Falta de Professores – Elsa Manero

 

A falta de Professores no terceiro ciclo e secundário é notória.

As Universidades, responsáveis pela formação de professores, não têm feito um investimento na abertura de Cursos de Mestrado em Ensino.

Os Cursos de Mestrado em Ensino constituem um elemento importante na formação de professores, uma vez que visam a aquisição de habilitação profissional para a docência. Um licenciado que pretenda fazer o Mestrado em Ensino tem de frequentar o Mestrado na Universidade do Porto ou na Universidade de Lisboa. Nem todas as Universidades Públicas têm Mestrado em Ensino. As Universidades Públicas deveriam investir nos Mestrados em Ensino dos grupos de recrutamentos mais deficitários, que são, segundo estudo do Conselho Nacional de Educação, são Educação Tecnológica, Economia e Contabilidade, Filosofia, História e Geografia, as áreas em que deverá haver mais reformas no 3º ciclo e secundário.

Fazendo uma pesquisa, a única Universidade que leciona o Mestrado em Ensino em Economia e Contabilidade, é a Universidade de Lisboa.

Segundo o CNE, a maioria dos docentes das escolas poderá estar reformado até 2030:

Até 2024, deverá haver menos 17.830 professores, nos cinco anos seguintes serão menos 24.343 e finalmente, entre 2029 e 2030.

O Governo terá de deixar de reconhecer a falta de Professores, deve agir para mitigar o problema a médio e longo prazo.

Elisa Manero

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31 comentários

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    • Pedro on 18 de Junho de 2022 at 11:20
    • Responder

    VAI MAMAR SEU ATRASADO MENTAL
    ATÉ DÁ VÓMITOS LER ESTA PORCARIA

      • Luluzinha! on 18 de Junho de 2022 at 13:01
      • Responder

      Concordo, em absoluto, com a questão da carreira única. É, de facto, uma realidade incompreensível. Enfim…

    1. Burgesso

      • Burro on 19 de Junho de 2022 at 0:00
      • Responder

      Ó ZeZe Camarinha, estou farto de te avisar que Porgugal não é o único país da OCDE que tem uma carreira única.
      Portugal é o ÚNICO PAÍS DO MUNDO que tem uma carreira única.
      Não continues burro, está bem?

    • joão on 18 de Junho de 2022 at 11:39
    • Responder

    Só 25000 baixas? São resistentes. Bem, alguns que por lá andam zombies. E não é por ganharem pouco.
    O que é exigido e o que não se retribui aos professores dá cabo da a saúde de qualquer um.

    • maria on 18 de Junho de 2022 at 12:01
    • Responder

    “Falta de professores”

    Quando sair a lista das colocações (em finais de Agosto, julgo) verificaremos o seguinte : a exemplo dos anos anteriores, mais de 30 000 candidatos não ficarão colocados. Conclusão: há ” falta de professores” !
    Bom fim de semana.

      • joão on 18 de Junho de 2022 at 12:07
      • Responder

      Na mouche! Quem escreveu este texto é alguém dos que se fartam de cuspir para o ar. Há muitos. Só que um dia, como diz o ditado, cai-lhes em cima,

    • maria on 18 de Junho de 2022 at 12:28
    • Responder

    Baixas -médicas : 2 fenómenos

    a) Ter-mi-na-das as aulas, milhares de professores que se encontravam de baixa apresentaram-se nas suas escolas, sorridentemente prontos para todo o serviço. Não são conhecidas as causas das súbitas melhoras. Um milagre ?

    b) Mas calma! No princípio de Setembro – quando recomeçar a faina – uma brutal recaída! Larguíssimos milhares de professores, “derrepentemente” ficarão doentes (aguardemos as RR semanais ) .
    Explicações para o fenómeno? Não sei…

