Rui Cardoso

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Não foi agressão, foi sem querer que acertei na professora…

Engraçado!!! O ME apressou-se a desculpar o aluno que “acidentalmente” atirou um objeto pesado contra uma professora num corredor da escola. É pena que não tenha tanta pressa a condenar os que intencionalmente agridem AO’s e professores.

Não estou a dizer que não seja verdade, pode ter sido acidentalmente, mas os corredores não são local para se andar a atirar objetos pelo ar, muito menos com professores e alunos a passar. O que todos gostávamos, era que o ME utilizasse o mesmo critério para todos e solidarizar-se, publicamente, com os profissionais que são agredidos.

 

A agência Lusa contactou o Ministério da Educação que, disse, de acordo com a informação da direção da escola, “o incidente ocorrido na segunda-feira não constituirá um episódio de agressão”.

“Não terá existido intencionalidade”, lê-se na resposta remetida à Lusa pelo gabinete do ministro Tiago Brandão Rodrigues, acrescentando que “o aluno estaria a atirar a chave do cacifo a outro colega, tendo esta atingido a professora”.

“Ainda assim, a escola tem em curso um procedimento interno para que não haja dúvidas quanto ao sucedido”, termina a nota.

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Sessões de esclarecimento – Progressão na Carreira – Diretores de AE/ENA

(As “asneiras” devem ser tantas que se lembraram de dar uma formação. Pelo menos o que nos chega a isso aponta)

 

A Direção-Geral da Administração Escolar (DGAE) tem por missão garantir a concretização das políticas de gestão estratégica e de desenvolvimento dos recursos humanos da educação.
Assim, na observância das suas atribuições e no sentido de contribuir para o esclarecimento das questões mais frequentemente suscitadas pelas escolas, bem como, numa ótica de proximidade, colaborar com as escolas na uniformização e harmonização de procedimentos, vão ser realizadas Sessões de Esclarecimento sobre Progressão na Carreira (listas de acesso ao 5.º e ao 7.º escalões, recuperação de tempo de serviço e reposicionamento) entre 2 e 13 de março de 2020, em Évora (dia 2), Faro (dia 3), Amora (dia 4), Porto (5 e 6), Lisboa (10 e 11) e Coimbra (12 e 13).
Estas sessões destinam-se aos diretores dos Agrupamentos de Escolas/Escolas Não Agrupadas, (AE/ENA), bem como a outro elemento do órgão de gestão/serviços administrativos, num total de duas pessoas por AE/ENA.

 

Cartaz – Sessões de esclarecimento

 

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Alguém, aí, acredita numa educação de futuro sem os professores?

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Mais um caso de agressão a uma Docente

A saga continua, ninguém põe mão na violência dentro dos estabelecimentos escolares. Quando muito dizem que são residuais. Do ministro já nem se pode dizer que foi ver a “bola”, pois também nada diz quando por lá há casos.

A professora agora agredida tinha voltado ao trabalho há pouco mais de um mês, depois de ter sido submetida a uma cirurgia por problemas oncológicos. Após ter sido observada no Hospital Trofa Saúde, na Maia, onde esteve durante cerca de quatro horas, a docente ficou de baixa médica e não dará aulas nos próximos dias.

A agressão ocorreu por volta das 18h00 de segunda-feira. Sem que nada o fizesse prever, quando caminhava no corredor, a professora foi atingida por um objeto pesado nas costas. A pancada foi desferida por um estudante do 7º ano, que não é seu aluno. Com dores, a docente chamou um táxi e foi ao hospital. A queixa foi apresentada na GNR, esta terça-feira de manhã.

Professora agredida por aluno no Castêlo da Maia

Uma professora com cerca de 60 anos foi agredida por um aluno da Escola Secundária do Castêlo da Maia. Docente formalizou queixa junto da GNR mas não conseguiu identificar agressor.

A docente estaria a percorrer um dos corredores da escola, na segunda-feira, quando foi atingida com violência nas costas por um objeto. A professora, com cerca de 60 anos, ficou bastante combalida e necessitou de tratamento hospitalar numa unidade de saúde privada da Maia.

Após ser assistida, deslocou-se até ao posto da GNR da Maia, onde, pelas 16.45 horas desse mesmo dia, formalizou a respetiva queixa por agressão.

A professora não conseguiu identificar o aluno, mas afirmou que outros estudantes viram tudo e poderão identificar o agressor, que não será seu aluno. Segundo relataram à vítima, tratar-se-á de um aluno que frequenta o 7.º ano de escolaridade e que terá entre os 12 e os 15 anos.

Recorde-se que nesta mesma escola, em outubro último, uma aluna do 7.º ano, de 14 anos, agrediu a professora de Educação Física, no final da aula, por não ter gostado de ser convocada para ajudar a arrumar o material.

Entre insultos e encontrões, um elemento da Direção da escola tentou acalmar a rapariga e também acabou por ser alvo das agressões. A GNR e o INEM foram chamados à escola, tendo a professora sido transportada ao hospital para avaliar ferimentos ligeiros.

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Não têm pão? Comam brioche! – Santana Castilho

 

Não têm pão? Comam brioche! – Santana Castilho

Há momentos na Assembleia da República em que a política fede a hipocrisia infinita.

1. Mesmo que as palavras sejam graves e as proclamações venham ensaiadas com solenidade, há momentos na Assembleia da República em que a política fede a hipocrisia infinita.

