Mais uma agressão a uma Professora…

… e o ministro escreveu sobre o ano de mudança, flexibilização, inclusão, educação cívica… nada sobre este flagelo que é a falta de segurança dentro das escolas. É preciso restabelecer a imagem do Professor na sociedade como um seu membro a respeitar pelo importante papel que nela tem.

Tudo isto se deve, entre outras coisas, à destruição de imagem que se deu a partir do momento que se perderam os professores para ganhar não sei muito bem o quê.

Há que salientar que foi o Agrupamento de Escolas a apresentar queixa na PSP, Senhores Diretores, foi o Agrupamento de Escolas que apresentou queixa, não foi a docente. Está na altura de começarem a ter uma certa vergonha daquilo que algumas pessoas fazem para tentar esconder realidades.

Professora de escola na Madeira foi agredida por aluno

Uma professora de matemática da Escola Básica e Secundária da Ponta do Sol foi agredida por um aluno, ao final da tarde desta quinta-feira. De acordo com a RTP-Madeira, a docente foi assistida no serviço de Urgências da Ribeira Brava, após uma agressão na sala de aula.

Segundo fonte da escola, escutada pela RTP-Madeira, o alegado agressor é um aluno de 18 anos, que frequenta um curso CEF, e que já terá agredido um colega de escola. O estudante estará a ser seguido por um psiquiatra por causa de uma depressão.

A professora, com mais de 20 anos de experiência, apresentava ferimentos na face e na cabeça.

O aluno está suspenso e o estabelecimento de ensino já apresentou queixa junto da PSP, abrindo ainda um processo disciplinar. A escola vai ainda levar o caso ao director regional, que pode expulsar o aluno da escola ou proceder à sua transferência para outro estabelecimento de ensino.

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Experiência-piloto de AEC no 2.° ciclo vai arrancar

A escola armazém a espalhar tentáculos…

Alunos até ao sexto ano com escola das 9 às 17 horas

O princípio da Escola a Tempo Inteiro (ETI) – que permite o prolongamento do horário dos alunos do 1.o Ciclo, através das Atividades de Enriquecimento Curricular (AEC) – vai ser alargado ao 2.o Ciclo.

A intenção não é nova, mas vai avançar no próximo ano letivo, com caráter de experiência-piloto em cerca de dez agrupamentos. O objetivo é generalizar a medida depois de 2022.

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Professores com mais de 60 anos podem deixar de dar aulas

Professores com mais de 60 anos podem deixar de dar aulas

 

Ministério da Educação admite que docentes mais velhos desempenhem outras actividades. Fenprof diz que a medida não é exequível precisamente por causa do envelhecimento.

O Ministério da Educação (ME) admite que os professores com mais de 60 anos possam, se assim quiserem, deixar de dar aulas e passar a desempenhar outras actividades nas escolas. Este é um cenário que a tutela coloca em cima da mesa na nota de apresentação do Orçamento do Estado (OE) 2020…

 

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Curiosamente o dia 14 de Janeiro tem duas marcas importantes em TIC

Foi o dia que o Ministério da Educação anunciou que qualquer docente com uma formação em TIC possa leccionar Informática e o dia em que o sistema operativo Windows 7 (único software licenciado disponível nas escolas) deixa de ter atualizações. ficando a partir de agora os computadores das escolas sujeitos a problemas de vulnerabilidade.

 

Professores de Informática: “Chegou o momento em que qualquer um pode leccionar qualquer coisa”

 

Professores de Informática lamentam que novos critérios de contratação de docentes levem a que o ensino das tecnologias não só sofra com o “equipamento antigo” existente nas escolas como agora terá “docentes pouco preparados”.

 

 

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Tiago falou, perdão, escreveu…

 

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“Definição de Tarefas Moderadas no Ensino” PROVEDORIA DE JUSTIÇA

RESPOSTA À EXPOSIÇÃO/QUEIXA
“Definição de Tarefas Moderadas no Ensino” PROVEDORIA DE JUSTIÇA


Apesar da resposta ainda não contemplar uma solução, a Senhora Provedora de Justiça não deixou de informar qual a evolução da procura de aplicação do Decreto Regulamentar 41/90 e de orientar em que sentido deverão os Diretores interpretar as orientações legais para transformar as “Tarefas Moderadas” em “Componente Não Letiva.”
Desde sempre, como demonstra a menção de vários Diplomas pela Provedoria, aos docentes com dificuldades de saúde era convertida a Componente Letiva em Não Letiva. Eliminou-se o suporte legal que permitia tal Requerimento e deixaram-se as pessoas à mercê da vontade de quem não entende de doença/saúde, porque não faz parte da sua formação, nem da sua função, entender. Logo, as injustiças inevitavelmente foram surgindo. Conflitos desnecessários entre colegas, como tantos outros que surgem nas Escolas, nas autonomias que se concedem, sem preparar aqueles que as vão exercer para os cargos a desempenhar.
Ninguém nasce ensinado, diz o povo, na sua sabedoria. Mas quem se propõe, quem se candidata a governar, a dirigir, deveria ter a noção da responsabilidade que coloca no exercício da função, nas vidas que passa a influenciar e que dependem da forma positiva ou negativa como realizará o seu trabalho.
Solicito aqui aos Senhores Diretores que leiam cuidadosamente a explicação do Senhor Provedor Adjunto e que a apliquem nas Escolas para o bem daqueles que estão impossibilitados de cumprir as funções na sua plenitude.
A vida não poupará nenhum de nós.
Fátima Ventura Brás – Professora do 1.º Ciclo

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Sobre a desqualificação dos professores – Murício Brito

Comentário do colega Maurício Brito.

