Rui Cardoso

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O anjo caído (Diabo) sempre chegou, mas disfarçado…

Uma boa ação não apaga toda uma vida de pecado. O arrependimento tem de ser sincero e sem segundas intenções.

O brilharete que nos querem enfiar pelos olhos a dentro a um mês e meio das eleições não apaga os erros do passado. Ainda estamos para ver a que custo as listas saíram tão cedo este ano. Fala-se em surdina de crédito horário para o desporto escolar e para as turmas do 1.º ano dos cursos profissionais, mas fala-se baixinho para não acordar o monstro.

Catástrofe educativa

Após anos de incompetência na colocação de professores, em ano de eleições legislativas foram todos colocados não só a horas, mas muito antes do tempo previsto. O Governo celebrou – mas, tirando esta medida eleitoralista, Costa pouco mais fez pela educação em quatro anos. Pior: os danos causados por uma política educativa desastrosa são praticamente irreparáveis.

As aulas vão começar a horas, e todos os alunos vão ter professores. Numa amostra da competência que só um ano de eleições pode forçar, o Ministério da Educação terminou o processo de colocação de docentes em meados de Agosto, algo que em outros anos aconteceu muito mais tarde, geralmente com efeitos caóticos.

 

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Acabaram os cortes da Troika… para politicos

Se é que algum dia existiram. É que cortar no vencimento base e aumentar nos subsídios e ajudas de custo pode mesmo dar saldo positivo…

PS e PSD ditam fim ao corte nos salários de políticos

PCP “não se opõe” à medida, BE é contra, CDS não diz. É o último corte dos tempos da troika

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Lista de Colocados e Não Colocados 2019/20 – Casa Pia

 

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Menos 9 mil escolas em 19 anos

A desertificação também se causa através da escola…

 

Portugal perdeu quase nove mil escolas públicas desde o início do milénio

Foram as instituições do 1.º ciclo as mais afetadas. A reorganização da rede escolar, durante o governo de José Sócrates, distanciou as aldeias dos centros urbanos e justificou o fecho de escolas. Mas foi a taxa de natalidade o que mais influenciou o cenário atual, diz a tutela.

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Manifestações de Interesse EPE

Manifestações de Interesse EPE

Manifestação de Interesse – Docente de Estudos Portugueses – Universidade de Santiago do Chile

O Camões, I.P. informa que decorre entre 23 de agosto e 28 de agosto de 2019 o período para apresentação de candidaturas para um docente de Estudos Portugueses ao nível do ensino superior, para a Universidade de Santiago do Chile

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Seleção de um Docente de Estudos Portugueses, Universidade de Belgrado, Sérvia

O Camões, I.P. informa que decorre entre 21 de agosto e 27 de agosto de 2019 o período para apresentação de candidaturas para um docente de Estudos Portugueses ao nível do ensino superior, para a Universidade de Belgrado.

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Manifestação de Interesse – Docente de Língua Portuguesa – Tunísia

O Camões, I.P. informa que decorre entre 21 e 27 de agosto de 2019 o período para apresentação de candidaturas para um docente de português ao nível do ensino secundário, para a Tunísia.

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Audição escrita

Encontra-se disponível a aplicação que permite aos docentes efetuarem audição escrita em conformidade com o disposto no art.º 18 do Decreto-Lei n.º132/2012, de 27 de junho, na redação em vigor.

 

SIGRHE – Audição escrita

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Motoristas e professores – Santana Castilho

 

Motoristas e professores

 

1. Independentemente de todas as considerações colaterais possíveis, é politicamente desonesto não reconhecer a greve como um instrumento essencial para o equilíbrio de forças entre trabalho e capital. Assim foi no último século. Não sei se assim será no futuro, mas sei que não foi assim nesta legislatura. Não foi só agora que o Governo deixou de ser árbitro para ser parte, no que ao diálogo social se refere: recordo os atropelos que cometeu para anular a greve dos professores, a linguagem lamentável do primeiro-ministro quando se referiu aos enfermeiros e à sua greve, a legislação laboral que aprovou sem prévia negociação com os parceiros sociais ou a chantagem que exerceu para conseguir acordos de concertação, preordenados para favorecer os patrões.

O papel de um Governo democrático não é impedir que o direito à greve seja exercido, sob pretexto de garantir (como também deve garantir) a satisfação de necessidades fundamentais dos cidadãos. Arbitrar esta dialética é difícil mas exigível a um Governo de esquerda. Mandar tocar a corneta é mais fácil, mas apanágio do autoritarismo estatal que comummente caracteriza a direita.

