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O Galamba Fica

… assim temos governo por mais 15 dias.

E hoje o Antonio Costa não se cala na conferência ao País, e pela sua expressão deve querer sair o mais rápido possível de Primeiro Ministro.

 

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Greve de 5 a 11 de Maio (Provas de Aferição) Sem Serviços Mínimos

Pré-avisos de greve às Provas de Aferição 2023 (5 a 11 e 16 a 26 de maio)

 

O STOP ainda refere na sua página a seguinte nota:

Nota: Já foi constituído um colégio arbitral para determinar serviços mínimos para estas greves, até ao momento ainda não saiu a decisão.

 

No entanto o Blog já teve acesso ao acórdão do Colégio Arbitral e não foram decretados serviços mínimos para o período de 5 a 11 de Maio.

 

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O Ministro da Educação Também Devia ser Remodelado?

Tudo aponta que o governo proceda a uma remodelação do Governo e os nomes dos ministros que se falam que poderão sair são os que têm manchado a governação do PS.

António Galamba é o principal nome apontado para sair e dar lugar a uma mini remodelação do governo. Depois fala-se em Mariana da Silva.

Quem tem beneficiado com a saída de alguns Ministros e com a possibilidade de outros virem a sair é Fernando Medina que começa a ter o caminho aberto para a sucessão de António Costa.

Curiosamente, tudo isto começou com o convite de Fernando Medina a Alexandra Reis que a levou à pasta do tesouro, a tal amiga da sua mulher.

Não sei se um dia vamos descobrir que a eliminação de todos os putativos candidatos à liderança do PS foram eliminados um a um por uma estratégia maquiavélica de Fernando Medina.

Aproveitando a possível remodelação que aí deve vir, consideram que o Ministro da Educação devia ir na mesma leva, ou que se devia manter no cargo até nos devolver os 6A6M23D?

Outro Ministro poderia apaziguar os docentes? E se sim, quem?

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A inclusão pedagogicamente “assassina” – Alberto Veronesi & Susana Mendes

A inclusão pedagogicamente “assassina” – Alberto Veronesi & Susana Mendes

 

Chegou um mail à escola, dizendo que viria mais uma criança, desta feita nepalesa, para o primeiro ano do ensino básico. Sem mais. Depois veio a criança, com tudo.

Este tudo é bem pesado para os que têm da Educação uma visão personalista. Mas leve, leve, para os idiotas úteis que pariram o Decreto-Lei nº 54/2018.
Deixem, caro Leitor, que lhe apresentemos, sumariamente, a última criança que a nossa escola recebeu. Sim, o que vai ler a seguir não é ficção. Passa-se na nossa escola. Na escola onde já não sabemos se ensinamos, se nos arrastamos penosamente como escravos das idiotices pedagógicas portuguesas, as do século XXI.

No primeiro dia do seu “despejo” na escola, correu pelos corredores, rebolou no chão, bateu nas paredes e portas que encontrou, entrou pelas salas, atirou-se para o chão, gritou, chorou, mordeu e bateu em todos os professores e auxiliares que a queriam ajudar.

Atualmente, dois meses depois, promovidas as medidas que os burocratas de serviço vazaram no citado Decreto-Lei nº 54/2018, a aluna começa a estar “incluída”, “integrada”: anda desorientada nos recreios; não compreende, como é óbvio, uma palavra de português; não pede para ir à casa de banho; se a professora não adivinha, faz as suas necessidades onde está, tendo inclusive defecado no chão do recreio, à frente dos colegas; algumas vezes já urinou na sala de aula, à frente de todos; durante as aulas grita, risca, rasga, morde e come (literalmente, sim, come) o material de trabalho dela e dos colegas; quando não é atendida imediatamente, sai do seu lugar, agarra a professora e bate-lhe; quando consegue acabar alguma tarefa, rebola na cadeira e vai para debaixo da mesa; quando ouve barulhos externos à sala, sai espavorida, sem dar cavaco à professora; quando, na hora do lanche, vai comer, aquilo de que não gosta deita para o chão; não sabe lavar as mãos sozinha; ao almoço come com as mãos e, muitas vezes, coloca aquilo de que não gosta no prato dos outros.

Sim, caro Leitor, foi feito o que a lei consigna!

A pobre professora desta desgraçada aluna seguiu “by the book” as diligências previstas nos papéis molhados em vigor, referenciando a situação à Equipa Multidisciplinar de Apoio à Inclusão (EMAI). Após a observação, o correlato relatório disse: que a aluna deverá ter sempre um adulto a acompanhá-la na sala de aula, durante as refeições e em outros momentos em que se considere necessário; que deveria ser definido um espaço físico, preparado para isso (gabinete ou canto de uma sala com pouco movimento, com um tapete e umas almofadas) onde se poderia acolher a aluna em momentos de maiores alterações comportamentais, com o intuito de a estabilizar, sempre com o acompanhamento de um adulto.

Bonitas medidas.
O problema é que nada está a ser cumprido porque nada do requerido existe. Citando o outro, qual destas duas palavras não entende: nada existe!

Resta a pobre professora titular da turma, em galopante stress emocional.

Restam os outros 24 alunos, “excluídos” pela “inclusão” frustrada de uma aluna com PEA (perturbação de espectro de autismo).

E resta a irresponsabilidade de um ministro (esse, sim, pedagogicamente autista) e acólitos, que se pavoneiam demagogicamente com as porcarias que conceberam.

Observador

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Sócrates & Costa – Falhanço Político/Educação Falhada

SÓCRATES & COSTA

FALHANÇO POLÍTICO / EDUCAÇÃO FALHADA

 

Nota: Este é um texto eminentemente de análise factual política. Versa o pensamento e das palavras o sentimento e sofrimento sobre o colossal falhanço político de políticas educativas falhadas. Com a Educação e o Ensino em estrondoso colapso. Com Sócrates, o “animal feroz” & Costa, o “geringonceiro”. Ambos têm um “preconceito” contra a Educação e os professores. São exímios a provocar stress traumático aos professores.

Falamos de José Sócrates & António Costa; as duas faces da mesma política. Almas gémeas e génios do mal da Educação. Com os seus acólitos, Maria de Lurdes Rodrigues (MLR), Tiago Brandão Rodrigues e João Costa. A consonância dos camaradas socialistas anti EduProf. (abreviatura inventada de educadores e professores). Emoções cristalinas.

Entre os Governos Constitucionais, os XVII(I) com o “Chefe” Sócrates e os XXII(I) com o “Chefe” Costa, que venha o Diabo e escolha. Denominador comum – Os mesmos protagonistas; o mesmo PS (Partido Socialista); as maiorias absolutas; ministros da Educação “fantoche”; o objectivo comum da subserviência da intelectualidade;  o desinvestimento/poupança na Educação; a desvalorização da nobre profissão docente; o neoliberalismo labrego da escolaridade; modernas pedagogias e projectos duvidosos e sem assertividade; a escola laboratório de ensaios e experiências; impera a burocracia inquisidora, castigadora e castradora; o deslumbramento fundamentalista da treta e da tralha digital; a destruição do ECD (Estatuto da Carreira Docente); o verdugo e chicote da tutela/ME (Ministério da Educação) para domar os professores; a perseguição, infantilidade, teimosia, “mobbing/bullying” e vingança pelo tempo de serviço trabalhado, descontado e Roubado; os arautos da discriminação entre colegas; a brutalidade bruta e embrutecida da insensibilidade pelas reivindicações, direitos e razões dos professores;       a viciação do mal, da maldade, das reuniões secretas, da mentira compulsiva e manipuladora, da incompetência irresponsável, da reversão reversível da TAP, pública/privada, com “saneamentos”, indemnização milionária, paga Zé e o não assumir de culpas; os tiques anti-democráticos; o simbolismo de “figurinhas em forma de tiranetes”; o “incutir da intimidação e  do medo”; o pontapear da Democracia; a não prioridade, o desinteresse e empurrão da Educação para o precipício; fingir brincadeira e simulacro negocial; a desinformação e intoxicação da opinião pública; ilusionistas do “sucesso educativo” martelado; chefes de governo mentores da “guerrilha permanente” ME/Professorado; a destruição paulatina e o desastre irreparável da Educação, do Ensino e da Escola Pública; a condenação do futuro de Portugal; o modus operandi kafkiano; “políticos” menores com politiquices e sem estaleca de homens de Estado, enfeudados à cartilha ideológica e partidária, cuja acção “premeditada”, continuada e consumada vai corroendo a Democracia, a Liberdade e o Estado de Direito Democrático; a mais absoluta, total e abrangente falta de auto-crítica, emendar a mão e nobreza de carácter; a podridão da sucessão de casos gravíssimos e a inconsequência política; o Presidente da República Marcelo, com “medo insano” e que não dissolve a Assembleia da República/Parlamento (de recordar que, por muito menos, Jorge Sampaio demitiu Santana Lopes); a máquina publicitária partidária/governamental a todo o vapor, que já não funciona e tem efeito contrário em todos os portugueses com espírito crítico,  responsabilidade nacional patriótica e que exigem a sanidade e higiéne política do regime;   basta de desonestidade, falsidade, traição, toxicidade, alegos “assaltos de ministérios pelos (des)governantes inquilinos”,mentir, PCs  com segredos, acusações chocantes, fúria, escândalos e cenas de “pugilato”; é tempo de cair a máscara que finge; chega de miséria  humana e “bandidagem a fartar de vilanagem” que, no tempo determinado, o Povo e a História julgarão.

