Os Dez Pontos Essenciais do Plano do Governo para a Educação

Estratégias do Governo para a Educação “divulgadas” na Mealhada

 

 

 

“Temos um problema sério de equidade e de justiça no nosso país que nos prova que os alunos que reprovam têm sempre as mesmas características sociais, ambientais, familiares. E não é justo esperarmos que as causas se resolvam para avançarmos para o patamar seguinte”, garantiu João Costa, desenvolvendo, de seguida, o plano do Governo para a Educação, que assenta em dez pontos “essenciais”: Pré-escolar; Programa Qualifica; Planos de Ação Estratégica; Formação Contínua; Perfil de Competências, Currículo: Aprendizagens Essenciais e Gestão Flexível; Estratégia de Educação para a Cidadania; Educação Inclusiva; Modelo de Avaliação; e Projeto Escolas Inovadoras

 

 

 

NOTAS
(Desenvolvidas por João Costa, Secretário de Estado da Educação)

 

Pré Escolar

  • Garante que todas as crianças tenham Pré Escolar a partir dos três anos;
  • Épreciso que a transição das crianças dos três anos para o Pré Escolar não seja abrupta;
  • Defendemos uma orientação pedagógica estável e, por isso, estamos a tentar que a educação
    comece dos zero aos três anos.

 

Programa Qualifica

  • Os Programas de Educação para Adultos têm grande impacto nas pessoas perante a escola e também perante a educação dos filhos;
  • Investir nos adultos é investir nas crianças.

Planos de Ação Estratégica

  • Respostas pensadas para cada escola;
  • Tentar agir aos primeiros sinais de insucesso, prevenindo o fracasso escolar;
  • Aulas de apoio são um caro insucesso. O aluno fica exausto da mesma forma de jornada de trabalho.

Formação Contínua

  • Destinada aos professores;
  • Queremos investir 19 milhões de euros em formação de Relevância, Qualidade e Impacto.

Currículo: Aprendizagens Essenciais e Gestão Flexível

  • Os programas são muito compridos e os alunos seguem “a máxima”: Memorizo, despejo, esqueço!
  • O programa curricular é também extenso para os professores;
  • Com tudo isto os mais prejudicados são os alunos com maior grau de dificuldade.

Educação Inclusiva

  • Rececionamos muito, mas fazemos trabalho separado (os alunos estão na mesma sala, mas separados dos outros)
  • A inclusão dão trabalho e consome tempo.

Modelo de Avaliação

  • Consciência sobre o que é ser avaliado.

Projecto Escolas Inovadoras

  • Estamos com um projeto em seis escolas que defende “escolas sem retenção” de alunos e que está a ser muito bem acompanhado.

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2 comentários

    • maria on 26 de Março de 2017 at 21:13
    • Responder

    Concordo com “aprendizagens essenciais”. Os programas são enormes e os alunos apenas têm tempo para decorar/mecanizar. De um ano para o outro, pouco ou nada ficou e no fim têm exame dos dois anos…
    Aulas de apoio são uma falácia! É depois de, alunos e professores, terem tido 8 ou 9 tempos de aulas que estão capazes de aprender/ensinar alguma coisa?

    • Fátima Graça Ventura on 27 de Março de 2017 at 12:43
    • Responder

    “… E não é justo esperarmos que as causas se resolvam para avançarmos para o patamar seguinte”, garantiu João Costa, desenvolvendo, de seguida, o plano do Governo para a Educação, que assenta em dez pontos “essenciais…”

    Tratar a doença sem diagnóstico, construir a casa a partir do telhado… Estou triste.

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