Rui Cardoso

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Desconto para IRS aumenta 0,3%

Pagas, já, este mês, recebes aumento sabe-se lá quando…

As novas tabelas de retenção na fonte vão ser publicadas esta terça-feira em Diário da Repúblicaavança o Correio da Manhã (conteúdo pago), e os salários dos funcionários públicos e dos pensionistas já vão receber este mês com as novas tabelas que foram atualizadas em 0,3%, ou seja, a taxa de inflação do ano passado e que ditou também os aumentos da Função Pública previstos na proposta de Orçamento do Estado, mas que ainda estão a ser negociados com os sindicatos da Função Pública.

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Adolescente esfaqueado por colega em escola de Gondomar

Continuam casos, graves, de violência nas nossas escolas, desta vez entre dois alunos.

Medidas contra este fenómeno tornam-se urgentes, chegamos a níveis intoleráveis. O Estatuto do Aluno, ou  não é seguido pelas direções das escolas ou não é suficientemente aplicado para evitar este e outros casos. Também, poderá ter que ser revisto para que um destes dias não choremos sobre o leite derramado.

Adolescente esfaqueado por colega em escola de Gondomar

Um adolescente de 16 anos foi esfaqueado, esta segunda-feira, por um colega na Escola de Santa Bárbara, em Fânzeres, Gondomar, avançou o Jornal de Notícias. A vítima foi transportada para o Hospital São João, no Porto, no entanto não corre perigo de vida.

Não é conhecido o que motivou o ataque do colega da vítima. O autor da agressão está identificado, mas fugiu das instalações escolares antes de as autoridades chegarem ao local.

O autor do crime está em fuga. A polícia está agora a tentar localizar o jovem.

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Aviso de Abertura de Procedimento Concursal Simplificado Local – África do Sul, Namíbia e Zimbabué

Aviso de Abertura de Procedimento Concursal Simplificado Local – África do Sul, Namíbia e Zimbabué

Informam-se os interessados que se encontra disponível o aviso de abertura de procedimento concursal simplificado para o recrutamento local de docentes do ensino português no estrangeiro do 1º CEB e dos 2º/3º CEB e SEC, língua inglesa.

Os horários disponíveis são:

África do Sul

Namíbia

  • 2.º/3.º CEB e SEC – NAM05

Zimbabué

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Tiago fala sobre o OE2020 para a Educação

 

 

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Perito para Docência da Língua Portuguesa

 

Perito para Docência da Língua Portuguesa

Perito para as funções de docente no âmbito do projeto: FOCO.UNTL – FORMAR, ORIENTAR, CERTIFICAR E OTIMIZAR a realizar em conjunto com a UNTL – Universidade de Timor Lorosae

Prazo limite de candidatura: 27/01/2020 (novo prazo)

 (M/F) 

– PERFIL PROFISSIONAL –

País: Timor Lorosae
Referência da posição: Perito para Docência da Língua Portuguesa
Duração da Missão: 12 meses

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Cartoon do Dia – Internet nas Escolas

 

 

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Proletarização da Função Pública

Qualquer dia um assistente operacional ganha tanto como um professor… Ou um médico. Uns são filhos outros enteados, aqui se vê a importância da meritocracia.

 

Salários mais baixos na Função Pública com aumento até 37,5 euros

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A injustiça das Ultrapassagens consolidada pela provedoria de justiça

A Provedora de Justiça anunciou ontem que recebeu uma centena e meia de queixas sobre o reposicionamento remuneratório de docentes e, apesar de considerar “injusta” a situação, admite que ela decorre da conjugação de diversos regimes de transição.

Foram recebidas centena e meia de queixas sobre as consequências imputadas às regras contidas na Portaria n.º 119/2018, 4 de maio, ao promover o reposicionamento remuneratório de docentes que ingressaram na carreira dos educadores de infância e dos professores dos ensinos básico e secundário, entre 2011 e 2017. Alegava-se a inversão de posições remuneratórias, com prejuízo para quem tivesse ingressado em momento anterior.

Sem deixar de sublinhar a injustiça criada nas situações em que certo docente é ultrapassado, em termos remuneratórios, por outro com antiguidade igual ou inferior, a Provedora de Justiça entendeu que, no contexto analisado, esta circunstância decorre da conjunção de diversos regimes de transição que se foram sucedendo, combinada com as vicissitudes de cada caso individual. Por esse meio, concluiu-se ficar prejudicada a possibilidade de, com clareza, se definir um critério de conduta geral e abstrato ao qual possa ser imputada a produção dos efeitos contestados.

Foi assinalado que a Portaria n.º 119/2018, 4 de maio, pretendeu sanar a situação (também ela injusta, em termos absolutos como relativos) dos docentes que, tendo ingressado na carreira no período indicado, ficaram desde o início prejudicados no direito de ver o tempo de serviço anteriormente acumulado relevar para fins de definição do escalão remuneratório.

De igual modo, considerou-se que boa parte das situações de injustiça, potenciadas pelo teor da referida Portaria, tinham já podido ficar sanadas pelo correto exercício das possibilidades abertas, em termos de recuperação faseada do tempo de serviço, pelo Decreto-Lei n.º 36/2019, de 15 de março.

