Rui Cardoso

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PLIP, O Projeto de Leitura Inclusiva Partilhada

O Projeto de Leitura Inclusiva Partilhada (PLIP)

O PLIP visa dar vida a livros que se encontram nas estantes das bibliotecas, oferecendo-os a novos leitores. Tal dá-se através da adaptação de obras originais ou já publicadas para que públicos com necessidades específicas possam chegar a elas através de versões em novos formatos: Livros em Braille e em alto-relevo (para pessoas cegas ou com baixa visão); audiolivros (para quem prefere ouvir); vídeo-livros em Língua Gestual Portuguesa (para os Surdos) e em formatos adaptados – pictogramas e versões simplificadas (para pessoas com incapacidade intelectual ou limitações de outra natureza).

Os kits criados trazem o cunho das equipas que neles trabalharam e refletem as competências – profissionais ou amadoras – de quem voluntariamente dá de si para que outros possam chegar à leitura. Mais importante do que a qualidade técnica dos materiais produzidos é a fidelidade aos autores e aos livros que lhes deram origem e o respeito pelos novos leitores que só assim os poderão passar a ler.

Os KITS PLIP apresentam-se em ficheiros em formato eletrónico que são disponibilizados gratuitamente para serem materializados através da impressão (normal ou em equipamentos específicos – ex. impressora braille ou de relevo) ou utilizados diretamente nos computadores (através de leitores de ecrã).

Para além de DESENVOLVER KITS MULTIFORMATO para leitores com necessidades específicas, o PLIP pretende promover e DINAMIZAR AÇÕES DE LEITURA que levem os livros a TODOS, incluindo pessoas com incapacidade ou necessidades especiais; estimular a partilha de experiências; desenvolver uma cidadania participada e dinamizar os espaços públicos dos distritos, cidades, vilas e municípios, enquanto enriquece o acervo das bibliotecas/instituições promotoras. É ainda objetivo deste Projeto PARTILHAR BOAS PRÁTICAS e DICAS na área da leitura acessível.

É um projeto desenvolvido em comunidade, criando laços entre gerações, lugares, e diferentes áreas do saber e do viver. Assume-se como um agregador de boas práticas, levando mais longe e dando visibilidade ao bom trabalho que se vem desenvolvendo, um pouco por todo o lado, de forma isolada. É uma oportunidade para os mais novos deleitarem os mais velhos; para os mais experientes transmitirem saberes únicos e deixarem marcas no meio onde vivem; para os artistas se exprimirem; para todos nos alimentarmos da nossa cultura.

Acreditamos que a LER + vamos + LONGE.

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Entrevista com Secretário de Estado da Educação ao Forum Estudante

Aconselho a visualização dos últimos minutos da intervenção do SE a todos os professores.

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PROCESSAMENTO DE REMUNERAÇÕES 2020 -Atualização

 

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Tenham calma com os Novos Pedidos e Renovações da MPD

 

Temos recebido pedidos de informação e até já publicamos um modelo de requerimento e declaração disponibilizado por um sindicato, mas tenham calma.

A DGAE ainda não emitiu instruções sobre procedimentos a ter em relação a qualquer uma das situações em causa. Sabemos que a DGAE está a contactar telefonicamente os docentes que viram o seu pedido indeferido o ano passado para inquirir sobre a manutenção da necessidade deste modelo de mobilidade, mas ainda nada está decidido. Quanto a novos pedidos, também ainda não há decisões.

Aconselhamos a aguardar pela Circular que vai ser publicada, na página eletrónica desta Direção-Geral, onde serão divulgados esclarecimentos sobre os procedimentos a adotar no âmbito da MPD.

 

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Vamos ficar todos bem? – Santana Castilho

Vamos ficar todos bem?

1. Vão ficar bem os de sempre. Os que já reclamam compensações de milhares de milhões. Não vão ficar bem os 552 mil em layoff, nem os 320 mil no desemprego.
Na longa vida que já levo, não guardo memória de uma hecatombe assim. Nunca vi uma travagem da economia tão generalizada e um pânico social tão ampliado. Por isso, aflige-me não sabermos quando acabará a prisão preventiva da sociedade inteira. Embora a atmosfera actual esteja dominada por uma certa ideologia comportamental, seja opressiva e reaja mal a opiniões sem máscara, afirmo que não teria parado a economia deste modo, muito menos teria alimentado o medo desta maneira.

