25 de Outubro de 2019 archive

Lista Colorida – RR8

Lista Colorida com colocados e retirados da RR8.

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Cinema Sem Conflitos: “The Day After the Party”

Título:  “The Day After the Party” | Autores: “Diyala Muir

Uma jovem ansiosa atravessa o mercado de Brixton. A memória e a fantasia vagarosamente se entrelaçam na caótica cena de rua, envolvendo-a num sinistro mundo de peixes falantes, chorões de girassóis e um sorriso suspeito de assombro.

Até à próxima semana ou todos os dias em facebook.com/cinemasemconflitos

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453 Contratados Colocados na RR8

Foram colocados 453 contratados na Reserva de Recrutamento 8, distribuídos do seguinte modo:

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As agreções reziduais

(Via Duarte Gonçalves no Movimento pela vinculação de professores contratados)

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Opinião Pública / Vídeo – A violência nas escolas

O Ministério da Educação diz que as agressões físicas entre professores e alunos são casos residuais. Já a Fenprof pede o reforço de funcionários e até um agravamento das penas para os agressores. Será a violência apenas um problema das escolas ou também um reflexo do que se passa na sociedade?

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Vamos Lá Recordar Mais Um Caso Residual ao Ministério da Educação / 5 de Abril de 2019 – “Já lhe parti o focinho!”

Professor de escola básica agredido a soco e pontapé

Ministério Público está a investigar caso de aluno de 12 anos que agrediu professor de educação cívica quando este o impediu de jogar à bola dentro da sala de aula. Foi aberto inquérito tutelar educativo.

(…)

Os problemas começaram quando o aluno entrou na sala com uma bola, que movimentou de tal forma que acabou por partir uma lâmpada do tecto. De acordo com os relatos feitos ao Jornal de Notícias, o professor pediu a uma funcionária para limpar os vidros, repreendeu o aluno e disse-lhe que, provavelmente, teria de pagar a lâmpada. O aluno não gostou da advertência, disse que não pagava e, mesmo sabendo que é proibido usar o telemóvel dentro da sala, ligou para o pai. Depois voltou a movimentar a bola dentro da sala, pelo que o professor lha retirou, colocando-a em cima da secretária.

Terá sido neste momento que terão começado as agressões. De acordo com uma das professoras daquela escola, o aluno começou então a tentar chegar à bola. Não conseguindo começou a empurrar o professor. Este conseguiu dominar o aluno, encaminhou-o para a porta e entregou-o à directora de turma. Foi nessa altura que o aluno desferiu um violento pontapé nos testículos do professor, deitando-o ao chão com as dores. A aula terminou de imediato, mas o rapaz ainda haveria de voltar “passados uns sete minutos”, de acordo com os relatos, para dar mais um murro na testa do professor. Depois, saiu da sala e gabou-se aos funcionários: “Já lhe parti o focinho!”

 

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A Ler com muita atenção – O professor, o cigano e a negra | Raquel Varela

O professor, o cigano e a negra
Posted on October 24, 2019

O grande tema da semana foi o silêncio ensurdecedor do Ministério da Educação sobre uma família cigana que bateu numa funcionária negra, noutra branca e em dois professores – tudo com directos para a TV, em confissão pública com dolo. Ao mesmo tempo que agia suspendendo o professor que bateu no aluno, o Ministério da Educação e o Ministério Público remeteram-se ao silêncio quando a violência recaiu em directo sobre professores e funcionários. A família cigana bateu no aluno por esta mesma razão: o Ministério tem dois pesos e duas medidas – desculpando publicamente quem bate em professores ou agride verbalmente estes (o que acontece todos os dias), e agindo com mão dura contra um professor que bateu num aluno (algo excepcional) – assim, o sinal que está a dar à sociedade, e também o sinal que está a dar aquela comunidade cigana, é o de que podem desrespeitar os professores – e isso é o caldo que permite à família ter batido no professor e ainda terem ido dar a cara, pulando e rindo, para as TVs, explicando que estavam cheios de razão. O resumo é este: para retirar força salarial a professores e funcionários o Ministério está disposto a dar força a uma milícia popular. Milícia que se apresenta como uma família de uma etnia oprimida. Sim, tudo começa no momento em que o Ministério, o Estado, desrespeita os professores, dando luz verde à restante parte da sociedade para fazer o mesmo.

(…)

Continua aqui:

O professor, o cigano e a negra | Raquel Varela

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Reserva de recrutamento n.º 8

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Listas de Colocação Administrativa – 8ª Reserva de Recrutamento 2019/2020.