Sócrates & Costa, o Alfa e o Ómega, o Princípio e o Fim de políticas nefastas e horribilis para a Educação em Portugal. Fecha-se o círculo. Consumado está o “Pacto”. De tão confrangedor, dá pena, é merecedor de “estudo de caso”, tamanha incompetência, irresponsabilidade e acrimónia política para com os educadores e professores portugueses; artistas da política educativa “nulla remissio”. Pecado Sem Perdão!        

Sócrates & Costa completam-se, e têm  uma  NÃO PAIXÃO pela Educação!         

Carlos Calixto

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Para onde vai a presente Luta?

Para onde vai a presente Luta?

 

 

Dentro da Classe Docente, existe, há muitos anos, uma certa predisposição para a desagregação e para a fragmentação, plausivelmente originadas pelas diversas situações profissionais aí presentes…

Dentro da Classe Docente parecem coexistir muitas “formas de sentir” e profusas “facções”, que frequentemente desencadeiam “explosões de susceptibilidades”, pródigas amofinações, discórdias e conflitos de interesses, todos culminando na ausência de consensos…

O resultado mais óbvio do anterior, tem sido uma divisão insanável e permanente da Classe Docente…

A presente luta não conseguiu abolir essa falta de coesão, ainda que, aparentemente, a possa ter atenuado…

A solidariedade entre as partes que compõem a Classe Docente parece ser algo inalcançável, tal como também o será o acordo e a convergência de acções entre todas as estruturas sindicais que representam os Professores…

A presente luta parece ter chegado ao “ponto de marasmo” e a prova disso é o facto de, neste momento, ser muito difícil conseguir indicar uma escola ou um agrupamento onde sejam visíveis, ou se façam sentir, inequívocos efeitos de uma genuína contestação de Professores…

E quando alguma escola ou agrupamento sobressai por via de determinada forma de protesto, isso é invariavelmente interpretado como uma excepção e não como uma regra…

Como excepções também têm sido vistos os Professores que têm ousado desobedecer…

– As Greves parecem ter perdido adesão…

– As Manifestações, em número elevado, têm juntado milhares de Professores que, nesse contexto, dão visibilidade ao seu descontentamento, mas que no dia seguinte entram na sua escola e se mostram incapazes de desobedecer ao que quer que seja…

– Participa-se nas Manifestações, convive-se com os pares, registam-se esses momentos, publicando-se muitas fotografias nas redes sociais, e no dia seguinte volta-se à escola para obedecer escrupulosamente a todas as ordens e, até, em alguns casos, para voluntariamente, ir além das mesmas…

– No dia seguinte ao da Manifestação estarão todos novamente disponíveis para aceitar a infernal rotina, que consome e aprisiona, repetindo-se todos os automatismos comportamentais e todos os vícios de funcionamento…

– No dia seguinte ao da Manifestação, quando se entra na escola, recalca-se o pensamento crítico e a contestação, que darão novamente lugar à obediência e ao conformismo…

Que impacto terão essas Manifestações no alcance das pretensões docentes? Afinal, para que servem essas Manifestações?

Talvez sirvam como potenciais “catarses colectivas” ou como forma de “lavar as Almas”, partindo do princípio de que o espírito de comunhão ajudará a aliviar algumas tensões…

Mas depois das Manifestações tem sido assim:

– A Classe Docente parece continuar a acreditar que os resultados desejados por si aparecerão sem custos e sem sacrifícios pessoais, atribuindo a outros a responsabilidade por uma “solução mágica” dos seus problemas…

Mas esta luta só se tornará realmente séria e consequente quando cada um for capaz de assumir a sua quota-parte de responsabilidade pelas soluções dos problemas e os necessários sacrifícios pessoais e se acabarem com as “desculpas” para não desobedecer…

Para que alguma coisa, efectivamente, mude será necessária a coragem dos destemidos…

Cada Professor parece continuar a defender, primordialmente, os seus próprios interesses e só depois, muito depois, o bem comum…

Enquanto a visão for sectarista, assente no individualismo de pensar apenas em si próprio, não se chegará a lado nenhum…

E bastou, há pouco tempo atrás, o Governo ter anunciado o Diploma do novo regime de gestão e recrutamento de Professores, para se constactar de imediato essa desunião confrangedora..


(Imagem roubada da Internet, de autor desconhecido).

Estará esta luta perdida?

Com toda a honestidade, não sei se estará perdida, mas seguramente estará muito longe de ser ganha…

As principais estruturas sindicais, que supostamente representam os Professores, e que deveriam ter um papel decisivo na presente luta, parecem preferir continuar a acreditar e a defender que a “Terra é plana”:

– Supostamente, o próximo dia 6 de Junho “será um dia histórico, exceto se o governo não quiser que a tranquilidade volte às escolas”, pode ler-se no site oficial da FENPROF…

Mas alguém ainda acreditará que, até ao próximo dia 6 de Junho, o Governo possa ser acometido por uma epifania e retroceder nas suas perversas intenções?

Por outras palavras, e de modo absurdo, 6 de Junho de 2023 “será um dia histórico”, que antes de o ser já não o era…

Ou, então, a afirmação da FENPROF anteriormente citada, destina-se apenas ao “consumo interno” dessa estrutura sindical e não é para ser levada a sério, nem tida em consideração, pelos restantes receptores dessa mensagem…

No momento, dos últimos anos, em que a Classe Docente mais precisava de Sindicatos consentâneos com acções competentes e impávidas, as principais estruturas sindicais têm tido uma prestação lastimável, mostrando-se incapazes de corresponder às expectativas daqueles que representam…

Depois do fracasso evidente relativo às “rondas negociais” com a Tutela, incentivo e apoio jurídico disponibilizado aos Professores que pretendam desobedecer às insanidades e às injustiças decretadas pelo Ministério da Educação? Nada. Silêncio absoluto…

Muito “folclore”, presenças em simulacros de negociações e requerimentos, junto do Ministério da Educação, para novos simulacros de negociação, que não levam a lado nenhum? Com certeza. Muitos…

Parece que há, de facto, estruturas sindicais tão “convencionais”, tão “responsáveis” e tão “moderadas”, que jamais incentivarão ou praticarão qualquer desobediência ou ruptura face à Tutela…

E assim vai a luta…

(Paula Dias)

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Blogosfera – Anabela Magalhães

Escute os Professores, Senhor Presidente da República! E vete!

 

 

Quando nem os possíveis “beneficiários” estão de acordo com esta ignomínia… como é possível que primeira maioria absoluta do país se deixe enrolar nas trapalhadas do desgoverno vergonhoso?!!!

Aqui lhe deixo um último apelo – Escute os Professores, Senhor Presidente da República! E vete!

 

 

 

Nota minha: Infelizmente acho que a promulgação já foi feita e enviada para publicação em Diário da República.

 

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A Recuperação dos 6A6M23D Custaria Apenas 236 Milhões

Hoje resolvi fazer um estudo rápido sobre os custos BRUTOS para o estado com a recuperação integral dos 6A6M23D.

Usei os dados que o Jornal Publico noticiou aqui, com o número de docentes por escalão em Dezembro de 2022 e apliquei os 6A6M23D a estes docentes com os valores de vencimento a 2022 para a comparação ser nos mesmos valores.

A tabela tem  os valores brutos, que como todos sabemos são depois aplicados descontos para o IRS e para a CGA/SS.

A injeção de dinheiro na TAP daria para pagar a recuperação dos 6A6M23D a todos os professores nos próximos 15 a 20 anos e garantidamente o governo passaria por menos vergonhas do que aquelas que tem passado.

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Vencimentos 2023 (Atualizado)

O IGEFE publicou ontem o Aditamento à Nota Informativa n.º 1 sobre as remunerações, com a entrada em vigor das atualizações salariais.

As atualizações salariais do Decreto-Lei n.º 26-B/2023, de 18 de abril tem efeitos ao dia 1 de janeiro de 2023, e os aumentos entre janeiro e abril de 2023, para efeitos de IRS, estão dispensados de retenção na fonte.

 

 

 

 

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Marcelo Vai Aprovar Diploma de Concursos Para Não Prejudicar 8 Mil Professores

…também disse que há muitas páginas por escrever sobre a JUSTA recuperação do tempo de serviço.

 

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Pela Primeira Vez o Concurso Externo Vai Abrir em MAIO!!!

Já no dia 18 de abril tinha publicado um artigo com as datas de abertura do concurso desde o ano 2015, no entanto também tenho as datas anteriores a 2015 e nunca aconteceu que o concurso tenha tido início apenas durante o mês de Maio.

