Rui Cardoso

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Já se estão a pôr em fila para faturar uns cobres

 

Empresa dos “Magalhães” pronta a produzir novos computadores

A JP Sá Couto, responsável pelo lançamento há 12 anos do computador portátil “Magalhães”, para alunos do 1.º Ciclo, está disponível para produzir novos equipamentos que satisfaçam a intenção do Governo de assegurar a universalidade das ferramentas digitais a todos os alunos no próximo ano letivo.

João Paulo Sá Couto, administrador da empresa, adiantou ao JN que, embora ainda não tenham sido contactados pela tutela, têm disponibilidade para produzir novos equipamentos para alunos do primeiro ciclo e também do segundo.

 

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Circular: Formação contínua, avaliação do desempenho docente e observação de aulas

 

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O Telensino na RTP Madeira

O ‘Telensino: estudar com autonomia’ vai para o ar na próxima segunda feira. Serão gravadas 240 horas de conteúdos que irão resultar em 120 horas de aulas transmitidas na RTP/Madeira, cuja grelha foi divulgada na edição impressa de hoje do JM.

Serão vinte disciplinas que terão espaço na RTP/Madeira, para os alunos do ensino secundário. 20 professores darão a cara à apresentação dos conteúdos programáticos. As tele-aulas, de 30 minutos, irão decorrer de 20 de abril a 31 de maio.

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Resumo em PDF e vídeo do novo DL14G/2020 de 13 de abril

Resumo elaborado por: Fernanda Lopes Martins

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Como proceder se as horas não forem cumpridas nos cursos profissionais?

 

 

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Secretário de Estado Adjunto e da Educação explica como vai ser o terceiro período escolar (Exame Informática)

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Não me admira que os professores não adiram

Depois de anos a ser maltratados, difamados, humilhados, caluniados… queriam voluntariado?

Já muito voltários somos nós. do dia para a noite transformamo-nos em professores a distância. Demos resposta a uma crise que ninguém esperava. Formamo-nos em plataformas, videoconferência, TIC e afins. Usamos o nosso material (computadores e outros) para continuar a dar resposta ao ensino dos nossos alunos. Perdemos dezenas de horas a preparar material de apoio. Estamos a trabalhar para lá das 35 horas semanais para organizarmos uma escola em cada casa. E ainda íamos ser “vedetas” da Tv? Quem foi convidado? Eu não, não sou de excelência, sou mais um que tem andado a trabalhar noite dentro…

Não me admira que os professores do ensino público não adiram, estão preocupados com o futuro dos seus alunos a quem não têm como chegar tecnologicamente,  com os que pura e simplesmente não conseguem contactar, com as crianças que… nem todos têm alunos de “topo”.

Governo recorre ao ensino particular e cooperativo para telescola

Com tantos professores de excelência ( e agora sem cinismo) que o ensino público tem, foi necessário recorrer aos professores do particular? Quais serão as contrapartidas?

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O desafio das primeiras aulas em direto com os alunos

As primeiras aulas em direto com os alunos (aulas síncronas) começaram hoje  e a grande maioria marcou presença e participou   com entusiasmo neste primeiro encontro com os seus professores. O esforço conjunto entre direção, professores, alunos e encarregados de educação para criar um plano organizado de trabalho exequível e inclusivo  parece estar a resultar.

 

 

 

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ME convida professores a disponibilizarem as suas aulas na plataforma #EstudoEmCasa

