É a primeira vez que vejo num concurso os resultados serem decididos por ordem de entrada das candidaturas, independentemente da necessidade de cada um dos projetos.
Póvoa de Varzim sem verbas para renovar escolas
O BE diz que a Câmara da Póvoa de Varzim perdeu a oportunidade de fazer obras nas escolas, por ter “apresentado tarde” as candidaturas ao Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). O presidente da autarquia diz que as “regras mudaram” e que o Governo “está a fazer tudo para resolver a questão”.

O município ficou de fora dos primeiros 30 contemplados com verbas do PRR para intervenções em estabelecimentos de ensino. O presidente da Câmara, Aires Pereira, lembra que foram “dezenas” as autarquias “excluídas”. A Póvoa de Varzim precisa quase 30 milhões de euros para renovar as EB 2,3 Cego do Maio (na cidade), Campo Aberto (em Beiriz) e S. Pedro de Rates.
“Sendo o aviso de abertura do concurso claro quanto à atribuição das verbas – ‘não havendo seriação das candidaturas, elas serão decididas por ordem cronológica’ – o mínimo expectável seria que a Câmara não deixasse para os últimos dias”, afirma o BE, explicando que a autarquia poveira submeteu a candidatura “a três dias do fim do prazo”. As escolas selecionadas “foram precisamente as primeiras 22 a submeter as candidaturas” e a Póvoa ficou de fora. Agora, o BE quer saber o porquê do atraso e quando vão ser realizadas as obras nas três escolas poveiras e já endereçou a pergunta à Câmara.
Aires Pereira acredita que o governo “está a fazer todos os esforços” para resolver um “pecado-original” do PRR: a prioridade à mobilidade em detrimento da educação. À Póvoa de Varzim resta esperar. “Se não houver financiamento, não é só a Póvoa. Todos os municípios ficarão pendurados”, observa Aires Pereira.
Num primeiro momento, recorde-se, foram aprovadas 22 candidaturas de escolas dos 2.º e 3.º ciclo e secundárias. Agora, juntaram-se mais oito municípios entre os quais Valongo, Gaia e Paredes, num investimento global de 170 milhões de euros. Na cerimónia de assinatura dos contratos, o ministro Adjunto e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, reconheceu que há ainda 74 escolas que, no âmbito da transferência de competências, tinham já garantia de obras por parte do anterior governo. O atual executivo, garante, “vai cumprir”, mas está dependente “de um acordo que o Estado está a fazer com o Banco Europeu de Investimento”.
O presidente da Câmara da Póvoa de Varzim diz que faltarão “mais de 400 milhões de euros”. Só a Póvoa precisa de quase 30 milhões. Cego do Maio e EB 2,3 de Rates precisam de novos pavilhões desportivos, já que os atuais, reconhece a autarquia, estão “em muito mau estado”. Na Campo Aberto há “pavilhões pré-fabricados degradados, sem condições adequadas” e “patologias e deficiências graves”.




7 comentários
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Estavam previstos 400 milhões de euros no OE para atribuir á agenda Woke.
Para atribuir a pessoas que defendem a mudança e divulgação de género, que defendem os crimes perpretados em nome de Adair Moniz em Lisboa, a pessoas que defendem o racismo e xenofobia de afro-descendentes contra os ortugueses, que defendem a descriminação da parte da comunidade LGBT+ contra os hetersexuais, da perseguição dos mucçulmanos contra os católicos no niosso país. De pessoas que são eleitas para o nosso governo tendo como campanha a defesa dos interesses de cidadãos que não são os cidadãos portugueses. Para pessoas que querem oprimir a PSP que age legitmamente no âmbito das suas funções.
Para não falar do dinheiro que é atribuído a subsidiodependentes, (pessoas que podem muito bem trabalhar) e dinheiro gasto na saúde em pessoas que não residem em Portugal , não são cidadãos portugeses nem nunca pagaram impostos e vêem para o nosso país fazer tratamentos que fiicam muito caros.
400 milhões para defender causas que em nada servem os interesses nacionais ais quais se juntarão muitas outras centenas neste tipo de causas defendidas por certos setores da sociedade.
O dinheiro é curto e tem de ser bem gerido.
FASCISTA!!! XENÓFOBO!!! RACISTA!!! FilHO********!!!
Dizem vocês, mas a dura realidade é que o dinheiro não chega para tudo.
Tem que se pensar muito bem quais são as prioridades onde o mesmo tem de ser gasto.
Querem gastar na agenda woke e na defesa dos interesses de pessoas que nada têm a ver com o nosso país?
Acho muto bem.
Não se queixem é que chove dentro das salas de aula , faz frio e não há dinheiro para fazer obras nas escolas todas.
Para atribuir à agenda woke? Não fazes mesmo ideia do que estás a falar… Nem um fascista sabes o que é… Estás zangado? Ok. Mas a Câmara é que trabalhou mal – grande novidade!
No fundo o que digo é que existem milhões de euros gastos na difusão de ideias e iniciativas que não acrescentam nada de valor ao país.
Milhões esses que podiam ser conduzidos para requalificação do parque escolar e melhoria dos ordenados dos docentes.
A entrega da gestão dos edifícios escolares aos municípios foi outra das ideias geniais para a educação.
Como é óbvio tal só veio aumentar a ineficácia e a corrupção das Câmaras Municipais.
Que comentário estapafúrdio.
Nem sabe o que é um fascista.
Que confusão vai nessa cabeça.
Trabalhou mal essa câmara. Como trabalham a maior parte.
E querem tomar conta das escolas. Valha nos Deus!
Perderam uma grande oportunidade de recuperar o parque escolar
Agora como diz a canção ” chuchem no dedo!
A população ( pais,filhos, professores, funcionários, cidadãos) têm uma palavra a dizer. Vão as assembleias. Manifestem se.
Cambada de incompetentes!
Querem tomar conta das escolas para meterem lá os seus bois e cows partidárias.
E para mamarem do orçamento a parte que vai para a Educação.
Sujos e corruptos.
thank you 스포츠중계