Este ano isso é garantido, visto que estamos em fim de semana e o dia 1 de maio é feriado, pelo que só depois do dia 2 de maio é que pode ter início a publicação do aviso de abertura do concurso para se dar início à primeira fase do concurso que para além de integrar no quadro 2401 docentes irá ordenar os candidatos à contratação inicial.

Em média, nestes últimos 8 anos, passaram 42 dias entre o início da candidatura e a publicação das listas provisórias, pelo que se apontar esta média as listas provisórias serão apenas publicadas  em meados de junho. Após a publicação das listas provisórias passaram também em média 60 dias para as mesmas se tornarem definitivas, o que irá apontar para meados de agosto a data de publicação das listas definitivas do concurso externo.

Como poderão facilmente imaginar apenas no mês de agosto deverão ser as preferências para a contratação inicial e para a mobilidade interna, sendo mesmo impossível que se conheçam as colocações em meados de agosto como nos quatro anos anteriores.

E por muito que a DGAE queira antecipar estas datas será muito difícil que aconteça, pois existem prazos legais que têm de ser cumpridos com as reclamações e com os recursos hierárquicos.

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Comparação das Vagas Abertas com as Previsões do Blog, por Grupo e QZP

Em 17 de Setembro de 2022 apuramos 2.346 vagas a abrir em 2023 na Norma Travão.

Foram abertas 2401 vagas, pelo que erramos apenas por 55 vagas.

Neste quadro fazemos a comparação por grupo de recrutamento e QZP com a diferença das vagas reais e das que previmos na altura.

Acertamos em 98% das nossas previsões, o que demonstra mais uma vez a qualidade dos nossos estudos.

Abrir aqui o mesmo quadro em pdf

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2.º Conjunto de Email de Encarregados de Educação Que Não Enviam os Filhos às Provas de Aferição

Chegaram-me mais uma série de emails de Encarregados de Educação (em que alguns deles também são Professor@s) dizendo que não vão enviar os seus educandos para a realização das provas de aferição.

Não consigo perceber se esta tendência tem vindo a generalizar-se, mas parece que existe um enorme descontentamento na realização desta provas em suporte on-line, em especial junto das crianças mais jovens (2.º e 5.º ano).

 

 

Estou a pensar seriamente em não permitir que o meu filho as faça. Anda no 2 ano.

Os motivos são simples: a não necessidade em sujeitar crianças a esta pressão, a não aferição do que cada um sabe ou não ( bem sabemos o que não se consegue fazer quando se está nervoso /a), a imaturidade perante esta situação, a dificuldade em usar corretamente um teclado de computador (ainda estão a aprender a escrever, processo que não se finaliza num ou dois anos), as consequências futuras quando estiver na mesma posição ( inevitavelmente ficará sempre nervoso, ansioso…), o que o poderá prejudicar a nível académico.É caso para dizer “não há necessidade”.

Cristiana Gonçalves

 

 

 

Sou professora do 1 ciclo e mãe de uma menina que frequenta o 2° ano.
Como é óbvio, sou totalmente contra esta tontice em torno das provas.
A minha filha não irá fazer. Também, na turma dela, de 20 alunos, não irão pelo menos 12.
Tal como eu, os respetivos EE não concordam com esta atrocidade.

Susana Alves

 

 

A minha filha não fará as provas de aferição. Enquanto mãe e professora acho que estas provas não refletem o que é trabalhado no dia a dia dos nossos alunos; e vão expor alunos muito pequenos a frustrações desnecessárias, sem qualquer efeito prático.

Andreia Reis

 

Corroborando em pleno com as palavras da Andreia, como mãe e professora, também já tomei a decisão de que, o Bernardo não fará as Provas de Aferição.

Ana Batista

 

 

 

A minha filha não fará as provas.
Frequenta o 5o ano.
Discordo profundamente da aplicação das provas de aferição, muito mais realizadas em computador. A minha filha não tem computador e não me parece razoável “treinar” alunos tão pequenos em meia dúzia de dias. É um fator de stress e ansiedade perfeitamente desnecessário.
O ME mente quando diz que há recursos para esta mudança abrupta; não há.
Convido-o a visitar as escolas deste País, a maioria sem condições mínimas de conforto e condições de trabalho, para Professores e Alunos. Escolas onde os computadores estão completamente obsoletos e a Internet é péssima.

Ana Isabel Marques

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Porque cada vez há menos professores disponíveis para aceitarem as colocações…

Levantamento das penalidades aplicadas nos termos do art.º 18.º e do art.º 44.º

 

Exmo/a Sr/a Diretor/a / Presidente da CAP,

Informa-se que as penalidades aplicadas nos termos do art.º 18.º e do art.º 44.º, do Decreto-Lei n.º 132/2012, de 27 de junho, na redação em vigor, se consideram levantadas para os devidos efeitos, no âmbito do Concurso de Contratação de Escola.

Com os melhores cumprimentos,

A Subdiretora-Geral da Administração Escolar

Joana Gião

 

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Momento de Humor

… realizado por um colega do Agrupamento de Escolas Dr. Mário Fonseca, em Lousada.

 

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Provas de aferição com recurso a computadores portáteis. E se avariarem?

Provas de aferição com recurso a computadores portáteis. E se avariarem?

 

Provas do 2.º, 5.º e 8.º anos de escolaridade passarão a ser feitas nos computadores providenciados pelo Ministério da Educação, mas eventuais avarias terão de ser acauteladas pelos pais. Diretores de escolas também se mostram preocupados com riscos de falhas informáticas, que terão de ser acauteladas pelos próprios professores.

Este ano, as provas de aferição vão ser muito diferentes do habitual. Pela primeira vez, os alunos do 2.º, 5.º e 8.º anos vão realizar as provas em plataformas digitais, ou seja, através dos computadores portáteis escolares.

Para o mesmo teste, as escolas vão poder dividir os estudantes em dois turnos. Os alunos devem usar os portáteis pessoais que foram entregues pelo Ministério da Educação, mas também podem usar os computadores das bibliotecas e salas de informática das escolas.

As provas podem ser feitas online ou offline, para evitar que os alunos sejam afetados por falhas de rede. Caso sejam feitos sem ligação à rede, será necessário descarregar os enunciados antes do início das provas.

Todos os alunos têm portáteis aptos para os exames?

Nem todos. Há pais que se recusam a aceitar os equipamentos, porque não se querem responsabilizar em caso de avarias.

Mas as escolas não se responsabilizam por eventuais danos?

Os prazos de garantia dos dispositivos que foram entregues aos alunos em 2021 estão prestes a terminar e terão de ser os pais a lidar com os custos das reparações.

Para resolver este problema, o presidente Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos de Escolas Públicas (ANDAEP), Filinto Lima, sugere que o seguro escolar passe a cobrir o uso dos portáteis escolares.

Uma medida que, segundo o mesmo, já foi proposta ao Ministério da Educação.

Os riscos de eventuais falhas informáticas estão acautelados?

Não exatamente. À Renascença, Filinto Lima explica que existe um manual de procedimentos enviado pelo Governo às escolas.

No entanto, o presidente da ANDAEP avisa que é impossível que haja professores capazes de dar apoio informático em todas as escolas.

Os alunos estão preparados para fazerem as provas em computadores?

É uma dúvida dos diretores de escolas, que expressam preocupação com os alunos do 2.º ano, mais especificamente.

Segundo Filinto Lima, as crianças entre os seis e os sete anos ainda estão a aprender a escrever e a desenvolver a caligrafia, pelo que deveriam realizar provas escritas.

 

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Relatos de EE Que Não Vão Enviar os Filhos para as Provas de Aferição

Ao longo do dia de hoje chegaram-me inúmeros relatos de Encarregados de Educação que optaram por não enviar os filhos à escola para a realização das Provas de Aferição.

Como as provas de aferição não têm qualquer influência nos resultados dos alunos e em muitos casos os pais sabem que para os seus filhos estas provas são mais um momento de perturbação na rotina escolar dos seus filhos, é normal que cada vez mais pais optem por esta solução.

Os relatos que me chegaram estão perfeitamente identificados e como tal deixo-os tal como me chegaram.