“Vamos lá ver se nos entendemos: isto é apenas (mais) uma prova do total desnorte das políticas educativas dos sucessivos governos do nosso país. Uma lógica economicista tem sido o denominador comum de todos os responsáveis políticos desde meados da década de 2000. Podem existir (aparentes) divergências entre as principais linhas orientadoras dos diferentes actores políticos que vão surgindo, mas há algo em comum entre todos: o desinvestimento em áreas como a Educação é mais do que flagrante, por mais perdigotos que o agora altivo Centeno ou o “pau para toda a obra” Tiago mandem para o ar. E elevar as obras da Parque Escolar ou os computadores Magalhães dos amigos da J.P. Sá Couto como um bom investimento para o país é continuar a fazer troça de um povo que segue há anos com o maldito cinto apertado, apenas com a falsa ilusão de que hoje ele não magoa: o problema é que todos emagrecemos tanto devido às péssimas opções políticas de quem nos governa que esquecemo-nos que o cinto continua apertado no mesmo buraco, por mais explicações sobre carga fiscal e impostos que nos tentem enfiar pelos ouvidos.

O envelhecimento e a não renovação da classe docente já produziram e continuarão a produzir enormes estragos na qualidade do nosso ensino. Estas mirabolantes soluções encontradas são a prova inequívoca de que os homens que “andam no leme” há muito que não temem em perder toda a vergonha. E a vontade que surge de rir é por nos apercebermos que, por mais que alertemos, ninguém nos ouve. O que é triste, pois a vida não deveria ser sempre a perder.”

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CARTA ABERTA, de formadores … a Técnicos Superiores!

CARTA ABERTA 

De formadores … a Técnicos Superiores!

 

Numa altura em que o Governo diz apostar no ensino profissional, coloca os formadores (técnicos especializados para formação) como o parente pobre deste tipo de ensino ao inseri-los, no âmbito do PREVPAP, na carreira geral de Técnico Superior.

Num passado, não muito longínquo, foram criados grupos de recrutamento para o ensino artístico de música e dança bem como para a Língua Gestual Portuguesa, contudo, para o ensino profissional, em total desapresso por este tipo de ensino, não está equacionada a criação de um grupo de recrutamento para as áreas técnicas, mas antes a substituição do Formador pelo Técnico Superior pois, será nessa carreira que serão inseridos os Técnicos Especializados para Formação que concorreram ao PREVPAP através de concursos já a decorrer na Bolsa de Emprego Público.

Os técnicos especializados para formação, ou seja, aqueles que asseguram a formação técnica dos cursos profissionais nas escolas públicas, candidataram-se ao programa de regularização extraordinária dos vínculos precários da administração pública (PREVPAP) tendo obtido parecer favorável à vinculação através de resposta ao requerimento enviada ao longo dos meses de outubro e novembro.

Os pareceres enviados aos requerentes, referiam o seguinte. “De acordo com o disposto nos n.ºs 2 e 3 do artigo 14.º da supracitada Portaria, a CAB emitiu parecer no sentido de que as funções exercidas a tempo completo no Agrupamento x, correspondem a necessidades permanentes desta entidade e que o vínculo jurídico detido é inadequado ao exercício das mesmas, pelo que se justifica a regularização extraordinária da sua situação laboral através de procedimento concursal, a ser aberto pela entidade acima identificada [DGAE], nos termos previstos pela Lei n.º 112/2017, de 29 de dezembro[i].”

Um técnico especializado para formação é contratado de acordo com o n.º 3 do artigo 38º do  Decreto-Lei n.º 132/2012, de 27 de junho, quando se verificaram necessidades de serviço a prestar por formadores ou técnicos especializados, nas áreas de natureza profissional, tecnológica, vocacional ou artística dos ensinos básico e secundário que não se enquadrem nos grupos de recrutamento a que se refere o Decreto-Lei n.º 27/2006, de 10 de fevereiro.

No dia 23/12/2019, é publicada na página da DGAE (Direção Geral da Administração Escolar) o aviso de abertura dos procedimentos concursais de regularização no âmbito do PREVPAP, na carreira de Técnicos Superiores.

Na nota informativa enviada aos Diretores das Escolas que se destina a orientar os diretores escolares na abertura, publicação e condução do procedimento concursal é referido também que os candidatos serão inseridos na carreira de Técnico Superior, posição 2.

