A DGEstE Ensandeceu de Vez?

Tal como me chegou sobre os descontos do Subsídio de Refeição no período da Páscoa.

 

 

A DGESTE (Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares) enviou às direções das escolas a seguinte informação:

É da responsabilidade do Diretor das escolas descontar o subsídio de almoço aos docentes que não se apresentaram ao serviço dentro do período de interrupção que vai desde o dia 23 de março até ao dia 6 de abril

 
Devem andar a canalizar dinheiro para pagar o subsídio de 1000€/mês para os médicos irem trabalhar para o interior do país.

Link permanente para este artigo: http://www.arlindovsky.net/2015/04/a-dgeste-ensandeceu-de-vez/

45 comentários

Passar directamente para o formulário dos comentários,

    • AOliveira on 6 de Abril de 2015 at 21:27
    • Responder

    Mas eu fui pata a escola de 23 a 27!

      • Anónimo on 6 de Abril de 2015 at 23:22
      • Responder

      Por causa destes comentários é que estamos em sentido!:) Eu não fui ou fui?

    • Alexandra on 6 de Abril de 2015 at 21:54
    • Responder

    Eu também estive na Escola de 23 a 26. estejamos atentos agora no próximo recibo de vencimento. Não estivemos nas escolas, mas pagamos impostos!!! Além disso a Escola só faz sentido ter os Docentes quando há alunos. Mais, se estamos em Agrupamento, mais uma vez faz sentido. Custa tanto perceber?

      • MARIA DOCENTE on 8 de Abril de 2015 at 16:25
      • Responder

      COLEGA DESCONTAMOS 14 PK TB RECEBEMOS 14

    • HDuarte on 6 de Abril de 2015 at 21:58
    • Responder

    Já agora, e porque é que descontamos 13 meses para a adse???

      • MARIADOCENTE on 8 de Abril de 2015 at 16:26
      • Responder

      COLEGA DESCONTAMOS 14 PK TB RECEBEMOS 14

    • Maria Carvalho Ruas on 6 de Abril de 2015 at 22:23
    • Responder

    eu também…nós também…

    • Nuno M on 6 de Abril de 2015 at 22:25
    • Responder

    Resta saber em que contexto é que esta indicação foi dada. O artigo 91º do ECD é claro, nas interrupções letivas a direção pode distribuir tarefas de caracter pedagógico e organizacional mas tem de constar de um plano elaborado pela direção e ser dado prévio conhecimento aos docentes. Ora as escolas estabeleceram o plano de avaliação que os docentes cumpriram. Fora isso, senão existir o tal plano, a indicação da DGEST não tem qualquer valor.

      • Anónimo on 6 de Abril de 2015 at 23:27
      • Responder

      Assim sim, com pessoas destas como o Nuno M essa gentinha já nos respeitava um pouco, penso eu de que…

    1. Nuno M ,

      A escola não precisa de ter nenhum plano, basta não ter dito que se podem ausentar, para terem de cumprir o dever de presença.
      A escola, tem dever de cumprimento de orientações da DGESTE.
      Existem diretores que”obrigam” os docentes durante “as férias grandes”, a estarem lá todo o tempo, exceto nos dias que tem de férias, portanto gozando apenas o que tem direito.
      O fato de alguns comentarem de estarem lá 12 horas, apenas digo, que algumas reuniões, de reuniões, não têm nada! Mas ok, apenas concordam com isso os docentes para despacharem dezenas de reuniões em dois ou três dias…

      Ainda não vi tal orientação, mas não duvido que exista e tenha sido emanda pelo vosso colega da dren 🙂

        • Nuno M on 7 de Abril de 2015 at 8:42
        • Responder

        Aconselho a ler o ECD artigo 91º. Tem de existir um plano e dado prévio conhecimento aos docentes. Os diretores que obrigam os docentes a cumprir horário têm de lhes dar trabalho previamente planificado e com horário definido. Essa de basta não ter dito que se podem ausentar enfim… Não basta têm de ter um plano de trabalho.