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Podem os professores ensinar qualquer disciplina? – João André Costa

Podem os professores ensinar qualquer disciplina?

O princípio é simples e presente em todas as escolas do sistema de ensino inglês: o professor está habilitado para ensinar e, ao estar habilitado para ensinar, ensina. E ao ensinar, ensina qualquer disciplina. É assim desde o dia em que aqui cheguei, a 5 de Setembro de 2007. Já era assim. Vai continuar a ser.

Ao que parece, e de acordo com notícias recentes, em Portugal o Governo decidiu importar esta medida. Pelas mesmas razões: a falta de professores, seja por doença, mobilidade ou reforma. E são muitos a reformarem-se. Mais de metade dos professores em Portugal nos próximos 10 anos. Por isso preparem-se.

Aliás, já nos tinham dado as notícias de modo esfuziante no Natal: 20 anos depois, 20 anos depois do desemprego e do chuto nas traseiras de quem vos escreve e nas traseiras de mais outros tantos milhares de professores, não servem para nada, só sabem ensinar (assim nos disseram), Portugal precisa de professores e já podemos voltar. Por 1200 euros por mês? A 500 quilómetros de casa? Sem fotocópias, aquecimento, com violência quanto baste, num sistema de ensino onde autistas profundos têm forçosamente de atingir os mesmos resultados do aluno médio? E ainda por cima a ter de leccionar Educação Física (por exemplo)? Mas se eu sou de ciências? Não, obrigado.

E não, ainda não chegámos a este ponto. Mas para lá caminhamos. Este foi só o primeiro passo e não esperem pela demora. Nada é temporário. É temporário este ano. E no final do ano, quando os jornais já não estiverem a falar disto e toda a gente estiver de férias, zás, passa a permanente. E o professor que aguente!

O princípio em si, para quem precisa de trabalho lá fora como de pão para a boca, é desafiante. Ao mesmo tempo, é uma oportunidade de aprender mais, mais sobre outras áreas, outras disciplinas, outros métodos. Serviu-me para aprender a fazer de tudo um pouco e rapidamente subir na hierarquia das escolas até onde estou hoje. Mas isto é lá fora. E não, não gostaria de voltar atrás, por nada deste mundo, aos dias em que tinha de ensinar desde Desporto a Matemática, passando por Religião e Moral, Geografia, Ciências (ufa, que alívio), espanhol, alemão, informática, eu sei lá, de escola em escola a fazer substituições dia-a-dia, todos os dias numa escola nova, muitas vezes sem que o professor me deixasse nada de nada, sem nunca saber ao que ia.

Resultado: acabava a ser cão pastor, de roda dos miúdos a fazer tudo por tudo para que os mesmos não saltassem da sala pelas portas e janelas.

Se em Inglaterra qualquer professor pode leccionar qualquer disciplina, bastando para tal ter um canudo, tal implica uma redução do nível de exigência e uma deterioração óbvia da qualidade de ensino. Se tens de ensinar uma infinidade de conteúdos, não é possível saber de tudo e de todos ao mesmo tempo e tens mesmo de simplificar o ensino. É óbvio.

Assim, através da desculpa da falta de professores, o Governo dá mais uma machadada na escola pública, já de si moribunda e depauperada. Aos poucos e poucos, perdemos o maior legado de Abril: a educação. E sem educação, meus caros, não há liberdade.

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Audição do”Nulo” no parlamento sobre o OE2020 para a Educação

Ouvir o Porfírio e a Joaquina a lerem a cartilha encomendada para tentar fazer o “Nulo” brilhar é a mesma coisa que ouvir um político em campanha eleitoral. Uma nulidade.

Uma questão interessante foi sobre a manutenção das escolas TEIP. Com a flexibilização em  curso será que ainda se justificam, ou podemos repensar este modelo?

111 milões de euros para dezenas de intervenções em escolas da rede pública de norte a sul do país. (deve ser para retirar o amianto)

Melhor internet nas escolas. (mas faltamos equipamentos para dela fazer uso)

O que eu mais gostei de ouvir foi a afirmação de que o ME nunca desvalorizou os episódios de violência nas escolas.(tem-se visto as condenações, por parte do ME, no que diz respeito à violência sobre os professores)

Fica o video para quem tiver paciência de ver e ouvir.

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Cartoon da Semana – O ensino das profissões mais perigosas – Paulo Serra

 

 

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Governo vai definir requisitos para a pré-reforma dos professores em 2020

Na reunião que aconteceu na segunda-feira entre a ministra da Modernização do Estado e da Administração Pública e os sindicatos dos setores, os professores foram apontados por Alexandra Leitão como uma das carreiras no Estado em que é necessário definir critérios mais objetivos para a pré-reforma. Contudo, não foram adiantados mais detalhes.

A definição de critérios mais objetivos para a passagem à pré-reforma em 2020 poderá passar pela definição de novas regras em função da idade e do tempo de serviço do trabalhador, mas também pelo método de fixação do montante a receber na pré-reforma.

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Deixar de dar aulas com mais de 60 anos só no pré-escolar e 1.º ciclo

Foi isto que o Costa anunciou por três vezes? Era a esta compensação a que ele se referia?