Somos contratados como técnicos especializados com serviço de docência e foi, no âmbito dessas funções, que concorremos ao PREVPAP e que obtivemos parecer favorável. O nosso trabalho consiste no planeamento, preparação, lecionação de aulas e na avaliação de alunos; acompanhamento, orientação  e avaliação da Formação em Contexto de Formação de Trabalho, e das Provas de Aptidão Profissional, acumulando com cargos de Diretor de Curso, sendo estas funções díspares das atribuídas  à carreira de técnico superior, e que de acordo com o anexo n.º 2 do artigo 88 da  Lei n.º 35/2014 de 20 de junho, se revestem do seguinte conteúdo operacional: “Funções consultivas, de estudo, planeamento, programação, avaliação e aplicação de métodos e processos de natureza técnica e ou científica, que fundamentam e preparam a decisão; elaboração, autonomamente ou em grupo, de pareceres e projetos, com diversos graus de complexidade, e execução de outras atividades de apoio geral ou especializado nas áreas de atuação comuns, instrumentais e operativas dos órgãos e serviços; funções exercidas com responsabilidade e autonomia técnica, ainda que com enquadramento superior qualificado. Representação do órgão ou serviço em assuntos da sua especialidade, tomando opções de índole técnica, enquadradas por diretivas ou orientações superiores.”

As nossas funções em nada correspondem às de Técnico Superior, parecendo-nos este um caminho para que a sala de aula seja substituída por um gabinete, onde desempenharemos uma função que não saberemos qual, ou para que alguém, cansado do seu local de trabalho, considere a mobilidade …. Para uma sala de aula.

 

A precariedade continuará, pois, continuaremos sem ter uma carreira assente nas funções que desempenhamos, um grupo de recrutamento, ou uma realidade legal que possibilite, inclusive, a entrada numa carreira dos muitos técnicos especializados para formação, que não concorreram ao PREVPAP, mas que em setembro irão concorrer às centenas de oferta de escola para lecionação das áreas técnicas dos cursos profissionais.

Para além disso, muitas têm sido as dúvidas dos candidatos e Diretores escolares pois, de acordo com o conteúdo funcional da profissão, não é objetivo que nos possa ser atribuída componente letiva.

Coabitarão assim, em ambiente escolar, em reuniões de equipa pedagógica, Professores e Técnicos Superiores com a mesma tarefa: educar e formar jovens. Esta situação configura-se de uma total desconsideração para todos aqueles que estudaram para Professor, ou que se profissionalizaram em serviço, e que hoje estão legalmente habilitados para o exercício de funções docentes, funções essas agora também exercidas, por tempo indeterminado e com reconhecimento de necessidade permanente … por Técnicos Superiores.

Nos, os técnicos especializados para formação, entramos nas escolas porque necessitavam de nós, e permanecemos nas mesmas, por anos e anos porque continuaram a precisar de nós. Contudo, entendemos que existam regras para a integração da carreira de docente, regras essas que queremos que também sejam criadas para nós, através da criação de um grupo de recrutamento para que não continuem a perpetuar-se sentimentos de injustiça e para que o ensino profissional possa, realmente, ser uma aposta ganha para todos os que o escolhem.

Os jovens do ensino profissional também têm direito a que os formadores que lhes ensinam uma profissão sejam pessoas qualificadas e com obrigações ao nível de formação continua, no âmbito das funções que desempenham.

O PREVPAP tem sido assim um programa de injustiças, de soluções avulso e não o que deveria ter sido: um ponto de partida para se repensar serviços, para se repensar carreiras em prol de uma administração pública que realmente dá resposta à alteração da sociedade.

Este é, por isso, um assunto que deveria interessar Técnicos, Professores, Encarregados de Educação e Alunos.

Onde está a modernização da administração pública e a valorização dos recursos humanos da Educação e do Ensino Profissional?

 

Assina:

Um grupo de Técnicos Especializados Precários, futuros Técnicos Superiores sem exercício de funções correspondentes ao conteúdo funcional da profissão onde serão inseridos.

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3.ª edição do Global Teacher Prize Portugal

Inscrições abertas

 

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Alunos em Lisboa e Algarve continuam sem professores no 2.º período

Alunos em Lisboa e Algarve continuam sem professores no 2.º período – Sociedade – Correio da Manhã

Soma dos 20 concelhos mais penalizados totaliza quase mil horários de pelo menos oito horas semanais.

Lusa 8 de Janeiro de 2020 às 15:00

Alunos de escolas da Grande Lisboa e do Algarve continuam sem todos os professores atribuídos no arranque do segundo período de aulas, que começou esta semana no ensino básico e secundário.

Os dados constam de um estudo realizado pelo blogue do professor Arlindo Ferreira, especialista em Estatísticas da Educação, que foi esta quarta-feira divulgado.

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Professores de Inglês a dar aulas de Português e os de História a dar Geografia: falta de docentes leva Ministério a medidas urgentes

Expresso | Professores de Inglês a dar aulas de Português e os de História a dar Geografia: falta de docentes leva Ministério a medidas urgentes

O Ministério da Educação reconhece que há escolas em “determinadas zonas geográficas” a sentir “constrangimentos” na substituição de professores para lecionar Português, Inglês, Geografia e Informática para o 3º ciclo e ensino secundário. E face às dificuldades decidiu alargar os requisitos exigidos para dar aulas para que os diretores tenham mais facilidade em encontrar substitutos.

