Presidente da República promulga diploma do Governo da MPD

Tendo em conta a natureza experimental do regime agora aprovado, a entrar em vigor no ano letivo de 2022/23 e a ser ulteriormente avaliado, o Presidente da República promulgou hoje o diploma do Governo que estabelece o regime de mobilidade de docentes por motivo de doença.

 

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23 comentários

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    • Jorge Pires on 7 de Junho de 2022 at 16:09
    • Responder

    Afinal temos um PR , que não tem nenhuma simpatia com docentes com doenças incapacitantes.
    E nem respeita as doenças incapacitantes dos docentes .Nem o que pode prejudicar na vida docentes com doenças terminais, com deficiência , com doenças profissionais , mas só quer saber dos seus problemas e suas doenças .

    – Este PR abandona , docentes com
    doenças incapacitantes !

    É levar estas situações a instâncias Europeias direitos do trabalho por docentes com doenças incapacitantes , E de tratamentos injustos por parte de um Ministro da Educação e PR e Governo , de prejudicar o desempenho quem trabalha com várias patologias doenças .

    E os Sindicatos deveriam ajudar numa petição global de enviar com assinaturas dos docentes com estas patologias de doenças. Hás instância Europeias. E fazer Manifestações frente há Assembleia da República .

    – É necessário Luta por direitos mais justos , na proteção docentes com doenças incapacitantes .

      • Luluzinha! on 7 de Junho de 2022 at 16:22
      • Responder

      “Patologias doenças”??? Não são termos sinónimos? Enfim…

        • Jorge Pires on 7 de Junho de 2022 at 17:05
        • Responder

        Eu posso corrigir.
        As doenças são manifestações patogénicas que influenciam nossa qualidade de vida . Dependendo da sua gravidade podem levar à morte .
        E esta lei não tem em conta , com proteção dos docentes com doenças incapacitantes, e as distâncias de Kilometros de 20+20 = 40 Kilometros. Que vai levar a desgaste físico e emocional, mental, e até não conseguir tomar a medicação a horas e ficar longe da sua habitação e tratamentos médicos e maior parte médico de família. Além de tomar injeções nos seus centros de saúde, que ficam no local de residência.

        Portanto isto é muito grave este tipo de lei . E mais injusto o PR , que tem instrução suficientemente para ver o que prejudica esta lei, nas doenças incapacitantes dos docentes.

        E quem tiver um pouco de visão, e que trabalhe na área com docentes com várias doenças incapacitantes, sabe o que é prejudica no desempenho da função.

      • Jose Alberto da Conceicao Rebelo Simoes Simoes on 7 de Junho de 2022 at 16:57
      • Responder

      Estou completamente de acordo consigo, colega! Este Presidente (que nem consigo considerar como presidente do que quer que seja!), sempre foi um fantoche, uma muleta do governo socialista! Isto sempre esteve claro. é um oportunista puro, um sem vergonha, que mostra não ter ética política nem convicções ideológicas nenhumas!

    • Antero Costa on 7 de Junho de 2022 at 17:44
    • Responder

    Se os sindicatos não fizerem nada… deixarei de ser sindializado.

  1. Agradeçam a quem usou e abusou da lei incorretamente. Ou não estamos no mesmo filme.
    Não culpem quem tomou medidas para acabar com tanta pouca de vergonha de muitos colegas. E sem Mais……

    1. Lol achas mesmo que é disso que se trata!!!
      É apenas para obrigar uns quantos a irem para Lisboa ou Porto. Os que estão protegidos continuaram a beneficiar. Quem necessita é que se vai lixar pois se calhar até é mais novo e ou não vai abrir vaga no local devido. Imagina te com cancro é incapaz para conduzir ir para 30km pois a tua escola não se lembrou de abrir vaga. Nada tem a ver com injustiças issso combate se com juntas médicas e não prejudicando quem precisa. Certamente faltaste a uma aulas de cidadania lol

        • confuso on 7 de Junho de 2022 at 20:07
        • Responder

        Disse tudo. Nunca vi um diploma tão, profundamente, injusto. Ainda não ouviram falar de Juntas Médicas que atestam os problemas de saúde. Essas são as únicas que poderiam deixar de humilhar de quem precisa de MPD.

    2. A solidariedade fundamenta-se na honestidade, no respeito, na honra e na dignidade … colegas que têm problemas reais de saúde, merecem a nossa solidariedade!
      Concordo plenamente com o colega – para quando a “Ordem dos Professores”?