 

Sou mãe, encarregada de educação e professora.
Tenho uma filha a frequentar o 5 ano e não vai fazer nenhuma das Provas.
Comuniquei isso na reunião de entrega das avaliações do segundo período e esclareci os restantes pais para a inutilidade das mesmas.
Ao dispor
Anabela Sousa
O meu filho não vai fazer porque este ME desconsidera, de uma forma aberrante, os professores.
Acrescento que estas provas de aferição em formato digital sem haver um acompanhamento sério prévio com tempo e com várias sessões de experimentação, (como por exemplo fichas realizadas nesses moldes) só vai criar stress desnecessário! Coisas feitas em cima do joelho só para mostrar serviço não correm bem! Ou seja, estes alunos estão a ser usados como cobaias, para o ME atingir os seus objetivos, quem nem se sabe bem quais são! Qual o motivo disto ser tudo feito à pressa? Os fins não justificam os meios! Para além disso, independentemente das PA serem ou não em papel, para quem servem? Visto não terem qualquer peso na avaliação final e os alunos já terem um ano letivo em cima, onde já foram avaliados de forma contínua, para que sujeita-los a isto? Miúdo que já estão cansados, saturados, a precisar de descansar!
Ruth Sá
Quando nos apercebemos, cá em casa, de que efetivamente as Provas de Aferição deste ano iriam ser feitas por computador, ponderamos o assunto, e avisamos a Professora de que o nosso filho (que frequenta o 2.º ano) não iria participar.
Não porque temessemos os feitos da ansiedade ou qualquer stress adicional, mas porque não vemos qualquer benefício ou utilidade em aferir conhecimentos de crianças tão pequenas via computador.
Mais, fizemo-lo antecipadamente, já para tentar evitar o que entendemos como todas as perdas associadas à preparação deste novo modelo de Provas…
1) não queremos que ele desperdice minutos da aula a ser treinado para escrever num computador (ao invés, preferimos que treine a caligrafia);
2) não queremos que ele nos peça o computador para treinar com o teclado em casa, com receio de fazer má figura (antes corra e brinque livremente lá fora);
3)  e não queremos que a Escola desperdice tempo, energia e recursos em organizar algo que não serve minimamente alunos tão novos (seria tão melhor organizarem atividades e visitas de estudo!);
Já foi constrangedor ter de explicar ao meu filho o quão importante é aprender a ler e a escrever bem, apesar de existirem vídeos tutoriais para ensinar coisas, o Google permitir pesquisas por voz e já existirem programas de computador que escrevem automaticamente como se fosse um ditado (tudo argumentos dele…)
E vem agora o Ministério da Educação colocar crianças de 7 anos a responder por computador, colocando em causa os nosso argumentos?
Com que fundamento? (Se até as neurociências o refutam..)
Assim, enquanto pais e encarregados de educação, recusamo-nos a colaborar com estas Provas
Vemo-las apenas como uma forma camuflada de condicionar e incentivar à aprendizagem e avaliação de míudos via computador. (Talvez para mitigar uma futura falta de Professores quem sabe…)
E eles terão mais do que tempo para isso.
Olívia e Carlos Santos
A minha filha começou a mostrar muita ansiedade pela realização das PA digitais. Penso que se fossem em suporte papel ela iria encará-las como um teste de avaliação. Neste momento, quando se fala do assunto começa logo a dizer que o computador pode falhar, que ela pode não conseguir responder a tempo… como tal, a decisão foi tomada: não irá à escola nestes dias!
Não acho pertinente a realização destas provas e acima de tudo devo zelar pelo bem-estar da minha filha, já que o Estado não pensa no que sentem crianças do 2° ano perante estas situações.
Vanessa Monteiro
A minha filha anda no 5 ano e ainda não lhe foi atribuído computador. Por este facto e, por considerar que uma prova de aferição sem os alunos durante todo ano letivo não fazerem qualquer exercício em formato digital nas disciplinas a avaliar, a minha filha não irá realizar as ditas provas
Um abraço,
Eduarda Adriano
As minhas filhas não vão comparecer nas Provas de 5 e 8 ano. Enquanto mãe não concordo e como Professora é melhor nem dizer o que me vai na alma!
Obrigada
Eduarda Ribeiro

 

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O Aniversário do PS no Porto

Milhares de pessoas gritam “demissão” no Porto ao som de apitos e com cravos vermelhos

 

Marcha de protesto de professores “Todos por Portugal”

 

Apupado por manifestantes, Costa pede respeito pela “vontade popular”

 

“Costa escuta, o povo está na rua”. Professores (e não só) fazem-se ouvir junto à festa do PS no Porto

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Santana Castilho Comenta a Manifestação de Hoje no Porto

“Primeiro-ministro não presta absolutamente nenhuma atenção à Educação”

 

 

Santana Castilho comenta novo protesto dos professores. Desta feita, no Porto, marcado por uma marcha que vai terminar junto à festa dos 50 anos do PS.

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Portugal é Mesmo um País Miserável

Por aqui temos um aumento de 1%, a contabilização de todo o tempo de serviço docente que representaria uma subida de 1 escalão e meio na carreira docente, que poderia representar no máximo uns 100€ e lá fora acontece isto:

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Prevê-se um Final de Ano Complicado

Governo garante serviços mínimos nos exames nacionais após ameaça de greve dos professores

 

O ministro da Educação quer tranquilizar alunos e professores em relação às provas que se aproximam. João Costa diz ainda que o Governo tem tentado ir ao encontro das exigências dos docentes.

 

O Ministro da Educação garante que serão decretados serviços mínimos caso os professores avancem com uma paralisação durante os exames nacionais. João Costa diz ainda que o Governo tem apresentado propostas que se aproximam das posições dos docentes.

 

“Temos vindo a apresentar inúmeras propostas, muitas delas que se aproximam das posições dos professores”, afirmou este sábado o ministro da Educação.

 

João Costa diz que o Governo apresentou às organizações sindicais uma proposta para introduzir “fatores de aceleração da carreira” aos professores que tiveram as suas carreiras congeladas durante todo o período em que não houve progressões.

De acordo com o ministro, esta proposta consagra duas possibilidades: “através da recuperação do tempo em que estiveram a aguardar vagas para progressão de escalão” ou “através da isenção de vagas para aqueles que ainda não passaram por essas etapas na carreira”.

João Costa assinalou que esta proposta “permitirá que estes professores consigam chegar aos escalões mais altos da carreira”, o que estaria inviabilizado em propostas e circunstâncias anteriores.

 

“É a resposta possível e sustentável do Governo para uma reclamação dos professores sobre o tempo de serviço”, acrescentou.

 

O responsável pela pasta da Educação disse que o Governo não consegue dar resposta a todas as reivindicações dos professores – que considerou legítimas -, mas que têm sido dados “passos para, pelo menos, mitigar o que foi esse efeito do período de congelamento”.

A reunião de quinta-feira entre Ministério da Educação e sindicatos terminou sem acordo e com os professores a ameaçar continuar com greves até aos exames nacionais caso a tutela recuse recuperar todo o tempo de serviço congelado.

Sem acordo, os sindicatos prometem continuar a lutar e ameaçam com novos protestos, além da greve por distritos que está a decorrer desde segunda-feira e vai terminar em 12 de maio em Lisboa.

 

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Fenprof “marca” data para acordo

Fenprof “marca” data para acordo

 

Como se previa, a reunião negocial desta quinta-feira terminou sem acordo, com os sindicatos de professores a reiterarem que este só será possível se contemplar a recuperação do tempo de serviço congelado (faltam devolver seis anos, seis meses e 23 dias).

Em comunicado enviado à comunicação social, nesta sexta-feira, a Fenprof fez saber que propôs ao ministro da Educação que assine um acordo com os sindicatos no dia 6 de Junho, estipulando que a recuperação do tempo de serviço será feita até ao final da legislatura, “de acordo com as seguintes parcelas: 2024 – 798 dias; 2025 – 798 dias; 2026 – 797 dias”. E que, também até final de legislatura, “o número de vagas a abrir em cada ano seja igual ao de candidatos à progressão aos 5.º e 7.º escalões, primeiro passo para a eliminação do regime de vagas”.

Pelo facto de a progressão a estes escalões estar dependente da abertura de vagas pelo Governo, têm ficado de fora, todos os anos, mais de metade dos professores com requisitos para progredir.

Para o dia 6 de Junho, que grafado deste modo 06/06/23 coincide com o tempo a recuperar pelos professores, está prevista uma greve nacional de professores e duas manifestações, uma no Porto e outra em Lisboa. A Fenprof juntou-lhe agora o desafio que lançou a João Costa: transforme este dia “numa data histórica para os professores”.

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Amanhã (no Porto) É Dia de Cantar os Parabéns ao PS

No próximo dia 23 de abril, irá realizar-se a «MARCHA TODOS POR PORTUGAL», na cidade do Porto.

Esta Marcha é iniciativa de um grupo de Profissionais de Educação do Norte, que pretende chamar a atenção para as políticas erradas e prepotentes do Governo de Portugal, que se tem mostrado alheio à nossa luta e, nesse mesmo dia, se encontrará em festa, comemorando os 50 anos do Partido Socialista, no Pavilhão Rosa Mota – Super Bock Arena (Palácio de Cristal), nesta cidade, contando com a presença do Primeiro Ministro de Portugal e secretário-geral do PS, António Costa, do Presidente da Internacional Socialista e líder do PSOE, Pedro Sanchez, e do Presidente do Partido Socialista Europeu, Stefan Löfven.

Vamos manifestar-nos na grande festa do PS, mostrando que PORTUGAL não se encontra em festa!

As famílias têm vivido com grandes dificuldades financeiras, devido à subida das despesas com a habitação, a alimentação, os transportes, a saúde, etc. As lutas e manifestações de professores, médicos, enfermeiros, funcionários judiciais, agricultores, maquinistas e muitos outros têm mostrado o grande descontentamento que hoje se vive em Portugal. Por isso, querem juntar-se à “festa”.