Ó Costa esta medida não é tua, é do Socrates e da sua MLR. Aquando da publicação do DL 15/2007 foi uma das novidades. Mas tu conseguiste fazer pior, só o permites a um determinado grupo de docentes que deveriam poder-se reformar com essa idade. Isso sim, seria uma compensação. Deixa-te de “copy/paste” e negoceia um regime especial de aposentação para todos os docentes.

A secretária de Estado da Educação, Susana Amador, esclareceu que esta medida será estudada e que no âmbito da valorização da classe docente existe a possibilidade de os professores em regime de monodocência  desempenharem outras atividades que garantam o aproveitamento pleno das suas capacidades profissionais.

O que se pretende é explorar cenários possíveis para encontrar a potenciação das capacidades para que estes professores da monodocência que quando chegam aos 60 anos tem uma redução de cinco horas da sua componente letiva.

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O que diz no OE2020 e se refere a Educação

As medidas para o setor da Educação no OE2020 são:

– Rever o modelo de recrutamento de professores, que já tinha sido avançado no programa do Governo, e admite ter outros planos para os professores com mais de 60 anos que não passam necessariamente por dar aulas.

– Explorar cenários que permitam aos professores após os 60 anos desempenhar outras atividades, garantindo o pleno aproveitamento das suas capacidades profissionais, bem como a ponderação da criação de incentivos à aposta na carreira docente em áreas do país e grupos de recrutamento onde a oferta de profissionais possa revelar-se escassa são ações a desenvolver

– Elaborar um diagnóstico que permita delinear um plano de curto e médio prazos, a 5 e 10 anos, “recrutamento que tenha em conta as mudanças em curso na sociedade portuguesa e que promova o rejuvenescimento da carreira.

– Reforçar o investimento na educação pré-escolar, por um lado, “de forma a acompanhar o aumento da procura em determinados locais, seja pelo maior interesse das famílias, seja por um conjunto de dinâmicas territoriais e migratórias.

– Para o 2.º ciclo do ensino básico está previsto o arranque de um projeto-piloto de educação a tempo inteiro, no âmbito das atividades extracurriculares.

– Aumento de despesa com a educação inclusiva, um reforço da ação social, o reforço da formação de professores-tutores para o programa de combate ao insucesso escolar e também o reforço do programa das escolas denominadas Territórios Educativos de Intervenção Prioritária (TEIP).

– Alargamento da redução do número de alunos por turma a mais anos de escolaridade.

– Rever a portaria de rácios que determina o número de funcionários a colocar em cada escola.

– Dar continuidade às obras de requalificação e modernização dos estabelecimentos escolares.

– Desenvolver, em articulação com as autarquias, uma nova geração de contratos locais de segurança, que concretize uma estratégia de policiamento de proximidade em meio escolar.

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Governo chama sindicatos para negociar aumentos acima dos 0,3% na Função Pública

Governo chama sindicatos para negociar aumentos acima dos 0,3% na Função Pública

[Em atualização] Alexandra Leitão diz que sindicatos vão saber “em primeira mão” quanto o governo vai somar aos 0,3% já prometidos.

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Seminário Internacional “Ensinar sobre o Holocausto e os Direitos Humanos

Seminário Internacional “Ensinar sobre o Holocausto e os Direitos Humanos: Aprender com o Passado, Agir para o Futuro”, de 23 a 26 de fevereiro de 2020, no Museu Judaico do Porto
Para mais informações, programa e ficha de inscrição consulte o nosso site www.memoshoa.pt

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6000 professores no topo da carreira – Maurício Brito

A notícia parece realçar o “enorme feito” do governo de ter permitido que 6.000 docentes tivessem chegado ao topo da carreira em 2019, quando todos estes professores já o deveriam ter alcançado desde 2011. Curiosamente, o que seria interessante enfatizar – que devido à não contabilização de todo o tempo de serviço congelado, cerca de 60.000 docentes nunca chegarão ao topo, por melhores profissionais que sejam ou tentem ser. O Público que perdoe, até porque é dos poucos jornais que ainda consigo seguir, mas isto parece pura propaganda. Principalmente quando vemos a cara de um dos piores ministros da Educação da nossa história na capa a aparentar fazer “publicidade” ao “enorme” feito.

Aliás, e já agora, quando quiserem ver-me numa nova manifestação, que seja, tendo em conta o actual momento, por apenas um – um único – motivo: juntarmo-nos todos para pedir a demissão de um indivíduo que se tornou num “pau-mandado”, num compêndio de tristes figuras, numa nulidade tão grande que não há (aparentes) simpatias ou discursos eloquentes que diafarcem a sua insignificância. Marquem a hora e o lugar, e, com todo o gosto, lá estarei.

Mais de 6000 professores chegaram ao topo da carreira no último ano

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Pré-aviso de Greve Nacional da AP por aumentos salariais dignos para todos – 31/01/2020

 

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Mais uma agressão a uma Professora…

… e o ministro escreveu sobre o ano de mudança, flexibilização, inclusão, educação cívica… nada sobre este flagelo que é a falta de segurança dentro das escolas. É preciso restabelecer a imagem do Professor na sociedade como um seu membro a respeitar pelo importante papel que nela tem.