As novas orientações com os “reajustamentos” admitidos foram emitidas pela Direção-Geral da Administração Escolar (DGAE) e, embora não refiram as zonas geográficas mais afetadas, sabe-se que é nas regiões de Lisboa e do Algarve que as dificuldades são maiores. Ao longo de todo o 1º período, houve turmas inteiras a não ter aulas a uma ou mais disciplinas devido à dificuldade em encontrar profissionais disponíveis para os horários que ficam livres na sequência de baixas médicas ou pedidos de mobilidade.

A disciplina de Tecnologias de Informação e Comunicação é uma das mais afetadas pela falta de professores disponíveis nas listas de recrutamento, onde as escolas começam por tentar encontrar docentes quando surgem necessidades ao longo do ano letivo.

Orientações inéditas e temporárias

De acordo com a mesma a nota informativa, quando não conseguirem encontrar professores profissionalizados nesta área, as escolas podem recorrer a docentes dos seus quadros de outras disciplinas ou a contratados, bastando para isso que sejam “formadores na área de informática” ou apenas que tenham concluído “ações de formação destinada a professores” que incidiam sobre conteúdos das TIC e que sejam reconhecidas pelo conselho científico-pedagógico da formação contínua.

No caso da disciplina de Geografia, o Ministério admite que as aulas sejam dadas por professores de História, desde que tenham feito um estágio pedagógico na área em falta ou que sejam “titulares de adequada formação científica”. Ou seja, não precisam de ter um mestrado em Ensino de Geografia no 3º ciclo e secundário.

Os mesmos requisitos são admitidos para suprir a falta de professores de Português. Se tiverem a “adequada formação científica” – a nota não especifica mais do que isto -, podem dar esta disciplina docentes de Francês, Inglês, Alemão ou Espanhol. O mesmo se prevê para o grupo de Inglês.

As informações da DGAE foram divulgadas em blogues de Educação como o “Com Regras”, de Alexandre Henriques. “Se isto não é nivelar por baixo a docência e o ensino, não sei o que será”, comenta este professor. Já Arlindo Ferreira, autor do blogue DeAr Lindo, tem dúvidas que este alargamento dos critérios vá resolver os problemas.

Admitindo que as dificuldades estão circunscritas a algumas regiões do país, o também diretor do Agrupamento de Escolas Cego do Maio, na Póvoa de Varzim, sublinha que este tipo de orientações emanadas a meio do ano é inédito e mostra como os problemas na substituição de professores este ano letivo atingiram dimensões muito maiores do que no passado recente.

Na nota da DGAE, explica-se ainda que estas medidas têm “natureza temporária” e que vigoram “exclusivamente” até ao final do presente ano letivo.

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Horários em Contratação de Escola entre 15 e 20 de Janeiro

O próximo quadro apresenta os horários que estão em concurso neste momento e que têm prazo de fim de candidatura entre o dia 15 e 20 de janeiro.

Ao todo são 238 horários e assinalei a vermelho os distritos com mais horários, assim como os grupos com mais pedidos.

Lisboa tem quase metade dos pedidos e Setúbal pede 1/4 dos horários totais. Apenas Lisboa e Setúbal têm 3/4 de todos os pedidos.

Inglês, Geografia e Informática são os grupos de recrutamento com mais pedidos. Destaca-se o grupo 330 – Inglês no distrito de Lisboa com 31 horários em concurso.

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É apenas um reforço de medidas de gestão do corpo docente

O ME emitiu um comunicado a explicar porque vai colocar professores com formação contínua em TIC a lecionar a disciplina, professores de História a lecionar Geografia e Professores do 2.º Ciclo a lecionar ao 3.º Ciclo e secundário. Como pai estou preocupado, como professor sinto-me usado (para não dizer pior…).

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PREVPAP – Perguntas frequentes (FAQs)

PREVPAP – Perguntas frequentes (FAQs)

 

 

Documento aqui

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Começaram a bater nos juízes…

Foi de imediato detida e aguarda para ser presente a juiz de instrução para primeiro interrogatório judicial.

Juíza agredida pela mãe de uma criança durante audiência

A mulher também arranhou a procuradora do Ministério Público e destruiu tudo o que conseguiu no gabinete durante uma audiência no Tribunal de Menores

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Propostas de alteração ao OE do PAN

Em 150 propostas de alteração ao OE 2020, duas com relação à Educação. Pouco… quase nada. É caso para dizer que, não sou…

Reforço de Psicólogos nas Escolas Públicas

Revisão do rácio dos auxiliares de acção educativa

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Nota Informativa sobre Necessidade Temporárias

 

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Nova Voz aos Professores – VozProf

Um novo blog na área da Educação Portuguesa, VozProf.

 

 

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Professora e Assistente Operacional agredidas por mãe de aluno

Mata-se dois coelhos com uma cajadada só. Mãe bate em Professora e Assistente Operacional dentro da escola.

Do ministro ou do seu ministério não se ouve palavra. Nem botão de pânico, nem crime público, nem, mesmo, aulas de defesa pessoal. Silêncio… Aceitam a violência sobre os seus funcionários com a normalidade com que aceitam a luz do sol ao raiar do dia. Quando alguém morrer (o diabo seja cego surdo e mudo) virão condenar o ato, apresentar condolências, oferecer beijos e abraços aos familiares, nada mais que isso.

