QZP dos candidatos à Vinculação Extraordinária

O quadro seguinte refere-se ao QZP de colocação dos candidatos ao Concurso de Vinculação Extraordinária (VE). Como se previa os QZP’s 1 e 7 são aqueles de onde provém a esmagadora maioria dos candidatos, o que indicia que serão também os mais desejados.

Quero chamar a atenção para a coluna laranja – candidatos sem escola de colocação.
Apesar de não ser coincidente a 100%, é sabido que os candidatos bem colocados na lista de ordenação e sem escola de colocação nesta fase, provavelmente lecionam em colégios privados ou escolas com contratos de associação.

Tenho tido conhecimento de alguns candidatos nesta situação, que não reunindo as condições necessárias para concorrerem à VE (falo especificamente dos 5 contratos nos últimos 6 anos), viram a sua candidatura validada e surgem na lista de ordenação provisória porque as escolas de validação simplesmente não verificaram se as colocações nos últimos 6 anos se fizeram em escolas públicas.

Apesar de moralmente reprovável, até posso esforçar-me por perceber esta atitude desesperada de candidatos que têm muito mais a ganhar do que a perder, mas a leviandade das escolas que fazem a validação é que me deixa verdadeiramente preocupado.

Contudo, não querendo com isto fazer nenhuma caça às bruxas, espero que todos analisem a sua lista de ordenação e que aproveitem o período de reclamações (30 de maio) para denunciarem todas as situações que conheçam ou de que se apercebam entretanto. Terão de o fazer por mail para a DGAE ([email protected]).

 

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22 comentários

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  1. As escolas portuguesas no estrangeiro contam como escolas públicas?

      • Joao Torres on 25 de Maio de 2017 at 19:35
      • Responder

      Boa pergunta, vai chatear o ministerio..sao eles que fazem a merd@

      • aaaaiiiiii on 25 de Maio de 2017 at 21:47
      • Responder

      Não contam para o extraordinário.

      • Mestreshámuitos on 25 de Maio de 2017 at 23:34
      • Responder

      Se tiverem o reconhecimento do Ministério da Educação, contam.

    • Joao Torres on 25 de Maio de 2017 at 19:34
    • Responder

    Tanta merd@

    • Nabiça on 25 de Maio de 2017 at 20:26
    • Responder

    Davide Martins,
    O que escreveu é uma caça as bruxas e o colega poderia ter comparado esta listas com a lista colorida que ajuda a fazer para mostrar que o que escreve não corresponde a realidade.
    Por exemplo, no grupo 100, apenas 1 dos colegas sem escola de colocação não aparece na sua lista colorida. Os outros 10 aparecem na sua lista colorida com colocações.

      • Davide Martins on 25 de Maio de 2017 at 20:37
      • Responder

      Constarem na lista colorida não significa necessariamente estarem colocados… a lista das colocações efetivamente aceites pelos candidatos não é conhecida!

        • Nabiça on 25 de Maio de 2017 at 21:32
        • Responder

        Terem sido colocados em horários temporários não poderá significar que a substituição terminou e não estavam colocados na fase de candidatura?
        Porque não publica um quadro sobre esses colegas, para se saber quantos foram colocados e o tipo de colocação?
        De certeza que fez esse estudo antes de publicar este texto.

      1. Davide Martins, ainda continuo com a dúvida se as candidaturas duplicadas da Norma-Travão e da VE anulam as vagas da VE? Se os candidatos da NT podem escolher ou se prevalece a colocação no concurso externo? Pode esclarecer-me?

    1. Uma que enfiou a carapuça!

      Reclamem e reclamem!!! Sem essa reclamação, eles continuarão na lista.

    2. Davide Martins, ainda continuo com a dúvida se as candidaturas duplicadas da Norma-Travão e da VE anulam as vagas da VE? Se os candidatos da NT podem escolher ou se prevalece a colocação no concurso externo?