Comunidade YouTube – #EstudoEmCasa

O #EstudoEmCasa chega ao YouTube através de 5 novos canais, com aulas para crianças e jovens da Educação Pré-escolar ao ensino secundário.
Num momento em que as atividades letivas presenciais estão suspensas, multiplica-se a oferta de conteúdos pedagógicos, para lá da resposta via televisão concebida para os alunos do ensino básico, a qual será formalmente apresentada amanhã, quarta-feira.
Resultado da parceria entre o Ministério da Educação, YouTube e Thumb Media, é criada uma plataforma assente no YouTube, que permite que os professores disponibilizem as suas aulas, possibilitando que elas fiquem acessíveis à comunidade educativa alargada.
De facto, partilhar práticas está na ordem do dia para os docentes, atualmente a ensinar a distância. Disponibilizar aos alunos recursos educativos digitais é já uma boa prática que, agora, tem todas as condições para se disseminar. Este desafio a professores e educadores vai ao encontro da procura de soluções que muitos já tinham iniciado desde a introdução das tecnologias de informação e comunicação nas escolas.
O YouTube – uma das plataformas digitais de maior alcance a nível mundial – está, assim, de portas abertas para as Escolas, em Portugal, com conteúdos validados pela Direção-Geral da Educação (DGE).
Os professores, que pretendam disponibilizar as suas aulas nestes 5 novos canais, passam a integrar a “Comunidade YouTube – #EstudoEmCasa”.
Nos próximos dias 16 e 17 de abril estes docentes poderão participar numa sessão online, cujo objetivo é capacitá-los com as metodologias que melhor se adequam à plataforma. Para isso, contarão com o apoio de técnicos das entidades parceiras.
Deste modo, cada docente que participe na referida sessão, e outros que venham a juntar-se posteriormente, irão produzir/disponibilizar aulas e outras atividades, colocando-as nos seus canais próprios (públicos ou privados), cabendo à DGE, depois de um processo simples de validação, organizar esses materiais por anos de escolaridade e por temas para que todos – professores, crianças e alunos, famílias e encarregados de educação – as possam visionar no canal DGE #EstudoEmCasa.
No YouTube os canais poderão ser encontrados fazendo a pesquisa por “DGE #EstudoEmCasa”, ou nos seguintes links:
Estes canais irão também incorporar os conteúdos que vão passar na televisão, para que fiquem acessíveis (on-demand ou de forma individualizada) sempre que professores e alunos precisarem

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Avaliação no Ensino Básico e Secundário

 

 

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Recolha de evidências e “sumários” pelos professores

Os professores têm que efetuar um registo de atividade sobre as aulas ministradas e recolher evidências do trabalho desenvolvido pelos alunos. Uma adaptação que não será de difícil execução.

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Deveres dos alunos na modalidade de Ensina a Distância

 

 

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Calendarização dos exames finais nacionais

 

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Calendarização das provas de equivalência à frequência

 

 

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100% subsídio para assistência a filho

 

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Sobre a avaliação docente neste período excecional

Os docentes que se viram impossibilitados de cumprir os requisitos obrigatórios para a sua avaliação de desempenho, deverão aguardar por uma circular informativa.

 

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Ano escolar até 26 de junho para todos os ciclos

 

 

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As aprendizagens efetuadas no 3.º período contam para transição de ano?

Sim, contam. De forma globalizante todas as aprendizagens devem ser tidas em conta. isto vem tirar a duvida a muita gente que perguntava se em regime não presencial lecionaria ou não novos conteúdos.

 

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O Ministério da Educação lançou Canais do #EstudoEmCasa no Youtube

O canal de Youtube da DGE já criou os canais de YouTube em que irão estar disponíveis os vídeos complementares ao E@D, e que serão transmitidos em sinal aberto através da RTP Memória.

Aqui estão os links:

#EstudoEmCasa – Pré-Escolar


#EstudoEmCasa – 1.º Ciclo


#EstudoEmCasa – 2.º Ciclo


#EstudoEmCasa – 3.º Ciclo


#EstudoEmCasa – Secundário

 

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A impossibilidade do ensino a distância no Ensino Artístico

A impossibilidade do ensino a distância no Ensino Artístico

Já são do conhecimento geral as “soluções” criadas pelo Governo para que o 3.º Período se inicie a 14 de abril e que a todos os alunos seja atribuída uma nota no final do ano.