Os motoristas que transportam matérias perigosas têm 630 euros de salário-base. Com as horas extraordinárias, este valor pode duplicar. Mas, para tal, sujeitam-se a um horário semanal que ronda as 60 horas, quase o dobro do horário da função pública. O trabalho destes motoristas é crítico na cadeia de valor das petrolíferas, de lucros altíssimos, e volta a ser crítico para o funcionamento de toda a economia. Se são mal pagos em termos absolutos, quando estabelecemos a proporção entre o valor do seu trabalho e a renda do negócio para que trabalham, são miseravelmente explorados. Apesar disto, ficaram isolados contra o resto do país.

Durante a greve fui ficando confuso à medida que me confrontei com argumentos pessoais e institucionais. Li opiniões pragmáticas, análises racionais e análises emocionais. E no fim senti-me simplesmente face ao abismo entre valores e interesses. Tudo visto, há bens e serviços (água, energia, transportes, saúde, por exemplo), cuja provisão devia ser entendida como direito universal dos cidadãos, sujeita a regras restritivas que a protegesse dos conflitos do funcionamento do mercado. Mas … não vale tudo!

2. Marques Mendes venerou Tiago Brandão Rodrigues e a Associação Nacional de Professores Contratados (ANPC) elogiou longamente “a tutela da Educação e a Administração Educativa” por, pela primeira vez nesta legislatura, os professores conheceram a escola onde vão trabalhar no próximo ano duas semanas antes do respectivo início. À míngua de uma política séria de estabilização do corpo docente nas escolas, que dispensaria a dança macabra anual da colocação de professores, será este feito motivo para tecer loas a quem fez o mínimo elementar, muito menos em nome de um grupo de professores desde sempre escravizados por aqueles que agora bajulam?

Para limpar visões toldadas, lembro a última, entre tantas, da louvada “tutela da Educação”. Quer o Estatuto da Carreira Docente, quer a Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas, quer, ainda, o Código do Trabalho, permitem a possibilidade de um trabalhador a tempo completo mudar, a seu pedido, para um regime a tempo parcial. Mas a pequena ditadora Alexandra Leitão não o permite, no seu peculiar estilo de intérprete imperial das leis do Estado. Bem pode a provedora de Justiça clamar pelo cumprimento da lei, que a dona daquilo tudo permitiu que a “bisnaga” de serviço esguichasse esta resposta a um docente que, depois de esperar três anos por uma decisão, viu recusado o seu recurso hierárquico: “na situação em apreço não foi praticado qualquer acto administrativo de indeferimento do pedido de exercício de funções em regime de tempo parcial, na medida em que não houve uma decisão.” Ou seja: objectivamente, o professor há três anos consecutivos que é impedido de passar de tempo integral a tempo parcial, com redução de vencimento; kafkianamente, responderam-lhe que não há razão para recurso hierárquico porque os neurónios lentos da “tutela” ainda não produziram decisão.

Console-se o requerente (professor do Porto), que pior foi a resposta de Bolsonaro, ao mandar um cidadão fazer cocó dia sim, dia não, para diminuir a poluição ambiental.

In “Público” de 21.8.19

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Verbete definitivo, aceitação da Colocação e recurso hierárquico – contratação inicial

Encontra-se disponível a aplicação que permite ao candidato efetuar a aceitação da colocação da contratação inicial, das 10:00h do dia 19 de agosto até às 23:59h de Portugal continental do dia 20 de agosto de 2019.

Pode consultar o verbete definitivo do candidato a contratação inicial.

Caso pretenda interpor recurso hierárquico, a aplicação encontra-se disponível das 10:00h do dia 19 de agosto até às 18 horas de Portugal continental do dia 23 de agosto de 2019.

 

SIGRHE – verbete definitivo, aceitação de colocação e recurso hierárquico

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Comunicado – APROCES, Associação de Professores de Ciências Económico-Sociais

 

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Comunicado – Publicação das listas de docentes um mês antes do início do ano letivo

 