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 28 de outubro, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 29 de outubro de 2019 (hora de Portugal continental).

Consulte a nota informativa.

 

 

SIGRHE – aceitação da colocação pelo candidato

 Nota informativa

Listas

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Protesto do S.TO.P encerra escola na Damaia. Alunos e professores contra amianto e violência

Protesto do S.TO.P encerra escola na Damaia. Alunos e professores contra amianto e violência – Correio da Manhã

Sindicato de Todos Os Professores tem novo protesto marcado para a próxima semana.

Um protesto do Sindicato de Todos Os Professores (S.TO.P) encerrou esta sexta-feira uma escola básica na Amadora, numa iniciativa nacional que começou por servir para exigir a retirada de amianto e se estendeu à violência nas escolas.

Em declarações à agência Lusa, André Pestana, do S.TO.P explicou que este protesto fechou a Escola Básica Prof. Pedro D’Orey da Cunha, na Damaia, concelho da Amadora, não só por causa da presença de amianto, mas também pelos diversos casos de violência em contexto escolar e pela falta de funcionários.

“Esta escola fechou porque há uma greve nacional contra o amianto a decorrer. Mas fechou não só pela insegurança associada a estarem no local de trabalho pessoas a respirar substâncias comprovadamente cancerígenas (…), mas também devido às recentes notícias e a outro tipo e insegurança: há um certo sentimento de impunidade perante as várias agressões nas escolas”, afirmou.

André Pestana disse que o S.TO.P está solidário com todas as comunidades educativas, professores e funcionários agredidos e sublinha: “o Governo tem responsabilidade nesta manteria”.

“Quando há falta estrutural de funcionários isso permite que mesmo nos recreios — e temos vários relatos de alunos – é normal em algumas escolas haver agressões diárias”, afirmou.

Este protesto vai estender-se até final do mês e na próxima semana o S.TO.P já tem agendado outro protesto do género, que encerrará outro estabelecimento de ensino. Questionado pela Lusa, escusou-se dizer qual, remetendo para “mais em cima do acontecimento”.

Esta greve do amianto convocada pelo S.TO.P já encerrou até hoje oito escolas, mas o sindicato espera que, com o alargamento dos motivos dos protestos, cresça igualmente o número de escolas encerradas.

O S.TO.P apela ainda aos restantes sindicatos da educação para que se juntem a estes protestos.

O sindicato começou por entregar um pré-aviso de greve para 15 dias, período que terminava a meio deste mês, com uma renovação até 31 de outubro.

Esta foi a primeira greve realizada depois da revisão de estatutos do sindicato, que agora abrange “todos os profissionais de educação.

De acordo com o STOP, há cerca de 100 escolas onde o amianto continua a ser um problema para alunos, professores, funcionários e pessoas que vivem nas proximidades.

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Aluna de 14 anos agride professora de EF e elemento da Direção em escola no Castêlo da Maia

Aluna de 14 anos agride professora em escola no Castêlo da Maia – Correio da Manhã

Docente terá pedido ajuda para arrumar o material e a jovem de não terá gostado do pedido.

Uma aluna agrediu verbal e fisicamente uma professora de educação física na Escola Secundária do Castêlo da Maia.

A docente terá pedido ajuda para arrumar o material e a jovem de não terá gostado do pedido, agredindo-a verbalmente e com empurrões.

A aluna não tinha antecedentes de violência.

Ao que o CM apurou, um membro da Direção da escola esteve presente e tentou acalmar a situação, mas sem sucesso.

A professora foi assistida e transportada para o hospital mais próximo com ferimentos ligeiros.

O CM tentou chegar à fala com a direção da escola, mas sem sucesso.

A GNR foi chamada ao local.

Até ao momento a professora não apresentou queixa.

 

Aluna de 14 anos agride professora em escola na Maia

Elemento da Direção da escola tentou acalmar a rapariga, mas acabou por ser agredido também

Uma aluna, de 14 anos, da Escola Secundária de Castêlo da Maia, agrediu a professora de Educação Física, no final da aula, por não ter gostado de ser convocada para ajudar a arrumar o material.

Entre insultos e encontrões, um elemento da Direção da escola tentou acalmar a rapariga, mas acabou também por ser alvo de agressões. A professora acabou por ser transportada ao hospital para avaliar ferimentos ligeiros. A Federação Nacional dos Professores – Fenprof – pede ao Ministério da Educação que tome medidas para reforçar a autoridades dos professores.

