Hoje, os novos donos das novas certezas decidem ontem e estudam amanhã. Levianamente. Os professores, que não são donos deles próprios, sujeitam-se, quando pouco mudou. A frustração não desapareceu mas a capacidade de espera cresceu. Às salas dos professores não voltou a familiaridade, a colaboração mútua e a confiança que de lá desapareceram com Maria de Lurdes Rodrigues e Nuno Crato. Os sinais de narcisismo dos novos poderosos contrastam com os traços de psicose dos que perderam o poder. Os anúncios de ideias de futuro, sem ideias e medidas de presente, não combatem a depressão colectiva que ameaça a escola pública.
(clicar na imagem) In Público
Mar 09 2016
Opinião – Santana Castilho
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2 comentários
https://oduilio.wordpress.com/2016/03/08/fenprof-sacrifica-de-novo-os-professores-do-1-o-ciclo/#comments
É o ensino dos nossos dias…