Professora e assistente operacional agredidas por mãe de aluno dentro de escola

Uma professora e uma assistente operacional foram agredidas esta tarde de terça-feira dentro da Escola Básica da Bela Vista, em Setúbal, pela mãe de um aluno. A docente recebeu tratamento no Hospital de São Bernardo, para onde se deslocou pelos próprios meios e a assistente operacional recusou qualquer assistência.

O caso ocorreu às 15.40 horas quando a agressora, mãe de um aluno, se deslocou à escola alegando que a professora bateu no filho no recreio da escola Ao que foi possível apurar junto de fonte oficial da PSP, a docente tinha separado dois alunos que se envolveram em agressões no recreio da escola durante a manhã, pelas 11 horas.

Um dos alunos, quando chegou a casa pela hora de almoço, queixou-se à mãe que a professora o tinha agredido, o que fez com que esta se dirigisse à escola para confrontar a docente.

Às 15.40 horas, a mãe do aluno entrou no recinto escolar e após localizar a professora, agrediu-a com pelo menos uma chapada. Várias pessoas que assistiam à cena socorreram a vítima, separando as duas e foi nesse momento que uma assistente operacional foi também agredida pela agressora.

A PSP deslocou-se à escola e quando chegou ao local, já a agressora se tinha ausentado do local.

Os agentes recolheram testemunhos que permitiram identificar a suspeita, mas não a localizaram. Essa diligência será realizada apenas após queixa formal apresentada pela vítima na esquadra.

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Municiplízação vai sair cara aos municípios…

Que se desenganem os senhores presidentes das câmaras, se julgam que vão engordar os orçamentos  com os dinheiros transferidos pelo governo para a Educação.

A prova está num estudo realizado pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região Norte. Os 68,19 milhões de euros transferidos para as câmaras pelo governo não foram suficientes para arcar com a despesa inerente. Gastaram 116,3 milhões de euros, mais 48,11 milões de euros.

Vão na cantiga e ainda vamos andar todos a sustentar a Educação nas escolas deste país.

Autarquias do Norte gastaram em Educação mais 48 ME do que receberam do Estado

“Em 2018, o montante global do FSM distribuído aos municípios do Norte foi de 68,19 milhões de euros. As despesas elegíveis reportadas pelos municípios da região atingiram 116,3 milhões de euros, resultando numa taxa de execução de 171%, o que significa que as despesas dos municípios neste domínio são muito superiores às transferências efetivamente recebidas para este fim”, conclui o relatório da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), a que hoje a Lusa teve acesso. O documento refere que, em 2018, “as despesas com o funcionamento corrente do pré-escolar na região do Norte totalizaram cerca de 27 milhões de euros”, sendo de 602,51 euros o “valor médio da despesa por aluno nos municípios da região”. “Já as despesas com o 1.º ciclo do ensino básico ascenderam a 65,9 milhões de euros e o valor médio de despesa por aluno foi de 557,22 euros”, acrescenta o relatório. Quanto a “despesas com professores, monitores e técnicos do 1.º ciclo do ensino básico público”, ligados ao “enriquecimento escolar” [tempo não letivo], a despesa “ascendeu a 7,4 milhões de euros”. Neste caso, foi de 62,55 euros o valor médio da despesa por aluno. As despesas com transportes escolares do 3.º ciclo ascenderam a 15,9 milhões de euros, resultando num valor médio de despesa por aluno de 145,56 euros. Na região, não reportaram despesas desta natureza, os municípios de Bragança, Freixo de Espada à Cinta, Lamego, Lousada, Porto e São João da Madeira. Quando à diferença entre o valor transferido pelo Estado e a despesa efetuada pela autarquia, “em termos percentuais, Mogadouro é o município em que esta diferença é maior”. De acordo com a CCDR-N, apresenta “uma despesa de 481% face ao valor transferido”. “Tanto Bragança como Mondim de Basto executam uma despesa mais próxima da verba transferida, com 102%”, descreve. Comparando o período entre 2016 a 2018, “registou-se um decréscimo de 14 pontos percentuais da taxa de execução entre os anos de 2016 e 2017 e um aumento de 28 pontos percentuais do ano de 2017 para o ano de 2018”. Neste período, “destacam-se a Área Metropolitana do Porto e o Tâmega e Sousa com maior despesa no âmbito do FSM”, com 117 milhões e 45,7 milhões de euros, respetivamente. No Alto Tâmega e Terras de Trás-os-Montes, as despesas “não ultrapassaram os 14 milhões de euros”. O documento assinala que os municípios de Barcelos, Braga, Guimarães, Maia, Matosinhos, Porto, Santa Maria da Feira e Vila Nova de Gaia “foram os que apresentaram maior despesa elegível paga entre 2016 e 2018”. As autarquias com menor despesa elegível paga nestes três anos foram Freixo de Espada à Cinta, Melgaço, Miranda do Douro, São João da Pesqueira, Vila Nova de Foz Côa e Vimioso. O Relatório, elaborado com base na informação prestada pelos municípios, enquadra-se no apoio prestado pela CCDR-N à Administração Local, no contexto da Lei do Orçamento de Estado e do Decreto-Lei de Execução Orçamental, que atribui às CCDR a responsabilidade de verificar a demonstração, a nível regional, a realização de despesa elegível das verbas do FSM.

