Um número, claramente, insuficiente…
Com 100 vagas adicionais, destaca-se o crescimento de 12% no número de vagas nas licenciaturas em Educação Básica, mantendo a tendência de aumento do ano passado que já procurava dar resposta à necessidade de formação de professores. Só no Instituto Politécnico do Porto, há mais 23 vagas (de 47 para 70). A escassez de professores levou a que o ano letivo de 2022 começasse com cerca de 60 mil alunos sem aulas a pelo menos uma disciplina. Estimava-se a necessidade de recrutar mais de 34 mil professores até 2030 para fazer face ao volume de aposentações.




8 comentários
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É um erro pensar que há falta de professores no ensino secundário ou no 3.º ciclo.
Há muitos professores. Estão é em funções de treta que deveriam acabar.
Já no 1.º ciclo takvez haja alguma falta. Mas isso é porque um professor dá aulas apenas a uma turma, e bem.
O que é preciso é que os professores fiquem perto das suas casas.
Não faz sentido que quem more numa cidade tenha de ir dar aulas para outra.
Falam de racionalizar os recursos, mas o que é racionar obrigando milhares de pessoas a viajarem dezenas de Km todos os dias?
Na minha escola, dentro de Lisboa, estou a 20 Km de casa, porque tenho colegas que estão a 200 Km e não conseguem mudar.
Isto faz sentido?
Com cunha do presidente da junta, de preferência!
Um concurso para 1 função pública é para o país, não se trata de ir limpar os fundos da piscina municipal ou as ervas da ecovia!
Ninguém falou em haver um concurso para 1.
O que deveria haver no concurso nacional é a majoração do local de residência, de modo a ajudar a aproximação a casa.
Claro que não seria condição única, mas sempre ajudava.
Só atrasados mentais é que tiram um curso para dar aulas.
Na época em que estamos, sim.
Temo que, pelo menos, na próxima década só apareçam artistas a dar aulas, sobretudo os que tiraram as vias ensino na última década.
só mesmo com atraso mental nos dias que correm!
Deveriamos estar a formar milhares de jovens na área da Informática e IA, para fazer face ao que se espera nas próximas duas décadas.
Com o que se está a ver que será a tendência americana de deixar a Europa agarrada, e com os países da Ásia cheios de vontade de deitar a mão ao que está na Europa, senão ficarmos mais independentes, ficamos tramados.
Deveriam abrir cursos de Informática em todas as secundárias do país. Isso sim.