(…)

 

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O silêncio dos culpados. – Maurício Brito

O silêncio dos culpados.

É interessante verificar como há dois pesos e duas medidas quando o assunto versa sobre professores. Se for para opinar a respeito de reivindicações, greves ou manifestações, são aos milhares os que surgem de imediato para criticar os que “poucas horas trabalham”, que “recebem mais do que a maioria”, os “privilegiados que têm não sei quantos meses de férias” e que, pela lógica de tais criaturas, “deveriam ir procurar outra profissão se não estão satisfeitos”. Se o assunto for sobre avaliação, progressão na carreira e mérito, aí aparecem de imediato os “especialistas em Educação”, os que sabem tudo e mais alguma coisa sobre a profissão docente. Em cerca de dez anos, milhares tornarem-se “doutorados” no Estatuto da Carreira Docente, profundos conhecedores da legislação laboral, das Ciências Educacionais, Físicas, Metafísicas e outras além, sempre prontos para opinar sobre o que dizem conhecer ao pormenor e sem qualquer réstia ou sombra de dúvida. No entanto, quando surgem estas notícias (cada vez mais frequentes) sobre violência física ou verbal em recintos escolares, bem… aí o silêncio torna-se ensurdecedor. A esmagadora maioria dos tais especialistas cala-se de imediato, enquanto que alguns poucos optam por “relativizar” as coisas, dizendo que nada está pior hoje do que no passado. Isso é falso e é importante referir que o que lemos ou ouvimos é apenas uma ínfima parte do que se vai passando (e ampliando), ano após ano, nas escolas do nosso país.

Resumindo, em dez anos, graças ao inicial trabalho de um primeiro-ministro (acusado, entre outras coisas, de corrupção) e de uma ministra (acusada de prevaricação), ao discurso dos governantes seguintes e à enorme prestabilidade de algumas figuras de certos OCS, que serviram de eco à propaganda pretendida, a maior parte das pessoas passou a achar-se “expert” em assuntos que envolvam docentes e educação.

O problema é que os resultados dessa contaminação, desse vírus da ignorância que se espalhou na nossa sociedade graças ao trabalho de alguns, tem um preço. E ele é enorme: a condenação do nosso futuro enquanto indivíduos de uma sociedade que se pretenda evoluída, fundamentalmente no que concerne aos princípios e valores que assentam na consideração pelo próximo. A elevação do desrespeito, do achincalhamento e do menosprezo à classe docente, aos profissionais responsáveis por semear a sabedoria e por envolver os jovens que representarão o nosso amanhã, é sentenciar uma sociedade ao fracasso.

Quem serão o culpados por este destino? É fácil encontrá-los. Basta reparar no silêncio dos que sempre criticam ou na relativização de certas almas, nestas alturas em que começamos a vislumbrar o precipício bem à nossa frente.

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Acores, falta de Professores leva a concursos UGENTES

Da politica educativa…

Falta de professores. Escolas dos Açores obrigadas a lançar concursos urgentes

A Bolsa de Emprego Público é o último recurso aos dispor das escolas. Foram já lançados quase 80 concursos urgentes neste ano letivo. Em anos anteriores, houve até educadores de infância a lecionar no 2.º ciclo.

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Cordão humano em escola de Queluz em solidariedade com professor agredido

O protesto foi motivado por uma rixa que aconteceu ontem. Os confrontos entre alunos e familiares terão começado perto do estabelecimento de ensino e passado para o interior da escola.

Um elemento estranho à escola terá saltado as grades e agredido um coordenador. O professor ficou ferido e teve de ser socorrido no Hospital Amadora-Sintra.

Os pais dizem que as agressões têm sido recorrentes e que os alunos não estão em segurança.

Queixam-se da falta de atitude por parte da escola e da falta de funcionários para controlarem estes confrontos.

Garantem ainda que as câmaras de vigilância estão desligadas.

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A Verdade Sobre A Agressão A Professores E Funcionários Na EB 2/ 3 De Valença

Por aqui:A Verdade Sobre A Agressão A Professores E Funcionários Na EB 2/ 3 De Valença | ComRegras

Não se pode dizer é que a aluna é de etnia cigana e que chamou “preta” a uma funcionária (fora outros insultos) que a chamou à atenção. A seguir a família da dita aluna organiza uma [contra] manifestação de “Não ao Racismo” – só visionado:

 

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