No entanto, quando questionado sobre os alunos do ensino profissional o sr. primeiro-ministro respondeu: “Agradeço a questão que me coloca (…) e estendo também ao ensino artístico (…) Obviamente, o seu processo de avaliação tem de ser adaptado às presentes circunstâncias, designadamente as apresentações da PAP’s (Provas de Aptidão Profissional) que terão de ser feitas, (…) ou, a partir do local de residência, ou do posto do local de trabalho, ou a partir da escola, estando o professor distanciado, de acordo com a circunstância específica de cada uma das escolas e de cada uma das PAP’s em concreto”, e sobre estes cursos, profissionais e artísticos, nada mais foi dito nas declarações ao país que duraram quase 60 minutos.

Ora, atendendo às especificidades dos Cursos Artísticos — e só sobre estes me pronunciarei pois é a realidade que conheço —, pode-se precocemente concluir, nestas declarações, que caberá às escolas/diretores/professores encontrar as soluções para as suas especificidades, sabendo que nenhuma delas será ideal para uma boa consolidação dos conteúdos e um processo ensino/aprendizagem eficiente.

Como todas as escolas, nas últimas semanas, os diretores viram-se obrigados a invadir os encarregados de educação com questionários sobre o seu ambiente familiar, o número de gadgets por elemento da família, a velocidade da Internet, mas, no caso do ensino artístico, foi necessário compreender outras situações, nomeadamente, se as condições de segurança estão reunidas. Assim, as perguntas são mais específicas detalhadamente se possuem equipamento de gravação de imagem e/ou som, se tem o instrumento (no caso da Música) ou outros materiais específicos, como uma barra (no caso do curso de Dança), sem têm possibilidades de imprimir documentos como uma partitura, a altura dos tetos ou da área passível de ser desarrumada para trabalhos práticos.

Pois, se não se podem “mudar as regras do jogo a meio”, não se pode ignorar o facto de estes serem cursos iminentemente práticos!

As mais variadas respostas levantam problemas incontornáveis ao nível da consolidação de conteúdos ou aquisição de novos quando, simplesmente, os alunos não têm espaço para os executar.

Existem ainda disciplinas cuja prática não é compatível com qualquer pavimento ou ainda as disciplinas/módulos que implicam a relação com os pares.

Nas disciplinas de conjunto é possível pedir um trabalho individualizado aos alunos, mas o propósito destas é imediatamente comprometido pois, mesmo em situação de aulas síncronas não é possível garantir, com nenhuma ferramenta de videoconferência, e a melhor velocidade de internet, a verdadeira sincronização dos instrumentos pelo chamado delay próprio desta forma de comunicação.

Reforço, estes cursos são práticos, por isso, a solução não pode passar por substituir a prática por trabalhos teóricos de pesquisa ou simulação.

Espera-se assim que os professores de Ensino Artístico sejam mais criativos do que qualquer outro para criar as soluções que não foram apresentadas por mais ninguém.

In Público

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Universidade Aberta vai dar formação a professores

 

Mais de 700 agrupamentos escolares inscritos em formação para a docência digital e em rede

Com o objetivo de apoiar as escolas ao nível do desenvolvimento do Ensino a Distância, num momento em que as atividades letivas presenciais se encontram suspensas, a Direção-Geral da Educação (DGE) e a Universidade Aberta (UA) disponibilizam a Formação para a Docência Digital e em Rede, dirigida a diretores escolares e extensível a mais dois professores por escola. A primeira edição tem início a 15 de abril e termina a 5 de maio.
Atendendo à forma como decorrerá o 3.º período letivo, e tendo por base os 8 Princípios Orientadores para a Implementação do Ensino a Distância (E@D), cada escola está a desenvolver o seu Plano E@D, encontrando as respostas mais adequadas e potenciadoras do sucesso educativo dos alunos.
Assim, a Formação para a Docência Digital e em Rede – com cerca de 750 agrupamentos de escolas inscritos – vai permitir desenvolver as melhores estratégias de acompanhamento dos alunos, começando pelos diretores e equipas. Esta formação será alargada, em futuras edições, a todos os professores interessados em aprofundar conhecimentos e competências sobre ensino a distância.
Acreditada pelo Conselho Científico e Pedagógico da Formação Contínua de Professores, trata-se de uma formação assíncrona de natureza teórico-prática, com um total de 25 horas, durante a qual serão desenvolvidos 3 temas:
I – Educação e Comunicação Online e Modelos Pedagógicos Virtuais;
II – Plataformas e Tecnologias Digitais Online;
III – Atividades de Aprendizagem e Avaliação Digital.
A Educação Digital e em Rede é uma oportunidade de trazer à Educação inovação, inclusão, flexibilização, abertura e personalização de percursos de aprendizagem.
Esta formação aprofundará, igualmente, as melhores metodologias de ensino e aprendizagem inerentes ao ensino a distância, através da leitura de documentos, da realização de atividades colaborativas e da partilha de reflexões entre todos os participantes.