    3. Subscrevo o seu pensamento.
      Pela facilidade dos prevaricadores em atestar falsas declarações é que muitos colegas com Melhores Graduações se encontram colocados a uma distância superior aos sangue sugas.
      A maioria dos professores não estão nesta luta.
      Temos pena mas a culpa É ÚNICA E EXCLUSIVAMENTE DOS FINÓRIOS

    • ZéCoimbra on 7 de Junho de 2022 at 19:25
    • Responder

    Para quando uma ordem dos Professores?
    Os sindicatos, TODOS, quando viram a primeira proposta do governo nem se deveriam ter sentado à mesa para negociar. Há coisas que são inegociáveis.
    O que anda a fazer os Senhores Inspetores do ME? E os senhores inspetores do Ministério da saúde?
    Será que querem que sejamos nós, os professores, a denunciar uns aos outros?
    Nós somos muito desunidos … ninguém nos respeita!!!

    • Professor on 7 de Junho de 2022 at 19:47
    • Responder

    Também estou de acordo quando dizem que isto não tem nada a ver com combater a minoria que abusou do sistema.
    Se assim não fosse, como já foi dito aqui várias vezes, seria muito mais fácil a “fiscalização” da minoria que utilozou a MPD de forma abusiva.

    De certeza que os motivos são outros…

    Nas próximas eleições os políticos vão-se lembrar de nós, porque nós não esquecemos… Afinal somos seres humanos e não apenas números.

    • Professor on 7 de Junho de 2022 at 19:49
    • Responder

    Já agora… Continuem a ter as cotas em dia…

    • Maria Pereira on 7 de Junho de 2022 at 22:08
    • Responder

    Já faço 63 anos em Outubro, dois joelhos com artroses graves , coluns cervical e lombar cheias hernias, escoliose e mais….estreitamento na coluna , apneia hipotiroidismo, tudo justificado! Escalão baixo. Faço o quê? Cotas para isto?

      • Pode explicar, sff. on 7 de Junho de 2022 at 23:45
      • Responder

      O que quer dizer com escalão baixo?

        • Maria Pereira on 7 de Junho de 2022 at 23:53
        • Responder

        Lista de espera para o quinto escalão!

    • SapinhoVerde on 7 de Junho de 2022 at 23:52
    • Responder

    Mais uma experiência em quem se Mode são os Profmessores.
    Com tanta experiência ainda vai dar faísca.
    Estava à espera de outra atitude do presidente da marcelo ….
    Não estou, e nunca estive contra que se teria de fazer alguma coisa para se racionalizar melhor os Professores, nomeadamente acabar com os “ajuntamentos” e evitar horários zero, … para tal bastava que (e como foi dito aqui no blog por várias pessoas) os professores em vez de indicarem uma escola apenas indicassem um concelho pelo menos, podendo escolher também escolas de diferentes concelhos.
    Agora uma escola a 2x 50 kms de raio, não é mobilidade MPD nenhuma, é uma tortura para obrigar os professores a ficar com mais dinheiro ao fim do mês, já que estando de baixa e em casa pode passar de déficite orçamental para havit orçamental.

    • Calves on 8 de Junho de 2022 at 0:45
    • Responder

    O Jorge Pires é médico ou professor ou nenhuma das duas? É absurdo o seu post! Professores com “ doenças terminais” estão, de certeza, em cuidados paliativos (se fizerem parte dos 20% dos portugueses que os conseguem. Não estarão a pensar na MPD nem nos 40 km. Estão em sofrimento.
    O PR não “abandona ninguém”! Cumpre as funções do cargo e, até à data, e na minha opinião, com ponderação e rigor. Não é uma questão de “simpatia” por professores “doentinhos”! Está muito para além disso, obviamente.
    Todos os docentes que estiverem em situação de debilidade física ou mental podem e devem estar de baixa médica e cuidarem-se. Não devem trabalhar.
    Coloquem-se na posição dos alunos, que também é importante. Que clima de aula pode promover um docente verdadeiramente doente? Que força e determinação na condução do ensino e aprendizagem pode ter um ser humano enfermo? Não funciona, nem nesta atividade nem em nenhuma.
    Os outros casos já estão salvaguardados.
    Parem com a autocomiseração e de “disparar” veleidades, porque o país precisa de avançar e esperam-nos desafios bem complexos – a todos!

    • Jorge Pires on 8 de Junho de 2022 at 8:03
    • Responder

    Pois não é verdade. Uma docente infelizmente morreu , com cancro que se espalhou pelo corpo todo . E espera de um atestado multiusos. E continuava a lecionar, porque muitos docentes precisam de trabalhar , pela necessidade
    ordenado ao fim do mês, para suas despesas diárias.
    Você fala imenso Calves , porque deve ter outra fonte de rendimento, para cobrir os descontos por atestado médico.
    Além esta lei , é inconstitucional, já que os docentes não vão tempo para conseguir tratar do atestado multiusos. Daí mais o PR , assina um decreto lei injusto, e que não tem nenhuma simpatia com docentes com doenças incapacitantes.
    Agora não venha fazer política, por você ter simpatia com este PR e o Governo e Ministro da Educação.