    • Laura on 25 de Maio de 2017 at 20:34
    • Responder

    Sou do partícular e concordo, não concorri ao concurso de vinculação porque na lei estava definido que os contratos em questão seriam exercidos no oficial. Provavelmente quem concorreu do partícular até tem menos anos de serviço. Também me si to prejudicada caso estes colegas venham a ser vinculados

    • Magali on 25 de Maio de 2017 at 21:37
    • Responder

    Isto deveria ser comentado nos jornais. O mec abre um concurso extraodinário para efetivar pessoas que não têm escola, ou seja que não estão a trabalhar na escola pública. Estarão desempregados? Estarão em colégios privados? Mas é para isto que serve a VE? Uma verdadeira anedota

      • anonimo on 25 de Maio de 2017 at 22:43
      • Responder

      Por a caso esses professores não têm de ter MAIS DE 12 ANOS DE SERVIÇO? Minha senhora: O ministério abre um concurso para repor a justiça a quem já devia ter sido vinculado há muitos anos (ao fim de 3 anos de serviço, se se cumprisse a lei geral do trabalho).
      Isto é que devia ser denunciado e não esse sensacionalismo do “vinculam professores sem escola”. Muito gosta esta gente de notícias bombásticas sem senso crítico. Nem acredito que sejam professores.

        • joão on 25 de Maio de 2017 at 22:59
        • Responder

        É vincularem novamente os que davam bordados há 30 anos e que já estão fartos da reforma.

  2. Estão brincar? Isto não é caça às bruxas..trata-se isso sim de colegas que prestaram falsas declarações e que devem ser denunciados…Seria uma injustiça enorme!

      • Trocatintas on 26 de Maio de 2017 at 2:48
      • Responder

      …ou são provenientes do Brasil…(Esqueceram-se desse acordo entre o ME e o Lula?…)

    • Sempre a 30...e a Travar!! on 26 de Maio de 2017 at 12:09
    • Responder

    Por acaso, desconfio de um/uma docente que não reúne as condições e está na lista provisória da VE de um determinado GR. No entanto, dada posição em que se encontra, não irá vincular já que não há vagas suficientes nesse mesmo GR para que tal aconteça. Por isso, nem me irei chatear. Entretanto, partilho a preocupação do Davide relativamente às escolas, onde algumas pessoas que trabalham nas secretarias nem interpretar corretamente os diplomas legais conseguem. E nestes casos concretos, os registos biográficos, que contém o histórico dos docentes, não serviram para nada… aparentemente!!

      • maria on 30 de Maio de 2017 at 21:51
      • Responder

      Exato.Aconteceu comigo. Na secretaria nem houve a preocupação de verificarem o meu registo biográfico. Ainda perguntei se podia concorrer ao Extraordinário. Ninguém se chegou `a frente. O Spn tinha estado na escola e disse-me categoricamente que não tinha direito, bla,bla, … A informação foi chegando a conta gotas e meti na cabeça que não podia concorrer. Se bem o pensei melhor o fiz . Concorri somente ao Externo e validaram a minha candidatura . Andei a dormir , não falei com as minhas colegas, ainda fui ao meu sindicato(spzn) mas nesse dia foram todos para o Plenário ,nem um funcionário estava ( no sindicato da minha zona de residência -Mirandela )Quando quis reclamar já não consegui, havia campos inalteráveis . Foi horrível. E agora , só haverá outro daqui a 4 anos. Foi horrível, está a ser horrível e a minha vida profissional ficou suspensa .Tenho 6869 dias antes e depois e estive um ano 2013-2014 sem trabalhar para cuidar da minha mãe que faleceu.

        • Sempre a 30...e a Travar!! on 31 de Maio de 2017 at 16:52
        • Responder

        Maria, se tem mais de 12 anos de serviço (que tem), se tem 5 contratos, nos últimos 6, em escolas do ME, entenda-se “públicas” (que tem, se só não trabalhou no ano 2013/2014 e ficou colocada este ano), não entendo porque é que o sindicato lhe afirmou categoricamente que não podia concorrer à VE. Enfim…

    • Costa on 26 de Maio de 2017 at 19:05
    • Responder

    Denunciar todos os casos existem muitos colegas que tentaram a sorte no concurso VE mesmo sabendo não ter os 5 contratos no públicos, se a escola alegadamente validou por lapso devem ser denunciados. Existe muita esperteza saloia em Portugal atiram “o barro à parede para ver se cola” prejudicando os colegas do público.

    • paula on 28 de Maio de 2017 at 20:26
    • Responder

    Custo a acreditar no que leio por aqui! eu por só este ano fazer os 12 anos de serviço não pude concorrer e estão pessoas que nem colocadas estão e eventualmente sempre trabalharam fora do público e aparecem nas listas para vincular!
    Afinal era fácil o estado controlar esta situação desde 2011/2012, que aparece na plataforma, os contratos efetuados pelo público e as escolas em que fomos colocados. Nesta altura nem era preciso as escolas validarem nada, bastava o sistema verificar se nos anos em causa o candidato tinha ficado colocado.

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