2. A opinião pública está hoje fortemente condicionada para aceitar um só ângulo de observação da pandemia. O receio deu lugar ao medo e o medo abriu a porta ao pânico, desproporcionado face a outras patologias e a outros males que assolam o mundo. As bolas de cristal foram substituídas por modelos matemáticos, que protagonizaram cenários em que, a breve trecho, teríamos mais infectados que população existente.
O dilúvio noticioso sobre a covid-19 superou largamente a alienação de outras ondas mediáticas (futebol, incêndios, calamidades climáticas). Os noticiários são massacrantes e repetem ad nauseam quadros de desgraça. Perplexo, pergunto-me como é possível que equipas de reportagem, atropelando a privacidade e a dignidade mínima dos prostrados nos cuidados intensivos, filmem o que o decoro e a protecção de dados interdita.
Dia após dia, os mais populares pivots das nossas televisões descodificam gráficos mágicos, com as antevisões dos penúltimos dias da humanidade. No fim dos noticiários asfixiantes, paramentam-se de sacerdotes da esperança e catequizam-nos com uma longa e poética homilia de boas condutas.

3. Aos velhos foram aplicadas duas penas: aos que vivem em lares, a crueldade da solidão imposta; aos que lá não estão, a discriminação, como cidadãos de segunda. Não é aceitável que o Estado, que legalizou a eutanásia, decida retirar aos velhos o direito de continuarem a ver os filhos e os netos, se entenderem correr o risco. Não se entende que a idade seja indicador discriminatório. Se as discriminações por religião, por orientação sexual, por etnia ou por género estão hoje banidas pela ética mínima que nos norteia socialmente, como aceitar que se retomem estigmas por outras características da pessoa humana, no caso, a idade? O confinamento coercivo de pessoas só é aceitável quando elas possam pôr em risco a saúde dos outros. O resto é interrupção da democracia, paternalismo que se dispensa, infantilização dos velhos, desrespeito pelo direito ao “convívio familiar” e à “autonomia pessoal”, que a Constituição expressamente lhes atribui (Artº 72º). É imperioso que Marcelo Rebelo de Sousa, António Costa e Ursula von der Leyen (que quer confinar os velhos até ao fim do ano) esclareçam se os direitos cívicos e a dignidade humana caducam com a idade.

4. Os números que documentam esta pandemia não são mais graves que outros. Já morreram 100 mil pessoas com covid-19. Mas por ano morrem 10 milhões com cancro. Em 2018 morreram 200 mil crianças com tuberculose e 300 mil com malária. O que esta pandemia tem de novo é ser servida por um contador universal de mortes em directo, ter uma maior velocidade de contágio e ser provocada por algo que ainda é pouco conhecido.
O confinamento foi importante para evitar o colapso dos serviços de saúde. Mas a sua continuidade radical é insustentável, se pensarmos na economia e na saúde mental da população. Na ausência de vacina, o contágio controlado (imunidade de grupo) é a estratégia inteligente. Já assim começaram a actuar a Espanha, Itália, Reino Unido, França, Dinamarca, Alemanha, Áustria e Suíça. A abertura tem que ser lenta e progressiva. Mas o excesso de prudência e o sequestro brutal da vida produtiva matará mais que o vírus. A decisão de abrir é um risco. A decisão de continuar em confinamento radical será uma tragédia.

5. Por fim, vejo com enorme preocupação que se comece a falar em certificados de imunidade, escabrosa ideia que nos ofereceria mais uma repugnante divisão social: cidadãos puros, devidamente munidos de passaporte de sanidade, e párias impuros, sem direito ao novo papel selado. O que é que isto nos recorda, caros cidadãos, obedientemente recolhidos em casa?

In “Público” de 15.4.20

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Já se estão a pôr em fila para faturar uns cobres

 

Empresa dos “Magalhães” pronta a produzir novos computadores

A JP Sá Couto, responsável pelo lançamento há 12 anos do computador portátil “Magalhães”, para alunos do 1.º Ciclo, está disponível para produzir novos equipamentos que satisfaçam a intenção do Governo de assegurar a universalidade das ferramentas digitais a todos os alunos no próximo ano letivo.