Publicação das listas de docentes um mês antes do início do ano letivo

Estão publicadas no portal da Direção-Geral da Administração Escolar as listas de colocação de professores, cerca de um mês antes do início do ano letivo 2019/2020, o que acontece pela primeira vez nos concursos nacionais. Isto permite aos docentes conhecerem mais cedo as suas colocações e, assim, terem mais tempo para se prepararem para o início das aulas. Por esta mesma razão, os Agrupamentos de Escolas/Escolas Não Agrupadas (AE/ENA) têm igualmente melhores condições para o arranque do ano letivo.
As listas agora publicadas referem-se à mobilidade interna, relativa a docentes do quadro (QA/QE e QZP1), e à colocação inicial, para os docentes contratados.
Na mobilidade interna foram distribuídos mais de 1 700 horários completos e cerca de 400 horários incompletos. Todos os restantes cerca de 13 000 docentes mantiveram a colocação nas escolas onde estiveram no ano letivo anterior.
Cerca de 300 docentes ficaram em ausência de componente letiva, que serão colocados prioritariamente nas reservas de recrutamento. Este é um valor significativamente baixo quando comparado com os anos anteriores.
Na contratação inicial foram colocados mais de 8 600 docentes contratados, dos quais cerca de 5.400 em horários completos. Destes, cerca de 2 200 são renovações de contratos. A manutenção das colocações dos docentes do quadro e a renovação dos contratos dos docentes contratados são um inequívoco sinal de uma maior estabilidade do sistema.
Ao todo, ficaram hoje colocados nas escolas do Ministério da Educação cerca de 24 000 docentes, contando com as renovações.
Os docentes agora colocados na mobilidade interna e na contratação inicial devem apresentar-se nos respetivos AE/ENA no prazo de 72 horas. Contudo, os docentes que não o possam fazer presencialmente por motivo de férias, maternidade, doença ou outro motivo previsto na lei, podem comunicar esse facto ao AE/ENA até ao primeiro dia útil do mês de setembro.
Relembre-se, finalmente, que vincularam este ano, ao abrigo da chamada norma-travão, mais 542 docentes. Durante os quatro anos desta legislatura, cerca de 8 000 professores vincularam aos quadros do Ministério da Educação, o que se reflete de forma determinante no reforço da estabilidade do corpo docente a lecionar nas escolas e uma paulatina e consistente renovação dos quadros.

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4 anos de despesa (da geringonça) com Educação

 

Temos de recuar quase 30 anos para encontrar o momento, antes de 2017, em que a Educação pesou apenas 3,7% nas contas do Estado – foi em 1990, durante a primeira maioria absoluta de Cavaco Silva.Nesta legislatura, a contestação foi subindo de tom e, como é hábito, na linha da frente estiveram os professores, com a bandeira da recuperação dos mais de nove anos de carreiras congeladas. O tema levou a um dos momentos quentes da legislatura, em maio, com a ameaça de demissão do primeiro-ministro se o Parlamento aprovasse a reposição integral desse tempo. Em valores absolutos, Tiago Brandão Rodrigues contou, em 2018, com um orçamento de cerca de 6,4 mil milhões.

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Temos de recuar quase 30 anos para encontrar o momento, antes de 2017, em que a Educação pesou apenas 3,7% nas contas do Estado – foi em 1990, durante a primeira maioria absoluta de Cavaco Silva.Nesta legislatura, a contestação foi subindo de tom e, como é hábito, na linha da frente estiveram os professores, com a bandeira da recuperação dos mais de nove anos de carreiras congeladas. O tema levou a um dos momentos quentes da legislatura, em maio, com a ameaça de demissão do primeiro-ministro se o Parlamento aprovasse a reposição integral desse tempo. Em valores absolutos, Tiago Brandão Rodrigues contou, em 2018, com um orçamento de cerca de 6,4 mil milhões.

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Sobre o Direito à Greve – José Ricardo

 

A última arma de luta laboral que os trabalhadores ainda tinham, a greve, ficou brutalmente ferida de morte. Daqui para a frente não sei o que mais pode restar aos trabalhadores portugueses para lutar pelos seus direitos! Talvez seja a hora de reinventar o paradigma dos protestos de quem legitimamente luta por melhores condições de trabalho e melhores condições de vida.

José Ricardo, Presidente do SPZC

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Lista de Afetação – Madeira

 

Lista de colocações (2019/08/13);

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Pais revoltados com Manuais “ditos” reciclados…

 

 

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Renovação de Técnicos Especializados

 

Na sequência de despacho da Senhora Secretária de Estado Adjunta e da Educação, exarado a 13 de agosto de 2019, comunica-se que será operacionalizada, no âmbito do ano letivo de 2019/2020, a celebração ou renovação de contratos de formadores e técnicos especializados, nas áreas de natureza profissional, tecnológica, vocacional ou artística dos ensinos básico e secundário, estando abrangidas as situações dos trabalhadores que atingiram os três anos de contrato ou duas renovações.

Neste sentido, serão iniciadas, nos próximos dias, as diligências necessárias à formação dos contratos/renovações em apreço.

 

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Poupar trocos com os Manuais Escolares (a legislação não vale nada)

 

Mais uma artimanha à lá Centeno:

A legislação manda distribuir manuais NOVOS aos alunos do 7.° ao 12.° anos no ano letivo de 2019/2020, nomeadamente no Despacho n.° 921/2019, com a seguinte redação:
“Tendo em conta que se estima que a vida útil do manual escolar se prolongue por três utilizações anuais, e que o Estado só pode exigir os manuais que no ano anterior distribuiu gratuitamente, no ano letivo em que a medida da gratuitidade passa a abranger determinado ano de escolaridade, todos os alunos desse ano de escolaridade recebem manuais novos. Desta forma, procura -se organizar o sistema de distribuição e redistribuição, não prejudicando as eventuais bolsas de manuais já existentes, já que esses manuais são considerados e redistribuídos no ano seguinte (e não desaproveitados) ou utilizados para a constituição de bolsas de manuais nas bibliotecas escolar.”