Uma petição e dois projectos justos, do BE e do PCP, foram ignorados por partidos hipócritas, num Parlamento dominado por um PS que odeia gratuitamente os professores. Falo de mais de cinco mil docentes, eternamente precários, com horários incompletos, que vão continuar a contabilizar em cada mês menos de 30 dias para a Segurança Social, apesar de os próprios tribunais já terem reconhecido, em duas sentenças transitadas em julgado, que a situação é ilegal. Esclareço brevemente os menos avisados: o horário de um professor não são apenas as horas lectivas; os professores contratados têm de assegurar o mesmo tempo de componente não lectiva que os restantes, pelo que nenhum horário pode ser tomado como part-time (como o tribunal, repito, já reconheceu); acresce que um docente com um horário de 16 horas lectivas num agrupamento vê contabilizados 30 dias, enquanto outro, que acumule o mesmo número de horas divididas por dois agrupamentos, não vê. O PSD, que defendeu em plenário a iniquidade da situação, absteve-se na votação. O CDS e o IL ficaram calados e fizeram o mesmo. O PS pôde, assim, destilar o ódio habitual e cobrir com um manto de ignomínia a sua falta de ética mínima. Com raiva a crescer nos dentes, admito que nos apoiantes que fizeram multiplicar por cinco as intenções de voto no Chega passem agora a figurar alguns professores, tocados por um sentimento antipolíticos. É o risco que se corre quando, a quem pede pão, se manda comer brioche.

Pelo mesmo diapasão afinou o coro insólito contra o IVA da electricidade. O PCP avançou com uma proposta que sabia que a direita não aceitaria e o PSD fez depender a sua de contrapartidas que sabia que PCP e BE rejeitariam. Numa palavra, todos redigiram propostas prenhes do desejo inconfessado de que fossem reprovadas. Porque sabendo-se que só o PS era contrário ao que todos defendiam, ninguém foi suficientemente livre para se libertar das convenções que impedem de votar ao lado dos “inimigos” intestinos, ou porque depois de o Governo fazer o costumado número baixo de ameaçar com uma crise política, ninguém a quis abrir.

2. Os políticos são muito mais lestos a desenhar planos para manipular os resultados de políticas erradas que em orientá-los para as modificar. E porque se ocupam mais das consequências visíveis que das causas, estratégias e planos são constantemente incoerentes. Por exemplo, a política fiscal escrutina ao cêntimo os rendimentos do trabalho. Mas permite que os rendimentos do capital viagem para offshores, livres de impostos, ou apenas os paguem, a taxas reduzidas, em praças diferentes daquelas onde são obtidos. As políticas seguidas têm sido pródigas na criação de incentivos para que as empresas se fixem por cá. Mas esmagam quem trabalha e favorecem a manutenção dos salários baixos, para que a decantada competitividade não seja prejudicada. É assim que o nosso PIB tem crescido, oferecendo vantagens ao capital e sacrifícios ao trabalho.

Uma outra forma de interpretar a realidade incensada por António Costa e prosélitos é lê-la sem lentes do PS ou de guru de auto-ajuda. Muito do que a ela subjaz tem reversos que a mais que duvidosa paz social não esconde. Assim, o aumento do emprego deve-se, em grande medida, ao aumento dos contratos precários (pouco mais de 800 mil à chegada da troika, quase 900 mil hoje). O celebrado aumento do consumo interno radica no endividamento das famílias (segundo dados do Banco de Portugal, de Outubro passado, situava-se no máximo dos últimos três anos: 140 mil milhões de euros). Enquanto isto, aumentou o valor absoluto da dívida pública, os investidores abutres ocuparam os centros de Lisboa e Porto, expulsando para a periferia quem lá vivia, os reformados e os profissionais altamente especializados estrangeiros não pagam impostos, enquanto os nacionais suportam a maior carga fiscal de sempre, os serviços públicos degradam-se e, a bem do ambiente, retiramos carros da Baixa lisboeta, mas importamos milhares de toneladas de lixo que os outros não querem.

Acredita que este estado de coisas augura algo de bom? Eu não!

In Público

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O Mário pôs alguns diretores de cabeça às avessas…

O pré-aviso de greve da FENPROF para dia 24 e 26 de fevereiro foi elaborado e enviado à tutela como forma de tentar “dar a volta” a alguns diretores mais “conservadores”. “…viram os respetivos diretores, num ato de prepotência, retaliarem com a ameaça e, em alguns casos, marcação de serviço para os dias 24 e 26 (alguns, até, para 25).”

Parece que foi pior a emenda que o soneto.

Agora, temos diretores a:

  • obrigar os docentes a ir à escola assinar a presença na segunda-feira e quarta-feira ou então considerará que os docentes estão a exercer o direito à greve;
  • a considerar toda e qualquer reunião (intercalar), como de avaliação sumativa, à qual os docentes só poderão faltar com atestado médico.

 

Ó Mário, descalça lá a bota aos docentes.

 

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Criança morre de durante aula de Educação Física

 

A semana passada, chamava a atenção para a necessidade de todos os profissionais de educação, professores e AO, terem formação na área de Suporte Básico de Vida e em todas as escolas haver um desfibrilhador. Esta semana volto a repeti-lo, é necessário e com a maior urgência.

Os nossos sinceros sentimentos aos colegas, aos professores, à Escola de Moimenta da Beira e aos familiares.

Criança morre de doença súbita em Moimenta da Beira

Menina de 12 anos morre após aula de educação física em Viseu

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Tolerância de Ponto, o Despacho

«Despacho n.º 2270/2020

Sumário: Concede tolerância de ponto aos trabalhadores que exercem funções públicas nos serviços da administração direta do Estado, sejam eles centrais ou desconcentrados, e nos institutos públicos, no dia 25 de fevereiro de 2020.

Embora a terça-feira de Carnaval não conste da lista de feriados obrigatórios estipulados por lei, existe em Portugal uma tradição consolidada de organização de festas neste período.

Assim, ao abrigo da alínea d) do artigo 199.º da Constituição e no uso dos poderes delegados pelo n.º 4 do artigo 7.º do Decreto-Lei n.º 169-B/2019, de 3 de dezembro, determino o seguinte:

1 – É concedida tolerância de ponto aos trabalhadores que exercem funções públicas nos serviços da administração direta do Estado, sejam eles centrais ou desconcentrados, e nos institutos públicos, no dia 25 de fevereiro de 2020.

