No despacho n.º 3772/2017, publicado hoje.
1 – É concedida tolerância de ponto aos trabalhadores que exercem funções públicas nos serviços da administração direta do Estado, sejam eles centrais ou desconcentrados, e nos institutos públicos no próximo dia 12 de maio de 2017.
2 – Excetuam-se do disposto no número anterior os serviços e organismos que, por razões de interesse público, devam manter-se em funcionamento naquele período, em termos a definir pelo membro do Governo competente.
3 – Sem prejuízo da continuidade e da qualidade do serviço a prestar, os dirigentes máximos dos serviços e organismos referidos no número anterior devem promover a equivalente dispensa do dever de assiduidade dos respetivos trabalhadores, em dia a fixar oportunamente.




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Como de costume, os da Madeira são de outro País… Na Madeira, o presidente do governo regional alegou não haver justificação para se aplicar a tolerância de ponto. Deve ser de outra religião…
Deveriam não ser de outro país não apenas quando interessa, mas sempre.
Nem mais.
Aqui se vê porque motivo a nossa classe não anda para a frente. Com esta união é impossível.
Primeiro, não sou madeirense mas do centro do país. Apenas tive de vir trabalhar para a Madeira para conseguir dar aulas. E não me venham dizer que sou um privilegiado, quem o assim considerar, tem um bom remédio, venha para cá este ano. Vão certamente abrir muitas vagas porque os que, como eu, vão finalmente para o continente trabalhar, libertarão vagas para quem estiver disposto a passar pelo que eu passei, a mil Km da minha terra e de onde me sentia confortável.
Segundo, pagar menos IVA? Nunca veio à Madeira, pois não? Faço-lhe um convite, venha cá passar uns dias e verá o que é ser turista o ano inteiro. Sabe que os combustíveis, por exemplo, são mais caros aqui do que aí. Claro que aqui não há low costs, apenas Galp, BP e Repsol. É verdade, também só temos Pingo Doce e Modelo, os preços é que são mais elevados do que aí. A ignorância não se justifica e antes de falar, deveria informar-se.
Por último, não me revejo na opinião de alguns, poucos que pensam ser possível a independência da Madeira. Isso que se ouvia há algum tempo atrás era a senilidade de quem não dava mais. Quer saber o clima político e toda a sua envolvência? Sabe o que é ser chamado de cubano e ser visto como um “invasor”? Se isso é dor de cotovelo, faça-me um favor, venha dar aulas para cá e verá como irá engolir tudo quanto disse, acompanhado de vinagre e fel.
É no que dá andarem há 43 anos a queres a independência.
Ou a independência é só para pagarem menos IVA e terem uma offshore?
Excetuam-se do disposto no número anterior os serviços e organismos que, por razões de interesse público, devam manter-se em funcionamento naquele período, em termos a definir pelo membro do Governo competente.
a escolas não é de interesse público? só pergunto…
Todos os serviços e organismos são de interesse público. Nesse caso não havia tolerância de ponto.
Gostaria de saber como é que alguns agrupamentos já estão a dizer que não vão dar tolerância de ponto.
Os Diretores não têm poder para dar ou deixar de dar tolerância de ponto. A lei aplica-se à Adm Central. As exceções são hospitais, polícia.. (estão previstas na lei) e tê tolerância noutros dias, a acordar com os diretores.
Arlindo,
os professores que têm turmas do Ensino Profissional vão ter que repor as aulas do dia 12 de maio?!…
Claro. Sempre foi assim nos profissionais. Quando faltas tens de repor as aulas também.
A calendarização do ano letivo para estes alunos não é o mesmo que a calendarização do ensino regular. Já houve anos em que acabei as aulas dos profissionais no final de Julho e porque tive de dar cerca de 8 a 10 aulas por semana, caso contrário teria de acabar em agosto. Pois é.
Como de costume, os que trabalham no privado, têm de picar o ponto!!!!!
O Estado é uma entidade patronal e dispensa seus funcionários nesse dia tal como seu patrão e outros podem dispensar seus funcionários também nesse dia ou quando quiserem são livres de o fazer não seja assim sei que você diz que o povo é que paga os salários dos fp mas se não os ouve-se andaria ilegal porque não tinha quem para lhe fazer e entregar seus documentos.Sabe? todos fazemos falta
Também foram os funcionários públicos que andaram a pagar a crise e ainda a andam a pagar, enquanto os do privado não ficaram nem congelados nem tiveram sobretaxas, nem as reformas cortadas, nem as reformas com sobretaxas, nem o horário de trabalho aumentado e afins… Também foram os do público que tiveram que aguardar anos para entrar no público, porque nem a lei geral foi cumprida durante anos, quando sempre o foi no privado. Também foram os do público que anos após anos eram despedidos e não tinham qualquer compensação no final, por serem despedidos. Durante anos a fio, nem subsídio de desemprego tinham direito. Há quem queira ser funcionário público só para o que lhe convém.
quem fala assim não é gago.
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