Plano nacional Escola Sem Bullying, Escola Sem Violência

No plano nacional “Escola Sem Bullying, Escola Sem Violência”, que até 20 de outubro, Dia Mundial de Combate ao Bullying, chegará a todas as escolas do país, constam várias medidas. A aposta recai na comunicação direta entre os diretores e o Ministério da Educação e na criação de equipas nas escolas responsáveis pela promoção de ações de sensibilização e prevenção, com poder para intervir em situações concretas.

O Ministério da Educação dará liberdade às escolas para formar as equipas, mas recomenda que as mesmas integrem alunos.  Para além do coordenador da escola e do diretor de turma, psicólogos e professores, esta equipa também deve incluir os coordenadores da Promoção e Educação para a Saúde, da Equipa Multidisciplinar e da Estratégia para a Cidadania.

A implementação do plano “Escola Sem Bullying, Escola Sem Violência” vai ter apoio informativo online através do site que reúne “instrumentos de literacia e projetos que já existem e se enquadram nesta temática e boas práticas partilhadas pelas escolas” e técnicos especializados, apoiando-se num grupo de trabalho composto por elementos do Ministério da Educação, que será responsável por estabelecer parcerias e protocolos com instituições e organizações ativas no combate ao bullying e ciberbullying.

Mais uma coisa bonita para inglês ver, se aplicassem o Estatuto do estudante em toda a sua grandiosidade e com mão de ferro, nada disto era necessário.

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8 comentários

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    • Joana on 13 de Outubro de 2019 at 12:13
    • Responder

    Só fantochadas. Tomem medidas a sério e firmes e deixem-se de grupinhos de trabalho pseudo ….

    • Orquídea neves on 13 de Outubro de 2019 at 12:29
    • Responder

    Bastava cumprir e aplicar as normas do estatuto do aluno, implementar as regras da boa educação e a responsabilização dos encarregados de educação.

    • Soluções on 13 de Outubro de 2019 at 13:41
    • Responder

    Apenas suspender os alunos ou transferir-los de escola de escola resolve o problema????

    Não existem soluções simples e imediatas para estes problemas. A penalização dos mesmos não é A solução. Claro que deve existir responsabilização e penalização, mas a a prevenção é fundamental. É a prevenção que evita que estas situações aconteçam.

    • Orquídea neves on 13 de Outubro de 2019 at 14:44
    • Responder

    Será que há possibilidade de prevenção para as lacunas de ausência de princípios que devem ser desenvolvidos no seio familiar? Não, a escola dever promover alguns desses princípios. A forma preconizada não me parece ser a adequada. O tempo o dirá. Parece-me haver falta de perspetiva mais Realista.

    • Alecrom on 13 de Outubro de 2019 at 15:11
    • Responder

    Pois é acho que é mais uma medida condenada a ter 100% de sucesso. Podemos mesmo considerar que o bullying já está erradicado das nossas escolas. Tal como o 54 já acabou com a escola elitista e com os problemas de inclusão.

      • Alecrom on 13 de Outubro de 2019 at 15:13
      • Responder

      Pois eu acho*

    • pretor on 13 de Outubro de 2019 at 17:23
    • Responder

    Suspender os alunos não é uma solução completa mas faz parte da solução e tem de ser efetuada. Nem que seja 10x.
    Penalizar e mostrar consequências dos actos é permente. Mais do que nunca.

    • maria on 13 de Outubro de 2019 at 19:37
    • Responder

    Claro que uma infracção tem de ter como consequência uma sanção . A punição visa um efeito “regenerador” para o infractor e simultaneamente profilactico ou preventivo para o mesmo e para os outros. Caso contrário, instalar-se-ia o sentimento de impunidade e com ele o caos .Que, de algum modo, é o que vai acontecendo em certas escolas.

    Estamos a falar de coisas básicas. Mas nem isto os nossos dirigentes entendem.

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