          • NF on 7 de Abril de 2015 at 15:24

          Muito bem, Nuno.

          “Artigo 91.º
          Interrupção da actividade
          1 — Durante os períodos de interrupção da actividade lectiva, a
          distribuição do serviço docente para cumprimento das necessárias tarefas
          de natureza pedagógica ou organizacional, designadamente as de
          avaliação e planeamento, consta de um plano elaborado pelo órgão de
          direcção executiva do estabelecimento de educação ou de ensino do qual
          deve ser dado prévio conhecimento aos docentes.
          2 — Na elaboração do plano referido no número anterior deve ser tido em
          conta que os períodos de interrupção da actividade lectiva podem ainda
          ser utilizados pelos docentes para a frequência de acções de formação e
          para a componente não lectiva de trabalho individual.”

          • mariarodrigues34 on 10 de Abril de 2015 at 20:10

          o senhor é assistente técnico logo desconhece o ECD ( mas sabe opinar)

  1. Sou Técnico Superior (AEC’s), não sou docente, logo estou safo!!! Conheço escolas em que o pessoal não docente (assistentes operacionais) foram dispensados em cerca de 80% desse período. Será que também não vão receber? Será esta notícia verdade, ou apenas uma piada de mau gosto espalhada pela blogosfera?!

      • Paulo S. on 7 de Abril de 2015 at 9:15
      • Responder

      Eu sou professor e desde que iniciei funções, acabadas as reuniões de avaliação, nunca fui à escola. Seja no Natal, Páscoa, Verão ou mesmo na interrupção do Carnaval.

  2. Eu pergunto se os que trabalham ao fim de semana em eventos escolares recebem subsidio de refeição nesses dias…

      • mariarodrigues34 on 10 de Abril de 2015 at 20:11
      • Responder

      ou quando saem das escolas depois das 20:30 também recebem subsidio para o jantar

    • Maria Teixeira on 6 de Abril de 2015 at 23:10
    • Responder

    Estão a esquecer outro pormenor (pormaior): durante a interrupção letiva, não tendo serviço marcado na escola, poderemos estar a trabalhar em casa: corrigir provas/trabalhos/relatórios, preparar aulas, ler as obras de leitura extensiva obrigatórias, etc, etc. Estamos a TRABALHAR sim, mas usando as instalações da nossa CASA!
    O MEC poupa dinheiro na energia, net, … Se TODOS formos trabalhar para a escola, inclusivamente durante o período letivo a tempo inteiro, o que inclui o tempo de trabalho INDIVIDUAL, o MEC não dispõe de logística que nos permita cumprir todas essas horas na escola… Portanto servem-se da nossa CASA… Mas isso não é referido…
    Para além disso, durante o tempo de reuniões intercalares, chegamos a permanecer na escola 12h! E no dia seguinte temos aulas de manhã cedo… Eu tenho 6 turmas, 3 níveis, e em fevereiro tive dias em que entrei ao serviço às 8.20h e saí às 21h, com intervalo de 1h para almoço… Essas horas não foram pagas… Por isso, calculei que nos seriam dadas nestas alturas de paragem letiva, a título de compensação. Se querem “aparar as unhas rente”, teremos que chamar os nomes às coisas, não? Poderemos permanecer as 40h na escola e exigir condições logísticas para lá desempenhar TODO o serviço docente?
    Penso que se tentássemos, eles entrariam em pânico…

      • moi-même on 6 de Abril de 2015 at 23:16
      • Responder

      Concordo plenamente!

    1. Já agora, porque é que deixam que vos façam sair às 21h? E, porque não às 22h, 23h? Ninguém tem filhos ou vida própria?

    2. Ai mas que pena que eu tenho da senhora…
      Sou familiar de 2 professores, e trabalho numa escola como assistente técnico, não me venha com cantigas…

      1. Ou és burro ou foste maltratado pelos teus pais docentes, logo, guarda lá as tuas raivas e traumas e dceixa os professores em paz. Metes dó!!