O governo perdeu a razão e está a votar os portugueses ao empobrecimento.

Chegou a hora de nos unirmos e dizer aos nossos governantes: BASTA!

Esta marcha conta com a presença de organizações de vários setores, económico, social, cultural, ambiental, e apela à participação da sociedade civil.

A Marcha sairá da Rotunda da Boavista, às 14:00 horas, seguindo pela Rua Júlio Dinis, e terminará junto aos jardins do Palácio de Cristal.

Vamos mostrar o nosso descontentamento com as políticas do (des)governo.
Vamos fazer uma grande manifestação no NORTE DE PORTUGAL, ANTECIPANDO O 25 DE ABRIL, e mostrando a força dos portugueses.

Unidos, somos muito mais fortes!

 

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Hoje às 18:23 – “Assalto ao Aeroporto”

“Assalto ao Aeroporto”. Professores levam manifestação até aos turistas

 

Depois de uma marcha na Ponte 25 de ​​​​​​​Abril, os docentes vão agora ocupar os aeroportos de Lisboa, Porto e Faro e alertar os turistas para os problemas no setor da educação.

Um mês depois de ocuparem os acessos pedonais da Ponte 25 de Abril como forma de protesto, os professores vão este sábado reunir-se nos aeroportos portugueses para uma manifestação que promete alertar os turistas para os problemas na educação do país.

 

Alguns dos postais a serem entregues a quem entra no Aeroporto Francisco Sá Carneiro.

 

 

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FNE Entrega Bandeiras pelas Educação

 

 

 

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Ainda Há um Caminho Mais Simples

… que é os pais optarem por não enviar os filhos à escola nos dias das provas, em especial os pais dos alunos do 2.º ano.

 

Já há professores a pedir “escusa de responsabilidade” pelas provas digitais

 

Provas de aferição do ensino básico serão todas em formato digital, mesmo as destinadas a alunos de sete anos. Directores podem decidir pela sua não realização, desde que com razões fundamentadas.

 

A obrigação de as provas de aferição serem todas em formato digital está a levar professores a solicitarem aos seus directores que optem por não realizá-las, uma possibilidade prevista na lei, avançando com uma declaração de “escusa de responsabilidade” caso este apelo não seja tido em conta.

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Saiu o Guia para a Realização das Provas de Aferição 2023

Encontra-se na área reservada às escolas, no site da DGE.

 

 

 

Mas o estado ofereceu algum rato aos alunos????

 

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TAP e Classe Docente: regabofe para uns, avareza para outros…

TAP e Classe Docente: regabofe para uns, avareza para outros…

 

 

O Estado Português, por ser o principal accionista da TAP, tutela essa empresa pela acção do Governo…

O Estado Português já disponibilizou à TAP a exorbitante quantia de 3.2 mil milhões de euros…

O Estado Português, representado pelo 1º Ministro António Costa e pelo Ministro das Finanças Fernando Medina, parece desconhecer o que se tem passado na TAP, apesar de, nos últimos anos, essa entidade se ter constituído como um dos principais sorvedouros de dinheiro público…

Perante todas as embrulhadas e enredos conhecidos nos últimos tempos, envolvendo a TAP e vários elementos do Governo, e que acabaram por conduzir a uma Comissão Parlamentar de Inquérito, o 1º Ministro António Costa e o Ministro das Finanças Fernando Medina têm tentado agir como se não tivessem nada a ver com esses acontecimentos e como se não estivessem obrigados a dar qualquer explicação acerca dos mesmos…

De tudo o anterior, poderão decorrer várias questões:

– Os actuais 1º Ministro e Ministro das Finanças, enquanto representantes do Estado Português, serão tão “pueris” e facilmente enganáveis que não conseguem perceber os ardis que se vão sucedendo numa empresa tutelada por si?

– Os actuais 1º Ministro e Ministro das Finanças, enquanto representantes do Estado Português, serão tão negligentes ou incompetentes que não conseguem controlar e fiscalizar o que se passa numa empresa tutelada por si?

– Os actuais 1º Ministro e Ministro das Finanças, enquanto representantes do Estado Português, estarão, eles próprios, a tentar ludibriar o que se passa numa empresa tutelada por si, mentindo, dessa forma, aos seus concidadãos?

– A recusa, por parte do Governo, de entregar à Comissão Parlamentar de Inquérito o parecer jurídico que terá fundamentado o despedimento da ex-CEO da TAP por justa causa, fará parte de uma estratégia que visa o embuste e a mentira, como forma de encobrimento do que se tem passado numa empresa tutelada por si?

– Como interpretar o súbito “desaparecimento” desse parecer que, afinal, parece que nunca terá existido, pelas palavras do próprio Ministro das Finanças Fernando Medina?

– Como acreditar que esse parecer nunca tenha existido, se a própria Ministra Adjunta e dos Assuntos Parlamentares Ana Catarina Mendes justificou, ainda há poucos dias, a recusa da respectiva entrega, pelo Governo, em sede de Comissão Parlamentar de Inquérito?

– O Ministro das Finanças acabou por desmentir a Ministra Adjunta e dos Assuntos Parlamentares, em prol de uma estratégia ardilosa, com o objectivo de continuar a encobrir e dissimular o que se tem passado numa empresa tutelada pelo Governo?

Neste momento, já não restará qualquer dúvida de que o 1º Ministro António Costa esteja enleado numa teia de mentiras, criadas pelo seu próprio Governo, com o objectivo de encobrir o que se tem passado na TAP…

E num país efectivamente desenvolvido isso conduziria, sem qualquer reserva, à demissão do 1º Ministro, principal responsável pela acção de um Governo, que não poderia deixar de retirar as devidas consequências políticas de uma conduta dominada por inaceitáveis deslizes…

Todos os contribuintes portugueses têm o direito de saber o que se tem passado na TAP e o Governo tem o dever de os informar sobre os gastos dispendidos pelo erário público nessa empresa, justificando cabalmente todas as despesas…

Ao que tudo indica, a TAP, empresa que tem como principal accionista o Estado Português, tem sido gerida com um notório e inegável défice de transparência, de escrutínio e de ética…

E, pior do que o anterior, a tutela exercida pelo próprio Estado parece ter consentido uma gestão danosa e disfuncional, onde plausivelmente tem cabido algo semelhante a um “clube de amigos e familiares”, ao que tudo indica, sem a obrigação de prestar esclarecimentos acerca do que tem feito e de quanto tem gasto para o fazer…

Em flagrante contraste com essa atitude tão perdulária, que tem permitido esbanjar milhões de euros do erário público, muitos de difícil ou duvidosa justificação, o mesmo 1º Ministro, em sintonia com o Ministro da Educação, têm vindo a demonstrar uma indisfarçável avareza, quando se trata de gastos com salários de Professores…

Este Governo tem “dois pesos e duas medidas”:

– Por um lado, relativamente à TAP, tolera e não obstaculiza, nem fiscaliza devidamente, gastos exorbitantes e inusitados, mas, por outro, escuda-se na falta de cabimento orçamental para justificar a recusa da recuperação integral e universal do tempo de serviço dos Professores, que lhes permitiria auferir melhores salários e obter condições de vida mais favoráveis…

À luz da acção do Governo face à TAP, torna-se impossível aceitar um tratamento tão flagrantemente desigual, injusto e parcial…

E a injustiça, a parcialidade e a discriminação negativa que se têm observado relativamente à Classe Docente geram, como é óbvio, revolta e desprezo face a um Governo arrogante e com uma conduta ética e moral, nada digna e absolutamente censurável…

Um Governo que, à luz da sua acção na TAP, tem evidenciado um total desrespeito e menosprezo pelas instituições democráticas, mentindo descaradamente aos seus concidadãos…

Deixemo-nos de “romantismos” e de “pieguices”:

– A Classe Docente não valerá nada, quando comparada com a protecção que é preciso disponibilizar pelo 1º Ministro António Costa a tudo o que se tem passado na TAP e, em particular, ao seu Ministro das Finanças, a qualquer custo e custe o que custar…

– Até porque António Costa saberá muito bem que deixar cair o Ministro das Finanças dará azo a que ele próprio possa cair logo de seguida. Proteger o Ministro das Finanças importa muito e é, no fundo, proteger-se a si próprio…

A mentira descarada por parte do Governo deverá, por isso, continuar até que o Presidente da República tenha a coragem necessária para pôr cobro à usurpação e ao desvario…

“De resto todo o mundo concorda que o país é uma choldra.”

Eça de Queiroz, sempre mordaz e, desconcertantemente, actual…

(Paula Dias)

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Comunicado SNPL Sobre a Reunião com o ME

Cumpriu-se o calendário, apenas.

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Mais um Acórdão de SM e Mais uma Declaração de Voto Contra

E vamos andar sempre nisto enquanto for decretada cada greve do S.TO.P.

 

Acórdão 18/2023/DRCT-ASM para os dias 26, 27 e 28 de abril de 2023.