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Greve nacional na função pública no dia 31

Depois da FENPROF e dos sindicatos ligados à CGTP, vem agora a FESAP com a cereja no cimo do bolo.

Fesap anuncia greve nacional na função pública no dia 31

Proposta do Orçamento do Estado para 2020 é considerada “ofensiva” e “inaceitável”.

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Redução dos salários dos políticos e alojamento para professores

São as propostas de alteração, do Chega, ao OE2020.

Chega vai propor redução de 5 a 7,5% nos salários dos políticos e vota contra o Orçamento

Na discussão na especialidade, André Ventura vai propor subsídios de risco para polícias, de alojamento para professores, revisão e descongelamento das carreiras médicas. Deputado diz que OE 2020 abre as portas à crise financeira.

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III Festival Internacional de Cartoon Escolar

 

 

 

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S.T.O.P | Faltam 1082,45 € Para Atingir Os 8000 € E Levar O ME Ao Tribunal Europeu | ComRegras

S.T.O.P | Faltam 1082,45 € Para Atingir Os 8000 € E Levar O ME Ao Tribunal Europeu | ComRegras

 

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PCP insiste em levar Costa a ameaçar a demissão…

Resta saber se outros seguirão o exemplo. Também seria bom que deixassem de parte as agendas escondidas e pusessem as pessoas à frente das politicas.

Para palhaçada, já bastou o que se passou no ano passado.

Partido Comunista insiste na contabilização integral do tempo de serviço dos professores.

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Manuais gratuitos para todos? O castigo ideológico – Alberto Veronesi

Manuais gratuitos para todos? O castigo ideológico – Alberto Veronesi

Por estes dias, a Provedora de Justiça veio a público “pedir” que o programa de manuais gratuitos no ensino público fosse alargado aos alunos carenciados do ensino privado ou cooperativo. Foi até recomendada a alteração legislativa, segundo a provedora, para assim responder a queixas várias apresentadas por cidadão, associações e instituições que questionavam a constitucionalidade da lei actual, uma vez que este programa é limitado aos alunos da rede do ensino público.

Houve mesmo quem pedisse a inconstitucionalidade mas, neste caso, a provedora considera que a medida não infringe os valores fundamentais da Constituição. Ora é exactamente aqui que me parece que a provedora devia ter enviado o assunto para o Tribunal Constitucional.

Quando a provedora refere os alunos carenciados do ensino privado, eu até consigo perceber o alcance da sua ideia, mas não posso deixar de reparar que não refere os alunos não carenciados do ensino público. Na realidade, o que se quer com a medida é castigar ideologicamente todos os pais e respectivos alunos que optem por colocar os seus filhos no ensino privado.

Um aluno é sempre um aluno numa escola portuguesa e, portanto, a medida de diferenciar, discriminando os que optam pelo ensino privado parece-me ser inconstitucional. Não é justo, ideologias à parte, quando um governo pretende, através de leis e portarias, beneficiar uns em detrimento de outros. Neste caso, beneficiar os que optam pelo ensino público.

A medida é, ano após ano, anunciada como uma enorme benevolência do governo, escondendo sempre os meandros da questão: a oferta que é um empréstimo, os atrasos nos pagamentos às livrarias, os atrasos na entrega aos alunos… Enfim, uma prenda envenenada, mas muito popular.

Gostava de perguntar à Sra. Provedora se não acha injusto que uma família que faz o sacrifício de colocar o seu filho numa escola privada fique sem a possibilidade beneficiar da medida? Gostava também de perguntar se não acha injusto que uma família, com uma capacidade financeira acima de média, que tem o seu filho no ensino público, possa beneficiar com esta medida? Será que a primeira família não paga impostos e por isso não tem direito aos manuais? Será que o segundo exemplo, mesmo sem necessidade, deve ter direito aos manuais?

A resposta a estas duas perguntas é uma só: Trata-se de um castigo ideológico.

Será que as famílias, através dos seus impostos, não financiam o sistema público? Claro que financiam. Então por que é que umas têm direitos e outras não? Trata-se de um castigo ideológico.

Adoro ouvir apregoar os direitos e as igualdades com que o Estado tem de tratar os seus cidadãos, mas já percebemos que, para quem nos governa, essa igualdade é muito relativa, pois geralmente termina onde a liberdade de escolha dos cidadãos começa. És livre enquanto alinhares nas nossas escolhas e ideologias, assim que desalinhes perderás os teus direitos.

O justo seria todos os estudantes serem abrangidos por esta medida, não olhando ao tipo de ensino pelo qual optaram pois aí trata-se de uma liberdade de escolha e não podemos ser castigados por ela.

Cada aluno que não estuda no ensino público está a poupar aos cofres do Estado cerca de 3500 euros/ano e, ainda assim, perde o direito aos manuais. Parece-vos justo?

Há que despir a roupagem ideológica de diabolizar tudo o que é privado. É uma questão de liberdade. O Estado não é dono das pessoas, do seu trabalho, nem dos impostos do seu trabalho. Deve, sim, geri-los com equidade e igualdade.