 

Ora, aparentemente, as escolas foram informadas que deveriam inserir na plataforma os manuais dos alunos subsidiados para reutilização. Isto vai levar a que a alguns alunos não sejam distribuídos manuais NOVOS como é referido no Despacho n.° 921/2019.

 

Ou seja, a legislação não interessa nada e o governo faz campanha eleitoral dando mais uma vez gato por lebre!

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Professores poderão reformar-se antecipadamente com menos penalizações a partir de outubro

Foram publicadas, hoje, em diário da republica, as alterações de acesso à reforma antecipada por parte dos Funcionários Públicos. A partir de outubro o fator de sustentabilidade desaparece, permanecendo apenas a taxa de 0,5 por cada mês de antecipação.

Mesmo assim, quem optar por esta possibilidade, poderá perder até 40% do valor a receber como aposentado.

Decreto-Lei n.º 108/2019

Artigo 37.º-A

[…]

1 – Podem requerer a aposentação antecipada, independentemente de submissão a junta médica e sem prejuízo da aplicação do regime de pensão unificada, os subscritores que tenham, pelo menos, 60 anos de idade e que, enquanto tiverem essa idade, tenham completado, pelo menos, 40 anos de exercício efetivo de funções.

2 – …

3 – A taxa global de redução é o produto do número de meses de antecipação em relação à idade normal de acesso à pensão de velhice que sucessivamente estiver estabelecida no sistema previdencial do regime geral de segurança social ou à idade pessoal de acesso à pensão de velhice pela taxa mensal de 0,5 %.

4 – …

5 – Às pensões atribuídas ao abrigo do n.º 1 não é aplicado o fator de sustentabilidade.

 

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Quais as necessidades sociais impreteríveis em causa?

 

O que é uma necessidade impreterível? Quem define uma necessidade impreterível? Com base em que pressupostos?

Professores, enfermeiros, camionistas… todos ele me fazem lembrar um poema de Martin Niemöller, 1933, símbolo da resistência aos nazis, “E não restou ninguém”.

A imbecilização de todo um povo, centrando-o nas suas necessidades individuais, no seu egoísmo e inveja, permite a sua manipulação para o lucro de alguns.

 

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CALENDÁRIO ESCOLAR 2019/2020 – RAM

 

 

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Renovação – Ensino Artístico Especializado da Música/Dança

 

Encontra-se disponível a aplicação que permite às escolas procederem à indicação dos docentes em condições de renovação, em conformidade com o disposto no n.º 5 do art.º 16 do anexo do Decreto-Lei n.º 15/2018, de 7 de março.

A aplicação estará disponível entre o dia 12 de agosto de 2019 e as 18 horas de dia 19 de agosto de 2019.

 

SIGRHE

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A saga do trabalho a tempo parcial continua…

Ainda não foram deferidos os pedidos de trabalho a tempo parcial para os professores que o requereram. Vamos sabendo, a conta gotas, o que se passa e as razões para tal…

 

Recusa de tempo parcial para docentes: ministério alega que não decidiu, apenas informou

Especialistas em Direito Administrativo consideram que posição da Direcção-Geral da Administração Escolar é “inaceitável” e “ilegal”.

 

Ministério da Educação recusa revelar quem chefia o Contencioso da Administração Escolar

Tutela recusa indicar o nome do funcionário que substituiu a actual directora-geral da Administração Escolar na chefia dos serviços de Assuntos Jurídicos e de Contencioso.

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Procedimento concursal para técnicos de Atividades ExtraCurriculares – Guimarães

Sexta-feira, 9 de agosto de 2019, foi publicitado o aviso de abertura do procedimento concursal para recrutamento de técnicos, no âmbito das Atividades de Enriquecimento Curricular (AEC) 2019/2020. O procedimento está aberto pelo prazo de 5 dias (úteis), terminando no próximo dia 19 de agosto (inclusive).

As áreas a que se podem candidatar os interessados são Atividade Física Desportiva, Terapia Ocupacional e Psicomotricidade. Os interessados terão de preencher um formulário eletrónico disponibilizado na página web do município em https://www.cm-guimaraes.pt/pages/1416?announcement_id=47

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Seguro escolar passa a integrar a ida para a escola em bicicleta.

 

O Tiago Brandão Rodrigues, anunciou que a ida para a escola de bicicleta vai passar a estar abrangida pelo seguro escolar.