 

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O Festival IAVE 2023 Está Para Breve

No dia 2 de maio começam já as primeiras provas (práticas, neste caso) e ainda não existe qualquer orientação para a realização destas provas, a não ser a Norma 1 e o Guia para Aplicação de Adaptações, faltando ainda conhecer-se  o Guia das Provas de Aferição 2023.

 

 

Provas de aferição: diretores, professores e pais contra exame digital de 2.º ano

 

Provas de aferição dos 2.º, 5.º e 8.º anos serão feitas em formato digital, pela primeira vez. Governo espera que em 2025 todas as provas e exames nacionais sejam em suporte eletrónico.

Diretores, pais e professores não concordam com a realização das Provas de Aferição em formato digital para os alunos do 2.º ano, pois “ainda estão a apurar a motricidade fina e em processo de aquisição das competências de leitura e escrita”.

Para Filinto Lima, presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos de Escolas Públicas (ANDAEP), aplicar as provas em suporte digital “no 2.º ano, parece ser uma idade prematura”. “São muito pequeninos e, nestas idades, a caligrafia é importante. Espero que não se perca o hábito da escrita manuscrita. O computador e as tecnologias são essenciais atualmente, mas as crianças do 2.º ano ainda nem têm telemóvel e estão a apurar a caligrafia”, explica.

Manuel António Pereira, presidente da Associação Nacional de Diretores Escolares (ANDE), partilha a mesma opinião, sustentando tratar-se de crianças para as quais “o importante é escrever e ler com fluidez” Para os alunos do 2.º ano, haveria opções diferentes”, defende.

Sílvia Alves, mãe de uma aluna de 1.º ano manifesta a mesma preocupação e afirma mesmo tratar-se de “um perfeito absurdo”. “Não faz sentido algum e é absurdo fazer provas em formato digital no 2.º ano. Passamos o tempo todo a dizer aos nossos filhos que não podem passar tanto tempo em frente aos ecrãs e depois é a escola a remar em sentido oposto. Sei que já utilizam as tecnologias e não sou contra, desde que o façam com um objetivo pedagógico, e não com esta intensidade. Já no 1.º ano, a minha filha tem um dia por semana em que tem de levar o computador para a escola em detrimento dos livros. Acho um disparate e um perfeito absurdo“, afirma.

Sílvia Alves, que é professora de 2.º ciclo (Português e História), está preocupada com as dificuldades na motricidade fina, que “já se começa a notar nos alunos”. “Em Português, por exemplo, é importante escrever e estou seriamente preocupada com esta questão e com o facto de se estar cada vez mais a substituir o lápis pelo tablet ou pelo computador na sala de aula”, justifica. Para a docente, “até no 5.º ano, a prova em formato digital era dispensável”.

João Sousa, pai de um aluno que frequenta o 2.º ano, partilha a mesma opinião sobre o formato das provas e salienta, ainda, a questão emocional subjacente. “O meu filho está ainda a trabalhar a caligrafia, tal como a maioria das crianças de 8 anos. Fazer as provas em formato digital no 2.º ano é inqualificável, mas devo dizer que não é só o formato que me choca, mas a realização das provas num 2.º ano”. João Sousa considera não haver ainda “estrutura emocional para a realização de um exame que, mesmo não contando para nota, implica pressão por parte das escolas e de alguns professores”. “O meu filho já estava ansioso e com alterações no sono por causa das provas, apesar de, em casa, lhe dizermos que será apenas um teste como outro qualquer e que não conta para nada”, sublinha. Por isso, conta, optou por deixar o filho decidir se vai ou não realizar as provas, de forma a “amenizar o stress que já demonstrava”.

Recorde-se que, no ano letivo passado, o modelo foi testado apenas em escolas piloto, sendo esta a primeira vez que os alunos farão os exames no computador. O Governo espera que, em 2025, todas as provas e exames nacionais sejam em suporte eletrónico.

Antónia Carvalho, professora de 2.º ano na Escola Básica da Corujeira, no Porto, não se posiciona contra as provas em formato digital, mas admite que “é necessário trabalhar previamente com os alunos para que não haja problemas”. “Fiz com a minha turma, em março, uma simulação de prova e correu muito bem, mas os meus alunos já têm uma rotina de literacia digital que implemento nas aulas”, explica. Contudo, para a docente, é a prova em si, não a forma de a aplicar, que “não faz sentido algum”. “Não conta para nota e o que se colhe daí? Nada. É completamente dispensável esta avaliação. Vai aferir o quê?“, questiona. Antónia Carvalho relembra que os alunos de 2.º ano têm 7 ou 8 anos e “a exigência e o stress perturbam o seu desempenho”. “Há crianças de 2.º ano que só agora estão a despertar para a leitura e para a escrita e, na prova, têm de interpretar dois tipos de textos. Também não têm, ainda, competências emocionais e arcabouço para lidar com este tipo de avaliação”, conclui.

“Muitos professores e diretores consideram as provas dispensáveis”

 

Filinto Lima levanta as mesmas questões no que se refere ao resultado prático das Provas de Aferição. “As provas já estão no sistema há algum tempo. Este ano o formato é que é novidade e é um grande desafio para as escolas. Aquilo que sinto, junto dos docentes e diretores, é que estas provas não têm objetivo. Dão muito trabalho administrativo – agora menos em formato digital -, burocrático e de preparação para o resultado que deveriam ter no contexto educativo. Damos valor aos resultados destas provas, mas de facto são provas que muitos dizem ser dispensáveis e que nem contam para nota. Vejamos, qual é a consequência de um aluno não fazer? Não há nenhuma. Até esse facto é desvalorizar a sua realização”, diz.

Filinto Lima pede “aos políticos, quer de esquerda, quer de direita, que cheguem a um consenso sobre a importância das provas, até para “evitar que nas mudanças de Governo se altere tudo de novo”. “Esquerda e direita querem as provas, mas a direita, por exemplo, defende que sejam feitas em anos de final de ciclo. Era obrigação dos nossos políticos chegarem a um consenso e perceber a eficácia das provas para o sistema educativo. Que importância dão aos resultados? Era relevante perceber isto. Não há respostas para estas perguntas. Elas são importantes para as escolas ou para o Ministério da Educação?“, questiona.

Questionado pelo DN sobre as possíveis dificuldades da aplicação do formato digital dos exames, nomeadamente à possível falta de computadores, Filinto Lima diz não acreditar em “grandes problemas”. “Se conseguimos na pandemia também acho que vamos conseguir nesta fase. As escolas com maior ou menor dificuldade estão a tentar tudo para que corra bem”, afirma.

“Faltam técnicos de informática nas escolas”

O presidente da ANDE acredita não ser a possível falta de computadores a dificultar a realização das provas, mas sim “a falta de técnicos informáticos”. “O maior problema será com o uso dos computadores e o facto de não haver quem resolva questões no decorrer das provas porque as escolas não têm técnicos e as de 1.º ciclo também não. Pode haver problemas informáticos e não teremos quem nos ajude“, explica. Manuel António Pereira receia que “se perca demasiado tempo a ajudar os alunos a resolver problemas e que o tempo não chegue para fazer as provas”. Já tenho computadores com problemas e não tenho quem os resolva. São PC”s que já não estão na garantia e estão encostados à espera de ser arranjados. Há escolas que só podem contar com a boa vontade dos professores de informática porque não têm técnicos. Deve-se apostar em mais técnicos nas escolas”, alerta. O responsável recusa ser “um velho do Restelo” e diz não ser contra a realização de provas em formato digital, mas pede mais profissionais da área e deixa para depois das provas “a avaliação do novo desafio”.

Calendário das Provas de Aferição

2.º Ano
Educação Artística – entre 2 e 11 de maio (prática).
Educação Física – entre 2 e 11 de maio (prática).
Português e Estudo do Meio – 15 de junho.
Matemática e Estudo do Meio – 20 de junho.

5.º Ano
Educação Física – entre 16 e 26 de maio (prática).
Português – 2 de junho.
História e Geografia de Portugal – 7 de junho.

8.º Ano
Ciências Naturais e Físico-Químicas – entre 16 e 26 de maio (prática).
Tecnologias da Informação e Comunicação – entre 16 e 26 de maio (prática).
Ciências Naturais e Físico-Químicas – 2 de junho .
Matemática – 7 de junho.

ME enviou lista de soluções para possíveis problemas

O ME enviou para as escolas uma lista de soluções para os casos em que o sistema falhe. As escolas podem optar por aplicar as provas online ou offline e é possível, em caso de necessidade, optar por dois turnos, desde que “os alunos não se cruzem na troca de turnos”. Se o computador avariar durante a realização do exame, refere o documento, “o aluno poderá reiniciar a prova noutro computador e as questões às quais tinha respondido não se perdem”. No caso dos estudantes sem computador, é a escola que o deve disponibilizar.

[email protected]

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Greves do S.TO.P. Apenas nos Dias 26, 27 e 28 de Abril

… porque não entrou atempadamente o Pré-Aviso para o dia 24 de abril.