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Universalização do pré-escolar ainda não é uma realidade

 

Foi promessa eleitoral de quase todas as forças politicas na última ronda de promessas, em setembro/ outubro.

Falta de vagas para crianças de três anos desclassifica Portugal, mas vai haver mudanças em breve

Se for cumprido o que se encontra previsto no Orçamento do Estado (OE) para 2020, Portugal poderá deixar de figurar ainda este ano na “lista negra” dos países que continuam a não ter vagas necessárias para garantir a frequência da educação pré-escolar às crianças com três anos de idade.

É esta, aliás, uma das características destacadas no último relatório da rede europeia Eurydice com os Números-chave sobre a Educação Pré-Escolar e Cuidados para a Infância na Europa, divulgado na última semana. Cerca de metade dos 38 países analisados neste estudo têm oferta gratuita do pré-escolar a partir dos três anos, Portugal incluído, mas, “em contraste” com o que se passa na maioria dos casos, por cá “ainda se observa uma falta considerável de vagas para este grupo etário”, frisa-se no relatório. Que aponta como explicação para esta situação o facto de o “direito legal” a uma vaga só estar disponível para crianças a partir dos quatro anos.

 

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Os ciclos da História. Onde é que eu já li sobre isto?

 

Conta-se  que, noutros tempos, se “governava” dentro da Assembleia da República e, ao mesmo tempo, se organizava manifestações na rua.

Onde é que eu estou a ver isso e como é que está a acontecer, outra vez, com os mesmos intervenientes?

 

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Cartoon da Semana – Botão de Pânico – Paulo Serra

 

 

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Alunos com necessidades educativas especiais não vão à escola por falta de pessoal não docente

Os alunos com necessidades educativas especiais não vão à escola desde o período de férias do Natal.

É o que está a acontecer numa escola em Évora. O motivo é a falta de pessoal não docente.

 

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Ó Costa, nem IP3 nem evoluções nas carreiras ou vencimentos decentes

“Ao fazer obra no IP3, estamos a decidir não fazer evoluções nas carreiras ou vencimentos” (António Costa)

A frase proferida, há um ano e meio, pelo primeiro ministro caiu por terra. A IP3 não está circulável em condições de segurança (parte da IP3 no sentido Coimbra/Viseu está intransitável há um mês) e o resto está em obras de manutenção do pavimento introdução de separadores e reparação geral de taludes num pequeno troço de 16 km. Esta intervenção não é mais do que uma grande reparação com obras há muito previstas pela Estradas de Portugal para reposição do traçado original.

Quanto à evolução das carreiras, todos sabemos o que nos foi sonegado e que, neste momento, Muitos dos que já subiram de escalão/índice de vencimento, estão a ter esperas de meses para o verem plasmado nos recibos de vencimento. Quanto aos aumentos, ele cumpriu a sua palavra e deu uma esmolinha aos professores e outros funcionários públicos, 0,3% para 2020. Agora, parece que, anda a negociar uma esmola mais alta com os sindicatos para “pagar” a abstenção de uma certa “esquerda”, mas nada de definitivo.

Resumindo: Nem IP3, nem nada mais. Afinal as vacas não voam…

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Ex-ministro chama, para si, a aposentação por 6.247,06€

Fernando Teixeira dos Santos, conhecido ex-ministro das finanças dos governos de José Sócrates, achou que tinha de dar um fim à sua carreira profissional . Pediu a aposentação.

Não creio que vá ter problemas de liquidez ou vá aparecer em público a dizer que a reforma não lhe chega para os medicamentos ou para a renda de casa.

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Cinema Sem Conflitos: “Hurry Up”

Título:  “Hurry Up” | Autores: “Margot Reumont

Na hora do rush, uma multidão de frutas entra no metrô para o ritmo frenético da música. O metro pára abruptamente e os frutos renunciam à sua ânsia aos poucos, começam a adormecer e sonham com um mundo onde crescem em árvores. Mas o metro liga de repente e voltam à dura realidade: o terminal.

Até à próxima semana ou todos os dias em facebook.com/cinemasemconflitos

 

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Lista Colorida – RR16

Lista Colorida atualizada com colocados e retirados da RR16.

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Foram colocados 504 contratados na RR16

Foram colocados 504 Contratados na Reserva de Recrutamento 16, distribuídos de acordo com a tabela abaixo.

Neste momento 12 professores atingiram o seu 4º contrato!

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Reserva de recrutamento n.º 16

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Listas de Colocação Administrativa – 16.ª Reserva de Recrutamento 2019/2020.

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 13 de janeiro, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 14 de janeiro de 2020 (hora de Portugal continental).

Consulte a nota informativa.

 

SIGRHE – aceitação da colocação pelo candidato

Nota informativa

Listas

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Greve nacional dia 31 de janeiro e Cordão Humano a 17 de janeiro

 

FENPROF convoca os professores para Cordão Humano, Manifestação e Greve nacionais

A proposta de Orçamento do Estado para 2020, que agora transita para a fase de debate na especialidade, passa ao lado da Educação. Esta área mantém-se financeiramente estagnada, após uma década em que o financiamento público foi reduzido em 12%.