João Paulo Sá Couto, administrador da empresa, adiantou ao JN que, embora ainda não tenham sido contactados pela tutela, têm disponibilidade para produzir novos equipamentos para alunos do primeiro ciclo e também do segundo.

 

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Circular: Formação contínua, avaliação do desempenho docente e observação de aulas

 

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O Telensino na RTP Madeira

O ‘Telensino: estudar com autonomia’ vai para o ar na próxima segunda feira. Serão gravadas 240 horas de conteúdos que irão resultar em 120 horas de aulas transmitidas na RTP/Madeira, cuja grelha foi divulgada na edição impressa de hoje do JM.

Serão vinte disciplinas que terão espaço na RTP/Madeira, para os alunos do ensino secundário. 20 professores darão a cara à apresentação dos conteúdos programáticos. As tele-aulas, de 30 minutos, irão decorrer de 20 de abril a 31 de maio.

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Resumo em PDF e vídeo do novo DL14G/2020 de 13 de abril

Resumo elaborado por: Fernanda Lopes Martins

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Como proceder se as horas não forem cumpridas nos cursos profissionais?

 

 

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Secretário de Estado Adjunto e da Educação explica como vai ser o terceiro período escolar (Exame Informática)

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Não me admira que os professores não adiram

Depois de anos a ser maltratados, difamados, humilhados, caluniados… queriam voluntariado?

Já muito voltários somos nós. do dia para a noite transformamo-nos em professores a distância. Demos resposta a uma crise que ninguém esperava. Formamo-nos em plataformas, videoconferência, TIC e afins. Usamos o nosso material (computadores e outros) para continuar a dar resposta ao ensino dos nossos alunos. Perdemos dezenas de horas a preparar material de apoio. Estamos a trabalhar para lá das 35 horas semanais para organizarmos uma escola em cada casa. E ainda íamos ser “vedetas” da Tv? Quem foi convidado? Eu não, não sou de excelência, sou mais um que tem andado a trabalhar noite dentro…

Não me admira que os professores do ensino público não adiram, estão preocupados com o futuro dos seus alunos a quem não têm como chegar tecnologicamente,  com os que pura e simplesmente não conseguem contactar, com as crianças que… nem todos têm alunos de “topo”.

Governo recorre ao ensino particular e cooperativo para telescola

Com tantos professores de excelência ( e agora sem cinismo) que o ensino público tem, foi necessário recorrer aos professores do particular? Quais serão as contrapartidas?

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O desafio das primeiras aulas em direto com os alunos

As primeiras aulas em direto com os alunos (aulas síncronas) começaram hoje  e a grande maioria marcou presença e participou   com entusiasmo neste primeiro encontro com os seus professores. O esforço conjunto entre direção, professores, alunos e encarregados de educação para criar um plano organizado de trabalho exequível e inclusivo  parece estar a resultar.

 

 

 

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ME convida professores a disponibilizarem as suas aulas na plataforma #EstudoEmCasa

