Por as razões que, neste texto, estão absolutamente bem identificadas e tantas outras que todos, os que estão no terreno, vivem diariamente é que existe o desalento, a falta de motivação da grande maioria dos docentes e, direi, de toda a comunidade educativa. Há dias numa apresentação feita por uma Editora, encontrei professores que comigo trabalharam há uns anos atrás. Ao contrário do que seria de esperar, se tudo corresse bem, encontrei professores completamente defraudados na sua qualidade de professores, desolados, desmotivados e o que é pior não reconhecendo virtude nas medidas que este ministro toma. Dizem, e qualquer pessoa com espírito crítico reconhecerá, foi exímio a denegrir a profissão e os seus agentes, foi exímio em colocar em causa a Escola Pública, foi e é exímio a menorizar a capacidade dos professores, é exímio em inventar exames para professores e alunos, mas não feitos pelas nossas Instituições, mas por entidades privadas e estrangeiras. A ideia que ocorre, a qualquer ser pensante, é que o objetivo é dar cabo de tudo que seja público.
O homem das metas insanas on 17 de Abril de 2015 at 13:43
Hilariante, mesmo!!!
Tal como deverá defender os interesses da escola pública que os alunos, por exemplo da minha direcção de turma, não tenham os 45´de apoio semanal (de que carecem para a melhoria das suas aprendizagens e da sua avaliação), nomeadamente na disciplina de Inglês nas próximas 3 semanas ou que diversas turmas não tenham as suas aulas curriculares, nomeadamente de inglês! Os senhores da Confap sabem bem destas situações… das duas uma: ou são pacóvios deslumbrados ou alinham no joguinho!
8 comentários
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Educar é conduzir….Mas como é que podemos ser bem conduzidos por uma cambada de oportunistas e corruptos? De certeza que não chegaremos a bom porto!
Por as razões que, neste texto, estão absolutamente bem identificadas e tantas outras que todos, os que estão no terreno, vivem diariamente é que existe o desalento, a falta de motivação da grande maioria dos docentes e, direi, de toda a comunidade educativa. Há dias numa apresentação feita por uma Editora, encontrei professores que comigo trabalharam há uns anos atrás. Ao contrário do que seria de esperar, se tudo corresse bem, encontrei professores completamente defraudados na sua qualidade de professores, desolados, desmotivados e o que é pior não reconhecendo virtude nas medidas que este ministro toma. Dizem, e qualquer pessoa com espírito crítico reconhecerá, foi exímio a denegrir a profissão e os seus agentes, foi exímio em colocar em causa a Escola Pública, foi e é exímio a menorizar a capacidade dos professores, é exímio em inventar exames para professores e alunos, mas não feitos pelas nossas Instituições, mas por entidades privadas e estrangeiras. A ideia que ocorre, a qualquer ser pensante, é que o objetivo é dar cabo de tudo que seja público.
Este Crato será conhecido como o Pol Pot da educação em Portugal.
… e eu a pensar que kafkiano seria ser-se um ex-futuro-ministro-com-acervo!
Sai-me sempre um gafanhoto para varrer de pá.
Absolutamente brilhante o pensamento realista de Santana Castilho.Bem haja.
A Confap acha que não. Acha que, por exemplo, o teste Cambridge, introduzido por este Ministro, salvaguarda os interesses da escola pública, o que acaba por ser hilariante . http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/ingles/pais-querem-teste-da-cambridge-nas-escolas
Hilariante, mesmo!!!
Tal como deverá defender os interesses da escola pública que os alunos, por exemplo da minha direcção de turma, não tenham os 45´de apoio semanal (de que carecem para a melhoria das suas aprendizagens e da sua avaliação), nomeadamente na disciplina de Inglês nas próximas 3 semanas ou que diversas turmas não tenham as suas aulas curriculares, nomeadamente de inglês! Os senhores da Confap sabem bem destas situações… das duas uma: ou são pacóvios deslumbrados ou alinham no joguinho!
http://profslusos.blogspot.pt/2015/04/a-confap-e-o-pet.html