… a resposta do JNP às perguntas feitas por mail, mesmo que o despacho não dê resposta a nenhuma dessas perguntas.
No dia 18 de Dezembro não efetuei a prova porque os professores vigilantes da escola para a qual fui encaminhada se encontravam de greve, como comprova o documento em anexo.
Ao aceder agora à página, http://www.pacc.gave.min-edu.pt/np4/inscritos.html, para saber qual a escola em que me devo apresentar no dia 22 de Julho surge uma mensagem dizendo – Código SIGRHE não encontrado. Verifique os dadosEnviei um email para o JNP a expor a situação e responderam-me somente:
Exma. Senhora
Dra. XXXX XXXXX,
A resposta à sua questão está prescrita no Despacho n.º 9316-A/2014, de 17 de julho.
Com os meus melhores cumprimentos,
A presidente do júri Nacional da Prova
Susana Câmara e Sousa




21 comentários
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Comigo aconteceu exactamente o mesmo. Como vamos saber onde realizar a prova?
Também aguardo uma resposta… por este andar não vamos poder realizar a prova, pois não nos atribuem uma escola…
A mim igual..lamentável…..
Eu ainda não recebi resposta nenhuma
Sabem o telefone do Júri?
Colega por telefone não dão informações e dizem para enviar por escrito.
Guardem bem guardadas as respostas, pois irão necessitar delas para reclamarem.
Mas as respostas por escrito não nos chegam. Eu enviei ontem e-mail e estou a aguardar resposta.
Pedi esclarecimento sobre as pessoas que completaram 5 anos depois de 31 de agosto de 2013. Eis a resposta:
A resposta à sua questão está disponível nas FAQs publicitadas na página eletrónica da PACC.
Com os melhores cumprimentos,
A Presidente do Júri Nacional da Prova
Susana Câmara e Sousa
Este texto que o Arlindo publicou foi-lhe por mim enviado. Entretanto voltei a contatar o JNP e a resposta foi exatamente a mesma.
Exma. Senhora
Dra. Bruna XXXXX,
A resposta à sua questão está prescrita no Despacho n.º 9316-A/2014, de 17 de julho.
Com os meus melhores cumprimentos,
A presidente do júri Nacional da Prova
Susana Câmara e Sousa
O que fazer?
Apresentamo-nos numa escola onde decorra a prova e pedimos para a realizar?
Esse pedido será concedido, tal como acontece com os exames nacionais dos alunos?
E enviar estes email para a comunicação social?
Se continuarem a responder desta forma talvez seja a única maneira de nos fazermos ouvir!
João, a resposta que me deram à mesma dúvida foi exatamente a mesma!
A mim ainda não deram resposta. Estou a ficar passado já. Estamos a ser discriminados!
OMeninoDoMorro Sabe ao menos onde o mandaram ir fazer a dita prova?
Não. Só sei tenho os dados bloqueados no site do iave. Afinal quem terá justificação valida ir fazer a prova agora
Ó valha-nos Deus e os Santos! O que é isto?? Isto mais parece um labirinto para enlouquecer !! Já não lhes basta colocarem-nos na situação maldita do dia-a-dia em que nos colocam , ainda nos vêm confrontar com mais insólitos e mais insólitos e mais …. Cruzes!!!
Coloquei a mesma questão que o colega João e recebi a mesma resposta com a agravante de nem sequer o nome mudaram, ou seja enviaram-me a resposta endereçada a outra pessoa…. Que tristeza!!! Além deste email tinha enviado outro a questionar sobre o que era prioritário para esse dia… uma vez que estou a fazer correção de 39 exames de matemática que terão de ser entregues na 3ª feira… até à data não recebi qualquer resposta… ou será que esta questão também está nas perguntas frequentes???!!! É surreal!!!
Não é verdade que a prova não sirva para nada. Penso que serve para distraír a populaça do BES, e da reforma do IRS. E se houver greves, e turbulência, é um bónus acrescido, pois mais distrai.
Mandei um mail ao IAVE porque em dezembro houve boicotes na sala onde eu estava e não pude fazer a prova, a resposta foi a mesma! Mandei de volta a dizer que a minha dúvida não era o direito que eu tinha de fazer a prova, mas sim o local! Aguardo resposta 🙁
O que aqui foi descrito também se passou comigo. Ao fim da segunda resposta igual resolvi perguntar se me devo dirigir a uma escola, onde haja exame, com a declaração que comprova que não fiz a prova por razões externas a mim e se assim a poderei fazer.
É óbvio que não espero resposta nem positiva nem elucidativa para além do discurso de sempre:
A resposta à sua questão está prescrita no Despacho n.º 9316-A/2014, de 17 de julho.
Mas também é óbvio que pretendo processar o ministério se for injustiçada e não puder concorrer no concurso deste ano. E acho que todos deveríamos fazer o mesmo, pois mesmo estando contra a prova, não acho correcto este tipo de tratamento e discriminação. E se assim é vou lutar pelos meus direitos à igualdade.