Tudo isto se deve, entre outras coisas, à destruição de imagem que se deu a partir do momento que se perderam os professores para ganhar não sei muito bem o quê.

Há que salientar que foi o Agrupamento de Escolas a apresentar queixa na PSP, Senhores Diretores, foi o Agrupamento de Escolas que apresentou queixa, não foi a docente. Está na altura de começarem a ter uma certa vergonha daquilo que algumas pessoas fazem para tentar esconder realidades.

Professora de escola na Madeira foi agredida por aluno

Uma professora de matemática da Escola Básica e Secundária da Ponta do Sol foi agredida por um aluno, ao final da tarde desta quinta-feira. De acordo com a RTP-Madeira, a docente foi assistida no serviço de Urgências da Ribeira Brava, após uma agressão na sala de aula.

Segundo fonte da escola, escutada pela RTP-Madeira, o alegado agressor é um aluno de 18 anos, que frequenta um curso CEF, e que já terá agredido um colega de escola. O estudante estará a ser seguido por um psiquiatra por causa de uma depressão.

A professora, com mais de 20 anos de experiência, apresentava ferimentos na face e na cabeça.

O aluno está suspenso e o estabelecimento de ensino já apresentou queixa junto da PSP, abrindo ainda um processo disciplinar. A escola vai ainda levar o caso ao director regional, que pode expulsar o aluno da escola ou proceder à sua transferência para outro estabelecimento de ensino.

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Experiência-piloto de AEC no 2.° ciclo vai arrancar

A escola armazém a espalhar tentáculos…

Alunos até ao sexto ano com escola das 9 às 17 horas

O princípio da Escola a Tempo Inteiro (ETI) – que permite o prolongamento do horário dos alunos do 1.o Ciclo, através das Atividades de Enriquecimento Curricular (AEC) – vai ser alargado ao 2.o Ciclo.

A intenção não é nova, mas vai avançar no próximo ano letivo, com caráter de experiência-piloto em cerca de dez agrupamentos. O objetivo é generalizar a medida depois de 2022.

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Tiago falou, perdão, escreveu…

 

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“Definição de Tarefas Moderadas no Ensino” PROVEDORIA DE JUSTIÇA

RESPOSTA À EXPOSIÇÃO/QUEIXA
“Definição de Tarefas Moderadas no Ensino” PROVEDORIA DE JUSTIÇA


Apesar da resposta ainda não contemplar uma solução, a Senhora Provedora de Justiça não deixou de informar qual a evolução da procura de aplicação do Decreto Regulamentar 41/90 e de orientar em que sentido deverão os Diretores interpretar as orientações legais para transformar as “Tarefas Moderadas” em “Componente Não Letiva.”
Desde sempre, como demonstra a menção de vários Diplomas pela Provedoria, aos docentes com dificuldades de saúde era convertida a Componente Letiva em Não Letiva. Eliminou-se o suporte legal que permitia tal Requerimento e deixaram-se as pessoas à mercê da vontade de quem não entende de doença/saúde, porque não faz parte da sua formação, nem da sua função, entender. Logo, as injustiças inevitavelmente foram surgindo. Conflitos desnecessários entre colegas, como tantos outros que surgem nas Escolas, nas autonomias que se concedem, sem preparar aqueles que as vão exercer para os cargos a desempenhar.
Ninguém nasce ensinado, diz o povo, na sua sabedoria. Mas quem se propõe, quem se candidata a governar, a dirigir, deveria ter a noção da responsabilidade que coloca no exercício da função, nas vidas que passa a influenciar e que dependem da forma positiva ou negativa como realizará o seu trabalho.
Solicito aqui aos Senhores Diretores que leiam cuidadosamente a explicação do Senhor Provedor Adjunto e que a apliquem nas Escolas para o bem daqueles que estão impossibilitados de cumprir as funções na sua plenitude.
A vida não poupará nenhum de nós.
Fátima Ventura Brás – Professora do 1.º Ciclo

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Sobre a desqualificação dos professores – Murício Brito

Comentário do colega Maurício Brito.

“Vamos lá ver se nos entendemos: isto é apenas (mais) uma prova do total desnorte das políticas educativas dos sucessivos governos do nosso país. Uma lógica economicista tem sido o denominador comum de todos os responsáveis políticos desde meados da década de 2000. Podem existir (aparentes) divergências entre as principais linhas orientadoras dos diferentes actores políticos que vão surgindo, mas há algo em comum entre todos: o desinvestimento em áreas como a Educação é mais do que flagrante, por mais perdigotos que o agora altivo Centeno ou o “pau para toda a obra” Tiago mandem para o ar. E elevar as obras da Parque Escolar ou os computadores Magalhães dos amigos da J.P. Sá Couto como um bom investimento para o país é continuar a fazer troça de um povo que segue há anos com o maldito cinto apertado, apenas com a falsa ilusão de que hoje ele não magoa: o problema é que todos emagrecemos tanto devido às péssimas opções políticas de quem nos governa que esquecemo-nos que o cinto continua apertado no mesmo buraco, por mais explicações sobre carga fiscal e impostos que nos tentem enfiar pelos ouvidos.