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Professores querem conhecer conteúdos da telescola

Seria uma boa medida. Os professores para desenvolverem o seu trabalho com os alunos que vão assistir às aulas na telescola, têm que conhecer com a devida antecedência o que, por lá, vai acontecer. A grelha todos já conhecem, mas para preparar material de apoio terão que conhecer muito mais do que isso.

 

Professores ainda não conhecem conteúdos da telescola

Associação Nacional de Directores lembrou que, até ao momento, o Ministério da Educação divulgou, apenas, a grelha e o calendário das aulas que a RTP Memória vai transmitir. Terceiro período começa já nesta terça-feira.

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O Bom exemplo que vem da Trafaria

 

Com uma plataforma construída de raiz, a Trafaria vai ter aulas à distância com toda a proteção possível e organização.

Cliquem no link e verifiquem

Plataforma Interdisciplinar do Agrupamento de Escolas da Trafaria

 

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Quando o ensino e a parentalidade colidem

Os professores em tele-trabalho não podem deixar de ser pais, também têm de cuidar dos seus. Gerir as duas tarefas em confinamento não é propriamente uma tarefa fácil, é necessária uma disciplina rígida para levar tudo a bom porto.

Quando o ensino e a paternidade colidem: À medida que as escolas mudam online, muitos professores regem duas funções

Os edifícios escolares estão fechados, mas têm sido um par de semanas ocupadas para Noriko Nakada, uma professora de Los Angeles.

Ela tem participado de reuniões virtuais de professores, recebendo formação para instrução remota, e continua a trabalhar com os alunos on-line. Na segunda-feira, deu uma aula via Zoom por cerca de 45 minutos, na qual verificou a saúde mental de seus alunos e introduziu o Mês Nacional da Poesia. Cerca de 100 de seus 170 alunos assistiram.

Descobrir como ensinar online enquanto se certifica de que os seus filhos estão ocupados tem sido um desafio.

“No início, tentamos deixar claro que se a mãe ou o pai têm fones nos ouvidos e estão com os olhos no computador, isso significa que eles não podem incomodá-los”, disse Nakada. “A criança de 8 anos pode conseguir isso, mas a criança de 5 anos tem dificuldade.”

“Estamos a fazer o nosso melhor, e nada disto vai ser bonito”.

LER MAIS AQUI

 

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Máscaras para professores, alunos, AT e AO

Se houver no mercado…

Diretores vão pedir reforço de orçamento para comprar máscaras para as escolas

Se os alunos do 11.º e 12.º regressarem às aulas presenciais até 26 de junho, tanto eles como professores e funcionários terão de usar obrigatoriamente máscara.

A Associação Nacional dos Diretores e Agrupamentos de Escolas Públicas (ANDAEP) vai pedir, na próxima semana, ao Ministério da Educação (ME) o reforço dos orçamentos dos estabelecimentos, que estão a funcionar em duodécimos, para conseguirem comprar máscaras.

 

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Madeira: Secretaria da Educação anuncia organização do resto do ano escolar na próxima segunda-feira

 

Secretaria da Educação anuncia organização do resto do ano escolar na próxima segunda-feira

“As condições específicas da Região, em termos sanitários bem como no que respeita às competências na gestão do sistema educativo, recomendam a adoção de medidas próprias, ainda que devidamente enquadradas com as decisões nacionais sobre a matéria hoje anunciadas”, refere a Secretaria Regional da Educação.