      • Falcão on 18 de Junho de 2022 at 21:58
      • Responder

      QUE SE MANDEM PRENDER OS MÉDICOS QUE PASSEM ATESTADOS FALSOS, E QUE SE EXONEREM OS PROFS QUE FAZEM ISSO!!!!
      Sou um defensor acérrimo dos bons professores que temos no sistema, e temos muitíssimos, são a maior parte claramente, e reajo muito mal a gente que anda pelo blog a dizer mal dos professores , confundido a árvore com a floresta, numa generalização abusiva e mal intencionada, mas não deixo de dizer que todos aqueles que cometem fraude devem ser SEVERAMENTE punidos!!! Curioso que nunca se vai atrás dos médicos, só se fala mal dos profs, só se critica quem pede o atestado médico fraudulento, não se critica quem o passa!!!

    • AntonioP on 18 de Junho de 2022 at 12:34
    • Responder

    Professor karamba, não o conheço e não sei se o que escreve é por estar a gozar ou é resultado de algum trauma. Mas ao menos deixe de dizer asneiras facilmente desmascaráveis.
    Afirma que a ADSE é um seguro top ao preço das uva mijona… não me parece que seja top, considerando o preço, mas uma coisa garanto não sai barato.
    Vejamos: um professor paga 3,5% do seu salário para ADSE, utilizando os valores que apresenta, os professores descontam entre 43,20 € e 118,12€ por mês. Multiplicando por 14 (sim, os subsídios também descontam ADSE) dá entre 604,80€ e 1 653,68€ por ano. Acha mesmo que são seguros ao preço da uva mijona? Considerando o valor, não acha que consegue melhor no marcado?
    Se isso o faz ficar melhor, saiba que há vários professores que deixaram de pagar ADSE e se ficam pelos seguros privado (como é o meu caso)
    Quanto aos curso não tirados nas universidades… informe-se melhor e verá que poucos professores não têm cursos superiores.
    Quanto às baixas, ou começa a por em causa o profissionalismo dos médicos que as passam, ou dá razão a quem diz que a profissão de professor é muito desgastante e tem professores muito envelhecidos.

    Já agora: se ser professor é tão bom e é tão fácil arranjar as habilitações, porque não está no sistema?

      • AntonioP on 18 de Junho de 2022 at 16:23
      • Responder

      Falando da ADSE, não vale a pena disfarçar o indisfarçável. Não é por fugir das contas por ano que consegue disfarçar. Como lhe demonstrei, a ADSE, custa, para os professor (baseado no número que você apresentou para os ordenados) varia entre 604,80€ e 1653,58€. Com estes valores consegue-se seguros de saúde bem melhores do que a ADSE (nem precisa ir para os valores maiores). Diz que os seguros variam com a idade, considerando que os professores também sobem de escalão com a idade, o que pagam com a ADSE também aumenta. Teoricamente (apenas na teoria porque a maioria dos profs nunca chegará ao 10º escalão), começa em 604€, enquanto são jovens e terminaria em 1653€ já perto da idade da reforma!
      Quanto ao resto não comento, pois são ideias, e até aceito que sejam realidades nalgumas escolas, mas posso-lhe dizer que não é a realidade nas escolas que conheço.

      Para terminar, uma questão: está a firmar que todos os formados na universidade que cita estão a lecionar? Engraçado que nas escolas que conheço não está (que eu saiba) nenhum!!

    • joão on 18 de Junho de 2022 at 12:40
    • Responder

    Cara Elsa Manero, só nos faltava a nova era das fornadas de licenciados vias de ensino, desculpe mestres, formatados para ensinar, sem poderem fazer mais nadinha……..

    A coisa tem de ser desejada…. e não manipulada.! É preciso ter lata. O que ganharão as Elsas Maneros deste país?

  1. Burgesso

    • ZORRO on 18 de Junho de 2022 at 14:57
    • Responder

    POR ACASO ACHO professor karamba TEM MUITA RAZÃO.

    A falta de professores é no 3º ciclo e secundario?