2 – Excetuam-se do disposto no número anterior os serviços e organismos que, por razões de interesse público, devam manter-se em funcionamento naquele período, em termos a definir pelo membro do Governo competente.

3 – Sem prejuízo da continuidade e da qualidade do serviço a prestar, os dirigentes máximos dos serviços e organismos referidos no número anterior devem promover a equivalente dispensa do dever de assiduidade dos respetivos trabalhadores, em dia a fixar oportunamente.

12 de fevereiro de 2020. – O Primeiro-Ministro, António Luís Santos da Costa.»

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Programa de Assistentes de Português em França

Candidatura para o ano letivo 2020/2021

Foi prolongado, até 29 de fevereiro de 2020, o prazo de candidaturas ao Programa de Assistentes de Português em França, para o ano letivo 2020/2021.

Este Programa destina-se a estudantes a partir do 2.º ano de licenciatura, finalistas de licenciatura ou licenciados a frequentar estudos de pós-graduação em qualquer área do conhecimento e que apresentem, cumulativamente, os seguintes requisitos:

• nacionalidade portuguesa;
• idade entre os 20 e os 35 anos;
• competências linguísticas em Francês de nível B1, de acordo com o Quadro Europeu Comum de Referência para as Línguas (QECR).

Os Assistentes de Português têm como função principal apoiar os professores de língua portuguesa na sala de aula, em estabelecimentos escolares em França, nomeadamente collèges e lycées (ensinos básico e secundário). O seu trabalho inclui o desenvolvimento de atividades e projetos didáticos que estimulem, de forma dinâmica e criativa, a aprendizagem e a divulgação da língua e da cultura portuguesas, recorrendo à literatura, à música, ao cinema, ao teatro e às artes plásticas, entre outras áreas.

O horário laboral do Assistente de Português é de 12 horas semanais e o contrato de trabalho a celebrar com as autoridades francesas decorre entre 1 de outubro 2020 e 30 de abril 2021, perfazendo assim 7 meses.

Para a formalização da candidatura, deverá ser utilizado o formulário disponível no site de France Éducation International: https://www.ciep.fr/sites/default/files/atoms/files/alve_2020-2021_nom_prenom.pdf.

Depois de totalmente preenchido de acordo com as respetivas instruções, o formulário deverá ser enviado por correio eletrónico para a responsável por este Programa na Secretaria-Geral da Educação e Ciência (SGEC), em Portugal: [email protected].

Para informações complementares sobre o Programa de Assistentes de Português em França, poderão consultar:

• o site de France Éducation International: http://www.ciep.fr/assistants-etrangers-france e
• o site da SGEC: https://www.sec-geral.mec.pt/noticia/assistentes-de-portugues-em-franca-ano-letivo-20202021-prolongamento-do-prazo-de.

in DGE

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Não somos todos professores, mas somos todos toda a gente…

 

Está na ordem do dia ser qualquer um que seja vitima de racismo, crimes violentos ou de qualquer injustiça social, mas é a sociedade que transforma qualquer um em vitima.

O caso que se deu ontem dentro de um campo de futebol é um bom exemplo disso. Não vou alongar-me muito a condenar o caso hediondo que aconteceu em Guimarães, todos temos o direito a ser respeitados pelo que somos e pelo que acreditamos. Tudo o resto é falta de cultura, de educação, de civismo e de cidadania.

Mas a hipocrisia vem ao de cima nestes momentos. Não mereceremos todos o mesmo tipo de tratamento?

Todos se indignam quando o indignar, ou não, dá jeito por algum motivo, seja ele politico ou pessoal, mas sempre em casos isolados, nunca por um acontecimento de massa ou de um simples cidadão. Para se indignarem tem de valer a pena ficar indignado e conseguir passar a mensagem de indignação que as massas querem ouvir. Há gente assim.

Há gente que não se indigna quando um professor é agredido dentro de uma sala de aula, quando um policia é insultado (da mesma forma que ontem alguém foi), quando um médico vê o seu consultório destruído e leva um par de chapadas e quando um enfermeiro é agredido e insultado. Quando se dão estes casos, o primeiro ministro e o presidente da república não vêm fazer declarações de indignação para os noticiários, nem fazem qualquer comunicado, não lançam campanhas de sensibilização ou de cidadania.

Todos vieram elogiar a coragem que viram ontem. E se um professor, quando insultado abandonar a sala de aula? Se um policia, quando agredido, largar o criminoso e o deixar fugir? Se um médico ou enfermeiro se recusar a assistir um doente por ele o ter insultado ou destruído o consultório? Será que os mesmos considerarão esses atos como sendo de coragem? Ou, de imediato, serão condenados e abertos processos disciplinares?

Esta sociedade tem muito que evoluir para tratar todos da mesma forma e se indignar da mesma forma por todos, em todas as situações dignas de indignação. Há membros desta sociedade que têm de deixar de usar as dores de alguns quando dá jeito e começar a sentir a dor de todos.

Neste país ninguém quer ser professor, polícia, médico, enfermeiro e muitas outras profissões que se vêm enxovalhadas, humilhadas e agredidas todos os dias, não residualmente, ou ao domingo.

Temos que, SER TODOS, TODOS OS DIAS.

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PREVPAP – Perguntas frequentes – 2.º Aditamento (FAQs)

 

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Petição n.º 0235/2019, sobre uma alegada discriminação dos professores em Portugal, Ultrapassagens

 

A petição com maior número de apoiantes que consta no portal do Parlamento Europeu, já somos 472…
Se todos os ultrapassados perdessem um pouco de seu tempo, e paciência, para a apoiar, talvez os senhores percebessem que  é importante dar-lhe a devida atenção.
Síntese da petição  

A peticionária queixa-se de que as recentes alterações à legislação portuguesa criam discriminação entre professores, em especial no que diz respeito à progressão na carreira e à remuneração. Argumenta que esta situação permite, por exemplo, que professores com anos de experiência semelhantes ou mesmo menos anos de experiência sejam promovidos a melhores posições do que professores com mais anos de carreira, baseando-se apenas no tempo de acesso à profissão.