Neste quadro, as escolas não verão reforçados os seus orçamentos, continuando a debater-se com problemas cada vez mais difíceis de resolver. Também os professores são completamente ignorados pela proposta do governo, visto que esta nada prevê para recuperar o tempo de serviço e resolver outros problemas de carreira, para aceder à aposentação sem penalizações, para resolver os abusos e ilegalidades nos horários de trabalho ou para ser resolvido o grave problema de precariedade que continua a afetar o setor. No que respeita aos salários, os professores, tal como os restantes trabalhadores da Administração Pública, repudiam a provocação dos 0,3%, pois esta “atualização”, depois de 10 anos em que o poder de compra se desvalorizou mais de 16%, provocará uma nova desvalorização. Acresce que esta proposta de Orçamento do Estado prevê, ainda, o aprofundamento do processo de municipalização, que os professores contestam e que a FENPROF considera um erro que deverá ser corrigido.

Face ao conteúdo deste Orçamento do Estado, os professores não podem deixar de manifestar o seu forte protesto, pelo que a FENPROF decidiu convocar todos os docentes para uma grande participação na Manifestação Nacional da Administração Pública, que se realizará em 31 de janeiro, em Lisboa, convocando, ainda, para esse dia uma Greve Nacional de Educadores e Professores.

Entrando, agora, o Orçamento do Estado numa nova fase de discussão, a FENPROF considera que seria inadmissível que a Educação, a Escola Pública e os seus profissionais continuassem fora da agenda negocial entre os partidos. Assim, realizando-se em 17 de janeiro, à tarde, o debate de especialidade sobre Educação, com a presença do Ministro no Parlamento, a FENPROF decidiu realizar um Cordão Humano, a partir das 15 horas desse dia, em frente à Assembleia da República.

 

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Anulação de horários a concurso

Assunto: Anulação de horários

Exmo.(a) Sr.(a) Diretor(a)/Presidente da CAP,

Solicitamos que todos os horários postos a concurso em contratação de escola, ao abrigo do artigo 38.º do Decreto-Lei n.º 132/2012, de 27 de junho na redação em vigor, que não tenham candidato selecionado e cuja necessidade se tenha tornado obsoleta, sejam anulados na plataforma SIGRHE.

Com os melhores cumprimentos,

A Diretora-Geral da Administração Escolar

Susana Castanheira Lopes

 

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Susana Amador dá a sua opinião sobre educação…

2020 e os novos caminhos da proximidade na Educação

2020 será marcado por uma mudança de paradigma na Educação, com o centralismo nesta matéria a diminuir significativamente pelo avanço da reforma da descentralização.

O processo de descentralização responde a exigências constitucionalmente consagradas e dá cumprimento a objetivos de maior eficácia, eficiência e proximidade das políticas públicas.

As autarquias desenvolvem uma contínua expansão da oferta da educação pré-escolar, têm um olhar atento e consequente no parque do Ensino Básico, asseguram alimentação, transporte escolar e promovem o sucesso, com um histórico de experiência acumulada, de bons resultados e de boas práticas, garante acrescido para este processo.

A lei concretiza um modelo de administração e gestão que respeita a integridade do serviço público, a equidade territorial e a solidariedade intermunicipal e inter-regional no planeamento das ofertas educativas e na afetação dos recursos públicos na correção de desigualdades e assimetrias, e a tomada de decisões numa lógica de proximidade.

As novas competências incluem o investimento, equipamento e manutenção de edifícios escolares, alargadas ao Ensino Básico e Secundário; o fornecimento de refeições nos 2.º e 3.º ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário; e o recrutamento, seleção e gestão do pessoal não docente, transferindo-se o vínculo para os municípios.

Este ano, mais de 100 municípios, envolvendo 478 escolas, assumem estas competências, com adequada repartição de recursos humanos e financeiros, porque estão convictos, tal como nós, de que mais uma vez o poder local saberá gerar sinergias, potenciar respostas e ser o poder que importa.

O processo tem de assentar na partilha entre todos os parceiros onde as escolas e os professores são determinantes para esta importante reforma que respeita a sua autonomia, reforçada com a flexibilidade curricular, cumprindo ainda com o princípio da subsidiariedade, procurando-se o nível mais adequado de decisão.

A mudança oferece sempre dúvidas, resistências e medos. É legítimo. Mas como afirma Mia Couto, “o medo é um rio que se atravessa molhado”, por isso temos de fazer a travessia, porque ao fazermos esta reforma serão assegurados melhores níveis de resposta e de proximidade, um garante da igualdade de oportunidades, de justiça social e de solidariedade.

Como decorre da Declaração de Barcelona, “uma cidade será educadora se oferecer todo o seu potencial de forma generosa, deixando-se envolver por todos os seus habitantes e ensinando-os a envolverem-se nela”. A descentralização na educação será sem dúvida a reforma que potenciará esse desígnio indeclinável.

*SECRETÁRIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO

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1% de aumento em 2021. Palavra de Costa!

Este ano ficais com a esmola, 0,3%. Para o próximo ano, prometo 1%,uma verdadeira fortuna… É assim que se repõe a justiça salarial.

Aumento salarial de 1% na Função Pública em 2021, promete Costa

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