O envelhecimento e a não renovação da classe docente já produziram e continuarão a produzir enormes estragos na qualidade do nosso ensino. Estas mirabolantes soluções encontradas são a prova inequívoca de que os homens que “andam no leme” há muito que não temem em perder toda a vergonha. E a vontade que surge de rir é por nos apercebermos que, por mais que alertemos, ninguém nos ouve. O que é triste, pois a vida não deveria ser sempre a perder.”

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CARTA ABERTA, de formadores … a Técnicos Superiores!

CARTA ABERTA 

De formadores … a Técnicos Superiores!

 

Numa altura em que o Governo diz apostar no ensino profissional, coloca os formadores (técnicos especializados para formação) como o parente pobre deste tipo de ensino ao inseri-los, no âmbito do PREVPAP, na carreira geral de Técnico Superior.

Num passado, não muito longínquo, foram criados grupos de recrutamento para o ensino artístico de música e dança bem como para a Língua Gestual Portuguesa, contudo, para o ensino profissional, em total desapresso por este tipo de ensino, não está equacionada a criação de um grupo de recrutamento para as áreas técnicas, mas antes a substituição do Formador pelo Técnico Superior pois, será nessa carreira que serão inseridos os Técnicos Especializados para Formação que concorreram ao PREVPAP através de concursos já a decorrer na Bolsa de Emprego Público.

Os técnicos especializados para formação, ou seja, aqueles que asseguram a formação técnica dos cursos profissionais nas escolas públicas, candidataram-se ao programa de regularização extraordinária dos vínculos precários da administração pública (PREVPAP) tendo obtido parecer favorável à vinculação através de resposta ao requerimento enviada ao longo dos meses de outubro e novembro.

Os pareceres enviados aos requerentes, referiam o seguinte. “De acordo com o disposto nos n.ºs 2 e 3 do artigo 14.º da supracitada Portaria, a CAB emitiu parecer no sentido de que as funções exercidas a tempo completo no Agrupamento x, correspondem a necessidades permanentes desta entidade e que o vínculo jurídico detido é inadequado ao exercício das mesmas, pelo que se justifica a regularização extraordinária da sua situação laboral através de procedimento concursal, a ser aberto pela entidade acima identificada [DGAE], nos termos previstos pela Lei n.º 112/2017, de 29 de dezembro[i].”

Um técnico especializado para formação é contratado de acordo com o n.º 3 do artigo 38º do  Decreto-Lei n.º 132/2012, de 27 de junho, quando se verificaram necessidades de serviço a prestar por formadores ou técnicos especializados, nas áreas de natureza profissional, tecnológica, vocacional ou artística dos ensinos básico e secundário que não se enquadrem nos grupos de recrutamento a que se refere o Decreto-Lei n.º 27/2006, de 10 de fevereiro.

No dia 23/12/2019, é publicada na página da DGAE (Direção Geral da Administração Escolar) o aviso de abertura dos procedimentos concursais de regularização no âmbito do PREVPAP, na carreira de Técnicos Superiores.

Na nota informativa enviada aos Diretores das Escolas que se destina a orientar os diretores escolares na abertura, publicação e condução do procedimento concursal é referido também que os candidatos serão inseridos na carreira de Técnico Superior, posição 2.

Somos contratados como técnicos especializados com serviço de docência e foi, no âmbito dessas funções, que concorremos ao PREVPAP e que obtivemos parecer favorável. O nosso trabalho consiste no planeamento, preparação, lecionação de aulas e na avaliação de alunos; acompanhamento, orientação  e avaliação da Formação em Contexto de Formação de Trabalho, e das Provas de Aptidão Profissional, acumulando com cargos de Diretor de Curso, sendo estas funções díspares das atribuídas  à carreira de técnico superior, e que de acordo com o anexo n.º 2 do artigo 88 da  Lei n.º 35/2014 de 20 de junho, se revestem do seguinte conteúdo operacional: “Funções consultivas, de estudo, planeamento, programação, avaliação e aplicação de métodos e processos de natureza técnica e ou científica, que fundamentam e preparam a decisão; elaboração, autonomamente ou em grupo, de pareceres e projetos, com diversos graus de complexidade, e execução de outras atividades de apoio geral ou especializado nas áreas de atuação comuns, instrumentais e operativas dos órgãos e serviços; funções exercidas com responsabilidade e autonomia técnica, ainda que com enquadramento superior qualificado. Representação do órgão ou serviço em assuntos da sua especialidade, tomando opções de índole técnica, enquadradas por diretivas ou orientações superiores.”

As nossas funções em nada correspondem às de Técnico Superior, parecendo-nos este um caminho para que a sala de aula seja substituída por um gabinete, onde desempenharemos uma função que não saberemos qual, ou para que alguém, cansado do seu local de trabalho, considere a mobilidade …. Para uma sala de aula.

 

A precariedade continuará, pois, continuaremos sem ter uma carreira assente nas funções que desempenhamos, um grupo de recrutamento, ou uma realidade legal que possibilite, inclusive, a entrada numa carreira dos muitos técnicos especializados para formação, que não concorreram ao PREVPAP, mas que em setembro irão concorrer às centenas de oferta de escola para lecionação das áreas técnicas dos cursos profissionais.

