as aulas começaram, pelo menos 5140 professores já mudaram de escola. E a dança das cadeiras parece estar longe do fim: ainda está a decorrer o prazo de 30 dias em que os últimos contratados podem rescindir e mudar de sítio e também já começou a fase das permutas entre docentes. Uma rotatividade que, dizem os pais e diretores, não traz estabilidade às escolas e prejudica os alunos.
A maior parte dos professores que já tiveram de mudar de lugar (4360, segundo as contas feitas pelo professor Arlindo Ferreira, do blog Arlindovsky) são do quadro e ficaram sem turmas na escola onde estavam colocados, tendo que concorrer a outras escolas, ou então queriam mudar para ficar mais perto de casa. Os restantes 780 são aqueles docentes que segundo o Ministério da Educação e Ciência (MEC) estavam colocados na primeira Bolsa de Contratação de Escola, perderam o lugar e mais tarde acabaram colocados noutro local.
A Associação Nacional dos Professores Contratados (ANVPC) admite que os números não são claros: “Nem sei dizer quantos professores foram colocados”, aponta o presidente, César Israel Paulo. Mas uma coisa é certa, “quase todos os dias há professores a mudar de escola”.
Esta mobilidade constante ao longo do ano letivo não agrada nem a pais nem a diretores, que pedem alterações na legislação. “Não conheço outra carreira da função pública onde os profissionais possam andar sempre à procura da oferta que mais lhes interessa”, aponta o presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap). Jorge Ascenção critica o modelo atual por “permitir a instabilidade nas colocações, que não é nada boa nem para as escolas, nem para os professores e muito menos para as crianças”.
Professores contratados com mais 50 anos sem direito a redução de horário dada aos efetivos.
O recurso a professores contratados anos a fio sem entrarem nos quadros faz com que muitos tenham mais de 50 anos, idade a partir da qual os docentes efetivos têm direito a uma redução no horário, ao abrigo do artigo 79 do Estatuto da Carreira Docente.
Muitos destes docentes contratados – que segundo o blogger Arlindo Ferreira são já 750 – têm solicitado a redução da componente letiva junto do Ministério da Educação e Ciência (MEC), que tem recusado os pedidos. Isto apesar de o texto da lei não referir que o artigo se aplica apenas a docentes do quadro.
Poucas horas depois da reunião com a nova diretora-geral da Administração Escolar, o secretário-geral da FNE anuncia que muito proximamente haverá reuniões na DGAE para preparar, com tempo e sem sobressaltos, os concursos de professores em 2015.
No comentário da semana João Dias da Silva dá conta do resultado deste encontro, nomeadamente, no que diz respeito ao ponto de situação relativo às compensações, no âmbito da BCE, e ao processo de permutas, onde a novidade é que há já situações em fase de despacho.
Poucas horas depois da reunião com a nova diretora-geral da Administração Escolar, o secretário-geral da FNE anuncia que muito proximamente haverá reuniões na DGAE para preparar, com tempo e sem sobressaltos, os concursos de professores em 2015.
No comentário da semana João Dias da Silva dá conta do resultado deste encontro, nomeadamente, no que diz respeito ao ponto de situação relativo às compensações, no âmbito da BCE, e ao processo de permutas, onde a novidade é que há já situações em fase de despacho.
no agrupamento de Escolas Alberto Sampaio (Braga) estão a realizar a seleção dos candidatos para os horários de CE de uma forma curiosa e que não vai de encontro ao que está definido na nota informativa de 13/10 enviada para as escolas
.
Envio em anexo o aviso de abertura que colocaram no site para um horário do grupo 500, onde é feita referência a “tranches de 5” e onde é apresentada uma fórmula CF=(GP0,5)+(AC0,5). Também neste Agrupamento parecem ter estado alheios ao que se passou na BCE depois de tanto ter sido noticiado.
É também curioso que o aviso de abertura, para o horário do grupo 500, contenha anotações manuscritas onde é possível ver pontos de interrogação na zona onde é feita referência às tranches de 5 candidatos e também na zona relativa à fórmula.
Entretanto já saiu a lista de ordenação final do grupo 500 que é outro tesourinho pois misturam o método utilizado no passado com o que está definido na nota informativa de 13/10. A mim parece-me que entretanto a escola aplicou a fórmula correta mas apenas à primeira tranche de 5. Envio em anexo os documentos referidos.
O mesmo se passa no concurso para o horário do 550 no entanto, neste caso, ainda não foi divulgada a lista final de ordenação.
Contactei a DGAE há uns dias atrás, antes de ser publicada a lista de ordenação final do grupo 500, e a senhora que me atendeu confirmou que este ano não se podem usar as tranches de 5 candidatos pois dessa forma a graduação profissional teria um peso superior ao da avaliação curricular.
… e cálculo da fórmula em CE com o erro de Nuno Crato mesmo depois de tanta notícia sobre o assunto.
Na plataforma da DGAE encontra-se em concurso, um horário de 5 horas anual do grupo 500 no Agrupamento de escolas Professor Lindley Cintra – Lumiar, Lisboa. Os critérios julgo serem um tesourinho contratual. Eu, com quase dez anos de tempo de serviço, não consigo entender como provo num currículo de 5 páginas se planifiquei e apliquei os critérios de avaliação nas escolas/turmas por onde passei. Será que alguém consegue e me pode dar uma ajudinha?
Em anexo enviou o print-screen da oferta.
Como diz lá que anexam o horário para verificarmos incompatibilidades de horário e este não se encontra lá, fui à página da escola procurar qualquer coisa relacionado com o assunto. Nada de aviso de abertura do concurso do horário, nada de horário, nada de nada… Mas como estavam lá resultados de horários de outros grupos, abri e espantei-me com as graduações calculadas, de certo, à maneira de Nuno Crato. Anexo também a lista de um horário do grupo 510. Será que os elementos da direção da escola não viram notícias estes meses ou não receberam a nota informativa com a explicação do cálculo da fórmula? Estou incrédula.
Se quiser partilhar no seu blog, esteja à vontade.
No meu ponto de vista a aplicação de concursos devia ter sempre o horário da oferta publicado. Possivelmente a escola pensou que o horário seria anexado na aplicação, mas tal não acontece.
Sobre o calculo da forma dispenso comentários, porque está mais que visto que cada escola procede como bem entender. A impunidade chegou para ficar e pelos vistos basta um pedido de desculpas para tudo continuar igual.