Pedro Tiago Dantas Machado da Cunha, como Secretário da Estado da Educação (atual Diretor Geral da Educação em regime de substituição) e Alexandre Homem Cristo como Secretário de Estado Adjunto da Educação.
* de acordo com o autor, no dia 22 de fevereiro de 2024 escreveu a sua última crónica no Observador.
Lista completa aqui
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E INOVAÇÃO
SECRETÁRIO DE ESTADO ADJUNTO E DA EDUCAÇÃO
MANUEL ALEXANDRE MATEUS HOMEM CRISTO
SECRETÁRIO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
PEDRO TIAGO DANTAS MACHADO DA CUNHA
SECRETÁRIA DE ESTADO DA CIÊNCIA
ANA MARIA SEVERINO DE ALMEIDA PAIVA




20 comentários
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Um grande monte de merda fumegante e convencido até dizer chega. Um “especialista” de meia tigela com a cassete da “iniciativa privada” (à conta da teta do Estado…) e que abomina os professores. Vai ser bonito, vai…
Portanto alguém que não sabe nada de Educação, mas alguma coisa de política. Ou seja, mais um político a dizer que sabe muito de alguma coisa que não política.
Apenas tem umas opiniões fundamentadas em … nada … que vende no Observador a quem gosta de ler opiniões não fundamentadas.
Não parece augurar nada de bom. Vamos ver. Pode ser que me engane … ou não.
O paraíso.
Finalmente, alguém que sabe muito de inducação.
Os mentecaptos rejubilam…
Para esclarecer o mito de que é o PS que nos abomina. O novo António Leite, igualmente disfuncional.
Viva Portugal
Viva o Doutor Alexandre Homem Cristo.
É importante limpar a conspurcacao Pública.
Limpar Portugal da esquerdalha da escolinha publica.
Viva a Liberdade de Escolha
Viva o Cheque-Ensino
Cada Encarregado de Educação deve ser livre de escolher a Escola onde colocar o seu filho.
Neste momento estamos com 740.000 funcionários publicos que sugam os Impostos de quem trabalha. Fartos de pagar a MEDIOCRIDADE de Serviços Públicos que envergonham o País (saúde, educação….).
O regresso do mentecapto e doente mental.
Nós é que deveriamos poder escolher ter-te aqui ou não.
De certeza que ias com os teus (porcos). Bácoro nojento.
Deia-te fora, que empestas isto.
Parafraseando o antigo Secretário de Estado da Cultura do Governo de Passos Coelho:
– “VAI TOMAR NO RABO!”
Dito.
Alguém que aparenta ser tão a favor do privado, da contratação pelos diretores (com o que tal implica) e que acha que a avaliação dos professores é muito branda…não parece boa opção.
Vai recomeçar a venda dos serviços públicos aos privados.
Já começam a afiar os dentes.
Como é que um tipo com um currículo tão “fraquito” se pode auto intitular “especialista em educação”, quando nem o mero curso de ciência política o especializa sequer em política?
Enfim mais um que vai tentar privilegiar o setor privado e denegrir os docentes do setor público, como sempre defendeu e opinou em diversos escritos, pois da realidade da Educação talvez perceba praticamente zero.
Mas talvez não passe de mera figura decorativa para acalmar alguns interesses. Ou então, caso os docentes e todos os que trabalham nas escolas lhe coloquem à sua frente, constantemente e com firmeza, os complexos problemas da educação no terreno, bem como a real – ou surreal – degradação a que os políticos sujeitaram o sistema educativo, então talvez ele não dure muito ou não aguente…
Saiam umas ferramentas de apoio ao cristo, homem!
O arLindo trata disso… se calhar vai ser o secretário do cRisto.
Mais um paraquedista.
Outra criatura que não entra numa escola desde os 17 anos, e era privada!
Critério para mandar na educação: não perceber o que quer que seja do assunto.
Mais um nabo a querer transformar o ensino num nabal!
Secrersrios decestado Ex alunos da casa pia ressabiados com cloacas…ja comentaram por aqui uns violadores de galinhas ditos tavares
Não sei se foi neste tipo de visão (de acordo com o que muitas vezes o agora Secretário de Estado escreve num determinaod meio de opinião pública), que muitos professores votaram.
A ver vamos no que isto vai dar. Mas podem ser 4 anos muito difíceis, atendendo a uma onda neoliberal que parece recrudescer.
Dúvidas: prazo para a devolução faseada do tempo de serviço; como tornar a profissão atrativa; como vai uma equipa ministerial com tão fraca experiência política e com uma opinião publicada tão hostil sobre o setor, motivar os seus profissionais.
Certezas: preconceito com a qualidade dos professores; mudanças no modelo de gestão dando plenos poderes aos diretores e uma carreira autónoma; continuidade do modelo de gestão; cheque-ensino; fomento da oferta privada.
Conheço a figura. Resumo, da forma mais sintética possível o essencial a reter deste sujeito: não se mexam não…