Registem-se e assinem. Não deixe na mão dos outros o que podem fazer por si.

Petição n.º 0235/2019, apresentada por Rute Sobral, de nacionalidade portuguesa, sobre uma alegada discriminação dos professores em Portugal

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Mais 200 milhões para aumentos da FP?

Frente Comum e Eugénio Rosa dizem que sim.

Neste estudo, o economista ligado ao mundo sindical demonstra que na Administração Pública “o aumento na despesa efetiva de pessoal foi, em 2019, de apenas 310,7 milhões de euros, segundo os dados do próprio Ministério das Finanças (DGAEP) e não de 524 milhões de euros, como afirma o ministro Mário Centeno. O mesmo tipo de previsão enferma naturalmente o valor para 2020 – 540 milhões de euros, segundo Mário Centeno – até porque muitas progressões na carreira acumuladas ao longo dos últimos anos foram feitas em 2019.”

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Férias em cima da mesa negocial

Voltaremos aos 25 dias?

Governo confirma proposta para aumentar férias dos funcionários públicos

O governo confirmou esta segunda-feira a proposta de aumentar o tempo de férias dos funcionários públicos numa nova ronda negocial destinada a explorar, com os sindicatos das administrações públicas, a margem para aumentos que vão para além dos 0,3% de atualização prevista no Orçamento do Estado. “Foi-nos dito com clareza que estariam disponíveis para equacionar a questão das férias”, explicou José Abraão, secretário-geral da Fesap, primeira das organizações a reunir-se hoje com o secretário de Estado da Administração Pública, José Couto. Esta era uma das propostas feita pela Fesap, em dezembro, nas negociações terminadas com a imposição de uma subida de apenas 0,3% pelo governo. Além disso, a estrutura pretendia um aumento do subsídio de refeição de 4,77 euros para seis euros, algo para o qual não teve resposta. Propõe também a recuperação no tempo de serviço não contado de alguns grupos profissionais. “Como nós não vivemos só de férias, queremos os pontos e queremos a contagem do tempo de serviço, pesem embora as dificuldades que o secretário de Estado tenha manifestado”, explicou José Abraão, que regressará ao ministério da Modernização do Estado e da Administração Pública já na quarta-feira, para mais uma reunião suplementar pós-orçamento. “A questão do subsídio de refeição é central, como é a questão do aumentos salariais dignos, já que recusamos esta proposta de 0,3% que é completamente inaceitável, é injusta além de tudo mais”. A Fesap espera poder discutir quarta-feira a questão salarial de 2020 e 2021 conjuntamente.

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Despacho garante 100% no acesso ao 5.º e 7.º escalão

Mas lá está, não é no “reino” de Portugal, é na “República democrática da Madeira”, um território no meio do oceano que deve ser independente!

Despacho garante 100% no acesso ao 5.º e 7.º escalão

Acaba de ser publicado o despacho conjunto da Vice-presidência do Governo Regional e da Secretaria Regional de Educação, Tecnologia e Ciência (SRE), que assegura o acesso ao 5.º e 7.º escalão da carreira a todos os professores que, tendo obtido a menção qualitativa de ‘Bom’, a 31 de Dezembro passado reuniam as demais condições para essa progressão.

Durante o ano civil de 2019, 500 docentes reuniram os requisitos de tempo de serviço, formação e avaliação para aceder ao 5.º e 7.º escalão da carreira, de acordo com a decisão da Secção de Avaliação de cada um dos estabelecimentos de ensino a que se encontram vinculados os referidos docentes.

…

De acordo com a informação obtida junto da SRE, 381 professores progrediram ao 5.º escalão porque tinham a menção de ‘Excelente’ ou ‘Muito Bom’ (188) ou de ‘Bom’ (193), e 119 progrediram ao 7.º escalão porque tinham a menção de ‘Excelente’ ou ‘Muito Bom’ (65) ou de ‘Bom’ (54).

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A “brincadeira” da moda de uma adolecência inconsciente

De tempos a tempos surge este tipo de brincadeiras entre os adolescentes. Na maioria das vezes são feitas na inocência da fase da vida que estão a atravessar, mas podem trazer lesões físicas às vitimas que podem ser irreversíveis. Como pais e professores é mais uma questão que temos que ter em atenção.

A brincadeira é feita da seguinte forma: duas pessoas induzem uma terceira, que está entre eles, a salar e, nesse momento, é derrubado com uma rasteira durante o salto.

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Plano de contingência nas escolas contra o Corona 19 é sabão

E até isso se empurra…

Coronavírus coloca autarquias em alerta para que não falte sabão nas escolas

No âmbito da descentralização de competências são as câmaras que têm de assegurar verbas para que existam consumíveis para a lavagem das mãos. Autarquias garantem que estão atentas para, caso seja necessário, reforçarem stcoks existentes.

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“Chumbado” a professores o direito de todos

Os professores com horários reduzidos vão continuar a ter o calculo para a Segurança Social calculado de forma prejudicial e pouco equitativa. É a democracia…

Cada vez se torna mais difícil colocar professores em horários incompletos, mas, em Portugal, só quando a desgraça acontece é que se prega e se chora…

Parlamento chumba 30 dias de Segurança Social para professores com horários incompletos

Petição e projetos do BE e do PCP foram chumbados, esta sexta-feira, e professores com horários incompletos vão continuar a contabilizar menos de 30 dias para a Segurança Social. Há quem precise de 80 anos para conseguir uma carreira contributiva de 40 anos e ter direito à aposentação sem penalizações.