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As percentagens do E@D no final do 2.º período

O que é referido no artigo tem o valor que cada um lhe poderá dar. Mas uma coisa é certa, no 3.º período a organização das escolas e dos professores já é bastante notória e o período ainda não teve início.

As escolas, como todas as organizações, foram apanhadas de surpresa necessitavam de tempo para se organizar, o ministério também.

Quanto aos casos específicos do 1.º ciclo e do Pré-escolar, nem tudo terá sido bem como é referido no artigo e pelos que nele tiveram voz.  Até porque nenhum será de qualquer um desses grupos de ensino. outra das razões terá sido a idade das crianças envolvidas e da disponibilidade dos encarregados de educação para os acompanhar , mas isso já sou eu a divagar, não sei que questões foram colocadas no estudo. Mas é necessário afirmar: Ninguém esteve de férias.

Quase metade dos alunos do 1.º ciclo não tiveram ensino à distância

Impedidos de ir à escola desde o dia 16 de Março, 45% dos alunos do 1.º ciclo não iniciaram qualquer processo de ensino à distância durante as duas últimas semanas do segundo período, segundo inquérito feito pela Universidade Católica. No pré-escolar, a percentagem sobe para os 72%.

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Cartoon dos próximos meses – (Des)Orientações do E@A! – SDPA

 

 

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Estudo em Casa: Recomendações de segurança no uso de plataformas que permitem a comunicação áudio e vídeo

Recomendações no uso de plataformas que permitem a comunicação áudio e vídeo
A Direção-Geral da Educação, no âmbito do Centro de Sensibilização SeguraNet, e o Centro Nacional de Cibersegurança disponibilizam um conjunto de recomendações no uso de plataformas que permitem a comunicação áudio e vídeo dirigidas a professores e a pais/encarregados de educação.

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Programação ZIG ZAG (para o Pré-Escolar)

A partir da próxima segunda-feira, dia 13 de abril, vamos ter tempo para acordar, aprender, rir, brincar, serenar e imaginar. Sempre na companhia do ZIG ZAG!

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ALERTA para os riscos do ensino à distância nas escolas

A Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD) recomenda ao Ministério da Educação e diretores escolares que tenham cuidado nas plataformas e sistemas que escolhem no ensino à distância, garantindo que essas escolhas.

São identificados oito riscos e feitas doze recomendações, com a CNPD a sublinhar que compreende o contexto especial do país, mas a recordar que é preciso ter cuidado com os riscos.

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9 PRINCÍPIOS ORIENTADORES PARA ACOMPANHAMENTO DOS ALUNOS QUE RECORREM AO #EstudoEmCasa.

 

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200 mil alunos sem rede ou computador

Há desigualdades que nem a tecnologia consegue resolver…

Telescola insuficiente para 200 mil alunos sem rede ou computador

Há 54 mil alunos, dos 6 até aos 15 anos de idade, sem acesso a metodologias digitais necessárias para a concretização do ensino à distância. São cerca de 5,5% dos 977 mil menores desta faixa etária, segundo os dados do Instituto Nacional de Estatística.

A falta de acesso às novas tecnologias pode, contudo, atingir um em cada quatro alunos.

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Horário semanal #EstudoEmCasa na RTP

 

Juntamente com a grelha oficial, o Ministério da Educação enviou também uma nota através de qual informa que “durante o 3º período letivo, a RTP Memória cede emissão a conteúdos pedagógicos temáticos, lecionados por professores, para alunos do ensino básico. #EstudoEmCasa é o nome do espaço que vai ocupar a grelha das 09h às 17h50, com conteúdos organizados para diferentes anos letivos, uma ferramenta importante para complementar o trabalho dos professores com os seus alunos. Estes conteúdos pedagógicos temáticos contemplam matérias que fazem parte das aprendizagens essenciais do 1º ao 9º ano, agrupados por: 1º e 2º anos, 3º e 4º anos, 5º e 6º anos, 7º e 8º anos e 9º ano, abrangendo matérias de uma ou mais disciplinas do currículo, as quais servirão de complemento ao trabalho dos professores com os seus alunos”.