    FACIL A RAZÃO . OS PROFS DAS ESES , CESES E DEMAIS NAO PODEM LECIONAR ESSES CICLOS.

    CONCORDO , CONHECO GENTE DE 2º CICLO QU E
    PARA EFETIVAR FOI Á PRIVADA FAZER UM CURSO DE EDUCAÇAO INCLUSIVE , NEM SEI O QUE É ISSO . NAO TEM TRABALHO NAS ESES DELES DOOS CURSOS DAS ESES E MAMAM A EFETIVAÇAO NA EDUCAÇAO INCLUSIVE.
    A EDUCAÇAO EINCLUSIVE DEVEM SER TODOS OS DOCENTES NAO É VIR UMA CARAMELA DAR INSTRUÇOES PARA PASSAREM OS ALUNOS TODOS .
    DESMIMTAM ISTO.
    AGORA
    FAZER UMA LICENCIATURA D EMATEMATICA OU OUTRA NO PORTO , COIMBRA OU BRAGA, LISBOA A A COISA JA FIA MAIS FINO ..
    REPOVAAM QUE
    NEM TORDOS EU TAMBEM REPROVEI.
    NAS ESES E PRIVADOS REPROVAM?

    • maria on 18 de Junho de 2022 at 15:21
    • Responder

    educação “especial”

    Por “outras” palavras ,disse tudo.
    Eu, com uma linguagem mais branda, não chegaria a tamanha objectividade ou precisão.
    (faltou dizer que, em média, as amas-secas “pegam” em 5 (cinco) meninos! Sem nada fazerem! Agora façam as contas: qual o custo de cada NEE , estando muitas dessas criaturas no 10º. Outro pormenorzinho :quando metem baixa, algo muitíssimo habitual, o custo por cabeça NEE duplica. Se tiverem coragem ,e não se importarem do choque, façam as contas : é só somar 2 (dois) chorudos vencimentos mensais e dividir por 5. Cho-can-te.!

    • Mário Rodrigues on 18 de Junho de 2022 at 15:24
    • Responder

    O professor Karamba parece-me um puro Costa!…

    • Renato Lazarini on 18 de Junho de 2022 at 17:10
    • Responder

    Vejo aqui muitos comentários que em vez discutir assuntos, discutem tretas.

      • AntonioP on 18 de Junho de 2022 at 18:16
      • Responder

      Quando se permite alguns comentários que aqui são colocados isso implica que tudo o resto resvala para tretas!

    • Mário on 18 de Junho de 2022 at 17:29
    • Responder

    Existe muitas universidades públicas que não formam professores, por exemplo, a Universidade do Algarve, só ministra os seguintes cursos de ensino:
    Ensino de Inglês no 1.º Ciclo do Ensino Básico; Ensino de Português e Inglês no 2.º Ciclo do Ensino Básico; Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico e de Matemática e Ciências Naturais no 2.º Ciclo do Ensino Básico ;Ensino do 1º Ciclo do Ensino Básico e de Português e História e Geografia de Portugal no 2º Ciclo do Ensino Básico

    O Algarve é das zonas onde mais faltam professores, no entanto, não ministram cursos de ensino para o 3ºciclo e secundário, no entanto, possui licenciatura em Artes Visuais, Desporto, Engenharia Informática; na minha opinião deviam criar os Mestrados de Ensino em Artes Visuais; Educação Físico e Ensino de Informática.

    Na Universidade de Évora só existem o mestrado em ensino de Matemática para 3ºciclo e Secundário; no entanto possui várias licenciaturas, no qual, podem dar seguimento e criar mestrados de ensino, por exemplo:
    Biologia – Ensino de Biologia no Secundário;
    Geografia – Ensino de Geografia no 3ºCiclo e Secundário;
    Mestrado em Ensino de Física e de Química no 3ºCiclo do Ensino Básico e no Ensino Secundário
    Geologia – Ensino de Geologia no Secundário;
    História e Arqueologia – Ensino de História no 3ºCiclo do Ensino Básico e no Ensino Secundário

    Assim como a Universidade de Aveiro, possui poucos cursos de Ensino. Assim como as outras universidades portuguesas (ex: Universidade da Madeira ou Universidade dos Açores) ou a UTAD.