Os votos do BE, PCP, PAN e Verdes não chegaram para aprovar a mudança que pretendia que volte a ser contabilizado o tempo integral para a Segurança Social dos professores com menos de 16 horas letivas no horário. As abstenções do PSD – que defendeu em plenário que a situação tem de ser corrigida pelo Governo -, do CDS e do Iniciativa liberal (que não intervieram no debate) inviabilizaram a aprovação dos projetos que só tiveram o voto contra do PS.

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As cartas de “amor” para a …. da professora!

 

No dia dos namorados é costume enviar missivas a quem nos aquece o coração. Muitos alunos escrevem cartas dirigidas aos seus professores(as) preferidos(as), mas o exemplo que nos chegou é tudo menos isso. É o exemplo do bullying que os alunos exercem sobre os professores. De forma anónima, os alunos escrevem e extravasam as suas frustrações, insultando e ameaçando os seus professores de forma a tentar a intimidação. O desgaste a que isto leva é óbvio.

Mas isto não é de hoje, a intimidação através do exemplo atrás descrito e da vandalização da propriedade privada dos professores é um “costume” corrente. O passar nos corredores e ser presenteado com uns “piropos” pouco próprios dirigidos ao professor(a), os encontrões “sem querer” de que são vitimas nos, mesmos, corredores, a má educação dentro da sala de aula, os automóveis vandalizados com riscos na pintura e pneus furados, são alguns dos exemplos que se podem enumerar. Tudo isso interfere com a motivação com que os professores vão para a escola. Nada disto é contabilizado como violência, mas não é mais do que isso, violência pura e dura.

Apoio da tutela ou das direções? Nenhum.

A tutela finge-se de morta e a atitude de algumas direções é a de encobrir o que se passa dentro da escola. Um destes dias ouvi uma história em que um diretor passou um raspanete aos professores que chamaram o INEM para levar um aluno, com a cabeça “partida” ao hospital após uma agressão, “Nós resolvíamos isto entre nós”. Pode ser que um destes dias volte a esta história…

Ficam duas missiva de alunos ás suas professoras “preferidas”. Como seria que os seus encarregados de educação reagiriam, se reagissem, ao saber que os filhos sabiam “amar” tão bem?

 

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Reserva de recrutamento n.º 21

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Listas de Colocação Administrativa – 21.ª Reserva de Recrutamento 2019/2020.

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 17 de fevereiro, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 18 de fevereiro de 2020 (hora de Portugal continental).

Consulte a nota informativa.

 

SIGRHE – aceitação da colocação pelo candidato

 Nota informativa

Listas

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Agredir médicos e professores: o novo desporto português

 

Agredir médicos e professores: o novo desporto português

 

Temos assistido a muitos casos de violência sobre funcionários públicos, sejam professores, enfermeiros ou médicos. As escolas e os hospitais são onde mais se pratica esta nova modalidade desportiva. Os media andam feitos piranhas a cheirar sangue na água, num frenesim vampiresco, noticiando tudo o que são agressões em hospitais ou escolas, dando a sensação de que estamos perante uma espécie de surto de violência. Não, simplesmente percebeu-se que dá bastantes cliques e audiência e começaram a noticiar mais casos, alimentando, muitas vezes, o ódio e discriminação nas suas caixas de comentários.

Há professores que merecem levar no trombil? Claro, basta vermos os que tocam indevidamente em crianças. Há enfermeiras que merecem uma cabeçada? Claro, basta olharmos para aquelas que menosprezam os meus sintomas de hipocondria. Não se deve fazer, mas lá acontece de vez em quando porque é, infelizmente, o normal da convivência humana, especialmente em situações de stress. É grave e deve ser tratado como tal? Claro que sim, mas como ninguém parece muito preocupado, acho que o melhor é legalizar. Pode ser que aconteça como o aborto que quando foi legalizado passou a ser menos praticado. O fruto proibido é o mais apetecido e se legalizarmos o arremesso do martelo contra o professor de EVT ou o pontapé na nuca do médico que está ao telefone em vez de atender os pacientes, talvez vejamos uma diminuição.

Outra sugestão, é pegar neste interesse macabro de todos e aproveitar como uma oportunidade para descentralizar a atenção portuguesa do futebol para outros desportos. Em vez de não fazer nada e lamentar as professoras que levam duas lambadas da mãe do Fábio Micael só porque ousaram dizer que ele tinha défice de aprendizagem (já a evitar dizer que é burro que nem um calhau), sugiro tornar estas agressões em algo útil para a sociedade e criar uma espécie de Liga Profissional de Agressão ao Funcionário Público ou para ser mais sexy um Ultimate Funcionários Públicos Championship, UFPC.

As regras são simples: cada cidadão possui uma carta de pontos onde pode acumular agressões a funcionários públicos, por ano. Há agressões que valem mais pontos do que outras, por exemplo:

– Galheta no senhor das finanças que não quer fazer o trabalho dele – 1 ponto.

– Biqueiro nas rótulas da enfermeira que nos dá a pulseira verde – 2 pontos.

– Chapada à padrasto na professora que diz que “há muito tempo” não leva “h” – 3 pontos.

– Agredir funcionário da EMEL – não dá pontos porque não são bem funcionários públicos, mas pode ser utilizado como critério de desempate.

Todos os meses é divulgado o ranking top 10 dos cidadãos com maior pontuação no UFPC e, uma vez por ano, há uma gala de entrega de prémios com um torneio em que os cidadãos do top 10 defrontam, num ringue, os polícias com mais processos disciplinares. Tudo transmitido em horário nobre na RTP, que se passa tourada também deve passar isto que até é mais ético. Os vencedores do torneio final tinham 50% de desconto em cartão de supermercado e ficavam habilitados à Factura da Sorte.