    Sim é necessário fazer uma petição, contra a lei, que não tem pés nem cabeça, e vai prejudicar todos docentes com doenças incapacitantes. E os sindicatos tem se juntar novamente para rever a lei , que vai prejudicar os docentes incapacitantes, que não terão tempo para apresentar os documentos necessários no ano lectivo 2022/ 23 , por exemplo :
    – Atestado multiusos.
    E os docentes serão precisos , para varios alunos com problemas de aprendizagem, e necessitam de apoios.
    E assim, os docentes ao concorrer para Escolas com 20 -20 kilometros , vai provocar que esses alunos nas escolas vão deixar de ter apoios.

    • Prof Possível (aka Maria Indignada) on 8 de Junho de 2022 at 15:36
    • Responder

    Não consigo antecipar o efeito desta medida numa escala global.

    Atendendo à situação particular da minha escola, os casos de MpD são de colegas ou familiares em situações bastante complexas, mais de 50% com atestado multiusos de incapacidade, e a esmagadora maioria deles está a menos de 20km em linha reta, mas com acessibilidades tortuosas.
    Muitos deles irão ter necessidade de recorrer, pelo menos periodicamente, a baixa médica.

    Estes 20 km nunca deveriam existir, poderiam impor limites de aceitação percentuais de MpD por escola, mas fazer tábua rasa desta maneira não.

    Acho algo perverso usar estes docentes para atenuar a falta de professores.

    • FrankieAT on 9 de Junho de 2022 at 12:21
    • Responder

    O problema aqui é que paga o justo pelo pecador: gente sem qualquer patologia utiliza a MPD somente para não dar aulas. Com a conivência dos médicos. É ver certas escolas nos distritos mais populosos em que docentes a viverem a meia dúzia de metros da escola de provimento, pedem MPD para escolas do outro lado da cidade. Porquê: a MPD não obriga a ter componente letiva. Nos concelhos do interior ou menos populosos a coisa já pia mais fino.

    Entende-se escolas/agrupamentos com 1000/1500 alunos, com mais de 100 docentes em MPD?

    Quase toda a gente tem , ou um familiar tem, uma doença incapacitante. Uns piores que outros, obviamente e dai, deverem ser os certificados multiusos a determinar prioridades e se houvessem (que não há) Juntas Médicas capazes e rigorosas também era um instrumento valido.

      • Prof Possível (aka Maria Indignada) on 9 de Junho de 2022 at 23:39
      • Responder

      Eu não conheço um único caso de um docente em MpD indevidamente.

      Eu não seria capaz de usar expediente algum para ilicitamente aceder a nenhum tipo de benefício, nem considero que os outros o sejam (salvo exceções que existirão, mas serão residuais na minha opinião).
      Eu considero-me uma docente ética, honesta e profissional, ainda que com muitas lacunas e defeitos em todas as áreas da minha vida, que espero venham a ser minimizados ao longo da vida. Considero, igualmente, que a esmagadora maioria dos meus colegas também são éticos e profissionais dignos.

      Nunca usufruiu de MpD, mas não deixo de sentir uma grande empatia com os colegas da minha escola em MpD, todos com componente letiva atribuída, e com todos os que estarão em situação similar à deles, que estão impossibilitados de concorrer a este mecanismo por estarem a menos de 20km em linha reta, pois as linhas retas transformadas em percurso real, em muitos casos, duplicam de comprimento em percursos deveras tortuosos.

    • Jorge Pires on 12 de Junho de 2022 at 0:21
    • Responder

    A lei da MPD tem um erro , que vai prejudicar os docentes, e não terem tempo de conseguir os documentos necessários para concorrer.
    E que vai prejudicar, as suas colocações e exagerados dos 20 + 20 kilometros.
    Já que o PR e o ME , não lhe interessou ler o decreto lei, e ver que o Atestado Multiusos maior parte dos docentes com doenças incapacitantes sem esse documento, nunca terão a tempo de o conseguir, para concorrer a MPD . Já que as Juntas Médicas, para obter o A.M , estão atrasados . E que até a Ministra da Saúde já teria alertado sobre esse facto.
    – Os Sindicatos deveriam se unir , e lutar
    contra o novo regime de MPD , no ano lectivo 2022/ 23 , por ter um erro na lei , que vai prejudicar no concurso dos docentes com doenças incapacitantes.
    E os docentes de MPD , deveriam recolher assinaturas, e levar Assembleia da República , e mostrar a injustiça deste decreto lei , já que vai por perigo os docentes com várias doenças incapacitantes, ao percorrer 20 + 20 kilometros

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