Comunidade YouTube – #EstudoEmCasa

O #EstudoEmCasa chega ao YouTube através de 5 novos canais, com aulas para crianças e jovens da Educação Pré-escolar ao ensino secundário.
Num momento em que as atividades letivas presenciais estão suspensas, multiplica-se a oferta de conteúdos pedagógicos, para lá da resposta via televisão concebida para os alunos do ensino básico, a qual será formalmente apresentada amanhã, quarta-feira.
Resultado da parceria entre o Ministério da Educação, YouTube e Thumb Media, é criada uma plataforma assente no YouTube, que permite que os professores disponibilizem as suas aulas, possibilitando que elas fiquem acessíveis à comunidade educativa alargada.
De facto, partilhar práticas está na ordem do dia para os docentes, atualmente a ensinar a distância. Disponibilizar aos alunos recursos educativos digitais é já uma boa prática que, agora, tem todas as condições para se disseminar. Este desafio a professores e educadores vai ao encontro da procura de soluções que muitos já tinham iniciado desde a introdução das tecnologias de informação e comunicação nas escolas.
O YouTube – uma das plataformas digitais de maior alcance a nível mundial – está, assim, de portas abertas para as Escolas, em Portugal, com conteúdos validados pela Direção-Geral da Educação (DGE).
Os professores, que pretendam disponibilizar as suas aulas nestes 5 novos canais, passam a integrar a “Comunidade YouTube – #EstudoEmCasa”.
Nos próximos dias 16 e 17 de abril estes docentes poderão participar numa sessão online, cujo objetivo é capacitá-los com as metodologias que melhor se adequam à plataforma. Para isso, contarão com o apoio de técnicos das entidades parceiras.
Deste modo, cada docente que participe na referida sessão, e outros que venham a juntar-se posteriormente, irão produzir/disponibilizar aulas e outras atividades, colocando-as nos seus canais próprios (públicos ou privados), cabendo à DGE, depois de um processo simples de validação, organizar esses materiais por anos de escolaridade e por temas para que todos – professores, crianças e alunos, famílias e encarregados de educação – as possam visionar no canal DGE #EstudoEmCasa.
No YouTube os canais poderão ser encontrados fazendo a pesquisa por “DGE #EstudoEmCasa”, ou nos seguintes links:
Estes canais irão também incorporar os conteúdos que vão passar na televisão, para que fiquem acessíveis (on-demand ou de forma individualizada) sempre que professores e alunos precisarem

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Avaliação no Ensino Básico e Secundário

 

 

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Recolha de evidências e “sumários” pelos professores

Os professores têm que efetuar um registo de atividade sobre as aulas ministradas e recolher evidências do trabalho desenvolvido pelos alunos. Uma adaptação que não será de difícil execução.

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Deveres dos alunos na modalidade de Ensina a Distância

 

 

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Calendarização dos exames finais nacionais

 

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Calendarização das provas de equivalência à frequência

 

 

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100% subsídio para assistência a filho

 

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Sobre a avaliação docente neste período excecional

Os docentes que se viram impossibilitados de cumprir os requisitos obrigatórios para a sua avaliação de desempenho, deverão aguardar por uma circular informativa.

 

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Ano escolar até 26 de junho para todos os ciclos

 

 

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As aprendizagens efetuadas no 3.º período contam para transição de ano?

Sim, contam. De forma globalizante todas as aprendizagens devem ser tidas em conta. isto vem tirar a duvida a muita gente que perguntava se em regime não presencial lecionaria ou não novos conteúdos.

 

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O Ministério da Educação lançou Canais do #EstudoEmCasa no Youtube

O canal de Youtube da DGE já criou os canais de YouTube em que irão estar disponíveis os vídeos complementares ao E@D, e que serão transmitidos em sinal aberto através da RTP Memória.

Aqui estão os links:

#EstudoEmCasa – Pré-Escolar


#EstudoEmCasa – 1.º Ciclo


#EstudoEmCasa – 2.º Ciclo


#EstudoEmCasa – 3.º Ciclo


#EstudoEmCasa – Secundário

 

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A impossibilidade do ensino a distância no Ensino Artístico

A impossibilidade do ensino a distância no Ensino Artístico

Já são do conhecimento geral as “soluções” criadas pelo Governo para que o 3.º Período se inicie a 14 de abril e que a todos os alunos seja atribuída uma nota no final do ano.

No entanto, quando questionado sobre os alunos do ensino profissional o sr. primeiro-ministro respondeu: “Agradeço a questão que me coloca (…) e estendo também ao ensino artístico (…) Obviamente, o seu processo de avaliação tem de ser adaptado às presentes circunstâncias, designadamente as apresentações da PAP’s (Provas de Aptidão Profissional) que terão de ser feitas, (…) ou, a partir do local de residência, ou do posto do local de trabalho, ou a partir da escola, estando o professor distanciado, de acordo com a circunstância específica de cada uma das escolas e de cada uma das PAP’s em concreto”, e sobre estes cursos, profissionais e artísticos, nada mais foi dito nas declarações ao país que duraram quase 60 minutos.

