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Lista Provisória do Concurso de Afetação dos docentes dos Quadros de Zona Pedagógica – 2022/23 | RAM

 

Lista Provisória do Concurso de Afetação dos docentes dos Quadros de Zona Pedagógica para selecção e recrutamento do pessoal docente da educação, dos ensinos básico e secundário e do pessoal docente especializado em educação ensino especial da Região Autónoma da Madeira, para o ano escolar de 2022/23.

Listas do concurso:

– Lista ordenada provisória de candidatos admitidos – 2022/07/04:

https://www.madeira.gov.pt/Portals/16/Documentos/Docente/Concurso/ListaProvAdmitidosAfetacao_20220704.pdf?ver=2021-06-29-145248-487

– Formulário de reclamação;

Os candidatos dispõem do prazo de cinco dias úteis para reclamar (ficheiro em anexo), a partir do dia seguinte ao da publicitação das listas, para verificarem todos os elementos constantes das mesma, ou seja , de 5 de julho ao dia 11 de julho de 2022, enviando a respectiva reclamação através do seguinte e-mail: gpd.regular@madeira.gov.pt

Relembramos que a Lista Definitiva e de Colocação está prevista para o dia 12 de agosto de 2022.

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Faltam professores, não faltam vagas para professores

 

No dia após o anúncio de não um, mas dois aeroportos, por parte do ministro Pedro Nuno Santos, pergunto-me que prioridades têm os governantes para o país. Para a educação e saúde, nunca há dinheiro; para tudo o resto, arranja-se sempre.

 

Faltam professores, não faltam vagas para professores

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Polígrafo: Sim, Costa condicionou recuperação do tempo de serviço dos professores às obras do IP3 que ainda não foram concluídas

Palavras para quê…

Sim, Costa condicionou recuperação do tempo de serviço dos professores às obras do IP3 que ainda não foram concluídas – Polígrafo

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Mais Uma Penalização, Ou Não, Para Quem é QA e Não Pode Concorrer à MPD

Os docentes QA/QE que se candidataram à Mobilidade Por Doença em 2021/2022 e agora por força do condicionalismo de não poderem concorrer para escolas a menos de 20km da sua escola de provimento terão um problema em 2022/2023, ou não.

Estes docentes, para além de estarem impedido de concorrer para essas escolas terão de regressar às suas escolas de provimento. No entanto, um docente impedido de concorrer à MPD em 2022/2023 só ficará na sua escola se houver componente letiva para si e não pode tirar o lugar a um docente que tenha ficado em Mobilidade Interna no ano letivo passado, visto que a colocação na Mobilidade Interna vigora até ao concurso interno seguinte, enquanto existir lugar.

Assim, pode ser um problema para este docente não ter componente letiva na sua escola e estar obrigado a concorrer à Mobilidade Interna. Por outro lado esta pode ser uma vantagem, visto que este docente QA/QE concorre em 1.ª prioridade na Mobilidade Interna e terá mais possibilidade de obter colocação numa escola da sua preferência.

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Baby P – João André Costa

 

Deixar enfermagem e regressar ao ensino não foi apenas uma fuga para a frente mas também o fugir da morte e sofrimento inerentes à saúde.
Convenhamos, uma escola não é um hospital e, por conseguinte, na escola não se morre.
Aliás, na escola em Portugal pode acontecer de tudo e mais alguma coisa, e acontece, mas não se morre.
Ou assim pensava na minha inocência.
Chegar a Inglaterra em 2007 foi chegar a uma nação a lidar com a recente morte de “baby P”, de seu nome Peter Connelly.
Peter morrera em Haringey, Londres, aos 17 meses de idade vítima de 8 meses de agressões contínuas às mãos da sua mãe, do seu parceiro e do irmão deste.
Apesar de repetidas hospitalizações e da intervenção dos serviços sociais, a não partilha de informações entre as várias entidades levou sempre ao retorno de Peter para a mãe que em última instância lhe causaria a morte.
A perda inadmissível de Peter Connelly levou à criação de várias comissões de inquérito com a demissão final da chefia dos serviços sociais de Haringey.
E se a condenação e encarceramento dos agressores foi igualmente célere, nada do que façamos trará Peter de volta.
Diante do luto irreparável, restou-nos a aprendizagem e como professores temos uma posição privilegiada através do contacto diário com as crianças que são os nossos alunos.
Conclusão: na escola também se morre e a realidade em Portugal está infelizmente bem presente depois da morte da pequena Jéssica, vítima inocente num mundo onde a miséria e a ignorância estão cada vez mais presentes.
E sim, é preciso sublinhar: numa sociedade construída em função de relações de poder, as crianças estão ainda mais vulneráveis, nunca sendo demais apelar aos professores para a importância do seu papel como cuidadores e protectores, tantas vezes a última linha antes que seja tarde.
Sim, dependemos todos uns dos outros e nunca como agora foi tão importante a partilha de informações em tudo o que à criança diz respeito.
Se o aluno chega à escola com uma nódoa negra é preciso perceber porquê. Se o aluno está retraído, triste e reticente, é preciso perceber porquê. Se o aluno não vem à escola é preciso perceber porquê. O aluno tem fome? E os cuidados de higiene? O aluno tem roupa adequada para se vestir? Os pais têm emprego? Qual o agregado familiar e qual a história da família? Quais as companhias do aluno dentro e fora da escola? Há bullying online? Quão activo está o aluno nas redes e qual a sua pegada digital?
É preciso perguntar, telefonar, falar com o aluno individualmente, falar com os amigos, ligar para casa se não há um perigo imediato para a criança e fazer a ponte com a polícia e os serviços sociais sempre que preciso.
Porque somos todos responsáveis pelo bem-estar dos nossos alunos. Porque antes do “baby P” já Victoria Climbié havia perdido a vida aos 8 anos às mãos da sua tia diante da inoperância das autoridades e depois de “baby P” ainda assistimos à perda de Tia Sharp aos 12 anos de idade, vítima de repetidos abusos sexuais e físicos da parte do parceiro da avó.
E reclamar por mais apoios sociais agora que tempos (ainda mais) difíceis se adivinham e quem fica a perder é sempre quem menos tem e menos pode.
E reclamar, ainda mais, por mais apoio para a escola pública quando a prevenção é sempre preferível agora que os resultados estão à vista de todos.

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