 

Pré-avisos de greves DOCENTES e NÃO DOCENTES: 26 a 28 de Abril 2023 e 19 de abril (Odivelas)

Pré-avisos de greve de âmbito nacional para os dias 26, 27 e 28 de abril de 2023:

Docentes: https://drive.google.com/drive/folders/1NnMCM4Og_U-8DlpITpxn4o2SnSJytNgJ?usp=share_link

Não Docentes: https://drive.google.com/drive/folders/1KBD1gc5GjlT2aI1nujcNF4u6q9uW61pQ?usp=share_link

Nota: dia 24 de abril de 2023 não há greve do S.TO.P. por não ter sido aceite pelo Ministério da Educação, invocando que a greve incide sobre um sector com necessidades sociais impreteríveis e necessitava de maior antecipação de aviso.

Dia 19 de abril de 2023 está convocada uma greve local para o concelho de Odivelas, para colegas Docentes e Não Docentes, aqui estão os pré-avisos de greve:

Não Docentes: https://drive.google.com/file/d/153lTVeZYbn0AQ54cyb9QI4m0IuCPXECe/view?usp=share_link

Docentes: https://drive.google.com/file/d/1S3Znf_m2usvP5Iv59TfFaENu2YFRtu-C/view?usp=share_link

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Porque Quem Paga é o POCH

Arranjem também um POCH para a recuperação dos 6A6M23D, simples.

 

Plano de recuperação de aprendizagens será “prolongado para o próximo ano”

 

O ministro da Educação revelou também no Fórum TSF que, no caso da recuperação do tempo de serviço, o Governo melhorou a proposta e vai apresentá-la, na quinta-feira, aos sindicatos.

 

O ministro da Educação, João Costa, garantiu esta quarta-feira de manhã no Fórum TSF que o plano de recuperação de aprendizagens, que terminava este ano letivo, será “prolongado para o próximo ano”. Era uma das preocupações dos diretores das escolas.

“Temos um conjunto já vasto de estudos de monitorização e avaliação de impacto. Vamos agora ter os resultados do estudo de diagnóstico de aprendizagens que fizemos durante a pandemia e que se repete agora. É em função destes dados que vamos tomar as decisões para o próximo ano letivo, mas posso já antecipar que vamos dar continuidade a algumas das medidas do plano de recuperação das aprendizagens, em particular aquelas que revelaram maior eficácia”, revelou à TSF João Costa.

Quanto à falta de professores, que atualmente ainda afeta 20 mil alunos, o ministro da Educação não esconde que o assunto é preocupante, mas assume que, tendo em conta as baixas, vão haver sempre alunos nesta situação.

“Se tivermos, um dia, um professor a faltar em cada agrupamento do país, isto gera de imediato 60 mil alunos sem aulas. É um problema que nos preocupa para o futuro. Estamos também a tomar medidas para o futuro, para rever a formação inicial de professores e voltarmos a ter estágios remunerados, mas é, de facto, um problema que nos preocupa”, reconhece o ministro da Educação.

Sobre a recuperação do tempo de serviço para os professores que tiveram esse tempo congelado, o ministro da Educação afasta praticamente essa exigência tendo em conta os custos financeiros, mas adianta que a proposta do ministério foi melhorada e vai ser apresentada na quinta-feira aos sindicatos.

“A reunião técnica que houve na semana passada foi importante. Amanhã já levaremos uma alteração face à decisão que estava tomada. Todos os professores que estiveram de baixa nestes períodos serão contemplados. São passos importantes e que decorrer também desta nossa capacidade de estudo dos problemas que têm sido apresentados. Estamos a ir ao cerne de uma questão concreta que tem sido colocada, não fazendo uma alteração estrutural na carreira. Temos estado neste espírito construtivo, sabendo que não conseguimos chegar a tudo. Cada uma destas medidas constituiu um passo importante na valorização das carreiras e destes profissionais”, garantiu.

Ainda no Fórum TSF, o ministro da Educação esclareceu que nesta altura o ministério ainda não enviou para o Presidente da República as respostas que Marcelo Rebelo de Sousa deu sobre o diploma dos concursos. Os professores têm pedido, com insistência, ao Presidente que não promulgue este diploma que os obriga a entrarem este ano nos quadros por terem cumprido três anos de serviço a contrato e a serem obrigados, no próximo ano, a concorrer a escolas de todo o país para poderem ficar efetivos.

“Estamos em articulação com a Presidência para articulação das questões que são levantadas. Uma das questões que este diploma resolve é um problema antigo”, rematou João Costa.

 

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(Re)Pensar a Escola Pública

… a começar daqui a pouco.

 

Informamos que a primeira parte, e apenas esta, do Encontro (RE)PENSAR a Escola Pública terá transmissão online através da plataforma YouTube.

Estimamos que a transmissão se inicie às 19h15, com duração de 1h, na qual os oradores apresentarão e discutirão o estado atual da escola pública.

Para aceder à transmissão não será necessária uma inscrição prévia, sendo este o link de acesso (disponível também pela leitura do QR code que acompanha o cartaz): https://youtube.com/live/HnYh_W4RVOI?feature=share

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Hipoteticamente…

Carlo Cipolla publicou, em 1988, uma obra notável e desconcertante: “Allegro ma non troppo”, na qual incluiu um Capítulo dedicado à análise e à explicação da estupidez humana: “As Leis Fundamentais da Estupidez Humana”…

Carlo Cipolla enumerou, assim, cinco Leis Fundamentais:

1ª Lei: O número de indivíduos estúpidos que existe no mundo é sempre e, inevitavelmente, subestimado;

2ª Lei: A probabilidade de um indivíduo ser estúpido é independente de todas as outras suas características, pelo que os estúpidos estão em todos os grupos e por todo o lado;

3ª Lei: É estúpido aquele que provoca uma perda ou dano noutro indivíduo, embora ele próprio não retire daí nenhum benefício e eventualmente até cause a si mesmo alguns prejuízos. A vontade de causar males e perdas a terceiros, sem retirar qualquer proveito próprio, prevalece na maioria dos estúpidos;

4ª Lei: O poder destruidor dos estúpidos torna perigosa a associação aos mesmos e não deve ser subestimado. O ser humano racional e razoável tem dificuldade em imaginar e compreender comportamentos irracionais como os do estúpido;

5ª Lei: O indivíduo estúpido é o tipo de indivíduo mais perigoso que existe, mais pernicioso do que um bandido. A capacidade destruidora do estúpido correlaciona-se com a posição de poder que o mesmo ocupe, ou seja, a sua capacidade de prejudicar terceiros torna-se mais devastadora consoante o grau de poder do cargo que exerça.

Por alusão à 3ª, 4ª e 5ª Leis de Carlo Cipolla, imaginemos um 1º Ministro e um Ministro da Educação, de um qualquer país, que:

– Hipoteticamente, manifestem uma indisfarçável vontade de causar males e perdas a um determinado grupo de concidadãos, por exemplo à Classe Docente, prejudicando-os intencionalmente, sem retirar daí qualquer proveito em benefício próprio;

– Hipoteticamente, manifestem uma indisfarçável vontade de causar males e perdas a um determinado grupo de concidadãos, por exemplo à Classe Docente, causando a si próprios algumas perdas e danos, por exemplo, decorrentes de várias formas de contestação e de considerações nada amistosas de que sejam alvo;

– Hipoteticamente, usem o Poder conferido pelos cargos que ocupam para pôr em acção a sua capacidade destruidora face a um grupo de concidadãos, por exemplo a Classe Docente, capacidade essa, perversamente, posta ao serviço do desrespeito, da humilhação e da discriminação negativa desses profissionais;

– Hipoteticamente, usem o Poder conferido pelos cargos que ocupam para pôr em acção a sua capacidade destruidora, relativamente a um grupo de concidadãos, por exemplo a Classe Docente, acabando por causar danos irreparáveis ao próprio país, que, obviamente, se verá confrontado com a escassez de candidatos a Professores e com a deterioração da sua Escola Pública;

– Hipoteticamente, estejam rodeados por criaturas semelhantes a si, evidenciando, também elas, comportamentos irracionais, muito difíceis de alcançar pela inteligência humana;

Em resumo, talvez se possa afirmar que, hipoteticamente, se afigura como muito provável que Carlo Cipolla considerasse as acções governativas dos anteriores 1º Ministro e Ministro da Educação como exemplos paradigmáticos, e muito ilustrativos, da estupidez humana…

Se, hipoteticamente, existir um país onde coexistam um 1º Ministro e um Ministro da Educação parecidos com os atrás descritos, fará, talvez, sentido afirmar o seguinte, relativamente ao Governo em que ambos militem:

– “Este governo não há-de cair – porque não é um edifício. Tem de sair com benzina – porque é uma nódoa” (Eça de Queiroz)…

Hipoteticamente, qualquer semelhança entre o aqui relatado e a realidade portuguesa, será mera coincidência…

(Paula Dias)

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Datas de Abertura de Concursos Desde 2015

Com o atraso na promulgação/publicação do diploma de concursos ainda não existem datas previstas para o concurso externo 2023/2024 que aguarda promulgação e publicação em Diário da República.