Mas atenção. Não é para todos. Os professores , AO e AT não estão abrangidos pelo seguro escolar, logo não poderão servir de exemplo aos alunos. Terão de ir a pé ou de carro partilhado. (já se está a fazer umas planificações de partilha).

Também estão a ser construídos estacionamentos para bicicletas em todas as escolas e vão ser contratados mais AO para vigiar as mesmas.

PS: Os alunos com menos experiência terão que ter bicicletas “com rodinhas”.

Fora isso é uma medida de valor…

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Oficio Circular – Progressão na Carreira/Recuperação de Tempo de Serviço/ADD – Açores

 

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PROCEDIMENTO CONCURSAL ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR (AECS) 2019/2020 – ÉVORA

Procedimento concursal para contrataç​ão por tempo determinado, de técnicos para desenvolvimento das Atividades de Enriquecimento Curricular ano letivo de 2019/2020.​

Formulário de Audiência Prévia.pdf

Formulários de Candidatura:

FORMULÁRIO CANDIDATURA – ATIVIDADE FÍSICA E DESPORTIVA.pdf

FORMULÁRIO CANDIDATURA – BRINCAR, APRENDER E CRESCER (BAC).pdf

FORMULÁRIO CANDIDATURA – COORDENAÇÃO ÁREAS ATIVIDADE FÍSICA.pdf

FORMULÁRIO CANDIDATURA – COORDENAÇÃO ÁREAS SOCIOCULTURAIS.pdf

FORMULÁRIO CANDIDATURA – DANÇAS DO MUNDO.pdf

FORMULÁRIO CANDIDATURA – DANÇAS URBANAS.pdf

FORMULÁRIO CANDIDATURA – EXPRESSÃO DRAMÁTICA.pdf

FORMULÁRIO CANDIDATURA – EXPRESSÃO PLÁSTICA.pdf

FORMULÁRIO CANDIDATURA – JOGOS MATEMÁTICOS.pdf

FORMULÁRIO CANDIDATURA – MÚSICA.pdf

FORMULÁRIO CANDIDATURA – YOGA.pdf

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Governo procrastina prazo de resposta a “Questionário de Satisfação” dos Funcionários Públicos

Iniciado no dia de ontem com anuncio de prazo de preenchimento até dia 30 de setembro e anuncio dos resultados antes das eleições legislativas, o prazo, para preenchimento do “questionário de Satisfação” dos Funcionários Públicos, é alterado poucas horas depois do seu inicio. Porque será? Não dava jeito? Deram-se conta que os resultados podiam influenciar, de alguma forma, os resultados das eleições ou que não seria bom que tais resultados fossem anunciados em período de campanha?

O novo prazo de resposta ao questionário sobre os Fatores motivacionais dos trabalhadores da Administração Pública Central é fixado de 15 de outubro a 15 de novembro.

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Sente-se motivado? Gostou de ser aumentado?…

 

A DGAEP lançou a 2.ª edição do questionário de “satisfação do Funcionário Público”.

Entre outras questões procuram saber se  o descongelamento progressivo das carreiras é motivador” e  “hoje mais motivado no trabalho do que há cinco anos atrás”.

É de valor este questionário. De pois de uma legislatura onde nunca antes se tinha visto tantas greves e manifestações de Funcionários Públicos, terem coragem para dar este e querer lançar os resultados pouco antes das eleições.

Têm até 30 de setembro para responder. Deem-lhes com a vossa opinião. Mostrem o quanto estão motivados e felizes com os vossos aumentos às prestações… desculpem não tivemos aumentos, tivemos progressões às prestações.

 

 

Reconhecendo o impacto da motivação/satisfação dos trabalhadores ao nível da produtividade e qualidade do trabalho realizado, do relacionamento interpessoal, interno e externo, dos ambientes de trabalho, da melhoria do desempenho dos serviços, a DGAEP, decorridos 4 anos desde o último questionário sobre esta temática, lança a 2ª edição do mesmo.

A informação a recolher irá permitir efetuar análises comparativas, aferir o grau de satisfação organizacional, bem como identificar os fatores motivacionais mais relevantes para os trabalhadores da administração pública central.

E porque a colaboração dos trabalhadores e dirigentes se afigura imprescindível para a concretização deste projeto, agradecemos o preenchimento do questionário em questão, acessível através do link: http://survey.dgaep.gov.pt/lime/index.php?r=survey/index&sid=446728&lang=pt.