    • Amélia Costa-Pereira on 6 de Abril de 2015 at 23:47
    • Responder

    até 27 estive em reuniões e a dar aulas suplementares (não pagas pelo MEC) ao CEF.
    troco os subsídios de refeição por todas as horas extra que dou e que não me pagam.

    1. Um dos problemas é haver precisamente quem dê “horas suplementares não-pagas”! Das duas, uma: ou fazemos trabalho voluntário e é da nossa conta (com conhecimento e acordo da escola, pais e alunos, obviamente) ou fazemos o nosso horário de trabalho e por ele respondemos. Aumentam-nos o horário, diminuem-nos o salário e nós…. trabalhamos voluntariamente mais?!….

      1. Exactamente! Ainda não aprenderam nada. Continuem a baixar as calças e chamem-lhe “dedicação”, “profissionalismo”, “missão” e outras coisas fofas.

  3. Na minha escola nem um docente pôs cá os pés

    • Assistente técnico :) on 7 de Abril de 2015 at 9:42
    • Responder

    Qual o espanto… muitos despende-se dos funcionários com um “Boas férias…”. As férias nunca tiveram direito a subsídio de alimentação…

  4. Claro que têm que descontar o subsídio de refeição! Houve prestação de serviço? TRABALHARAM? Ou estiveram a aproveitar o bom tempo e deram umas aulas na praia? Eu sou assistente técnico e estive ao serviço na mesma escola onde não aparecerem professores.

      • João on 7 de Abril de 2015 at 10:43
      • Responder

      É pá!…Isso resolve-se. As faculdades estão abertas e podes fazer a inscrição numa delas que possua cursos via ensino. Depois se conseguires concluir o Curso vais dar umas horinhas se aparecerem. E depois pode ser que lá para o final de carreira laboral até tenhas horário completo…
      Boa sorte amigo e futuro colega.

    1. Estudasses…

        • Carlos on 7 de Abril de 2015 at 11:59
        • Responder

        Amigo… são respostas como essa que dão má fama aos professores. Sou licenciado e sou assistente técnico e como eu há centenas ou milhares… licenciados. Julga que ser professor é um posto? Não comece a procurar alternativas porque o “tacho” acaba. Nós percebemos a vossa frustração… temos pena!!!

          • Maria on 7 de Abril de 2015 at 12:22

          É assistente técnico; não está 90min com turmas de 28 alunos. Deve saber como é difícil trabalhar nestas condições. As pausas são necessárias. Não seja invejoso. Só lhe fica mal.

          • Carlos on 7 de Abril de 2015 at 12:25

          Invejoso? Acha que tenho inveja da vida de professor? Tem uma visão tão limitada… os professores vêm problemas em tudo quando não lhes facilitam a vida… enfim!

          • Maria on 7 de Abril de 2015 at 13:05

          Não, tem inveja das pausas letivas. Quanto a ser professor, estando na escola sabe o que se passa. Ser professor tem sido cada vez menos gratificante e muito esgotante, e sabe disso muito bem.

          Não respondo mais a estes disparates.

      • Guida on 7 de Abril de 2015 at 12:06
      • Responder

      Ó rapaz. é por existirem seres como t u que eles fazem o que querem e o que lhes dá na gana Gosto muito de, no decorrer das aulas, enquanto os professores estão a dar tudo o que têm e o que não têm, os funcionários , sentadinhos, a ler a revista Maria e com os pés bem quentinhos, com o aquecedor em cima deles. Também gosto da poeira que se acumula nos móveis e de tantas outras coisas que não interessa referir
      O importante, no meio disto tudo, é que se piora para os docentes para os assistentes, também não vai melhorar. Tenham vergonha de certas afirmações que fazem!.