    O nº de vagas devia ser maior nas universidades, onde faltam mais professores dessas áreas.

      • AntonioP on 18 de Junho de 2022 at 18:14
      • Responder

      Mário, a Universidade do Algarve foi das primeiras universidades a nivel nacional a ministrar o Curso de “Ensino de Informática”. Muitos dos professores de Informática das escolas algarvias andaram lá. Pelo que sei, o curso fechou por falta de interessados (lembro de um ano, não muito longe, em que houve zero candidatos. Tenho quase a certeza, que havia outros cursos para o secundário e que fecharam por falta de candidatos.

        • Quando chega o Karamba on 18 de Junho de 2022 at 22:52
        • Responder

        Já não forma.

          • AntonioP on 19 de Junho de 2022 at 1:19

          Eu disse que fichou por falta de interessados. Se fechou já não forma! Certo?

          O que pode uma universidade fazer se não há candidatos?

          Só um pormenor: habitualmente os filhos tende a seguir a profissão dos pais (já foi mais!!). Conhecem algum filho de professor que tenha tirado curso recentemente (menos de 15 anos) ou queira tirar? Conheço centenas de professores e não conheço um único caso!

      • Bernardo on 18 de Junho de 2022 at 23:26
      • Responder

      E para quê? Ninguém quer esses cursos porque sabem que se forem para professores vão viver eternamente na miséria! Mesmo que sejam efetivos! E serão escravizados! Acha mesmo que alguém no seu perfeito juízo vai tirar cursos de Informática ou Economia para ir dar aulas no secundário, nestas condições?!

    • Falcão on 18 de Junho de 2022 at 21:52
    • Responder

    A BESTA NÉSCIA, O VERDADEIRO AZÉMOLA, O PROFESSOR KARAMBA, COM A TRIPA CAGUEIRA SEMPRE LIGADA DIRETAMENTE AO CÉREBROZINHO DE AMIBA QUE TEM EM CIMA DO ESQUELETO, VOLTOU A BOLSAR SOBRE OS PROFESSORES E OS SEUS SALÁRIOS! MAS ESTOU CÁ PARA LHE RESPONDER SEMPRE QUE ENCONTRAR ESTE ESGOTO A CÉU ABERTO A ZURRAR E, NUNCA DEIXAREI DE O DESMASCARAR!!! VAI LEVAR A RESPOSTA DA PRAXE:
    Este palhaço, um autêntico eunuco intelectual, esconde convenientemente os descontos que esses profissionais fazem! Só para dar um pequeno exemplo, no 7º escalão, dos tais 2503€+104 do subsídio de refeição, num total de 2607€, a verdade é que se leva para casa 1630 euros (isto com 1 dependente, sem filhos ainda é menos!), ou seja, quase MIL EUROS ficam retidos na fonte em IMPOSTOS! E para se chegar ao 7º escalão, e com muita sorte, há que ter pelo menos uns 32 a 34 anos de serviço, na melhor das hipóteses, e isto se se conseguir ultrapassar as barreiras das quotas de progressão ao 5º e 7º escalão!
    Um professor ganhar cerca de 1600 euros (LÍQUIDOS!) ao fim de bem mais de 30 anos de serviço é um salário fantástico, não haja dúvidas! É preciso uma enorme falta de respeito para se ser capaz de vir aqui ZURRAR e MENTIR sobre os salários docentes! E da nossa parte, uma grande dose de paciência para aturar as diarreias mentais, aka “encomendas”, dos “cartilheiros” Karambas deste mundo!
    COMIGO, SERÁS SEMPRE DESMASCARADO, PALHAÇO MISERÁVEL!!!