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A Realpolitik e o nepotismo favorecem o populismo – Santana Castilho

A Realpolitik e o nepotismo favorecem o populismo

1. Um grupo de cidadãos pediu que se tomem medidas para impedir eventos neo-nazis no território português, designadamente uma conferência nacionalista promovida por organizações de extrema-direita, programada para 10 de Agosto, em Lisboa. Segundo o Expresso, é Mário Machado (cujo envolvimento no homicídio do malogrado Alcindo Monteiro e noutros crimes de discriminação racial não pode ser esquecido) o mentor da iniciativa, para a qual terá convidado Paul Golding, igualmente condenado no Reino Unido pelo crime de ódio racial. Segundo a Constituição da República Portuguesa (artº 46º, nº 4) não devem ser consentidas “organizações racistas ou que perfilhem a ideologia fascista”.

A Tragédia de El Paso (20 pessoas desabridamente abatidas a tiro por um jovem de 21 anos), eventualmente justificada por um manifesto de supremacia rácica que a polícia texana encontrou, convoca-nos à reflexão. Intitulado “A Verdade Inconveniente”, o manifesto proclama a necessidade de os texanos se livrarem dos hispânicos para proteger o modo de vida dos americanos, colhe inspiração no discurso de ódio de Brenton Tarrant (o monstro que assassinou 51 muçulmanos na Nova Zelândia) e é indissociável da retórica xenófoba e anti-imigratória de Trump, que há bem pouco apodou os mexicanos de violadores e criminosos, apesar de as taxas de criminalidade dos imigrantes serem bem inferiores às taxas de criminalidade dos americanos.

2. Leis quadradamente estúpidas infernizam continuadamente a vida dos cidadãos, que delas não se podem desobrigar. Mas agora que a desdita lhe tocou, a Realpolitikpresta-se ao deplorável exercício de pôr o Governo a querer tornar turvamente interpretável o que é cristalinamente claro, apesar de estúpido. A lei dos impedimentos, que ora questiona, trata do mesmo modo coisas bem diferentes e parece concebida por gente insana. Vem de 1996 e foi apresentada e defendida na AR por António Costa, então secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares. É edificante rever os argumentos que usou e cotejá-los com aqueles a que hoje recorre. Já lá estava, naturalmente, a alínea que o levou a pedir um parecer à PGR, isto é, o regime de sanções que hoje questiona, para ir em impune ilegalidade até às eleições: demissão dos titulares dos cargos políticos (Pedro Nuno Santos, Francisca Van Dunem e Artur José Neves) e nulidade dos contratos feitos. Esta prerrogativa interpretativa do que é mandatório, que os detentores de cargos políticos se auto-atribuem, é própria de castas, amarrota o Estado e corrompe a democracia.

3. Por muito que António Costa o negue, o nepotismo do Governo e do PS é um facto. Muito longe de esgotar a longa teia, sem precedentes na Europa, recordemos os seus nós mais notórios: José António Vieira da Silva, ministro do Trabalho, da Solidariedade e da Segurança Social, é pai de Mariana Vieira da Silva, ministra da Presidência e da Modernização Administrativa; Eduardo Cabrita, ministro da Administração Interna, é marido de Ana Paula Vitorino, ministra do Mar; Catarina Gamboa, mulher do ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nunes Santos, é chefe de gabinete de Duarte Cordeiro, secretário de Estado Adjunto e dos Assuntos Parlamentares; Francisca van Dunem, ministra da Justiça, é mulher de Eduardo Paz Ferreira, presidente da Comissão de Renegociação da Concessão do Terminal de Sines; António Mendes, secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, é irmão de Ana Catarina Mendes, secretária-geral adjunta do PS, por sua vez cunhada de Patrícia Melo e Castro, adjunta de António Costa; João Gomes Cravinho, ministro da Defesa, é filho do ex-ministro João Cravinho; Waldemar Oliveira Martins, ex-secretário de Estado das Infraestruturas, é filho do ex-triplo ministro Guilherme Oliveira Martins; Ana Isabel Marrana, ex-mulher do ministro do Meio Ambiente e Transição Energética, foi chefe de gabinete da ex-secretária de Estado do Ordenamento do Território e da Conservação da Natureza, Célia Maria Gomes de Oliveira Ramos; Rosa Zorrinho, ex-secretária de Estado da Saúde, é mulher do eurodeputado socialista, Carlos Zorrinho;

4. Se, aqui chegados, o leitor perguntar o que relaciona os três pontos anteriormente abordados, por favor, volte a ler o título. Infelizmente, às vezes, os circos pegam fogo.

In “Público” de 7.8.19

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Lista de colocação do concurso de Afetação da R.A. Madeira 2019/20

 

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Propostas dos Partidos para a recuperação do Tempo de Serviço Docente

 

Começam a ser conhecidas as propostas que os partidos vão defender para execução durante a próxima legislatura e até seguintes. Em relação ao restante tempo de serviço docente congelado para além dos 2 anos, 9 meses e 18 dias, alguns partidos já revelaram as suas intenções. Vamos revê-las:

PS: Não há qualquer menção sobre a recuperação além dos 2,9,18. (não se esperava nada mais do que isto)

PSD: Recuperação do restante tempo de serviço, faseando-o em 6 ou mais anos.