        • Carlos on 7 de Abril de 2015 at 12:23
        • Responder

        Em todas as profissões há bons e maus. Algumas afirmações de professores com a frase “estudasses” são vergonhosas e mostram que só estão na profissão pelos benefícios que esta lhes dá. Não generalize.

          • oi on 7 de Abril de 2015 at 16:44

          Ó Carlinhos! Onde está o problema com frases “estudasses” ????
          Não me vai dizer que escreve estuda-ses….

          Tanta ignorância… e pensam que são chicos espertos….

      • Falso Recibo Verde on 7 de Abril de 2015 at 20:22
      • Responder

      Sou formadora a recibos verdes no IEFP (mas com tenho de ser profissionalizada na educação) e não recebo subsídio de alimentação nem nenhum outro, nem férias, quando vou ao médico ou faço tratamento não recebo, etc., etc.
      Não é por não ter que acho justo que os outros não tenham.
      Acrescento ainda que aqui só há uma assistente técnica e mesmo essa só a meio tempo, pois ao que parece os formadores conseguem fazer o que ela faz o contrário já não é verdadeiro.
      A inveja sempre foi uma coisa muito feia… Cuidado pois começaram a desaparecer aqui (a troika está à espreita) mas não tarda muito também chega ao Ministério da Educação.
      Aqui só não houve formação na sexta-feira santa mas os formandos não concordam pois as pausas letivas são necessárias para todos os que verdadeiramente intervêm no processo educativo.

      • mariarodrigues34 on 10 de Abril de 2015 at 20:14
      • Responder

      o senhor por acaso veio ver o trabalho que fiz em casa para escola?. É que eu tenho 7 turmas e 6 disciplinas diferentes não chego à escola e fico a olhar para os alunos

    • Nuno M on 7 de Abril de 2015 at 13:30
    • Responder

    É lamentável o debate “baixo” que se passa por aqui. O que está em causa é uma coisa muito simples: os professores têm um horário atribuído desde o início do ano e é esse horário que têm de cumprir, acrescentando a isso as reuniões de caracter pedagógico e de avaliação e todo o trabalho organizacional para que seja convocado. Logo qualquer trabalho fora do seu horário letivo tem de haver convocatória e plano de trabalho para que fique claro que tipo de trabalho se vai fazer. Portanto, essa de que basta o diretor não ter dito que se podem ausentar é de quem não conhece o ECD. Pergunto se o diretor precisar de um professor após o seu horário letivo pode-lhe marcar falta? Não, se não houver convocatória não pode. O mesmo acontece nas interrupções letivas, não tendo o professor o seu horário letivo para cumprir, pode ser convocado para outro tipo de trabalho pedagógico e organizacional mas tem de constar de um plano, não é obrigar o docente a cumprir o horário e estar na escola das 9 às 17h. Há quem faça? Parece que sim. São os maus diretores e aqueles que não sabem gerir recursos humanos. Um professor não é um agente administrativo tem competências próprias que estão claras no ECD. Agora por favor parem com a guerra entre assistentes técnicos e professores porque isso não dignifica ninguém.

      • pedroc on 7 de Abril de 2015 at 15:56
      • Responder

      esta é boa.. professores vs professores já não era novidade, professores vs assistentes técnicos/operacionais é novidade.. MEC em grande: dividir para reinar.. novamente

    • Xana G. on 7 de Abril de 2015 at 18:17
    • Responder

    A minha Diretora diz que isto foi uma partida do 1 de abril…

    • Agnelo Figueiredo on 7 de Abril de 2015 at 22:19
    • Responder

    Mas que diretores é que receberam isto? Não conheço nenhum.

    1. Ainda não consegui confirmar se foi uma resposta dada a pedido de alguma escola. Mereceu-me boa confiança quem me enviou tal email.

        • Agnelo Figueiredo on 7 de Abril de 2015 at 23:29
        • Responder

        Acredito, Arlindo, mas foi tanga.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.

Seguir

Recebe os novos artigos no teu email

Junta-te a outros seguidores: