22 de Outubro de 2019 archive

Professor, profissão de risco – Alexandre Parafita

Professor, profissão de risco

Não é por acaso que a Organização Internacional do Trabalho (OIT) considera a profissão de professor como uma das profissões de risco. Risco físico e psicológico. Outrora, era uma profissão de respeito.

Hoje os professores não só não são respeitados, como são agredidos, verbal e fisicamente, sujeitos a atos de vandalismo, enxovalhados por alunos e pais, e a classe é frequentemente sujeita a um rosário de comentários humilhantes que uma certa opinião blasfema faz correr nos media e redes sociais, num tom geralmente provocatório.

É ferida que sangra. Ilustrou-o bem o recente artigo na “Notícias Magazine”, do JN, com o relato das experiências traumatizantes de violência contra professores. Jamais um professor será o mesmo quando agredido em contexto escolar. Humilhado e desautorizado, carrega para sempre esse trauma, especialmente quando tem de prosseguir a sua missão, “amarrado” à mesma escola e à mesma rotina.

A escola é o espelho da sociedade. Daí que a violência nas relações sociais, na família e na comunidade vá projetar-se no seu interior, num crescendo à medida que a escolaridade obrigatória se alarga e abrange uma franja significativa de adolescentes e jovens para quem a “imposição” da escola é também uma violência, tal como o é o cumprimento das elementares regras de civilidade e harmonia das relações humanas.

Neste quadro, o professor é o outro, o estranho, o alvo a abater, alguém que está no outro lado da trincheira; uma inquietante realidade que ganha força perante a consciência de uma certa impunidade de que gozam os infratores. Estranho desequilíbrio este, quando o “tasse bem” de uns representa anos e anos de trauma para os outros, que, desde aí, apenas anseiam largar a profissão que um dia preencheu os seus sonhos mais auspiciosos.

*Escritor e jornalista

 

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Os casos de violência não param…

Os pais têm consciência que o ambiente tem de ser saudável para todos e tomam posição.

Pais fecham escola em Queluz após agressões a funcionário

Funcionário foi agredido por pai dentro do recinto escolar.

 

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Algum ESTADO de ANSIEDADE. – Agostinho Silva

Algum ESTADO de ANSIEDADE.

E desta vez, sim !! após uma “VITÓRIA POR POUCOCHINHO” Costa lá ganhou ! (vox populi – ABSTENÇÃO – Votum levarem – dos votos que foram ao ar).
“esses vossos olhos misericordiosos a nós volvei“ e num acto de boa vontade, espera-se que desta vez, o “NOVO MINISTRO DA EDUCAÇÃO e talvez juventude e desporto” se digne – agora liberto das garras de ALEXANDRA (a grande) Leitão – se digne exercer para o que foi eleito (leia-se nomeado, ou melhor ainda REPREMIADO/reconduzido) no/para o cargo.
Vejo da parte de algumas estruturas sindicais uma vontade de NEGOCIAR. Bom! E bom seria se tal acontecesse pelo menos agora num segundo mandato, pois no primeiro GERINGONÇADO, não se deu por isso tal de negociar.
Claro que não devemos confundir políticos com politicas, uma coisa certamente será diferente da outra. Mas reconhecer um MINISTRO, é bem diferente que reconhecer um SUBALTERNO de uma Secretária de Estado (no caso eram duas).
BRANDÃO, ACELERA HOMEM !! faz-te à VIDA!!! Não vês o estado da NAÇÃO? Não queres ver o esfrangalhar das coisas ?
Há mesmo escolas sem professores! Há mesmo alunos sem aulas, há mesmo professores que estão a ficar “violentos”; há mesmo professores VIOLENTADOS na sua mínima DIGNIDADE.
Passo Coelho (no dizer de muitos, um Cavaco ressuscitado) foi além da troika e ATREVEU-SE a governar com um GUIÃO SÒCRETINO – fui “burro”? sim foi, mas ao aceitar, sabia ao que ia (sabia ao que estava o FMI e Agencias de Rating.
Aquilo de Passos, chamava-se CATIVAÇÕES; isto de CENTENO, chama-se jogada À RONALDO! Espera-se que de finta em finta, não aconteça algum penalti na própria baliza !
O melhor investimento que um governo pode fazer, não é nos eleitores, pois está mais que provado que ninguém precisa de eleitores (sabe-se que quantos menos votarem, mais se abate no centro direita); precisa é investir numa boa bela máquina de propaganda. “Que lave mais branco”- não confundir com piada de género ou raça, credo e afins.
INCÊNDIOS?? Onde?? Quem?? Onde é que isso já vai? Aquilo lá no NORTE, PEDIATRIA do São João? Obras? Quem? Afinal como? ESQUEÇA lá isso Homem, não seja aborrecido.
“O cavalo do Espanhol” quando estava mesmo sem dar despesa nenhuma…. Morreu à fome! Como estamos de Saúde? (fecha ao fim de semana); como de Educação? (ao que isto chegou! e hoje nem posso escrever, porque ontem um professor agrediu um aluno); como vamos de segurança? Como vamos?… como?? Com… co… C****** !!

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