No próximo ano a grande maioria das escolas terá de abrir o processo para a eleição da um novo Diretor.
Os primeiros mandatos tiveram início em 2009, a maioria delas ainda com a constituição de um Conselho Geral Transitório, e em 2013 muitos dos primeiros diretores eleitos viram a sua renovação de mandato aprovada pelo Conselho Geral.
Apenas é possível a renovação de um mandato, sendo que, para um terceiro mandato estes diretores terão de submeter-se novamente a concurso.
Para haver alterações ao modelo de Gestão teria de ser revista a legislação com alguma urgência, algo que não parece fazer parte dos planos deste governo.
Sem sombra de dúvida que em 2017 vai-se voltar a falar e muito no modelo de gestão, mas possivelmente tarde demais para evitar um terceiro mandato dos actuais diretores de gestão unipessoal que surgiram pela mão de Maria de Lurdes Rodrigues, do governo PS da altura.
Ter ou não ter diretores nas escolas?
Modelo de gestão escolar está a ser questionado. FENPROF quer mudanças, não concorda com uma gestão autocrática e vai lançar uma campanha em janeiro. FNE defende avaliação do funcionamento, constrangimentos e potencialidades, antes de qualquer alteração.





19 comentários
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Sim, se o governo fosse psd o regime de gestão mudaria…
Só falta mesmo os diretores terem de apresentar a declaração de rendimentos.
Esperemos que mude em tempo útil, para que se possa voltar a respirar nas escolas.
我只是来随便看看!
Só acredito que mude quando estiver tudo preto no branco!
Eu também. As ditaduras sempre foram difíceis de derrubar.
A notícia é imprecisa e incorreta. Não leva em conta o disposto no n.º 6 do artigo 6.º da DL 137/2012 de 2 de julho.
A notícia é imprecisa apenas numa coisa que acabei de eliminar. O limite de mandatos passou para quatro consecutivos em vez de três.
Caro Arlindo, também no facto de um diretor poder ser reconduzido novamente mesmo que já o tenha sido uma vez (em 2013).
artigo 25º
3 — A decisão de recondução do diretor é tomada por
maioria absoluta dos membros do conselho geral em efetividade de funções, não sendo permitida a sua recondução para um terceiro mandato consecutivo
Certo Arlindo, mas esse é o corpo da lei (republicação do Decreto -Lei n.º 75/2008, de 22 de abril). Tens é que levar em conta o disposto no n.º 6 do artigo 6.º do DL137/2012 e que cito:
“Para efeitos do disposto nos n.os 2 e 3 do artigo 25.º
do Decreto -Lei n.º 75/2008, de 22 de abril, na redação dada
pelo presente decreto -lei, o número de mandatos começa a
contar a partir da entrada em vigor do presente regime de
autonomia, administração e gestão das escolas, não sendo
exigível ao diretor em exercício, para efeitos de recondução,
qualificações para o exercício do cargo superiores às
que detinha no momento da sua eleição.”
Caro Arlindo, não lhe parece que deveríamos estar já a discutir um modelo que sirva verdadeiramente as escolas e não gastar mais tempo com esta aberrante herança de mlr?
Maioria absoluta dos membros em funções ou dos presente na reunião? Na circular e perguntas frequentes do site de eleição dos Diretores, fala em maioria dos presentes.
Este modelo não é terceiromundista, é nazi. Com os “amigos” da FNE ainda viveríamos nesse regime… Diretor “eleito” pela raça ariana, o famigerado CG. Dez anos não são chegam? Querem mais quatro? Perguntem aos vários atores educativos. Nota : 99% dos diretores estão em pânico e a mexer as influências para se eternizarem no poder…mas sem eleições. Quem tem medo da democracia nas escolas?
Pois eu sou diretor e estou farto de ver os diretores tratados como filhosdaputa autocráticos da pior espécie, quando fazem rigorosamente o mesmo que antes fazia o Presidente do Conselho Diretivo.
Voltemos, pois, ao órgão colegial eleito por professores, funcionários, alunos e pais.
“Pois eu sou diretor e estou farto de ver os diretores tratados como filhosdaputa autocráticos da pior espécie…”.
Por que será?
“…em boa verdade, os funcionários públicos não pagam impostos.
O que na realidade se passa, é que aos funcionários públicos é deduzida
uma parte, atualmente uma grande parte, do dinheiro dos impostos que
lhes é atribuído a título de vencimento.”
Agnelo Figueiredo, Publicado no blog a Educação do meu Umbigo.
É este o pensamento, profundo(!), deste sr. diretor…!!!!! Parece tudo dito….
Nota: se quiserem apreciar mais “pérolas” leiam uma entrevista que concedeu recentemente…(os diretores no seu melhor)…
E você, seu palermita cobarde, nunca tinha pensado nisso. Você estava convencido de que o dinheiro para pagar o vencimento dos funcionários públicos vinha da árvore das patacas. Mas não. Vem dos impostos que os outros pagam. Estude!
Caro diretor é assim, com insultos imberbes e gratuitos, que trata os que discordam de si?! Na “sua” escola deve ser “lindo”… ou são todos “carneiros” ou levam!!!