Claro que para isto ser mais justo, há que dar formação aos funcionários públicos, principalmente aos que trabalham nas Finanças que se forem tão lentos a lutar como no resto, até uma preguiça lhes faz um mata-leão. Aos professores daria imenso jeito ter formação em Kendo para dar com o apontador nas fuças de alguns alunos.

Estou a ver isto mais como um desporto individual, mas tal como no ténis também poderá ser por equipas, sendo que tem de haver equilíbrio em termos de diversidade pois se uma equipa tem mais senhoras de 70 anos de Vila Nova de Gaia acaba por ficar desequilibrado porque é gente rija. Para isto ser mais justo e não haver gente com cunhas a passar à frente, como por exemplo alguém que tem um amigo médico que lhe passa baixas ou receitas de opiáceos, que era capaz de bater com a cabeça na quina de um móvel e dizer que foi agredido só para o amigo ganhar pontos, as agressões só contavam se filmadas por sistemas de vigilância ou com telemóveis em formato story. Em caso de dúvida chamava-se o João Vieira Pinto e o Marco do Big Brother, ambos especialistas em agressões. Estamos em brainstorming, não há ideias estúpidas.

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Petição dos professores lesados será apreciada na reunião plenária hoje

 

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Esclarecimento sobre a greve de 24 e 26 de fevereiro

 

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Ministério Público acusa agressores de professora

Onde para a segurança que se deve ter dentro de um estabelecimento de ensino? Está na altura de começar a responsabilizar alguém além dos agressores.

Estas escolas o Tiaguito não visita.

 

Familiares de aluno do Lagarteiro acusados de agressão a professora

Tios e avó da criança de oito anos estão acusados pelo Ministério Público. A professora, de 30 anos, terá sido agredida no interior do estabelecimento de ensino a socos e pontapés.

O Ministério Público (MP) acusou três familiares de um aluno da Escola Básica do Lagarteiro, no Porto, pela agressão a uma professora de Educação Física, em Maio de 2018, anunciou esta quinta-feira a Procuradoria Distrital.

A professora foi agredida por repreender um aluno de 8 anos e o despacho de acusação agora conhecido associa aos crimes um casal (tios do menor) e uma avó da criança.

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É 0,3% e mais nada… Ou talvez férias.

 

Aumento salarial de 0,3% “é ponto fechado” mas há mais medidas em cima da mesa

A ministra da Administração Pública disse que a proposta de aumentos salariais de 0,3% “é um ponto fechado” na negociação com os sindicatos, mas admitiu ir mais longe nas remunerações mais baixas e noutras matérias, como as férias.

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Governo dá tolerância de ponto aos funcionários públicos no Carnaval

Primeiro-ministro assinou um despacho a conceder tolerância de ponto a todos os trabalhadores que exercem funções públicas nos serviços do Estado e nos institutos públicos.

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Não há interessados em número sufuciente para formações para a supervisão e classificação das provas?

Porque será? Trabalho extraordinário, mal pago, responsabilidade acrescida…

 

Por solicitação do Senhor Presidente do Conselho Diretivo do IAVE, remete-se a comunicação infra:

“Às direções dos Agrupamentos de Escolas, Escolas Não Agrupadas, e dos Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo,

Solicitamos que seja reforçada a divulgação, junto dos professores, da publicação na página da Internet do Instituto de Avaliação Educativa (IAVE), I.P., (http://iave.pt/index.php/formacao-de-professores/acoes-em-curso) de avisos relativos à candidatura a ações de formação, acreditadas pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua e cofinanciadas pelo  POCH.

Salientamos a importância da frequência destas formações para a supervisão e classificação das provas de avaliação externa. As inscrições estão abertas até ao dia 16 de fevereiro.

As formações disponíveis são as seguintes:

  • «Avaliar para aprender no contexto da diversificação de instrumentos de avaliação: a supervisão da classificação das provas de Inglês do 5.º ano.»
  • «Avaliar para aprender no contexto da diversificação de instrumentos de avaliação: a supervisão da classificação das provas de Inglês do 8.º ano.»
  • «Avaliar para aprender: formação de classificadores em critérios e procedimentos de avaliação da expressão oral nas línguas estrangeiras.»
  • «Avaliar para aprender no contexto da diversificação de instrumentos de avaliação: a expressão oral nas provas de Português Língua Não Materna.»
  • «Avaliar para aprender no contexto da diversificação de instrumentos de avaliação: a expressão oral nas provas de Inglês do ensino básico.»
  • «Avaliar para aprender: a classificação e a avaliação externa das aprendizagens no 1.º ciclo do ensino básico.»
  • «Avaliar para aprender: a classificação de provas de avaliação externa no 1.º ciclo do ensino básico de Educação Artística e de Educação Física.»
  • «Avaliar para aprender: a classificação e a avaliação externa das aprendizagens no 2.º ciclo do ensino básico.»
  • «Avaliar para aprender: a classificação e a avaliação externa das aprendizagens no 3.º ciclo do ensino básico.»
  • «Avaliar para aprender: a classificação e a avaliação externa das aprendizagens no ensino secundário.»”

 

Com os melhores cumprimentos,

 

Maria Manuela Pastor Faria

Diretora-Geral dos Estabelecimentos Escolares

 

 

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Greve na interrupção do Carnaval

Dias 24 e 26 deste mês.

Professores em greve durante interrupção letiva do Carnaval

A Federação Nacional de Professores (Fenprof) vai avançar para uma greve nos dias 24 e 26 de fevereiro, durante a interrupção letiva do carnaval, avançou esta quarta-feira o secretário-geral, Mário Nogueira.

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Na era do 5G “mendiga-se” 4G nas escolas…

Sempre à frente…

Há acordos que eu, simplesmente, não entendo. Em vez de assegurar o 5G em todas as escolas beneficiando os concorrentes ao mesmo, não, mendiga-se o 4G.

