Estudante terá também atacado a docente de Matemática após ter sido alertado para o seu comportamento na sala de aula.
Aluno de 12 anos agride professora com bofetada e pontapé na Pampilhosa da Serra
Uma professora do Agrupamento de Escolas de Pampilhosa da Serra foi agredida à bofetada e a pontapé por um aluno de 12 anos. A situação ocorreu em plena sala de aula, na presença dos restantes estudantes, e depois de a docente alertar o menor para o seu comportamento.
Segundo fonte próxima da escola, é frequente o aluno em causa fazer “ameaças aos professores, sobretudo do sexo feminino”.




12 comentários
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Matemática Ativa
A Xida dania teim beneficios para a Matemática. Os alunos ficam mais precoces.
E também esta politica educativa criminosa dos últimos 8 anos, que teve o mérito de aumentar o famoso putedo português, que se repercute na malandragem que vai para a escola.
Mais um coitadinho que só tem direitos, portanto!
Lamentável! E como sempre nem uma palavra da tutela de solidariedade para a professora agredida.
Ora, aqui está mais um bom motivo para querermos a mudança.
E a professora depois de ter levado uma bofetada e um pontapé não poderia dar-lhe também uma bofetada e um pontapé? Ou seria crime para a professora e nunca para o aluno.
Já não bastava os pais sentirem-se com direitos exacerbados, quanto mais os filhos virem agredir as professoras. Sim, normalmente são mulheres pois tenho conhecimento de outros casos. E fazer denúncia à CPCJ e no tribunal de menores?
Enquanto não leva no focinho do Pai, está com muita sorte.
Bolinha baixa, que não tem nada que falar assim com o puto.
As colegas agredidas devem fazer queixa no tribunal contra este aluno.
Independentemente das medidas que a escola / agrupamento tome ou não tome e independentemente das pressões e ameaças que possam ter da parte da Direção.
Devem levar a ação até ao fim e exigir uma indemnização
Se não aguentarem a pressão, podem meter baixa, porque isto mexe com uma pessoa e causa depressões, sentimentos de desvalia, baixa auto.estima, perturbações do sono/vigilia, burn-out,.
Devem ir ao IML para terem mais uma prova que possam usar na queixa-crime.
Caso de polícia, ponto. Se não fez, a docente que apresente queixa, pague a um advogado (terá q ser) e peça indemnização máxima até onde for possível. Só assim, qd chega ao talo desta gentalha, é q vão perceber. Porque com o ministério é para esquecer…pergunto tb se os sindicatos só andam preocupados com a recuperação do tempo de serviço (para fazer de conta que se mexem e dizerem q estão vivos) ou se tb n é hora de começarem a trabalhar neste ponto que, a meu ver, é o mal numero 1 para o estado em que estao as coisas: falta de autoridade e respeito pelo professor.
Apoiado!!!
Aluno deverá pedir desculpa ao docente, Se não pedir vai para casa até aprender a ser educado, depois irá para a escola para aprender as disciplinas. Se houve lesões ou despesas de hospital, os pais devem pagar pois é menor. Deverá haver queixa ao tribunal pois o ministério da educação pouco pode fazer, infelizmente. ze toi
Para casa? Uiii se eles sabem começam todos a espancar os profs para irem “pra casa”….Para este tipo de gente é considerado “umas férias”….O que se devia fazer é interligação com a SSocial, interromper os abonos e obrigar a realizar trabalho comunitário,limpeza do recintos escolares etc…e se se portarem bem voltam a receber os abonos. Caso contrário, direcionados para outro tipo de Ensino…Há todos os dias casos de indisciplina graves que na maioria são abafados pelos docentes e pelas direções que os aconselham a esquecer…Não admira que haja tantos docentes de baixa médica, ir dar aulas com nó na barriga com receio do que pode acontecer.. mais violência, é mais que compreensível. Urge fazer algo para combater este fenómeno caso contrário será tarde demais. Não se vê nos programas dos partidos, nada para resolver este problema.
Tutoria com o puto. Responsabilização dos EE, com termo de todos os subsídios. Indemnização (que nunca será suficiente) para a professora.
A escola deve fazer queixa ao ministério público assim como a colega à polícia.
A seguir o miúdo vai a tribunal e quase de certeza é encaminhado para um centro educativo da justiça. Aos 12 anos já pode ir.
Lá estudará e com um programa próprio de competências sociais e psicológicas aprenderá a respeitar os professores, a escola. E a obedecer aos adultos.
E O pai e mãe, se os tiver, verão como é bom não saber educar.