“Com a emissão do #EstudoEmCasa, através do sinal da RTP Memória, é alcançada a generalidade dos alunos, atendendo a que o canal emite na TDT, mas também na televisão por cabo e por satélite, ficando ainda disponíveis nas plataformas digitais da RTP e da Direção-Geral da Educação (DGE), com todas as emissões e respetivos conteúdos disponíveis. Assim, nos primeiros dias do 3º período letivo, professores e alunos terão oportunidade de ficar a conhecer em detalhe o que irá comportar ‘a escola na televisão’, considerando o material a seguir para as escolas. Na segunda-feira, dia 20 de abrilarrancam as emissões do #EstudoEmCasa, que decorrerão até ao final do ano letivo, de segunda a sexta-feira”, acrescenta-se na nota à comunicação social.

 

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O desconforto que António Costa ainda deixou – Paulo Fazenda

 

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Uma estátua aos professores… MAFALDA ANJOS

Uma estátua aos professores… e as regras para sobreviver um trimestre letivo com miúdos em casa

guardava por esta notícia com um misto de sensações. O meu lado quase à beira de um ataque de nervos, em clausura forçada, teletrabalho e com a prole em casa, queria ver estes quatro seres agitados, barulhentos e devoradores de despensas que são os meus filhos daqui para fora, lá nas suas escolinhas onde reinam os abençoados professores. O meu lado ponderado e racional, esse, claro que sabia que não existia qualquer tipo hipótese para que tal acontecesse agora.

Tal como em meados de março encerrar as escolas foi a decisão mais difícil de todas, reabri-las será ainda mais complicado. A saúde pública está em primeiro lugar e falta ainda segurança para famílias, alunos, professores e toda a comunidade. É preciso perceber que, quando o tema é o ensino, falamos de 2 milhões de alunos, desde o pré-escolar até às universidade. Um universo gigantesco de muitos potenciais assintomáticos – um enorme ameaça invisível que faz capa desta edição da VISÃO – que poderão fazer disparar a propagação do vírus se regressarem à sua vida normal, onde o distanciamento social é praticamente impossível.

As medidas anunciadas hoje são equilibradas, sensatas e já eram expectáveis. Todas as intervenções dos últimos dias, do Primeiro-Ministro ao Presidente passando pelo Ministro da Educação, já o indiciavam. Sem grandes surpresas, soube-se hoje que os alunos do ensino básico já não vão regressar às escolas ao longo de todo o terceiro período. Os meus dois rapazes, portanto, estão condenados a ficarem em casa (e eu a trabalhar com eles por aqui). Todos os exames foram abolidos e os miúdos terão agora de descobrir a velhinha Telescola, na RTP Memória, como complemento do trabalho de ensino à distância que os professores vão fazer. Se dúvidas houvesse – e eu não as tinha – sobre o sentido (e a necessidade) de ter um canal público de televisão, ficam agora todas desfeitas.

Quanto aos alunos do secundário, onde está a minha filha mais velha, terão de esperar pelo mês de maio para se reavaliar se existem condições de segurança para voltarem às escolas. A acontecer, o ensino presencial será reduzido ao mínimo e será sempre com uso de máscara obrigatório para todos. E o ano letivo será empurrado mais para a frente (até 26 de junho), para que os exames possam ser feitos, na primeira fase, de 6 a 23 de julho. Naturalmente, os professores e restante pessoal escolar que pertençam a grupos de risco terão de ser protegidos ou dispensados.

É preciso perceber que as aulas, essas, em qualquer dos casos, vão continuar. À distância ou não, os miúdos vão ter de estar a trabalhar e a aprender. É evidente que as desigualdades sociais ficarão mais expostas: nem todas as famílias estão em pé de igualdade para fazer face a este desafio, tanto em termos de acesso tecnológico como de disponibilidade para apoiar as crianças.

Como mãe de 4 (e com formação germânica, que nestas coisas dá algum jeito), atrevo-me a dar alguns conselhos práticos para sobreviver ao resto da quarentena com os filhos em ensino à distância:

1 – Responsabilizar sempre os miúdos, seja qual for a sua idades. Explicar que esta é uma situação excecional ditada por necessidades maiores, e que também eles são chamados a contribuir com a sua parte.