    • Quando chega o Karamba on 18 de Junho de 2022 at 22:08
    • Responder

    Fui conferir o portal onde surgem todos os cursos em funcionamento no ensino superior.
    https://infocursos.medu.pt/
    Mestrados em funcionamento, em 2021, por grupos de recrutamento.
    100 – todos os distritos
    110 – todos os distritos, exceto Guarda
    120 – Porto, Braga, Aveiro, Lisboa, Algarve
    200 – Viana do Castelo, Braga, Porto, Bragança, Aveiro, Lisboa, Algarve, Santarém.
    210 – a atual legislação não prevê formação para este grupo.
    220 – nenhum mestrado o funcionar.
    230 – igual ao 200
    240 – Porto
    250 – Porto
    260/620 – Porto, Vila Real, Coimbra, Lisboa, Setúbal, Castelo Branco (Covilhã)
    300 – Porto, Braga, Aveiro, Coimbra, Lisboa, Castelo Branco (Covilhã)
    320 – Porto, Braga, Aveiro, Coimbra, Lisboa.
    330 – Porto, Braga, Aveiro, Coimbra, Lisboa.
    340 – Porto, Coimbra, Lisboa
    350 – igual ao 300
    400 – Porto, Braga, Coimbra, Lisboa.
    410 – Porto, Braga, Aveiro, Coimbra, Lisboa, Castelo Branco
    420 – Porto, Braga, Coimbra, Lisboa
    430 – Lisboa
    500 – Porto, Braga, Aveiro, Coimbra, Lisboa
    510 – Porto, Braga, Coimbra, Lisboa
    520 – Porto, Braga, Aveiro, Coimbra, Lisboa
    530 – nenhum
    530 – nenhum
    540 – nenhum
    550 – Lisboa
    600 – Porto, Lisboa
    610 – nenhum

      • Renato Lazarini on 18 de Junho de 2022 at 22:32
      • Responder

      550 – Existe o mestrado na UTAD

        • Quando chega o Karamba? on 18 de Junho de 2022 at 22:54
        • Responder

        Tem razão.
        Vi mal.
        Tinha 10 alunos inscritos em 2019/2020.

      • AntonioP on 19 de Junho de 2022 at 1:22
      • Responder

      Bom trabalho. Falta saber porque é que universidades que antes ofereciam os cursos agora os fecharam! Seria interessante saber quantos anos tinham as ofertas e tiveram menos de 3 alunos!

    • Mário Rodrigues on 18 de Junho de 2022 at 22:20
    • Responder

    Há muitos comentários que parecem “tretas”. Mas as provocações do Karamba têm conteúdos que um dia verão assumidos pelo governo!
    Muitas das coisas são o que o governo dos Costas ainda não diz.

    Os ataque aos professores têm a mesma natureza dos de MLR, JS, AC e JC.
    Estejam atentos! Muitos dos comentários não aparecem nas caixas por acaso.

    No tempo de MLR/JS, havia um grupo de avençados para fazer esse trabalhinho!…

      • Sardão pró Karamba. on 19 de Junho de 2022 at 0:39
      • Responder

      Só que este karamba é diferente.
      Está a soldo do Sardão e não de qualquer governo.
      Quanto mais ataca é porque mais Sardão entala, nele claro!

    • Bernardo on 18 de Junho de 2022 at 23:24
    • Responder

    Os professores de Informática são tratados como escravos nas escolas. Para além de darem aulas andam a reparar computadores, programar plataformas, tratar de programas da secretaria e sei lá mais o quê, porque há gentinha que acha que a escravizar os outros é que teremos alunos bem preparados para a vida profissional. Tudo isto fora do horário de trabalho e à borla, em troco de não os mandarem embora (incluindo professores efetivos, que são ameaçados de “ou fazes ou acabo como curso e vais ao ar”).
    Não é assim que vamos lá.

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