Para além disso, muitas têm sido as dúvidas dos candidatos e Diretores escolares pois, de acordo com o conteúdo funcional da profissão, não é objetivo que nos possa ser atribuída componente letiva.

Coabitarão assim, em ambiente escolar, em reuniões de equipa pedagógica, Professores e Técnicos Superiores com a mesma tarefa: educar e formar jovens. Esta situação configura-se de uma total desconsideração para todos aqueles que estudaram para Professor, ou que se profissionalizaram em serviço, e que hoje estão legalmente habilitados para o exercício de funções docentes, funções essas agora também exercidas, por tempo indeterminado e com reconhecimento de necessidade permanente … por Técnicos Superiores.

Nos, os técnicos especializados para formação, entramos nas escolas porque necessitavam de nós, e permanecemos nas mesmas, por anos e anos porque continuaram a precisar de nós. Contudo, entendemos que existam regras para a integração da carreira de docente, regras essas que queremos que também sejam criadas para nós, através da criação de um grupo de recrutamento para que não continuem a perpetuar-se sentimentos de injustiça e para que o ensino profissional possa, realmente, ser uma aposta ganha para todos os que o escolhem.

Os jovens do ensino profissional também têm direito a que os formadores que lhes ensinam uma profissão sejam pessoas qualificadas e com obrigações ao nível de formação continua, no âmbito das funções que desempenham.

O PREVPAP tem sido assim um programa de injustiças, de soluções avulso e não o que deveria ter sido: um ponto de partida para se repensar serviços, para se repensar carreiras em prol de uma administração pública que realmente dá resposta à alteração da sociedade.

Este é, por isso, um assunto que deveria interessar Técnicos, Professores, Encarregados de Educação e Alunos.

Onde está a modernização da administração pública e a valorização dos recursos humanos da Educação e do Ensino Profissional?

 

Assina:

Um grupo de Técnicos Especializados Precários, futuros Técnicos Superiores sem exercício de funções correspondentes ao conteúdo funcional da profissão onde serão inseridos.

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3.ª edição do Global Teacher Prize Portugal

Inscrições abertas

 

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É apenas um reforço de medidas de gestão do corpo docente

O ME emitiu um comunicado a explicar porque vai colocar professores com formação contínua em TIC a lecionar a disciplina, professores de História a lecionar Geografia e Professores do 2.º Ciclo a lecionar ao 3.º Ciclo e secundário. Como pai estou preocupado, como professor sinto-me usado (para não dizer pior…).

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Começaram a bater nos juízes…

Foi de imediato detida e aguarda para ser presente a juiz de instrução para primeiro interrogatório judicial.

Juíza agredida pela mãe de uma criança durante audiência

A mulher também arranhou a procuradora do Ministério Público e destruiu tudo o que conseguiu no gabinete durante uma audiência no Tribunal de Menores

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Propostas de alteração ao OE do PAN

Em 150 propostas de alteração ao OE 2020, duas com relação à Educação. Pouco… quase nada. É caso para dizer que, não sou…

Reforço de Psicólogos nas Escolas Públicas

Revisão do rácio dos auxiliares de acção educativa

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Nota Informativa sobre Necessidade Temporárias

 

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Nova Voz aos Professores – VozProf

Um novo blog na área da Educação Portuguesa, VozProf.

 

 

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Professora e Assistente Operacional agredidas por mãe de aluno

Mata-se dois coelhos com uma cajadada só. Mãe bate em Professora e Assistente Operacional dentro da escola.

Do ministro ou do seu ministério não se ouve palavra. Nem botão de pânico, nem crime público, nem, mesmo, aulas de defesa pessoal. Silêncio… Aceitam a violência sobre os seus funcionários com a normalidade com que aceitam a luz do sol ao raiar do dia. Quando alguém morrer (o diabo seja cego surdo e mudo) virão condenar o ato, apresentar condolências, oferecer beijos e abraços aos familiares, nada mais que isso.

Professora e assistente operacional agredidas por mãe de aluno dentro de escola

Uma professora e uma assistente operacional foram agredidas esta tarde de terça-feira dentro da Escola Básica da Bela Vista, em Setúbal, pela mãe de um aluno. A docente recebeu tratamento no Hospital de São Bernardo, para onde se deslocou pelos próprios meios e a assistente operacional recusou qualquer assistência.

O caso ocorreu às 15.40 horas quando a agressora, mãe de um aluno, se deslocou à escola alegando que a professora bateu no filho no recreio da escola Ao que foi possível apurar junto de fonte oficial da PSP, a docente tinha separado dois alunos que se envolveram em agressões no recreio da escola durante a manhã, pelas 11 horas.

Um dos alunos, quando chegou a casa pela hora de almoço, queixou-se à mãe que a professora o tinha agredido, o que fez com que esta se dirigisse à escola para confrontar a docente.

Às 15.40 horas, a mãe do aluno entrou no recinto escolar e após localizar a professora, agrediu-a com pelo menos uma chapada. Várias pessoas que assistiam à cena socorreram a vítima, separando as duas e foi nesse momento que uma assistente operacional foi também agredida pela agressora.

A PSP deslocou-se à escola e quando chegou ao local, já a agressora se tinha ausentado do local.