Ora, atendendo às especificidades dos Cursos Artísticos — e só sobre estes me pronunciarei pois é a realidade que conheço —, pode-se precocemente concluir, nestas declarações, que caberá às escolas/diretores/professores encontrar as soluções para as suas especificidades, sabendo que nenhuma delas será ideal para uma boa consolidação dos conteúdos e um processo ensino/aprendizagem eficiente.

Como todas as escolas, nas últimas semanas, os diretores viram-se obrigados a invadir os encarregados de educação com questionários sobre o seu ambiente familiar, o número de gadgets por elemento da família, a velocidade da Internet, mas, no caso do ensino artístico, foi necessário compreender outras situações, nomeadamente, se as condições de segurança estão reunidas. Assim, as perguntas são mais específicas detalhadamente se possuem equipamento de gravação de imagem e/ou som, se tem o instrumento (no caso da Música) ou outros materiais específicos, como uma barra (no caso do curso de Dança), sem têm possibilidades de imprimir documentos como uma partitura, a altura dos tetos ou da área passível de ser desarrumada para trabalhos práticos.

Pois, se não se podem “mudar as regras do jogo a meio”, não se pode ignorar o facto de estes serem cursos iminentemente práticos!

As mais variadas respostas levantam problemas incontornáveis ao nível da consolidação de conteúdos ou aquisição de novos quando, simplesmente, os alunos não têm espaço para os executar.

Existem ainda disciplinas cuja prática não é compatível com qualquer pavimento ou ainda as disciplinas/módulos que implicam a relação com os pares.

Nas disciplinas de conjunto é possível pedir um trabalho individualizado aos alunos, mas o propósito destas é imediatamente comprometido pois, mesmo em situação de aulas síncronas não é possível garantir, com nenhuma ferramenta de videoconferência, e a melhor velocidade de internet, a verdadeira sincronização dos instrumentos pelo chamado delay próprio desta forma de comunicação.

Reforço, estes cursos são práticos, por isso, a solução não pode passar por substituir a prática por trabalhos teóricos de pesquisa ou simulação.

Espera-se assim que os professores de Ensino Artístico sejam mais criativos do que qualquer outro para criar as soluções que não foram apresentadas por mais ninguém.

In Público

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Universidade Aberta vai dar formação a professores

 

Mais de 700 agrupamentos escolares inscritos em formação para a docência digital e em rede

Com o objetivo de apoiar as escolas ao nível do desenvolvimento do Ensino a Distância, num momento em que as atividades letivas presenciais se encontram suspensas, a Direção-Geral da Educação (DGE) e a Universidade Aberta (UA) disponibilizam a Formação para a Docência Digital e em Rede, dirigida a diretores escolares e extensível a mais dois professores por escola. A primeira edição tem início a 15 de abril e termina a 5 de maio.
Atendendo à forma como decorrerá o 3.º período letivo, e tendo por base os 8 Princípios Orientadores para a Implementação do Ensino a Distância (E@D), cada escola está a desenvolver o seu Plano E@D, encontrando as respostas mais adequadas e potenciadoras do sucesso educativo dos alunos.
Assim, a Formação para a Docência Digital e em Rede – com cerca de 750 agrupamentos de escolas inscritos – vai permitir desenvolver as melhores estratégias de acompanhamento dos alunos, começando pelos diretores e equipas. Esta formação será alargada, em futuras edições, a todos os professores interessados em aprofundar conhecimentos e competências sobre ensino a distância.
Acreditada pelo Conselho Científico e Pedagógico da Formação Contínua de Professores, trata-se de uma formação assíncrona de natureza teórico-prática, com um total de 25 horas, durante a qual serão desenvolvidos 3 temas:
I – Educação e Comunicação Online e Modelos Pedagógicos Virtuais;
II – Plataformas e Tecnologias Digitais Online;
III – Atividades de Aprendizagem e Avaliação Digital.
A Educação Digital e em Rede é uma oportunidade de trazer à Educação inovação, inclusão, flexibilização, abertura e personalização de percursos de aprendizagem.
Esta formação aprofundará, igualmente, as melhores metodologias de ensino e aprendizagem inerentes ao ensino a distância, através da leitura de documentos, da realização de atividades colaborativas e da partilha de reflexões entre todos os participantes.