BE: Recuperação de 3 anos, 8 meses e 24 dias até 2023 e o restante até 2026.

PCP: Apenas defende a “contagem total” do tempo de serviço congelado, sem entrar em mais pormenores.

CDS: Ainda não revelou o que defende neste campo.

PAN: Ainda não revelou qualquer medida a defender na área da Educação.

ALINÇA: Não defende nada em relação a esta questão.

LIVRE: Defende a contagem integral do tempo de serviço passado.

RIR: Ainda não revelou qualquer medida a defender na área da Educação.

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Linhas orientadoras do programa «Segunda Oportunidade»

 

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O quadro branco, e interactivo, da escola – João André Costa

 

O quadro branco, e interactivo, da escola

A escola, enquanto instituição, terá tantas ou mais dificuldades em adaptar-se à complexidade das sociedades em constante evolução na medida em que lhe cortarem os recursos, o financiamento, a renovação de quadros, a progressão dos professores e demais funcionários na carreira.

É tão simples quanto isso. A escola, a escola pública, entenda-se, só existirá enquanto for promovida e cuidada por quem a dirige. Tal não tem sido a realidade ao longo das últimas décadas num país onde os contratos de associação têm sobejamente favorecido escolas privadas cujas ligações com sucessivos governos são, no mínimo, preocupantes. Ainda para mais quando tais relações levam dirigentes a encher banheiras de ouro, para espanto geral.

Sejamos claros, sem escola pública só nos restam duas alternativas: o ensino privado, reservado e limitado a certas bolsas, ou assinar de cruz, como se estivéssemos de volta à Idade Média. Assim sendo, é nossa responsabilidade lutar pela dignificação da mesma sob pena de um retrocesso civilizacional onde as vítimas da ignorância não serão outros que não os nossos próprios filhos.

Como professores temos quadros brancos nas salas de aula. Brancos e interactivos, com projector e tudo. Mas, para os podermos usar, é preciso que os projectores funcionem em primeiro lugar. Inaugurados com pompa e circunstância no tempo dos governos de José Sócrates, hoje são muitos os projectores cujas lâmpadas fundidas estão por substituir. A título de exemplo, cada lâmpada dura 10.000 horas e custa 300 euros.

Felizmente ainda há quadros brancos. Não obstante, são os professores a comprar as canetas. Mas como as mesmas são caras quanto baste, há sempre os quadros pretos e o giz requisitado de antemão à senhora auxiliar. Se não for requisitado de antemão, nem giz há, só a imaginação.

Como professores, dedicamos não menos de 12 horas por dia, de segunda a sexta-feira, sábados e domingos de manhã incluídos, e este tempo de escrita durante as férias para que os nossos alunos, e com os nossos alunos as suas famílias, possam almejar por um futuro melhor.

Como professores fornecemos os materiais aos alunos, desde canetas a lápis, passando por afias e cadernos sem esquecer as fotocópias e a tinta para as impressoras da escola. E não, não temos anfiteatros, palcos, roupa, maquilhagem e adereços para poder ensinar História e Geografia. E sim, os recursos de Matemática somos nós quem os faz no nosso tempo, depois da escola e do trabalho, ao invés de nos dedicarmos às nossas famílias.

E sim, os materiais de desenho, as experiências de Biologia e Química, são todos preparados enquanto vamos às compras entre esquadros, corações de vaca e pernas de rã para dissecar juntamente com as compras da semana.

Porque os professores também têm direito a comer.

E, por falar em comer, como professores, para motivar os nossos alunos, temos, primeiramente, de lhes dar de comer, a eles, aos irmãos e aos pais, pais esses tantas vezes desempregados e sem condições de habitação. Só depois de satisfeitas todas estas necessidades básicas podemos pensar em motivar as crianças que, apesar de tudo, da fome, da pobreza, dos conflitos familiares, continuam a vir à escola. Continue reading

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Divulgação – Contratação de Professor(a) de Educação Moral e Religiosa – Escola Profissional Magestil

 

Professor(a) de Educação Moral e Religiosa – 27 horas anuais

Ensino Profissional – Ensino Secundário – entrada imediata

Escola Profissional Magestil

Avenida Almirante Gago Coutinho, nº 95, 1700-028 Lisboa

Envio de cv para [email protected] 

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Pedido de horários para contratação de escola

 

Encontra-se disponível a aplicação eletrónica que permite o recrutamento de docentes para lecionação do Ensino Artístico Especializado da Música e da Dança, Técnicos Especiais e Técnicos Especializados.