Os agentes recolheram testemunhos que permitiram identificar a suspeita, mas não a localizaram. Essa diligência será realizada apenas após queixa formal apresentada pela vítima na esquadra.

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Municiplízação vai sair cara aos municípios…

Que se desenganem os senhores presidentes das câmaras, se julgam que vão engordar os orçamentos  com os dinheiros transferidos pelo governo para a Educação.

A prova está num estudo realizado pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região Norte. Os 68,19 milhões de euros transferidos para as câmaras pelo governo não foram suficientes para arcar com a despesa inerente. Gastaram 116,3 milhões de euros, mais 48,11 milões de euros.

Vão na cantiga e ainda vamos andar todos a sustentar a Educação nas escolas deste país.

Autarquias do Norte gastaram em Educação mais 48 ME do que receberam do Estado

“Em 2018, o montante global do FSM distribuído aos municípios do Norte foi de 68,19 milhões de euros. As despesas elegíveis reportadas pelos municípios da região atingiram 116,3 milhões de euros, resultando numa taxa de execução de 171%, o que significa que as despesas dos municípios neste domínio são muito superiores às transferências efetivamente recebidas para este fim”, conclui o relatório da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), a que hoje a Lusa teve acesso. O documento refere que, em 2018, “as despesas com o funcionamento corrente do pré-escolar na região do Norte totalizaram cerca de 27 milhões de euros”, sendo de 602,51 euros o “valor médio da despesa por aluno nos municípios da região”. “Já as despesas com o 1.º ciclo do ensino básico ascenderam a 65,9 milhões de euros e o valor médio de despesa por aluno foi de 557,22 euros”, acrescenta o relatório. Quanto a “despesas com professores, monitores e técnicos do 1.º ciclo do ensino básico público”, ligados ao “enriquecimento escolar” [tempo não letivo], a despesa “ascendeu a 7,4 milhões de euros”. Neste caso, foi de 62,55 euros o valor médio da despesa por aluno. As despesas com transportes escolares do 3.º ciclo ascenderam a 15,9 milhões de euros, resultando num valor médio de despesa por aluno de 145,56 euros. Na região, não reportaram despesas desta natureza, os municípios de Bragança, Freixo de Espada à Cinta, Lamego, Lousada, Porto e São João da Madeira. Quando à diferença entre o valor transferido pelo Estado e a despesa efetuada pela autarquia, “em termos percentuais, Mogadouro é o município em que esta diferença é maior”. De acordo com a CCDR-N, apresenta “uma despesa de 481% face ao valor transferido”. “Tanto Bragança como Mondim de Basto executam uma despesa mais próxima da verba transferida, com 102%”, descreve. Comparando o período entre 2016 a 2018, “registou-se um decréscimo de 14 pontos percentuais da taxa de execução entre os anos de 2016 e 2017 e um aumento de 28 pontos percentuais do ano de 2017 para o ano de 2018”. Neste período, “destacam-se a Área Metropolitana do Porto e o Tâmega e Sousa com maior despesa no âmbito do FSM”, com 117 milhões e 45,7 milhões de euros, respetivamente. No Alto Tâmega e Terras de Trás-os-Montes, as despesas “não ultrapassaram os 14 milhões de euros”. O documento assinala que os municípios de Barcelos, Braga, Guimarães, Maia, Matosinhos, Porto, Santa Maria da Feira e Vila Nova de Gaia “foram os que apresentaram maior despesa elegível paga entre 2016 e 2018”. As autarquias com menor despesa elegível paga nestes três anos foram Freixo de Espada à Cinta, Melgaço, Miranda do Douro, São João da Pesqueira, Vila Nova de Foz Côa e Vimioso. O Relatório, elaborado com base na informação prestada pelos municípios, enquadra-se no apoio prestado pela CCDR-N à Administração Local, no contexto da Lei do Orçamento de Estado e do Decreto-Lei de Execução Orçamental, que atribui às CCDR a responsabilidade de verificar a demonstração, a nível regional, a realização de despesa elegível das verbas do FSM.

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Greve nacional na função pública no dia 31

Depois da FENPROF e dos sindicatos ligados à CGTP, vem agora a FESAP com a cereja no cimo do bolo.

Fesap anuncia greve nacional na função pública no dia 31

Proposta do Orçamento do Estado para 2020 é considerada “ofensiva” e “inaceitável”.

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Redução dos salários dos políticos e alojamento para professores

São as propostas de alteração, do Chega, ao OE2020.

Chega vai propor redução de 5 a 7,5% nos salários dos políticos e vota contra o Orçamento

Na discussão na especialidade, André Ventura vai propor subsídios de risco para polícias, de alojamento para professores, revisão e descongelamento das carreiras médicas. Deputado diz que OE 2020 abre as portas à crise financeira.

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III Festival Internacional de Cartoon Escolar

 

 

 

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PCP insiste em levar Costa a ameaçar a demissão…

Resta saber se outros seguirão o exemplo. Também seria bom que deixassem de parte as agendas escondidas e pusessem as pessoas à frente das politicas.

Para palhaçada, já bastou o que se passou no ano passado.

Partido Comunista insiste na contabilização integral do tempo de serviço dos professores.