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Professores querem conhecer conteúdos da telescola

Seria uma boa medida. Os professores para desenvolverem o seu trabalho com os alunos que vão assistir às aulas na telescola, têm que conhecer com a devida antecedência o que, por lá, vai acontecer. A grelha todos já conhecem, mas para preparar material de apoio terão que conhecer muito mais do que isso.

 

Professores ainda não conhecem conteúdos da telescola

Associação Nacional de Directores lembrou que, até ao momento, o Ministério da Educação divulgou, apenas, a grelha e o calendário das aulas que a RTP Memória vai transmitir. Terceiro período começa já nesta terça-feira.

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O Bom exemplo que vem da Trafaria

 

Com uma plataforma construída de raiz, a Trafaria vai ter aulas à distância com toda a proteção possível e organização.

Cliquem no link e verifiquem

Plataforma Interdisciplinar do Agrupamento de Escolas da Trafaria

 

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Quando o ensino e a parentalidade colidem

Os professores em tele-trabalho não podem deixar de ser pais, também têm de cuidar dos seus. Gerir as duas tarefas em confinamento não é propriamente uma tarefa fácil, é necessária uma disciplina rígida para levar tudo a bom porto.

Quando o ensino e a paternidade colidem: À medida que as escolas mudam online, muitos professores regem duas funções

Os edifícios escolares estão fechados, mas têm sido um par de semanas ocupadas para Noriko Nakada, uma professora de Los Angeles.

Ela tem participado de reuniões virtuais de professores, recebendo formação para instrução remota, e continua a trabalhar com os alunos on-line. Na segunda-feira, deu uma aula via Zoom por cerca de 45 minutos, na qual verificou a saúde mental de seus alunos e introduziu o Mês Nacional da Poesia. Cerca de 100 de seus 170 alunos assistiram.

Descobrir como ensinar online enquanto se certifica de que os seus filhos estão ocupados tem sido um desafio.

“No início, tentamos deixar claro que se a mãe ou o pai têm fones nos ouvidos e estão com os olhos no computador, isso significa que eles não podem incomodá-los”, disse Nakada. “A criança de 8 anos pode conseguir isso, mas a criança de 5 anos tem dificuldade.”

“Estamos a fazer o nosso melhor, e nada disto vai ser bonito”.

LER MAIS AQUI

 

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Máscaras para professores, alunos, AT e AO

Se houver no mercado…

Diretores vão pedir reforço de orçamento para comprar máscaras para as escolas

Se os alunos do 11.º e 12.º regressarem às aulas presenciais até 26 de junho, tanto eles como professores e funcionários terão de usar obrigatoriamente máscara.

A Associação Nacional dos Diretores e Agrupamentos de Escolas Públicas (ANDAEP) vai pedir, na próxima semana, ao Ministério da Educação (ME) o reforço dos orçamentos dos estabelecimentos, que estão a funcionar em duodécimos, para conseguirem comprar máscaras.

 

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Madeira: Secretaria da Educação anuncia organização do resto do ano escolar na próxima segunda-feira

 

Secretaria da Educação anuncia organização do resto do ano escolar na próxima segunda-feira

“As condições específicas da Região, em termos sanitários bem como no que respeita às competências na gestão do sistema educativo, recomendam a adoção de medidas próprias, ainda que devidamente enquadradas com as decisões nacionais sobre a matéria hoje anunciadas”, refere a Secretaria Regional da Educação.

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As percentagens do E@D no final do 2.º período

O que é referido no artigo tem o valor que cada um lhe poderá dar. Mas uma coisa é certa, no 3.º período a organização das escolas e dos professores já é bastante notória e o período ainda não teve início.

As escolas, como todas as organizações, foram apanhadas de surpresa necessitavam de tempo para se organizar, o ministério também.

Quanto aos casos específicos do 1.º ciclo e do Pré-escolar, nem tudo terá sido bem como é referido no artigo e pelos que nele tiveram voz.  Até porque nenhum será de qualquer um desses grupos de ensino. outra das razões terá sido a idade das crianças envolvidas e da disponibilidade dos encarregados de educação para os acompanhar , mas isso já sou eu a divagar, não sei que questões foram colocadas no estudo. Mas é necessário afirmar: Ninguém esteve de férias.