Consulte a nota informativa.

SIGRHE

Nota informativa

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Listas Provisórias de candidatos – Casa Pia de Lisboa

Informa-se que a lista provisória ordenada de candidatos admitidos e a lista provisória de candidatos excluídos do concurso anual com vista ao suprimento das necessidades de contratação de pessoal docente, da Casa Pia de Lisboa, I.P., para o ano escolar de 2019/2020, se encontram publicitadas no site da CPL, a partir de hoje, dia 2 de Agosto de 2019.
Mais se informa que, dos elementos constantes das listas provisórias, cabe reclamação, a apresentar no prazo de 5 dias úteis a contar do dia imediato ao da publicitação das listas. As eventuais reclamações deverão ser formuladas por escrito, através da utilização do impresso de reclamação (disponível por download neste site), devendo ser entregues na Secretaria dos Serviços Centrais da Casa Pia de Lisboa, na Av. do Restelo, n.º 1, 1449-008 Lisboa, no referido prazo.
disponível para download:

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Manifestação de Preferências para Ensino Português no Estrangeiro

PROFESSOR 2019 – Procedimento concursal para constituição de reserva de recrutamento para pessoal docente da Educação Pré-escolar, do 1º, 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário da rede de ensino português no estrangeiro, para o cargo de Professor, aberto pelo Aviso n.º 17774/2018, de 3 de dezembro de 2018.

Período de Manifestação de Preferências
Informam-se os interessados que, no âmbito do n.º 1 e 2 do capítulo XV do Aviso n.º 17774/2018, de 3 de dezembro de 2018, o prazo para manifestação de preferências é de cinco (5) dias úteis e decorre entre as 00h00m do dia 5 de agosto de 2019 e as 24h00m do dia 9 de agosto de 2019.

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Promessas de 2018, só em setembro… outras nem em setembro!

Os Psicólogos chegarão em setembro, mas os AO nem se imagina quando estarão colocados nas escolas. Os concursos continuam a decorrer…

Novos psicólogos prometidos para as escolas em 2018 só vão ser colocados em setembro

O Governo pretendia reforçar em 100 o número de psicólogos nas escolas no ano letivo que terminou (2018/2019). A medida iria aumentar para 300 o número de psicólogos que são financiados com verbas comunitárias. Mas este novo contingente de profissionais, que prestam apoiam psicológico e psicopedagógico, assim como orientação escolar e profissional, só vai chegar às escolas a partir de setembro, no início do novo ano letivo.

 

 

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Nos Açores a falta de Professores é um facto…

 

Para aqueles que defendem que as listas de contratados ficam cheias de candidatos interessados num lugar de colocação, digo:

Tenham juízo!

Será que não entendem que ninguém, hoje em dia, está disposto a deixar um emprego onde se aufere 600 ou 700 euros todos os meses, para trabalhar um ou dois meses a ganhar 1100€. Ainda por cima com as despesas inerentes a deslocações e habitação. Tenham juízo. Os professores das listas de não colocação, aqueles que ficam a fazer número até ao fim do ano, concorrem por descargo de consciência. Muitos até são colocados, mas não trocam o certo pelo incerto.

A idade dos sonhos tem uma altura na vida e os candidatos a professores de hoje já ultrapassaram essa idade.

Mais tarde ou mais cedo vamos assistir ao descalabre que aconteceu na década de 80 e princípios da de 90, por outras razões, mas a mesma falta de docentes. Depois, assistiremos ao que aconteceu na altura, qualquer um vendia umas aulas… até alguns acabadinhos de sair do “Liceu”.

 

Sindicato diz que há alunos sem aulas nos Açores por falta de professores substitutos

O Sindicato Democrático dos Professores dos Açores (SDPA) reivindicou a integração de mais docentes nos quadros das escolas açorianas, alegando que muitos alunos têm ficado sem aulas por falta de professores substitutos.

“Após a primeira colocação de docentes, que se provisiona no final de agosto, vai haver listas que ficam sem qualquer docente disponível para uma substituição ou mesmo para suprimir uma necessidade permanente das escolas”, adiantou, em declarações aos jornalistas, o presidente do SDPA, Ricardo Baptista, à margem de uma reunião com o secretário regional da Educação e Cultura dos Açores, Avelino Meneses, em Angra do Heroísmo.

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Contratação de Técnicos para AEC – Ilhavo

 

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PROJETO DE LISTA ORDENADA DE GRADUAÇÃO DOS CANDIDATOS À OFERTA DE EMPREGO PARA CONTRATAÇÃO – AÇORES

 

Concurso Pessoal Docente 2019/2020 – Listas Ordenadas

 

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