Isto é que é defender, radicalmente, a escola pública! Não vamos almejar o melhor quando o mediano está ali… Falta de visão…

 

Os concorrentes com as licenças para a utilização de redes móveis da quinta geração (5G) podem ser beneficiados no concurso se assegurarem a cobertura de 4G nas escolas do país, disse o ministro da Educação.

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ADSE no melhor dos seus atrasos em reembolsar

 

MENSAGEM ORIGINAL: Ref. C-XXXXXXX / Data e Hora: 2020-02-07 10:23 / Código ADSE introduzido: XXXXXXXXX / ASSUNTO: Beneficiários – Outros assuntos

Entreguei um recibo de apenas 30€ em setembro de 2019 que ainda está em processamento e que dá a seguinte informação: “Documento aguarda triagem ou codificação”

Preciso de ser informada mais especificamente do que está a atrasar este reembolso.

Resposta em 08-02-2020: (sábado)

Ex.mo(a) Sr(a)

XXXXXXXXXXX
bom dia

Em resposta ao seu atendimento online, informa-se que existe efetivamente um atraso na recolha e processamento dos documentos de despesa para reembolso, encontrando-se a ADSE I.P. a mobilizar todos os recursos possíveis de forma a reduzir substancialmente os prazos verificados.

Pelos motivos supramencionados, os documentos que menciona encontram-se ainda em fase de processamento/ análise, não sendo possível presumir uma data efetiva de eventual reembolso.

Lamentamos, desde já, o transtorno pela demora verificada.

NÃO RESPONDA A ESTA MENSAGEM. Se pretende informação adicional deverá voltar a aceder ao atendimento online indicando a referência C-XXXXXX.

Com os melhores cumprimentos,

XXXXXXXXXXXXXXXX

 

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Menino de sete anos morre de ataque cardíaco no recreio em escola

É impensável, mas aconteceu em Almada. Todos nós devíamos ter formação em Suporte Básico de Vida, mas não temos, devia ser obrigatória. Tenho mais do que razões para o afirmar.

Os nossos sinceros sentimentos à família, aos colegas, aos professores e à escola.

 

Menino de sete anos morre de ataque cardíaco no recreio em escola em Almada

Técnicos de socorro assumiram as manobras de reanimação da criança à sua chegada, mas as mesmas revelaram-se infrutíferas.

Um menino de 7 anos, aluno da Escola Básica nº1 do Laranjeiro, Almada, morreu na tarde desta terça-feira, vítima de um ataque cardíaco.

O menor desfaleceu, pelas 16h55, quando brincava com colegas no recreio daquele estabelecimento de ensino.

A direção da escola acionou os meios de socorro, via 112, e começaram por ser os funcionários e professores a realizar manobras de reanimação, com o apoio de um desfibrilhador.

Ao local acorreram os bombeiros de Cacilhas, a Viatura Médica do Hospital Garcia de Orta, uma equipa de apoio psicológico do INEM (vinda de Lisboa), e a PSP.

Os técnicos de socorro assumiram as manobras de reanimação da criança à sua chegada, mas as mesmas revelaram-se infrutíferas.

O óbito foi declarado cerca das 17h30.

O menor já tinha antecedentes de doença cardíaca.

in CM

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Segurança Online. Portugal campeão, mas faltam professores.

Mesmo os poucos professores que há conseguem fazer do nosso país campeão, mas continuam a ser menosprezados.

Segurança online. Portugal campeão na área onde mais faltam professores e recursos?

 

É na disciplina de informática que as escolas dizem ter mais défice de professores. O panorama atual motivou inclusive a Direção-Geral da Administração Escolar (DGAE) a autorizar a contratação de profissionais apenas com habilitações de grau superior no âmbito das TIC (Tecnologias da Informação e Comunicação) – e não de ensino -, mas também de docentes de qualquer outra área, desde que estejam acreditados na área de informática, para dar aulas de informática. Enquanto as escolas sufocam com a escassez de professores nesta área, os alunos portugueses somam pontos como campeões na aprendizagem sobre segurança digital e online.

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Mais uma agressão de um aluno a uma AO

Continuam a ser residuais é o ME olha para o lado. Aliás, alguém tem visto o Tiago?

 

Funcionária tenta acabar com luta entre alunos e é agredida por menino de 13 anos

Uma auxiliar de Ação Educativa foi agredida por um aluno de 13 anos, no interior da Escola EB 2/3 Maria Manuela de Sá, em São Mamede de Infesta, Matosinhos, esta segunda-feira, avançou o Jornal de Notícias.

Quando dois menores se envolveram numa luta a funcionária decidiu tentar separá-los mas acabou por ser agredida por um dos alunos. A mulher de 40 anos levou dois socos no peito e acabou por ter de receber assistência hospitalar.

Depois da PSP ter ido à escola, a criança foi entregue aos pais.

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Seminário “Uma Escola em (Trans)Formação”

 

 

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Sabem ler, mas não entendem o que leem. Uma nova geração de analfabetos.

Enquanto o analfabetismo alcançou os valores mais baixos de toda a história mundial, surge agora uma nova geração de “analfabetos”, porque aparentemente sabem ler, mas não entendem uma palavra do que leem.

Quando foi a última vez que leu um texto, do início ao fim, sem desesperar, sem se cansar, sem interromper a sua leitura, sem se distrair e sem querer passar urgentemente para outra coisa?

Esta pergunta, por simples que possa parecer, é capaz de revelar uma das tendências contemporâneas mais preocupantes: o impacto da internet e suas tecnologias derivadas parece ter criado uma nova forma de analfabetismo funcional.

Com certeza já leu um texto, mas não entendeu o que diz, volta e volta a ler várias vezes, mas distrai-se e nada do que lê resta, não se preocupe, isso acontece a muitas gente.