2 – Não os menorizar, nunca. As crianças são bem capazes de perceber estas mensagens, e têm uma capacidade de adaptação bem maior do que a nossa. É evidente que os pais devem acompanhar e apoiá-los no que necessitem para encarrilar, mas não devem fazer de pombos correios entre os professores e os alunos.

3 – É fundamental procurar manter, ao máximo, as rotinas, os horários e as tarefas que sempre tiveram antes.

4 – Os professores devem entregar os horários, fichas e trabalhos diretamente aos miúdos, como se estivessem na sala de aula. Eles têm de perceber que estas são as suas tarefas, que lhe chegam agora de outras formas – mail, grupos de whatsapp, escola virtual, o que seja.

5 – Todo o trabalho escolar deve ser feito por eles, sozinhos, e não pelos pais – algo que aliás sempre defendi também para os TPC. Não são os pais que andam na escola, são os filhos. Apenas os que, com condições especiais, precisavam de orientação antes devem continuar a mantê-la.

6 – É preciso dar-lhes espaço e tempo de estudo sossegado – e de preferência longe dos pais. E privacidade também, para falarem com os colegas, socializarem e estarem “cara a cara” nem que seja pelas redes, e não apenas a falar por mensagens.

7 – Ajuda mostrar-lhes alguma cenoura à frente do nariz. Portam-se bem e poderão jogar playstation ao fim de semana. Têm boas avaliações e ganham o direito a, quando a quarentena acabar, fazer uma festança de arromba em casa com todos os amigos. E os castigos também: quem não se empenha, perde o acesso ao Tik tok e ao Instagram. Não há nada mais doloroso para teenagers… e eficiente.

8 – Devemos dar-lhes espaço para descobrirem outras coisas, explorarem novos gostos, terem tempo para desenvolverem hobbies. Lá por estarem em casa, não têm de estar sempre ocupados a estudar.

9 – E para os pais, (alerta de ironia) recomendo a ioga, que ensina a aguentar desconforto e sofrimento com um serenidade e até mesmo com um sorriso. E a meditação. E banhos de imersão. Isto para não se entregarem a calmantes, drogas e álcool.

Vai ser uma longa viagem até Agosto, ó se vai… Mas como costumo dizer, fomos nós que os fizemos, agora temos de ser nós a aguentá-los. E pelo caminho, aproveitar este processo para os ajudar a tornarem-se melhores seres humanos. Levá-los a descobrir novos interesses e envolvê-los em projetos de solidariedade. E, claro, no final disto tudo, depois de estarmos fechados com crianças em casa três meses, é fazer uma estátua aos professores… que, como todos já percebemos à força da Covid-19, deviam ter um lugarinho no céu!

In Visão

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A grelha da Telescola

O ComRegras teve acesso à grelha final da Telescola que irá começar no próximo dia 20 de abril. A imagem não é a melhor, mas é percetível a divisão do 1º e 2º ciclo pela parte da manhã e do 3º ciclo pela parte da tarde. Que reproduzimos aqui.

Fonte comregras.com

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Quem está “agarrado” aos exames?

 

“As provas contam única e exclusivamente para a entrada no Ensino Superior. As notas de cada uma das disciplinas são atribuídas pela nota interna. É uma separação do que é a conclusão do Ensino Secundário, quem faz os exames é quem quer ir para o Ensino Superior”. (Tiago Brandão Rodrigues)

 

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#estudoemcasa Vai ser a nova telescola

Arranca dia 20 de abril numa televisão perto de ti…

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Vem aí o Magalhães 2.0?

Nesta situação seriam bem vindos a muitas famílias… mas não entrem em aventuras.

Magalhães 2.0? O “compromisso” de Costa que promete computador e net aos alunos

António Costa anunciou que, para combater as desigualdades, pretende que todos os alunos tenham acesso a equipamentos e internet. Para alguns alunos será um “esforço” para breve, mas a medida será “universal” no próximo ano letivo.

 

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