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Manuais gratuitos para todos? O castigo ideológico – Alberto Veronesi

Manuais gratuitos para todos? O castigo ideológico – Alberto Veronesi

Por estes dias, a Provedora de Justiça veio a público “pedir” que o programa de manuais gratuitos no ensino público fosse alargado aos alunos carenciados do ensino privado ou cooperativo. Foi até recomendada a alteração legislativa, segundo a provedora, para assim responder a queixas várias apresentadas por cidadão, associações e instituições que questionavam a constitucionalidade da lei actual, uma vez que este programa é limitado aos alunos da rede do ensino público.

Houve mesmo quem pedisse a inconstitucionalidade mas, neste caso, a provedora considera que a medida não infringe os valores fundamentais da Constituição. Ora é exactamente aqui que me parece que a provedora devia ter enviado o assunto para o Tribunal Constitucional.

Quando a provedora refere os alunos carenciados do ensino privado, eu até consigo perceber o alcance da sua ideia, mas não posso deixar de reparar que não refere os alunos não carenciados do ensino público. Na realidade, o que se quer com a medida é castigar ideologicamente todos os pais e respectivos alunos que optem por colocar os seus filhos no ensino privado.

Um aluno é sempre um aluno numa escola portuguesa e, portanto, a medida de diferenciar, discriminando os que optam pelo ensino privado parece-me ser inconstitucional. Não é justo, ideologias à parte, quando um governo pretende, através de leis e portarias, beneficiar uns em detrimento de outros. Neste caso, beneficiar os que optam pelo ensino público.

A medida é, ano após ano, anunciada como uma enorme benevolência do governo, escondendo sempre os meandros da questão: a oferta que é um empréstimo, os atrasos nos pagamentos às livrarias, os atrasos na entrega aos alunos… Enfim, uma prenda envenenada, mas muito popular.

Gostava de perguntar à Sra. Provedora se não acha injusto que uma família que faz o sacrifício de colocar o seu filho numa escola privada fique sem a possibilidade beneficiar da medida? Gostava também de perguntar se não acha injusto que uma família, com uma capacidade financeira acima de média, que tem o seu filho no ensino público, possa beneficiar com esta medida? Será que a primeira família não paga impostos e por isso não tem direito aos manuais? Será que o segundo exemplo, mesmo sem necessidade, deve ter direito aos manuais?

A resposta a estas duas perguntas é uma só: Trata-se de um castigo ideológico.

Será que as famílias, através dos seus impostos, não financiam o sistema público? Claro que financiam. Então por que é que umas têm direitos e outras não? Trata-se de um castigo ideológico.

Adoro ouvir apregoar os direitos e as igualdades com que o Estado tem de tratar os seus cidadãos, mas já percebemos que, para quem nos governa, essa igualdade é muito relativa, pois geralmente termina onde a liberdade de escolha dos cidadãos começa. És livre enquanto alinhares nas nossas escolhas e ideologias, assim que desalinhes perderás os teus direitos.

O justo seria todos os estudantes serem abrangidos por esta medida, não olhando ao tipo de ensino pelo qual optaram pois aí trata-se de uma liberdade de escolha e não podemos ser castigados por ela.

Cada aluno que não estuda no ensino público está a poupar aos cofres do Estado cerca de 3500 euros/ano e, ainda assim, perde o direito aos manuais. Parece-vos justo?

Há que despir a roupagem ideológica de diabolizar tudo o que é privado. É uma questão de liberdade. O Estado não é dono das pessoas, do seu trabalho, nem dos impostos do seu trabalho. Deve, sim, geri-los com equidade e igualdade.

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Universalização do pré-escolar ainda não é uma realidade

 

Foi promessa eleitoral de quase todas as forças politicas na última ronda de promessas, em setembro/ outubro.

Falta de vagas para crianças de três anos desclassifica Portugal, mas vai haver mudanças em breve

Se for cumprido o que se encontra previsto no Orçamento do Estado (OE) para 2020, Portugal poderá deixar de figurar ainda este ano na “lista negra” dos países que continuam a não ter vagas necessárias para garantir a frequência da educação pré-escolar às crianças com três anos de idade.

É esta, aliás, uma das características destacadas no último relatório da rede europeia Eurydice com os Números-chave sobre a Educação Pré-Escolar e Cuidados para a Infância na Europa, divulgado na última semana. Cerca de metade dos 38 países analisados neste estudo têm oferta gratuita do pré-escolar a partir dos três anos, Portugal incluído, mas, “em contraste” com o que se passa na maioria dos casos, por cá “ainda se observa uma falta considerável de vagas para este grupo etário”, frisa-se no relatório. Que aponta como explicação para esta situação o facto de o “direito legal” a uma vaga só estar disponível para crianças a partir dos quatro anos.

 

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Os ciclos da História. Onde é que eu já li sobre isto?

 

Conta-se  que, noutros tempos, se “governava” dentro da Assembleia da República e, ao mesmo tempo, se organizava manifestações na rua.

Onde é que eu estou a ver isso e como é que está a acontecer, outra vez, com os mesmos intervenientes?

 

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Cartoon da Semana – Botão de Pânico – Paulo Serra

 

 

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