Desde 2015 houve apenas um ano em que o concurso começou mais tarde do que o dia de hoje. Em 2018 teve início em 23 de abril. E apenas noutro ano (2017) o concurso abriu durante o mês de abril, em todos os restantes anos foi durante o mês de março que o concurso abriu.

Começa a ser preocupante que se aguarde por um diploma que pode atrasar o arranque do próximo ano letivo, pois atrasando uma fase do concurso todas as restantes terão de atrasar também. Foi em 2018 que as listas de colocações foram publicadas em 30 de agosto, sendo que a partir daí passaram sempre a ser publicadas em meados de agosto. Prevejo que este ano as listas de colocações da Contratação Inicial e da Mobilidade Interna só sejam conhecidas também no final de agosto.

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Luís Braga Referenciado Por LMM

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Luís Braga Termina a Greve de Fome E Recebe André Prestana

Professor de Viana do Castelo já teve alta hospitalar e decide terminar greve de fome

 

Ao final de cinco dias a saúde de Luís Braga começou a debilitar-se.

Luís Sottomaior Braga, o professor que estava em greve de fome há cinco dias em defesa da escola pública, dá a manifestação por terminada depois de se ter sentido mal esta manhã de domingo. Já teve alta hospitalar e vai agora descansar e recuperar em casa de um dos membros da equipa de apoio. Através de uma publicação no Facebook informou que “está profundamente emocionado e grato pelo enorme apoio recebido ao longo destes cinco dias intensos” e “oportunamente fará, pessoalmente, uma comunicação.

Esteve cinco dias e uma hora em greve de fome, numa autocaravana em frente à escola de Santa Maria Maior, em Viana do Castelo, onde lecciona e foram muitas as manifestações de apoio de colegas que se deslocaram ao local para dizer que estão com ele.

Este sábado o coordenador do STOP mostrou solidariedade para com o professor de Viana do Castelo. Ao final de cinco dias de greve de fome a saúde de Luís Braga começa a debilitar-se. Esta madrugada foi assistido na autocaravana e levado para o Hospital de Viana do Castelo.

 

 

Professor em greve de fome recebeu visita de coordenador do STOP

 

Situação clinica do docente de Viana do Castelo degradou-se nas últimas horas.

Luís Braga está desde terça-feira em greve de fome em defesa da escola e exige uma posição do Presidente da Republica, Marcelo Rebelo de Sousa.

Desde que iniciou a sua luta, numa autocaravana em frente à escola de Santa Maria Maior, em Viana do Castelo, onde lecciona, são muitas as manifestações de apoio de colegas que se deslocam ao local para dizer que estão com ele.

Este sábado, foi a vez do coordenador do STOP mostrar solidariedade para com o professor de Viana do Castelo. Ao final do dia de hoje, também o coordenador da SIPE, Sindicato Independente de Professores e Educadores, irá visitar o professor.

Ao final de quatro dias de greve de fome a saúde de Luís Braga começa a debilitar-se. No entanto, o docente promete continuar a luta até o corpo deixar ou até haver uma reação do Governo ou do Presidente da Republica.

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Greves Distritais a Partir de Amanhã

Lembro que as greves distritais a partir de amanhã abrangem apenas o pessoal docente e começam ao meio dia e que não tem serviços mínimos decretados.

 

Professores em greve a partir de amanhã porque o governo foge à resolução dos problemas

 

Entre 17 de abril e 12 de maio, distrito a distrito, a partir do meio-dia acabam as aulas e começa a greve

 

Sindicatos presentes às 12:00 na EBS de Canelas, VN de Gaia

Concentração às 15:00 horas na Praça D. João I

– Regime de concursos aprovado pelo governo não corresponde às expetativas dos docentes, nem às necessidades das escolas, aguardando-se agora o eventual veto do Presidente da República;

– Tempo de serviço congelado e ainda não recuperado continua ausente das intenções e da vontade política dos governantes;

– Projeto do ME para alegada correção de assimetrias na carreira é discriminatório, injusto e excludente, gerando novas assimetrias;

– Comprovadamente desumano, o regime de Mobilidade por Doença continua sem ser revisto;

– Ilegalidades e abusos nos horários de trabalho arrastam-se, neles encaixando todo o tipo de burocracia que o ME não resolve;

– Pré-reforma ou redução dos requisitos para a aposentação são temas tabu para Ministério da Educação e Governo;

– Artigo 79.º do ECD continua a não cumprir o seu objetivo, porque reduções no horário dos docentes são entregues às escolas, e na monodocência aplica-se de forma ainda mais penalizadora…

Estes são problemas que, entre outros, justificam o prosseguimento da luta que os professores vêm desenvolvendo. A partir de amanhã, 17 de abril, e até 12 de maio, distrito a distrito, educadores e professores entram em greve a partir das 12:00 horas e até final do dia. De tarde concentrar-se-ão, por norma, nas capitais de distrito.

O primeiro distrito será o do Porto. A greve começa ao meio-dia e as organizações sindicais de docentes, a essa hora, estarão à porta da Escola Básica e Secundária de Canelas, em Vila Nova de Gaia, com docentes daquele Agrupamento de Escolas.

Às 15:00 horas, na Praça D. João I, no Porto, terá lugar a concentração de docentes prevista para este dia.

Convidamos a comunicação social a acompanhar este primeiro dia de greve.

As Organizações Sindicais de Docentes

ASPL, FENPROF, FNE,PRÓ-ORDEM, SEPLEU, SINAPE, SINDEP, SIPE e SPLIU

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E no fim de oito simulacros de negociação fez-se, finalmente, alguma luz…

E no fim de oito simulacros de negociação fez-se, finalmente, alguma luz…

 

A FENPROF arroga-se como a maior Federação de Sindicatos de Professores, pelo que não será possível ignorar os encargos conferidos por esse “título”, nem escamotear ou omitir a respectiva responsabilidade em todo o processo negocial com a Tutela, que se arrasta há vários meses…

A FENPROF declarou em 13 de Abril passado, no seu site oficial, que: “A reunião técnica confirma receios e esclarece que o ME não pretende recuperar qualquer tempo de serviço”…

Estranhamente, a FENPROF parece ter precisado de oito simulacros de negociação para concluir o que já se tinha percebido há muito tempo, aliás logo à saída da primeira “ronda negocial”:

– O Ministério da Educação não tinha, nem tem, qualquer intenção de ceder às principais reivindicações dos Professores…

Dessa conclusão extraída pela FENPROF, inusitadamente tardia, decorrem algumas questões inquietantes:

– A FENPROF teve dificuldades em percepcionar as verdadeiras intenções da Tutela ou essas intenções foram percepcionadas desde o início, mas contornadas até agora, de modo a não “hostilizar” a Tutela?

– A FENPROF está ou não a fazer fretes políticos ao Governo?

– A FENPROF está ou não a ludibriar os seus representados, acalentando neles a (falsa) esperança de que a atitude do Ministério da Educação possa modificar-se para melhor?

– Depois da conclusão retirada pela FENPROF no passado dia 13 de Abril, como compreender a sua permanência num simulacro de negociações que, na verdade, não teve qualquer resultado positivo para os Professores?

– A FENPROF está ou não a justificar a sua própria existência com a presença em simulacros de negociação, que não dignificam nenhum dos intervenientes, acabando por negligenciar, dessa forma, os interesses dos seus supostos representados?

– Afinal, quais são os objectivos da FENPROF e como tenciona alcançá-los?

Todos os Professores, sejam ou não sindicalizados, têm o direito de serem esclarecidos acerca das muitas dúvidas existentes quanto ao papel da FENPROF neste processo negocial…

A FENPROF tem o dever ético e moral de esclarecer cabalmente todas as incertezas, decorrentes da ambiguidade da sua própria acção…

Não basta reclamar o “título” de maior Federação de Sindicatos de Professores, como se isso fosse suficiente para demover a Tutela ou bastasse para merecer e suscitar a confiança dos seus supostos representados…

Até porque parte significativa desses seus supostos representados parece estar francamente cansada e impaciente com o show-off repetitivo, sempre bem encenado, sem que tal conduza a efeitos concretos ou a vitórias materiais…

E foram precisos oito simulacros de negociação para que a FENPROF, finalmente, reconhecesse e assumisse que o Ministério da Educação não pretende a recuperação de qualquer tempo de serviço…

Fez-se, finalmente, alguma luz…

Perante o anterior, fica-se na dúvida se a principal preocupação da FENPROF consiste em corresponder e obedecer aos interesses da Tutela ou aos dos seus associados…

As principais vítimas de tais “excentricidades” serão, naturalmente os Professores, ora “reféns” da Tutela, ora das estruturas sindicais, incapazes de os representar e defender sem reservas e isentos de suspeitas…

Os resultados alcançados por Sindicatos obedientes e previsíveis são os que todos conhecem… A decepção é indisfarçável…

Que raio de país este, onde até os próprios Sindicatos defraudam as legítimas expectativas e os interesses dos seus representados!

(Paula Dias)

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