Quase metade dos alunos do 1.º ciclo não tiveram ensino à distância

Impedidos de ir à escola desde o dia 16 de Março, 45% dos alunos do 1.º ciclo não iniciaram qualquer processo de ensino à distância durante as duas últimas semanas do segundo período, segundo inquérito feito pela Universidade Católica. No pré-escolar, a percentagem sobe para os 72%.

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Cartoon dos próximos meses – (Des)Orientações do E@A! – SDPA

 

 

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Estudo em Casa: Recomendações de segurança no uso de plataformas que permitem a comunicação áudio e vídeo

Recomendações no uso de plataformas que permitem a comunicação áudio e vídeo
A Direção-Geral da Educação, no âmbito do Centro de Sensibilização SeguraNet, e o Centro Nacional de Cibersegurança disponibilizam um conjunto de recomendações no uso de plataformas que permitem a comunicação áudio e vídeo dirigidas a professores e a pais/encarregados de educação.

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Programação ZIG ZAG (para o Pré-Escolar)

A partir da próxima segunda-feira, dia 13 de abril, vamos ter tempo para acordar, aprender, rir, brincar, serenar e imaginar. Sempre na companhia do ZIG ZAG!

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ALERTA para os riscos do ensino à distância nas escolas

A Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD) recomenda ao Ministério da Educação e diretores escolares que tenham cuidado nas plataformas e sistemas que escolhem no ensino à distância, garantindo que essas escolhas.

São identificados oito riscos e feitas doze recomendações, com a CNPD a sublinhar que compreende o contexto especial do país, mas a recordar que é preciso ter cuidado com os riscos.

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9 PRINCÍPIOS ORIENTADORES PARA ACOMPANHAMENTO DOS ALUNOS QUE RECORREM AO #EstudoEmCasa.

 

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200 mil alunos sem rede ou computador

Há desigualdades que nem a tecnologia consegue resolver…

Telescola insuficiente para 200 mil alunos sem rede ou computador

Há 54 mil alunos, dos 6 até aos 15 anos de idade, sem acesso a metodologias digitais necessárias para a concretização do ensino à distância. São cerca de 5,5% dos 977 mil menores desta faixa etária, segundo os dados do Instituto Nacional de Estatística.

A falta de acesso às novas tecnologias pode, contudo, atingir um em cada quatro alunos.

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Horário semanal #EstudoEmCasa na RTP

 

Juntamente com a grelha oficial, o Ministério da Educação enviou também uma nota através de qual informa que “durante o 3º período letivo, a RTP Memória cede emissão a conteúdos pedagógicos temáticos, lecionados por professores, para alunos do ensino básico. #EstudoEmCasa é o nome do espaço que vai ocupar a grelha das 09h às 17h50, com conteúdos organizados para diferentes anos letivos, uma ferramenta importante para complementar o trabalho dos professores com os seus alunos. Estes conteúdos pedagógicos temáticos contemplam matérias que fazem parte das aprendizagens essenciais do 1º ao 9º ano, agrupados por: 1º e 2º anos, 3º e 4º anos, 5º e 6º anos, 7º e 8º anos e 9º ano, abrangendo matérias de uma ou mais disciplinas do currículo, as quais servirão de complemento ao trabalho dos professores com os seus alunos”.

“Com a emissão do #EstudoEmCasa, através do sinal da RTP Memória, é alcançada a generalidade dos alunos, atendendo a que o canal emite na TDT, mas também na televisão por cabo e por satélite, ficando ainda disponíveis nas plataformas digitais da RTP e da Direção-Geral da Educação (DGE), com todas as emissões e respetivos conteúdos disponíveis. Assim, nos primeiros dias do 3º período letivo, professores e alunos terão oportunidade de ficar a conhecer em detalhe o que irá comportar ‘a escola na televisão’, considerando o material a seguir para as escolas. Na segunda-feira, dia 20 de abril, arrancam as emissões do #EstudoEmCasa, que decorrerão até ao final do ano letivo, de segunda a sexta-feira”, acrescenta-se na nota à comunicação social.

 

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O desconforto que António Costa ainda deixou – Paulo Fazenda

 

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