É Preciso Algum Estudo Para Saber Isso?

Os professores formados nos politécnicos têm melhor média de curso 

 

 

 

A maioria dos professores das escolas públicas portuguesas formou-se em instituições públicas, sendo que os docentes que fizeram a sua formação em politécnicos obtiveram melhores médias de curso do que os das universidades, revela um estudo.

Esta é uma das conclusões do relatório que analisou a formação dos mais de 125 mil professores que no ano letivo de 2012/2013 davam aulas nas escolas públicas portuguesas e que será apresentado hoje na Universidade do Algarve durante o seminário “Formação Inicial de Professores“.

O estudo “Instituições de Formação e Classificação dos Docentes da Educação Pré-Escolar e Ensino Básico e Secundário” foi coordenado pela investigadora da Universidade Nova de Lisboa Sílvia de Almeida que analisou a formação dos docentes nos diferentes níveis de ensino, desde o pré-escolar até ao secundário.

 

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14 comentários

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    • rrrr on 29 de Abril de 2015 at 16:38
    • Responder

    E entraram com mais baixa nota. E não é preciso fazer estudo nenhum para concluir isto. E nas instituições privadas entraram com notas bem mais baixas e saíram de lá génios…

    • Cachondo on 29 de Abril de 2015 at 17:00
    • Responder

    Acontece o mesmo nas universidades públicas com o Bolonha.

    • Pois on 29 de Abril de 2015 at 18:31
    • Responder

    Já ando a dizer isto há muito tempo: Todos os que vêm de privadas e politécnicos estão muito mal preparados e com médias sobrevalorizadas! Por isso sou a favor da prova de acesso à carreira.

    Sei que é um assunto polémico porque, muito provavelmente, a maioria dos nossos colegas tem este tipo de formação. Apesar disso, é preciso ter coragem e de uma vez por todas colocar o dedo na ferida…

    Muitos acham que só por ter subido na carreira à custa de deixar passar os anos os torna invulneráveis a esta crítica mas estão errados! Há muitos atropelos e falsidades perpetuadas há custa desta facilidade em entrar e permanecer na carreira. Só é pena que agora, por começarem a escassear as vagas, se comece a falar nisto.

      • Pois on 29 de Abril de 2015 at 18:33
      • Responder

      Já se deveria estar a discutir há muito este tema e já deveriam ter sido tomadas medidas!

      • Fake on 29 de Abril de 2015 at 19:11
      • Responder

      “há custa”?

        • tic0 on 29 de Abril de 2015 at 20:06
        • Responder

        Realmente…

      • tic0 on 29 de Abril de 2015 at 20:05
      • Responder

      Isso é válido para todos os grupos? No 550 as pessoas que têm cursos de ensino de Informática estão melhor preparadas do que aquelas com licenciaturas pré-Bolonha de Engenharia Informática tiradas num ISE?
      Estes documentos aparecem sempre que é preciso encontrar uns idiotas úteis para fazer passar umas medidas, por isso há-de haver alguma coisa a vir aí pelo caminho… Considerar que uma prova daquelas prova alguma coisa é ser muito imbecil… e eu pensava que nas universidades públicas não se formavam imbecis, mas gente muito bem pensante…

        • grrrrrrrrrr on 29 de Abril de 2015 at 23:38
        • Responder

        Mais bem preparadas…

  1. Já estudei em ambos os lados e gostei mais do Politécnico, sinto que me preparou melhor para a atividade profissional.

  2. Não concordo. Estudei nos dois e o Politécnico preparou-me melhor para a minha atividade profissional. Na faculdade de Coimbra acabei com 16 e no Politécnico com 14. Ambos via ensino e na mesma área. Mais uma vez os professores mostram o que são !

    • J.F. on 29 de Abril de 2015 at 23:27
    • Responder

    Hoje (bem… quase sempre nos últimos anos) “estou que nem posso”…
    Faz-me lembrar os VOC´s (com as devidas salvaguardas, com certeza )… entram para lá ignorantes e saem, em pouco tempo, certificados com sucesso.

    • Henrique on 30 de Abril de 2015 at 14:42
    • Responder

    Dor de cotovelo e má formação de muitos comentadores de cartilha. Frequentei uma universidade e um politécnico. Em ambos existiam bons e maus alunos e professores. A minha média de entrada no politécnico foi de 16 valores. Podia ter optado por outros cursos, na instituição que me apetecesse, dentro deste valor. No politécnico tive professores excelentes, médios e poucos “medíocres”. O mesmo quanto aos meus colegas. O mesmo se passou na universidade. Deixem-se de tretas, remem todos para o mesmo lado, se faz favor. Com professores colegas assim, quem precisa de inimigos!
    HF

      • Atento on 2 de Maio de 2015 at 19:54
      • Responder

      Subscrevo Henrique! Por ignorância ou por conveniência é que fazem este tipo de comentários desvalorizando o ensino público politécnico. Que seja universidade ou politécnico, ou seja ensino público tem mérito mas claro não há perfeição e é preciso medidas para melhorar ambas. Agora, deviam sim é preocuparem-se com o grau de qualidade daqueles que saem dos privados com notas inflacionadas e depois concorrem para dar aulas no Ensino público, isso sim é preocupante.

    • Ponderoso on 1 de Maio de 2015 at 23:06
    • Responder

    Os critérios das escolas superiores de educação deviam ser aplicados ao curso de medicina.Todos os alunos do secundário desde que quisessem ser médicos entravam para a faculdade, a nota não interessa, mas o gosto em aprender.Além disso os métodos de ensino da medicina são arcaicos.As cadeiras de anatomia, histologia e outras devem ser feitas com trabalho colaborativo.O trabalho de grupo é essencial para os alunos aprenderem a trabalhar em equipa.Um aluno que chumbou a biologia/geologia no 10º ano e lá passou com 9,5(depois de revisão de prova) no 11º ano, pode vir a ser um competentíssimo neurocirurgião.Isto se lhe derem oportunidade de trabalhar em grupo desde o início do seu curso de medicina.Numa sociedade competitiva como a nossa os alunos com bastante níveis 2 desde o ínício do 2º ciclo com continuidade no 3º ciclo nunca terá possibilidades de ser médico ou engenheiro civil.Malditos mecanismos de avaliação seletiva que eliminam os meninos pouco estudiosos.

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