Alguém que seja analfabeto funcional não saberá resolver de forma adequada tarefas necessárias na vida quotidiana, como por exemplo: preencher um pedido para um posto de trabalho, entender um contrato, seguir instruções escritas, ler um artigo num jornal, interpretar os sinais de trânsito, consultar um dicionário ou entender um panfleto com os horários dos autocarros.

Vale a pena lembrar que ler não é apenas decifrar os sinais que compõem uma palavra, um parágrafo ou um livro inteiro, mas também compreender de forma ampla o sentido daquilo que se lê: o seu sentido literal e o seu sentido figurado, o uso que se dá à linguagem, a mensagem que procura transmitir, a posição ideológica a partir da qual se fala e outras subtilezas presentes num texto.

O paradoxal seria que numa época que foi chamada de “a era da informação”, o individuo contemporâneo simplesmente preferir viver na ignorância, na mentira, no preconceito ou na ilusão da verdade: nuvens do pensamento que a leitura ajuda a dissipar.

in Es+Cultura

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E vai tudo para tribunal…

Só pergunto: Sabendo a FENPROF desta situação, porque não avançou antes? Agenda?

Professores querem que TC fiscalize ultrapassagens na carreira

A Federação Nacional de Professores (Fenprof) pediu aos grupos parlamentares que requeiram ao Tribunal Constitucional “a fiscalização abstracta e sucessiva de constitucionalidade das situações de ultrapassagens” na carreira entre professores, consequência também do processo de contagem de tempo de serviço que esteve congelado.

Em comunicado, a Fenprof refere que há acções a correr nos tribunais para tentar solucionar a questão, mas pede aos partidos que intervenham junto do Tribunal Constitucional (TC), “com a urgência que o problema justifica”, lembrando que existe jurisprudência criada por este tribunal em situações anteriores semelhantes, e adiantando ainda que os professores vão voltar a pedir a intervenção do Provedor de Justiça.

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Jurisprudência da decisão de que as ultrapassagens eram inconstitucionais anda no esquecimento

O Tribunal constitucional já, uma  vez, decidiu que as ultrapassagens eram inconstitucionais (Acórdão 239/2013). Na altura, o TC afirmou que havia inconstitucionalidade nas ultrapassagens de docentes com mais tempo de serviço por outros com menos ou igual e obrigou, o ME, a solucionar o problema acrescentando que aquela decisão faria jurisprudência para futuros casos. Nos últimos anos o ME tem ignorado tal jurisprudência e, num ato continuo,  faz ouvidos de mercador às queixas dos docentes e sindicatos.

ACÓRDÃO Nº 239/2013

Conclui-se, assim, que por força da aplicação das regras de transição previstas no Decreto-Lei n.º 75/2010 acima mencionadas, os docentes inseridos na previsão do art.° 8.°, n.º 1, foram, na data da entrada em vigor do diploma, isto é, em 24 de junho de 2010, ultrapassados, na sua progressão na carreira, por docentes com menos tempo de serviço no escalão em que todos se encontravam, situação que foi perpetuada, até à presente data, por força da vigência das normas citadas constantes das Leis do Orçamento do Estado para 2011 e 2012.

Ora, tal situação mostra-se contrária ao princípio da igualdade, na perspetiva de “salário igual para trabalho igual” (decorrente do art.° 58.º, n.º 1, alínea a), da Lei Fundamental, enquanto corolário do princípio da igualdade consagrado genericamente no artigo 13.º da Constituição).

A circunstância de a lei permitir que trabalhadores em funções públicas com mais tempo de serviço sejam ultrapassados em termos remuneratórios por trabalhadores com menos tempo de serviço, provocando-se as chamadas inversões de posições remuneratórias, tem vindo, aliás, a ser censurada pelo Tribunal Constitucional em já ampla jurisprudência sobre a matéria, de que constituem exemplo os seus acórdãos n.ºs 323/2005 e 405/2003.

 

Foi necessário esperar tanto tempo para os sindicatos tomarem a iniciativa?

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Comunicado do governo sobre as negociações do Programa Plurianual para a Administração Pública e aumentos salariais

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2020/02/comunicado.pdf”]

 

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O temor da vinda do “Diabo”

 

Parece que a ideia da vinda do “Diabo”, está implícita na reunião entre os sindicatos e os representantes do governo na argumentação que está a ser usada para não dar um aumento salarial digno e justo aos trabalhadores do Estado.

Segundo ouvi dizer por aí, esses tempos já são idos…

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As palavras do Papa Francisco aos Professores do Mundo

O discurso do Papa Francisco aos participantes do Seminário «Educação, o Pacto Global» promovido pela Académica Pontifícia de Ciências Sociais em Roma.

Discurso do Papa Francisco 

…

Desejo, neste momento, também prestar homenagem aos professores – sempre mal pagos – porque, diante do desafio da educação, continuam com coragem e determinação. São eles os “artesãos” das gerações futuras. Com o seu conhecimento, paciência e dedicação, eles estão a transmitir um modo de ser transformado em riqueza, não material, mas imaterial, estão a criar o homem e a mulher de amanhã. Esta é uma grande responsabilidade. Portanto, no novo pacto educativo, o papel dos professores, como agentes da educação, deve ser reconhecido e apoiado com todos os meios possíveis. Se o nosso objetivo é fornecer a cada indivíduo e a cada comunidade o nível de conhecimento necessário para ter a sua própria autonomia e poder cooperar com os outros, é importante ter como objetivo a formação de educadores com os mais altos padrões qualitativos, em todos os níveis académicos. Para apoiar e promover este processo, é necessário que disponham de recursos nacionais, internacionais e privados adequados, para que, em todo o mundo, possam cumprir as suas tarefas com eficácia.

…

Discurso do Papa Francisco na íntegra, AQUI

 

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